Praças da Cidade

Posts tagged ler

Bill Gates revela os 5 livros que mais gostou de ler em 2017

0

13175748424342

Publicado no Canal Tech

O fundador da Microsoft, Bill Gates, lê cerca de 50 livros por ano. Então, anualmente ele faz uma lista com seus favoritos, publicando a relação em seu blog, o Gates Notes. Agora, a lista com os 5 livros favoritos do bilionário e filantropo em 2017 acabou de sair, e você pode conferi-la logo abaixo:

01) O Melhor que Podíamos Fazer (Thi Bui)

Baseada em memórias pessoais da autora, esta obra mostra como foi ser filha de refugiados vietnamitas que chegaram aos Estados Unidos em 1975. Ela revela todos os tremendos sacrifícios feitos por seus pais e irmãos, tudo em busca da sobrevivência e de uma vida melhor.

Para Gates, a autora “fez um ótimo trabalho capturando como é desanimador ser responsável por toda uma família e, ao mesmo tempo, sua experiência familiar é diferente da maioria”.

Na loja brasileira da Amazon, a versão traduzida para o português pode ser adquirira para Kindle por R$ 36,58, ou, caso prefira o livro físico, ele custa R$ 42,90.

02) Evicted: Poverty and Profit in the American City (Matthew Desmond Harvard)

“Um retrato da pobreza americana”. Assim este livro foi definido por Gates, já que mostra a experiência vivida pelo autor quando decidiu viver por 18 meses em dois bairros de Milwaukee, no estado de Wisconsin. Um deles é majoritariamente branco, enquanto o outro abriga em sua maioria a população negra.

Lendo suas páginas, Gates entendeu como as pessoas mais pobres tomam determinadas decisões, que, por vezes, não são compreendidas pelas pessoas mais afortunadas.

Ainda sem tração para o português, o livro original pode ser adquirido na Amazon internacional por US$ 16,41.

03) Believe Me: A Memoir of Love, Death and Jazz Chickens (Eddie Izzard)

O livro é a reunião de memórias do autor, que escreveu sobre como ele lidou com dificuldades em sua infância, aprendeu novas habilidades na vida, e se tornou um comediante renomado internacionalmente, além de ator, escritor e ativista.

Para Bill Gates, mesmo que ele não tenha nada em comum com Izzard, “nós somos farinha do mesmo saco”. O livro, que também ainda não foi traduzido para o nosso idioma, pode ser adquirido na Amazon gringa por US$ 18,55.

04) O Simpatizante (Viet Thanh Nguyen)

A obra de ficção que ganhou um prêmio Pulitzer chamou a atenção de Gates. Sua história mostra um agente duplo do Vietnã que espiona uma comunidade de refugiados abrigados em Los Angeles. Para o bilionário, o livro dá uma outra visão sobre como seria estar vivendo os dois lados da Guerra do Vietnã.

“A maioria das histórias sobre guerras são claras sobre qual lado estão apoiando, e este livro não mostra isso tão facilmente”, disse Gates.

Pelo site da Companhia das Letras, a obra traduzida custa R$ 59,90, ou R$ 39,90 para o e-book.

05) Energy and Civilization: A History (Vaclav Smil)

E o último livro da seleção de melhores lidos em 2017 por Bill Gates fala sobre como a energia tem moldado sociedades ao longo da história, desde os equipamentos movidos a animais até as fontes de energia renovável.

“Sim, nossa história tem muito a ver com reis e rainhas e jogos de tronos. Mas Smil mostra que a história do mundo tem ainda mais a ver com a inovação energética”, declarou Gates.

A versão original em inglês pode ser comprada pela Amazon por US$ 28,75, ou US$ 34,61 na versão para Kindle.

Essas e outras opiniões do fundador da Microsoft sobre esses cinco livros podem ser conferidas no seguinte vídeo (em inglês):

Professor faz da leitura novo meio de estudantes verem o mundo

0
Os estudantes têm 30 minutos, antes da aula, de contato com os livros e debate sobre os escritos e a própria realidade FOTOS MARIANA PARENTE/ESPECIAL PARA O POVO

Os estudantes têm 30 minutos, antes da aula, de contato com os livros e debate sobre os escritos e a própria realidade FOTOS MARIANA PARENTE/ESPECIAL PARA O POVO

A rotina de 150 alunos da Escola Municipal Raimundo Moreira Sena, no bairro Bom Jardim, passou a contar com a literatura como instrumento de formação e transformação social

Publicado em O Povo

Livros nas mãos e olhares atentos. É assim que os alunos da Escola Municipal Raimundo Moreira Sena, no Bom Jardim, começam o dia de aula às quintas-feiras. Durante 30 minutos, as crianças leem livros, cordéis, revistas e jornais impressos. É o projeto Confraria da Leitura.

