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5 livros incríveis de 2018 para ler em 2019

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Marilia Marasciulo, na Galileu

O ano de 2018 foi de crise no mercado editorial brasileiro — de livrarias a grandes editoras, houve quem chegou a decretar falência. Mas isso não significa que foi um ano sem bons lançamentos de livros. Veja uma seleção para preparar a lista de leitura para o início do próximo ano:

Pequenos Incêndios Por Toda Parte, Celeste Ng (Intrínseca, 416 páginas, R$ 49,90)
O segundo romance da americana Celeste Ng ganhou uma edição em português em 2018. A história explora a relação de duas mulheres completamente diferentes, obrigadas a conviver quando seus filhos se tornam amigos. O livro vai ser adaptado para uma minissérie produzida por Reese Witherspoon (Big Little Lies) e Kerry Washington (Scandal).

As duas atrizes adaptarão o renomado livro para a televisão (Foto: Reprodução)

 

O Pai da Menina Morta, Tiago Ferro (TodaVia, 176 páginas, R$ 44,90)
Em seu romance de estreia, o paulistano escreve sobre a própria experiência com o luto de perder a filha de oito anos, vítima de uma doença aparentemente banal, a gripe H1N1. Sem se prender aos fatos ou acontecimentos reais, a história não deixa de ser dolorosamente real e explora a busca por uma vida normal após uma tragédia.

O Pai da Menina Morta é o romance de estreia do brasileiro Tiago Ferro (Foto: Divulgação)

 

O Sol na Cabeça, Geovani Martins (Cia das Letras, 120 páginas, R$ 34,90)
Outra estreia na literatura brasileira, o carioca narra em 13 contos a infância e adolescência de moradores de favelas, marcadas pela violência e discriminação racial. O escritor, que vem sendo considerado uma nova voz do realismo brasileiro, equilibra bem a linguagem e gírias típicas das comunidades do Rio de Janeiro com o português formal.

O Sol na Cabeça foi um dos livros nacionais mais comentados de 2018 (Foto: Divulgação)

 

Canção de Ninar, Leila Slimani (Tusquets, 192 páginas, R$ 46,90)
O livro, que rendeu à autora franco-marroquina o prêmio Goncourt, o mais prestigioso reconhecimento literário francês, é uma espécie de thriller com tema moderno: uma babá mata as duas crianças que deveria cuidar. Mas, ao contrário do que talvez seja o esperado, a narrativa cheia de tensão mostra que, no fundo, ninguém é inocente.

Canção de Ninar é um premiado thriller literário internacional (Foto: Divulgação)

 

Semente de Bruxa, Margaret Atwood (Morro Branco, 352 páginas, a partir de R$ 35)
A autora de O Conto da Aia, que virou sensação após ser adaptado para uma série de TV, reconta o clássico A Tempestade, de William Shakespeare. Na história, um diretor de teatro fracassado decide montar a peça shakespeariana com presos canadenses, ao mesmo tempo em que planeja uma vingança contra os políticos responsáveis pela decadência de sua carreira.

Da mesma autora de O Conto da Aia, livro traz versão de A Tempestade, de Shakespeare (Foto: Divulgação)

De Jane Austen a Tolstói: Confira sete clássicos para ler nas férias

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A escritora Jane Austen (VEJA.com/Divulgação)

Aproveite os dias de folga para se dedicar a obras como ‘Grande Sertão: Veredas’ e ‘Orgulho e Preconceito’

Publicado na Veja

Procura uma leitura de peso para levar na mala de viagem? Ou ficou em casa durante as férias e acha que finalmente chegou a hora de se dedicar àquele livro canônico de que todos falam? Confira na lista abaixo sete livros clássicos – de romances que retratam o Império Russo a brasileiros com sotaque regional – que são boas pedidas para a lista de leitura das folgas:

Guerra e Paz


(Companhia das Letras/Divulgação)

Obra-prima do escritor russo Liev Tolstói, é aconselhada para quem tem bastante tempo livre nas férias – são 1.536 páginas, divididas em dois volumes na edição em capa dura lançada pela Companhia das Letras. O livro acompanha cinco famílias da aristocracia russa entre os anos de 1805 e 1820, em meio às Guerras Napoleônicas – foi nesse período que o imperador francês invadiu o império russo. Tolstói trata de guerra, sim, mas também de festas de arromba da alta sociedade e das vidas amorosas e do cotidiano de Natacha, Andrei, Pierre, Nikolai e Sônia, traçando um perfil rico e preciso da Rússia do século XIX com a ajuda de seus personagens.

