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Conheça truques que ajudam bastante a melhorar a sua compreensão de textos

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Publicado no Amo Direito

Durante o ano, não é raro encontrar universitários sobrecarregados com a carga de leitura dos cursos. Por causa do cansaço e do volume de conteúdos, é natural que os estudantes sintam mais dificuldade em compreender os textos e, consequentemente acabem demorando mais para ler. No entanto, existem técnicas eficazes que otimizam a compreensão dos leitores e podem ajudar quem está estudando para as provas e trabalhos finais. Confira abaixo ótimas dicas, e boa sorte!

Leia o prefácio e a introdução
Por mais que se queira ganhar tempo, pular o prefácio e a introdução do texto não é uma boa ideia. O motivo? Lá estão informações importantes sobre o conteúdo do texto, como a opinião do autor sobre o tema e os principais tópicos que serão abordados. Ao ler essas duas partes, o estudante já terá uma visão do assunto e ficará mais atento nos pontos importantes do livro.

Faça anotações
Enquanto lê, é importante guardar suas impressões, fazendo anotações quando encontrar uma frase ou parágrafo relevante. A ideia é que sejam notas breves e concisas, que simplifiquem os conceitos. Depois de finalizar a leitura, faça um resumo com essas notas para reforçar a compreensão do conteúdo.

Não grife mais do que o necessário
Não abuse do marca-textos! Ao sublinhar as páginas, destaque palavras-chave ou frases curtas. Grife apenas o que for extremamente importante, caso contrário, o destaque perderá o efeito de síntese.

Leia antes de ir para a aula
Tente adiantar a leitura para já estar familiarizado com os conceitos antes da aula. Dessa forma, se você tiver dúvidas, não precisa esperar mais tempo para resolvê-las. A técnica também otimiza o aprendizado, pois ler de acordo com o ritmo da turma faz com que o estudante esteja atualizado em relação ao conteúdo, sem contar que a carga de leitura não se acumula.

Fonte: noticias universia

Por que a leitura faz um bem tão grande?

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Reprodução/Global Empregos

Reprodução/Global Empregos

Saiba mais sobre os benefícios que a leitura pode trazer para o seu dia a dia.

Kevin Andrade dos Santos, no 1News

leitura geralmente faz parte do dia a dia de qualquer ser humano. Pode ser de um livro, revista, gibi ou mesmo um simples outdoor; a leitura está presente no cotidiano. E, apesar de passar despercebida algumas vezes, ela pode trazer um bem enorme a sua mente, exercitando-a e prevenindo contra algumas doenças. Confira:

Ajuda a diminuir o estresse: a leitura pode ajudar a evitar o estresse, especialmente se for uma leitura prazerosa, algo que a pessoa goste de ler. Se a leitura for à noite, ela ainda pode ajudar pessoas com insônia. 
Enriquecimento pessoal: seu repertório cultural e conhecimento aumentam. Quanto maior for a quantidade de livros, mais enriquecimento se tem. Além disso, a leitura também ajuda a se ter uma ortografia melhor, visto que, ao ler, várias palavras são aprendidas.

Memorização: pode ajudar a memorizar melhor as informações, já que o leitor precisará estimular a memória e lembrar-se do que leu anteriormente (principalmente se for um livro grande).

Concentração: com a concentração, há a oportunidade de treinar a mente e exercitá-la, principalmente em locais com muito barulho.

É uma ótima terapia: há pessoas que, quando leem, sentem-se mais relaxadas e seguras. Ou seja, é uma ótima forma de “fugir da realidade” e se sentir mais livre.

Previne doenças: ler previne Alzheimer e Demência, pois, assim como citado anteriormente, a leitura exercita o cérebro, mantendo-o ativo.

O Portal 1News Brasil visa trazer conteúdo autêntico e informativo aos seus leitores, mas não é responsável pelos artigos publicados por seus colunistas. Estes são de inteira responsabilidade do colunista que o fez, incluindo opiniões íntegras ou parciais a respeito dos assuntos abordados.

Árvores são plantadas na Noruega para serem transformadas em livros no próximo século

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Grupo plantou as árvores em uma floresta de Oslo, capital do país (Foto: Kristin von Hirsch / Bjorvika Utvikling / AFP )

Grupo plantou as árvores em uma floresta de Oslo, capital do país (Foto: Kristin von Hirsch / Bjorvika Utvikling / AFP )

 

‘Biblioteca do Futuro’ é incentivada por escritores que provavelmente não viverão para ver as obras publicadas apenas no ano de 2114.