A leitura que a gente desenvolve é lúdica. O aluno pode escolher um livro ou não. Ele não é obrigado, a gente quer que ele sinta o prazer”, define o idealizador da ação, o professor de história e cordelista João Teles Aguiar, 52.

A ação foi idealizada pelo professor e cordelista João Teles Aguiar e, hoje, é realizada em sete escolas

A ação foi idealizada pelo professor e cordelista João Teles Aguiar e, hoje, é realizada em sete escolas

O objetivo é ampliar as perspectivas dos jovens. Por isso, depois da leitura, o educador direciona um debate abordando o tema da leitura e a rotina dos jovens na comunidade. “É o que a gente chama de leitura de mundo. Isso possibilita à criança ler o entorno que ela vive de outra forma, que não seja ligada à violência”, relata.

A ação de incentivo à leitura deu fôlego ao aprendizado de 150 estudantes, de 6 a 14 anos. O projeto alcança crianças e adolescentes da região há 21 anos. Consegue estreitar a relação entre as comunidades e a literatura por meio de rodas de conversa, programas para a rádio-escola e esquetes teatrais e musicais. “Para uma criança que vive numa região onde não tem biblioteca, não tem grandes centros culturais, a leitura acaba sendo um viés para ter novas perspectivas”, expõe João.

Aluno do 5º ano, Paulo Roberto Sousa, de 12 anos, comemora a iniciativa implantada há cerca de um mês nesta escola. “O professor já chegou dizendo que ler é tudo. Ele incentiva muito a gente. E eu adoro ler, acho muito importante”, reconhece.

O professor João leva a confraria para as instituições em que trabalha. A escola Moreira Sena está entre as sete escolas de cinco bairros alcançadas pela iniciativa. A mais recente foi a Escola Municipal Demócrito Dummar, no Canindezinho. Lá, o projeto resultou na implantação de uma gibiteca. (Bruna Damasceno/Especial para O POVO)

Você se distrai facilmente? 7 técnicas de estudo para quem não consegue se concentrar

0

Estudante con

Publicado no Amo Direito

Uma pessoa entra na biblioteca. A tela do seu celular brilha com a chegada de uma nova mensagem. Você se lembra de uma música e decide escutá-la. Se você é um distraído crônico, qualquer motivo é suficiente para interromper o estudo para uma prova.

A falta de concentração cobra seu preço mais cedo ou mais tarde. Afinal, é preciso ter contato intenso e contínuo com a matéria para ter sucesso em provas complexas como concursos públicos, exames de proficiência em línguas ou testes de admissão em programas de pós-graduação.

Continuidade é justamente o maior desafio dos dispersivos, afirma Alessandro Saade, fundador do projeto “Empreendedores Compulsivos”. Ele próprio se identifica com o perfil. “Além de déficit de atenção, sou muito curioso e não resisto à tentação de ler uma notícia ou pesquisar sobre algo interessante que surja no meio do meu trabalho”, afirma.

A tecnologia incrementa o potencial de sedução das distrações. O smartphone, especialmente, é um “veneno” para quem quer estudar. A única saída é se disciplinar e se afastar totalmente do aparelho, diz Saade. Uma sugestão é estabelecer um momento para ver as notificações — uma vez a cada 30 minutos de estudo, por exemplo.

Outra recomendação básica é buscar um ambiente de estudos organizado, limpo, silencioso e confortável. Quanto menos incômodos houver, melhor: é importante buscar uma cadeira ou poltrona ergonômica e garantir que você está bem alimentado.

Água também é essencial para manter o cérebro funcionando a todo o vapor. Um experimento feito por pesquisadores ingleses mostrou que pessoas com sede demoram mais tempo para completar tarefas do que aquelas que estão bem hidratadas.

De acordo com Andrea Piscitelli, consultora e professora da FIA (Fundação Instituto de Administração) as fontes mais comuns de distração são barulhos externos, como estímulos sonoros ou visuais do ambiente, mas não se pode ignorar o poder dos “barulhos internos” — nosso fluxo de pensamentos sobre diversos anseios, preocupações e emoções.