Grande Sertão: Veredas


(Nova Fronteira/Divulgação)

Criada a partir de vivências e observações do mineiro Guimarães Rosa em uma viagem ao Mato Grosso, é uma das obras mais relevantes da literatura brasileira. Único romance do autor de Sagarana, Grande Sertão: Veredas (Nova Fronteira) conta a história de Riobaldo, um ex-jagunço que narra as suas experiências de vida a um interlocutor desconhecido. Ele fala de suas reflexões sobre o bem e o mal, o diabo, as guerras entre jagunços no sertão e seu grande amigo, Reinaldo (ou Diadorim, que mais tarde ele confidencia ser seu nome verdadeiro). O livro é reconhecido e aclamado não só por sua narrativa e temática, mas principalmente por sua linguagem – Rosa usou o período em que ficou no interior do Brasil para aprender como falavam os populares que moravam longe das grandes capitais, uma linguagem que retrabalhou ao seu modo, empregando no romance palavras pouco conhecidas, regionalismos e neologismos.

Cem Anos de Solidão


(Record/Divulgação)

Obra mais conhecida do Nobel de literatura colombiano Gabriel García Márquez, Cem Anos de Solidão (Record) narra a trajetória de gerações e gerações dos Buendía e as transformações, boas e ruins, por que passa a fictícia aldeia de Macondo, onde mora a enorme família. A história tem início com José Arcadio Buendía e Úrsula Iguarán e segue até os trinetos do casal, cujos nomes são repetidos de familiares anteriores. O romance é salpicado de elementos fantasiosos, um dos motivos que tornaram García Márquez conhecido e o alçaram a um dos principais nomes do realismo mágico.

Orgulho e Preconceito


(Penguin Companhia/Divulgação)

O romance de Jane Austen, Orgulho e Preconceito (várias editoras) já foi citado por dezenas de outras obras literárias, ganhou adaptações para o cinema e até paródias – como Orgulho e Preconceito e Zumbis (sim, é isso mesmo). Nada se compara, porém, à leitura do clássico. No livro, a autora dá um panorama de como é ser uma mulher sem posses no final do século XVIII pelos olhos da protagonista, Elizabeth Bennet. A moça de 20 anos, no entanto, foge dos estereótipos de mocinha indefesa e inocente que sonha em encontrar o príncipe encantado que irá resgatá-la da miséria. É forte, decidida e até, por que não, petulante, até conhecer – e entrar em feroz embate – com o nobre Fitzwilliam Darcy.

Os Irmãos Karamázov


(Editora 34/Divulgação)

Obra do escritor russo Fiódor Dostoiévski escrita em 1879, Os Irmãos Karamázov (Editora 34) é uma das mais importantes da literatura mundial. O romance acompanha a história de uma família chefiada pelo mesquinho Fiódor Karamázov e formada também por seus filhos: Dmitri, movido pelo orgulho, Ivan, o intelectual, e Aliócha, considerado o mais puro e religioso – além deles, é possível que o criado da casa, Smirdiákov, seja também um filho bastardo do patriarca. Envolvido em um triângulo amoroso que tem em um de seus vértices seu filho Dmitri, Karamázov acaba morto e o romance ganha traços de gênero policial. Para muito além da trama do “quem matou?”, o livro se debruça sobre questões existenciais e filosóficas e promove um mergulho na alma humana.

Fundação

(Editora Aleph/Divulgação)

Livro que rendeu a Isaac Asimov o prêmio Hugo de melhor série de todos os tempos em 1966, Fundação (Editora Aleph) é o primeiro volume de uma trilogia clássica da ficção científica. Narra a história do Império Galáctico, em um futuro no qual a Terra foi deixada para trás e a humanidade se aventurou espaço afora. No planeta Trantor, Hari Seldon descobre que a época dourada do Império está prestes a acabar e 30.000 anos de trevas e barbaridades esperam a raça humana. O conhecimento é a única forma de salvação e Seldon cria a Fundação, entidade responsável por escrever a Enciclopédia Galáctica com todo o conhecimento humano reunido. Asimov vai muito além do espaço sideral, da tecnologia e das batalhas para explorar de forma crítica e realista a formação das sociedades e a construção da ideologia através da política e da religião.