Publicado no G1

Ano após ano, escritores de diferentes países enriquecem a chamada “Biblioteca do Futuro”. Os primeiros deles nunca conhecerão a reação de seus leitores, porque esse conjunto de obras inéditas será publicado apenas no próximo século.

Até agora, o único elemento visível dessa empreitada estilística e internacionalmente diversa é o conjunto de cerca de mil pequenas árvores, que, plantadas há três anos, crescem na periferia verde de Oslo.

Em 2114, quando forem centenários, esses abetos serão cortados e transformados no papel onde serão escritas as antologias que reunirão todos os escritores convidados a contribuir até a conclusão do projeto.

São cerca de mil pequenas árvores (Foto: Kristin von Hirsch / Bjorvika Utvikling / AFP)

São cerca de mil pequenas árvores (Foto: Kristin von Hirsch / Bjorvika Utvikling / AFP)

A canadense Margaret Atwood foi a primeira convidada a se juntar à iniciativa, em 2015, seguida do romancista britânico David Mitchell, em 2016. Este ano, foi o poeta islandês Sjon que apresentou seu manuscrito.

“Algo que um escritor sempre enfrentará é a existência de leitores que não conhece. Estão, talvez, em outro continente, ou distante no tempo, mas, é muito especial saber que ninguém lerá seu texto, enquanto você estiver vivo”, admite esse escritor, autor das letras de algumas das canções da cantora islandesa Björk.

Saber que não verá as reações a seu trabalho “aprofunda muito minha relação com o texto”, comenta.

“Eu me dei conta de que muitos dos mecanismos que eu dou como certos quando escrevo meus textos são, na verdade, algo sobre que devo pensar o tempo todo: a precisão das palavras, o uso de termos antigos… Escrever em islandês também foi uma das questões, com as quais tive de me confrontar, porque não sei onde meu idioma estará em 100 anos”, completou.

A árvore se faz livro

Se antes era a folha branca que esperava a inspiração do autor, agora serão, de certo modo, as palavras que terão de esperar o tempo necessário para que a árvore se faça livro.

Essa longa espera pela “Biblioteca do Futuro” é apenas a última de uma série de iniciativas na Noruega em celebração à “slow life” e à posteridade.

Campeão da “Slow TV”, o país nórdico acolhe a Reserva Mundial de Sementes, uma espécie de Arca de Noé vegetal destinada a preservar a diversidade genética de eventuais catástrofes futuras.

A ideia da biblioteca nasceu na imaginação da artista escocesa Katie Paterson e pôde-se materializar graças a um encontro com promotores imobiliários noruegueses em busca de um projeto cultural.

“Espero que os autores de hoje e das próximas décadas digam algo de sua época”, explica Paterson.

“Acho que será interessante para aqueles que puderem ler as obras daqui a 100 anos, porque poderão refletir, remontando no tempo. Porque, daqui a 100 anos, quem sabe como será a civilização?”, acrescenta.

‘Voto de confiança’

Ainda se lerá livros em 2114? Ainda haverá impressoras para colocá-los em papel?

A “biblioteca do futuro” é “um voto de confiança no futuro da cultura”, afirmou David Mitchell no ano passado.

“Umberto Eco dizia que a forma do livro não pode melhorar. É como a roda. Não tem como ser aperfeiçoada”, disse Paterson.

“Mas, claro, a tecnologia avança tão rápido que vamos para o desconhecido. Hoje falamos de livros eletrônicos, mas ignoramos totalmente que forma os livros tomarão depois. Pode ser algo inimaginável. Talvez, então, os livros de papel sejam uma antiguidade, ou talvez sejam a norma. O futuro decidirá”, acrescenta.

Pagando 800 libras esterlinas (cerca de 1.000 dólares), os bibliófilos mais ansiosos já podem comprar um certificado que dá direito a alguns dos mil exemplares da antologia que serão publicados e vendidos em galerias de arte.

Até a publicação, os manuscritos ficarão guardados em uma sala especialmente projetada para eles na nova biblioteca pública de Oslo, que deve ser aberta em 2020.

“Se tivéssemos tido de fazer uma avaliação de riscos dessa obra cultural, ela nunca teria acontecido”, reconhece Anne Beate Hovind, responsável pelo projeto e presidente do comitê de seleção de escritores.

“Mas, hoje, rivalizamos com os Nobel”, comemora Anne.

8 dicas para aprender em tempos de pressa

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Foto: Reprodução/Tumblr/pianoandstudy)

Foto: Reprodução/Tumblr/pianoandstudy)

 

Mauricio Peixoto, na Galileu

Vivemos em um mundo cheio de questões e problemas científicos. Do aquecimento global, passando pelos alimentos que você come ou por como você vai pagar por algo que comprou, todos são, de alguma forma, problemas que envolvem algum tipo de conhecimento. Estamos imersos em uma explosão de informação. O problema é que, apesar de o cérebro ter evoluído muito nesses milhões de anos, a quantidade de coisas que precisamos saber aumentou bem mais que a sua capacidade de processamento. Então, o que fazer? A resposta está em usar a inteligência. Inventamos maneiras de usar o cérebro com mais eficiência.