“Isso faz com que você tenha a sensação de que a leitura está difícil ou improdutiva”, diz a especialista. “O mais interessante é que surge um mecanismo de compensação para sentir algum alívio imediato, como acessar o smartphone ou bater papo, o que desvia ainda mais a atenção”.

Quer mais ideias para manter o foco na preparação para uma prova? Confira a seguir outros antídotos contra a procrastinação:

1. Antes de começar, separe 10 minutos para se divertir
Ainda que você adore matéria que está estudando, não faltam atividades bem mais interessantes do que ler a apostila. Se você costuma interromper a sua concentração para satisfazer o desejo de ver as notícias do dia, assistir a vídeos engraçados ou escrever algo nas redes sociais, faça isso antes de começar a sua sessão de estudos.

Segundo Saade, esse truque simples ajuda a saciar a sua inquietação e relaxar. Só cuidado para não exagerar: basta passar os 10 primeiros minutos do dia dessa forma. Terminado esse prazo, é hora de interromper as distrações e se dedicar exclusivamente ao estudo.

2. Divida o tempo em blocos
Estudar para uma prova difícil sempre será uma experiência intensa, mas não necessariamente exaustiva. Talvez você tenha dificuldade para se concentrar porque se cansa rapidamente. A dica é fragmentar o trabalho em pedaços mais digeríveis.

“Faça sessões de 30 minutos, por exemplo, nas quais você vai mergulhar totalmente no que está fazendo”, diz Saade. “Terminado esse prazo, levante e vá respirar um pouco, beber água, fazer algo leve”.

3. Transforme frases em palavras-chave
Além de dividir o tempo em blocos, você também pode recortar o conteúdo a ser estudado em pequenos fragmentos. Ao elaborar um resumo, evite frases ou parágrafos — prefira palavras-chave, esquemas e listas no estilo “bullet points”.

A organização da escrita em pedacinhos facilita a vida dos dispersivos, principalmente na hora de reler tudo. Segundo Saade, é mais rápido ler palavras-chave, e também mais estimulante: você precisa ativamente pensar no nexo entre as ideias, o que exige mais do cérebro e limita a margem para divagações.

4. Prefira o exercício à teoria
De acordo com Paulo Estrella, diretor pedagógico da Academia do Concurso, a melhor forma de manter a concentração é tornar as sessões de estudo mais rápidas, curtas e dinâmicas. Para isso, a recomendação é reduzir o volume de leituras e concentrar os seus esforços nos exercícios.

“Dê uma lida geral no conteúdo, mas não passe muitas horas debruçado no livro”, recomenda ele. “Assim que tiver uma ideia da teoria, parta para a resolução de provas de anos anteriores, e vá fixando os conceitos a partir dos seus erros e acertos”.

5. Descubra o seu estilo de aprendizagem
Se você tem facilidade para memorizar coisas a partir de um estímulo visual, pode ser interessante elaborar mapas visuais, diagramas e figuras sobre a matéria. Caso se dê melhor com resumos escritos à mão, prepare o lápis e a caneta. Tem um perfil auditivo? Vale mais gravar a sua própria voz dando uma “aula” sobre o assunto e depois escutá-la.

O importante, diz Estrella, é descobrir qual é o método de aprendizagem que mais combina com o seu modelo mental. Quando você encontra o seu próprio estilo, a compreensão dos conceitos fica mais fácil e rápida. Resultado: o estudo se torna mais estimulante e as distrações perdem (pelo menos em parte) o seu potencial de sedução.

6. De tempos em tempos, retome o conteúdo
A cada 20 minutos de estudo, sugere Piscitelli, faça uma rápida anotação ou gravação de voz sobre os aspectos mais relevantes do que acabou de ler, isto é, uma breve recapitulação do que foi visto.

Além de garantir que você não vai se dispersar, fazer essas retomadas periódicas ajuda a fixação da matéria. “Ao final da leitura, reveja os seus registros de todos os blocos de 20 minutos, e verá como está muito mais familiarizado e seguro com o conteúdo”, diz a consultora.

7. Tenha uma programação
Uma boa forma de manter o foco é ter um roteiro dos temas que você precisa estudar, com uma previsão da carga horária necessária para cada assunto. Mas atenção: ao longo do dia, gerencie o cumprimento das metas como compromissos realmente inadiáveis.