Veja estas dicas de como usá-lo melhor e boa viagem na trajetória para se tornar uma pessoa maior e melhor!

1 – Não tema, seja curioso

Use a curiosidade para se orientar: ela torna o aprendizado mais pessoal e prazeroso. Não tente assimilar tudo, você decide o que aprender! Leia livros, veja vídeos, converse com quem sabe mais e construa uma reserva de informação.

2 – Pratique o ceticismo
Não é porque está escrito ou passou na TV que é verdade: as pessoas podem se enganar ou mentir. Pergunte-se as razões para acreditar no que você ouve. Confira com o que você já sabe, busque outras fontes. Isso se chama Pensamento Crítico.

3 – Aprenda a pensar
Refletir sobre sua linha de pensamento e otimizá-la é importante. O preconceito, por exemplo, é uma forma errada de pensar, e esses erros podem levar a escolhas ruins. Psicólogos, coachs e filósofos podem ajudar nesse aprendizado. Procure-os!

4 – Faça planos de aprendizado
Na sobrecarga de informação, você se sente perdido, não consegue decidir nada. E o estresse é ruim para muita coisa, inclusive para o pensamento. Planejar faz com que você foque no que interessa. Mas também não é para planificar tudo e todos.

5 – Nunca deixe de perguntar
Questionar é uma excelente estratégia: revela o que você sabe, o que não sabe e permite escolher o que aprender. Use a curiosidade para decidir o que perguntar. Quê? Quem? Quando? Por quê? Para quê? Perguntas o dirigem ao que é importante.

6 – Aprenda a ler com eficiência
Todo bom texto tem estrutura e ideia central. Saber disso permite apreender informações de um jeito mais rápido e preciso. Aprenda a ler ideias com técnicas como Leitura Inspecional, Analítica e Sintópica. Busque auxílio de profissionais!

7 – Aproveite a tecnologia
Celulares permitem fazer anotações, fotografar informações, gravar palestras, ler e-books. Mas é preciso saber usar a tecnologia a seu favor. A internet é território livre: releia o que escrevi sobre curiosidade, ceticismo saudável e pensamento crítico.

8 – Registre, memorize e use
Sua memória tem limites. Qual a melhor forma de registrar? Depende. Pessoas visuais beneficiam-se com Mapas Mentais — são uma boa forma de organizar o conhecimento. Use seus registros e resgate–os sempre que possível, como nas eleições.

 

*Maurício Peixoto é Doutor em Medicina, Professor associado da UFRJ, líder do GEAC-UFRJ e membro do Laboratório de Currículo e Ensino Núcleo de Tecnologia para a Saúde (Nutes).

Vinhoteca propõe harmonizar vinhos e livros

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Quem não gosta de ler um bom livro enquanto bebe uma taça de vinho?

Publicado no Notícias ao minuto

Quem gosta de vinhos certamente já parou para degustar uma bela taça da bebida e ler um bom livro. O fetiche com a prática é tão comum entre os amantes da bebida de Baco que um espaço foi criado especialmente para aproveitar os dois. A ideia do editor Marco Pace foi exatamente essa ao criar a Vinhoteca, dando dicas de “harmonização” de vinhos e livros.

O local existe há nove meses no bairro City América, na zona oeste de São Paulo, e o site existe há um ano. “Eu uni minhas duas paixões”, declara Pace em entrevista ao UOL. Ele trabalhou como editor de livros por 30 anos em empresas como Siciliano e Alta Books e criou sua própria editora, a Ornitorrinco.

O site disponibiliza 700 rótulos e 200 títulos; já na loja são 300 rótulos e 100 títulos, tanto nacionais quanto internacionais. “Se é uma leitura mais densa, como um grande romance, ou mais clássico e sério, nossa indicação é um vinho mais encorpado, mais robusto”, revela o editor.

Entre as bebidas mais vendidas estão as provenientes da França, Chile e Argentina, bem como vinículas n acionais. O vinho Rosé Piscine, da França, é o mais procurado. “Bons livros para ler bebendo este vinho são títulos como ‘Os Espiões’, de Luiz Fernando Veríssimo; e ‘Contos Gauchescos’, de Simão Lopes”, afirma ele, que pretende abrir uma segunda loka em São Paulo em 2018.

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