Mas como garantir que você vai respeitar a sua “check-list”? O segredo é ter um propósito para o estudo. No “estado de flow”, conceito desenvolvido pelo psicólogo Mihály Csíkszentmihályi, nossa concentração se torna absoluta quando estamos num estado emocional positivo, isto é, quando a experiência é prazerosa. “Só podemos entrar em ‘flow’ quando o estudo vai além do racional e envolve crenças e valores, isto é, quando tem um significado para nós”, resume Piscitelli.

Por Claudia Gasparini
Fonte: Exame

5 Livros para ler se você gosta da série ‘The Walking Dead”

0

Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Assim como os seus zumbis, a série ‘The Walking Dead’ parece ter o poder latente de renascer a cada nova temporada toda vez que parece cair no óbvio ululante inevitável do seu próprio enredo. Sempre podendo matar um personagem querido do público quando registra a mínima queda em sua audiência, rendendo arcos empolgantes que alimentam até mesmo as suas vertentes nos quadrinhos e literatura. E ainda assim, o gênero parece proporcionar um leque de possibilidades infinitas sobre o tema.

E com mais uma temporada rodando na agulha, acreditamos que esse é o momento perfeito para expandir a ‘contaminação zumbi’, e conhecer alguns livros que expandem esse universo habitado por mortos-vivos.

ApocalipseZumbi

✔ Apocalipse Zumbi – Os Primeiros Anos (Alexandre Callari)
Este livro é vendido junto com um CD com a trilha sonora criada exclusivamente para colocar o leitor no clima da aventura. Não perca! O caos reina no mundo. A civilização entrou em colapso. As comunicações, a energia elétrica e a vida em sociedade, como a conhecemos, praticamente se extinguiram. Nem toda nossa tecnologia foi capaz de nos proteger e evitar que dois terços da humanidade morressem. Os poucos que sobreviveram estão exaustos e tentam reunir o que ainda resta das suas forças e recursos para se manterem vivos. E, para piorar, eles não estão a sós. Dia e noite, são perseguidos pelos contaminados – sempre à espreita com seus olhos vermelhos, pele pálida, dentes podres e uma terrível sede de sangue e de carne humana. Nesse cenário de terror e desesperança, Manes luta desesperadamente para manter sua comunidade unida. Ela subsiste em uma construção cercada por paredes de concreto chamada Quartel. Porém, quando alguns de seus membros estão em apuros do lado de fora, sendo cruelmente caçados pelos contaminados, Manes parte para resgatá-los. A sua ausência e a chegada do enigmático Dujas abalam severamente o tênue equilíbrio interno do Quartel, colocando em risco a vida de todos.

O perigo e o medo tomarão conta deste, que é um dos poucos redutos em que homens e mulheres vivem em “segurança”. Cheio de intrigas, mistério e horror, Apocalipse Zumbi é uma aventura de ficção eletrizante, com muitos elementos de realidade que mexerão com a mente e o coração dos leitores. Alexandre Callari oferece nesta obra o melhor do gênero zumbis e, ao mesmo tempo, cria um mundo à parte, que conta com suas próprias regras e lógica. Bem-vindo ao universo de Apocalipse Zumbi! (Editora Generale)

51MNx3mp54L._SX339_BO1,204,203,200_

✔ As Crônicas dos Mortos (Rodrigo de Oliveira)
Estamos em 2017 … Cientistas descobrem um planeta vermelho em rota de colisão com a Terra. Depois de muito pânico nos quatro cantos do mundo, eles asseguram que o astro passaria a uma distância segura. E todos ficam tranquilos acreditando que nada iria acontecer…
Uma profecia esquecida do Apocalipse, reiterada por outros profetas modernos, ressurge…
“Então 2/3 de todas as pessoas no Planeta são acometidas por uma estranha doença… E abriu-se o poço do abismo, de onde saíram seres como gafanhotos com poderes de escorpiões. E os homens buscarão a morte e a morte fugirá deles.” Apocalipse 9:2-6.

Então um grupo luta por sobreviver num mundo dominado pelo mal.
Com passagens por Brasília, Estados Unidos, China e França, O Vale dos Mortos baseia-se na profecia de que um planeta intruso ao sistema solar, ao raspar por nossa orbita, fatalmente desencadearia a transformação de grande parte da humanidade, não havendo lugar seguro, ambientes sem infecção, pois ela ocorreria simplesmente pela aproximação do astro. Pegos de surpresa, e tentando entender o que acontecia enquanto buscavam se salvar, um casal e seus filhos iniciam uma jornada para reestabelecer alguma condição de vida no que restou de seu próprio mundo. Uma história com muita ação, suspense, que vai deixar você eletrizado (Faro Editorial)

41ZdnEZEQ+L._SX313_BO1,204,203,200_

✔ Mortos Entre Vivos (John Ajvide Lindqvist)
Estocolmo, Suécia, 13 de agosto de 2002. Seria mais um dia normal na capital do civilizado e pacato país com um dos melhores IDH do mundo, não fosse uma “epidemia” de cefaleia e o estranho comportamento dos aparelhos eletrônicos: eles simplesmente não desligam, mesmo quando desconectados da tomada. Prenúncio de fenômeno ainda mais extraordinário: os mortos revivem – inclusive os falecidos até alguns meses antes. De repente, eles se movem, andam, deixam as câmaras de refrigeração dos hospitais, falam (ou balbuciam algumas palavras, como crianças) e podem ser ouvidos arranhando a tampa de suas urnas funerárias, nos cemitérios.

Não se trata de zumbis devoradores de cérebros e transmissores de sua condição de “nem vivo, nem morto” por meio de mordidas. Pelo contrário, os “redivivos” – como passam a ser oficialmente chamados pelo governo – são entes queridos (o avô, o marido, a esposa, o filho, o neto) que todos gostariam de ter de volta ou ao menos por mais um tempo para corrigir erros, pedir perdão (ou perdoar), prorrogar a companhia em nome de momentos felizes e de afetos que a morte impediu de repetir ou de cultivar.

São milhares de redivivos, que põem em cheque tanto a ciência quanto a religião, além de instaurar o pânico entre as autoridades – atônitas diante da inusitada situação. Mas o romance se concentra nos familiares de Eva – autora de livros infantis vítima de um acidente fatal naquele mesmo 13 de agosto –, Elias – um menino de seis anos morto um mês antes – e Tore – idoso recém-falecido, mentalmente desfigurado pelo mal de Alzheimer. (Editora Alaúde)

41IPXrGWDNL._SX346_BO1,204,203,200_
✔ Apocalipse Z. O Princípio do Fim (Manel Loureiro Doval)

Em uma pequena cidade espanhola, um jovem advogado leva uma vida tranquila e rotineira. Um dia, porém, começa a ouvir notícias sobre um incidente médico ocorrido em um país remoto do Cáucaso. Apesar de aparentemente corriqueiras, as notícias chamam tanto sua atenção que ele resolve registrar suas impressões em um blog. Aos poucos, o que eram apenas acontecimentos incomuns ocorridos em um país distante começam a se espalhar por toda a Europa. Em menos tempo do que poderia supor, o terror se instala. Ruas, bairros e cidades inteiras são tomados por criaturas com um comportamento assustador. Sem nunca ter visto nada parecido e completamente vidrado pela notícia, ele mal se dá conta de que, enquanto acompanha o desenrolar dos fatos de sua casa, a cidade onde mora também está sendo invadida por aquelas bizarras criaturas.
Isolado, apenas com seu gato Lúculo e um vizinho, só lhe resta criar uma estratégia de fuga até conseguir encontrar outros sobreviventes. Entretanto, ao conseguir refúgio, ele logo descobrirá que a guerra está apenas começando. (Editora Planeta)

51T0dlOZGCL

✔ Celular (Stephen King)
Onde você estava no dia 1º de outubro? O protagonista Clay Riddell estava em Boston, quando o inferno surgiu diante de seus olhos. Bastou um toque de celular para que tudo se transformasse em carnificina.

Depois de anos de tentativas frustradas, o artista gráfico Clay Riddell finalmente consegue vender um de seus livros de histórias em quadrinhos. Para comemorar, decide tomar um sorvete. Mas, antes de poder saboreá-lo, as pessoas ao seu redor, que por acaso falavam ao celular naquele momento, enlouquecem.

Fora de si, começam a atacar e matar quem passa pela frente. Carros e caminhões colidem e avançam pelas calçadas em alta velocidade, destruindo tudo. Aviões batem nos prédios. Ouvem-se tiros e explosões vindos de todas as partes.

Neste cenário de horror, Clay usa seu pesado portfólio para defender um homem prestes a ser abatido, Tom McCourt, e eles se tornam amigos. Juntos, eles resgatam Alice Maxwell, uma menina de 15 anos que sobreviveu a um ataque da própria mãe.

Os três sortudos — entre outros poucos que estavam sem celular naquele dia — tentam se proteger ao mesmo tempo em que buscam desesperadamente o filho de Clay. Assim, em ritmo alucinante, se desenrola esta história. O desafio é sobreviver num mundo virado às avessas. Será possível? (Editora Suma)

Mãe e empresária que já leu 84 livros este ano dá dicas de como administrar o tempo

0
Empresária Stephany Almeida sempre sai com um livro na bolsa - arquivo pessoal

Empresária Stephany Almeida sempre sai com um livro na bolsa – arquivo pessoal

Aline Rickly, no RDNews

Como ter espaço para a leitura diante de uma vida tão corrida como a da empresária e mãe de dois filhos Stephany Almeida, de 30 anos? Ela acorda às 6h30 todos os dias, coloca o filho Manoel, de 10 anos, para a escola, arruma a casa, dá almoço a filha Antonela, de 5 anos, e ainda cuida de sua loja de roupa em Areal (RJ), onde mora. Mas, mesmo com essa rotina, ela conseguiu ler, só neste ano, 84 livros e quer chegar aos 100 até dezembro.

Neste domingo (29), em que é comemorado o Dia do Livro, o G1 revela as dicas de Stephany para organizar o tempo e conseguir abrir espaço na rotina para desenvolver o hábito da leitura. A empresária disse que lê, em média, 10 livros por mês.

Sete dicas da Stephany

1 – Se organize com metas para o mês, para a semana, para o dia. “Eu nem sempre consigo cumprí-las, mas só de existir uma meta, já facilita a organização, por conta da rotina que é corrida, cheia de compromissos e responsabilidades”.

2 – Procure fazer o planejamento no início do mês com uma lista. “Faço uma lista inicial, e ao longo dos dias vou substituindo, acrescentando”.

3 – Faça do hábito de ler algo natural, sem cobranças. “A leitura é meu hobbie, então não importa se leio 10 ou 100 páginas por dia”.

4 – Saia sempre com um livro na bolsa. “Encaixe a leitura nos intervalos livres”.

5 – Dê uma chance ao livro, pois também é uma questão de prioridade. “Preciso escolher entre assistir TV, navegar na internet, ver um filme ou ler, mas como a leitura é minha paixão, acaba sempre sendo minha prioridade”.

6 – Você ainda pode agregar mais um. “Às vezes leio dois livros ao mesmo tempo, um físico e um digital, por exemplo”.

7 – Perpetue o hábito sendo também um agente de transformação. “No mundo de hoje é muito difícil incentivar uma criança a ler, porque elas querem informações rápidas, já nascem acostumadas com as facilidades da internet. Mesmo assim, eu não desisto e sempre compro livros novos, com temas que possam interessar, inovadores para meus filhos, por exemplo”.

Os livros trouxeram mais alegria para a vida da empresária Stephany Almeida, de Areal

Os livros trouxeram mais alegria para a vida da empresária Stephany Almeida, de Areal – arquivo pessoal

Blog e as leituras

Além de ter a rotina corrida, conciliada com a leitura de livros, Stephany não estimula apenas os filhos a desenvolverem a prática, ela compartilha as suas experiências em um blog, que já atraiu mais de 14,8 mil seguidores. Ela criou o perfil na internet, o Ste Bookaholic, há três anos, onde faz comentários e publica críticas sobre diversas obras.

Empresária indica cinco livros

Fã de romances de época, a empresária selecionou para o G1 os cinco melhores livros que já leu em 2017.A primeira posição, segundo ela, ficou com “As coisas que fazemos por amor”, de Kristin Hannah. “É uma história sobre família, maternidade e amor, que provocou um furacão de emoções em meu coração. Com personagens reais, reviravoltas surpreendentes e um desfecho repleto de ternura, empatia e amor”, disse Stephany.

Em segundo lugar, ela elegeu “Um acordo de cavalheiros”, de Lucy Vargas, um romance de época que, de acordo com a empresária, tem uma narrativa envolvente e sensual. Ela alerta ainda que o título tem personagens à frente de seu tempo e que valorizam o respeito e o empoderamento feminino.

Outro livro que está no topo da lista de Stephany é “Outlander – a viajante do tempo”, de Diana Galbadon. “Uma das mais lindas histórias de amor que já li, que supera as barreiras do tempo, com uma narrativa repleta de diálogos bem construídos, cenas emocionantes e referências históricas”, afirma.

Em quarto lugar, ela indica “Nossa música”, de Dani Atkins. Segundo Stephany, este é um romance que tem uma história dolorosa e linda. “Tocou meu coração e mostrou o quanto nossa vida é delicada e passageira e o quanto devemos vivê-la bem”, destaca.

Go to Top