O Morro dos Ventos Uivantes

(Zahar/Divulgação)

Único romance da britânica Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes (várias editoras) causou choque ao ser lançado, em 1847. Não é para menos – a história do romance de Catherine Earnshaw e seu irmão adotivo, Heathcliff, passeia entre o amor e o ódio extremos, em uma trama intensa sobre paixão, repulsa e obsessão. Com personagens complexos, que fogem do maniqueísmo tradicional, o livro acompanha a história do órfão Heathcliff, tratado com desprezo por Hindley, irmão de sangue de Catherine, mas com carinho pela moça. Humilhado por vários anos, ele sai da casa da família apenas para voltar anos depois, rico e com sede de se vingar do irmão adotivo.

Por que ler durante uma viagem pode causar tonturas?

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Rômulo Silva, no TriCurioso

Longas viagens de carro ou de ônibus costumam ser um tanto monótomas, por isso muita gente aproveita essas oportunidades para diminuir a pilha dos livros que ainda não foram lidos. No entanto, a combinação entre livros e viagem nem sempre é uma boa ideia para todos, pois algumas pessoas costumam ficar tontas ou enjoadas minutos depois de começar a ler uma determinada obra. Mas afinal, qual é a origem desse mal-estar induzido pela literatura?

Tudo começa pelo fato de que uma boa parte de nossos cérebros evoluiu milhares de anos atrás, muito antes de carros ou livros existirem. Eles cresceram em uma época em que o ataque predadores e a alimentação com plantas erradas eram perigos reais. Em nome da sobrevivência, nossos cérebros tiveram que se tornar muito vigilantes, desenvolvendo respostas ao estresse para nos ajudar a lutar, fugir ou até mesmo a induzir o vômito ao primeiro sinal de envenenamento. O problema é que, apesar de sabermos que uma simples leitura não faz mal ao nosso corpo, o nosso cérebro tende a pensar diferente quando estamos em movimento.

Os cientistas acreditam que funciona assim: quando andamos, nossos corpos estão se movendo e viajando ao mesmo tempo. No entanto, quando nos sentamos em um carro, nossos corpos não estão realmente se movendo, eles estão apenas “viajando”. Nesse tipo de ocasião, os nossos músculos, nervos e olhos dizem ao cérebro que estamos parados, só que ao mesmo tempo os fluidos nos nossos ouvidos que são responsáveis pelo equilíbrio ficam em movimento, o que diz ao cérebro que o nosso corpo está definitivamente indo para algum lugar. Desse modo, o cérebro acaba recebendo duas mensagens conflitantes, causando toda a confusão.

Então, por que os livros pioram? Bem, a resposta para isso está relacionada a uma das curas mais comuns para enjoos e tonturas: olhar para a janela. Quando olhamos para a janela, o nosso cérebro “vê o mundo se mover” e acaba interpretando isso como um sinal de que estamos em movimento, que alivia os sintomas das tonturas. Por outro lado, focar os olhos em um único objeto estático (como um livro) aumenta ainda mais os níveis de incompatibilidade sensorial, deixando o cérebro totalmente confuso.

Por isso, alguns especialistas recomendam aos leitores que sofrem constantes enjoos e tonturas em viagens que eles experimentem ler o livro pausadamente. Fazer uma pequena parada a cada dez minutos para olhar a janela e observar a paisagem pode ser muito eficaz, evitando que você sinta-se mal no meio da estrada.

9 livros incríveis para ler em dezembro

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Dicas de livros para o fim do ano (Foto: Pixabay)

Isabela Moreira, na Galileu

Dezembro está chegando, mas isso ainda não significa que o ano acabou. Separamos alguns dos principais lançamentos literários para você incluir na sua lista de leitura ou de presentes. Boas festas — e boas leituras!

1 – Mary Poppins (edição de bolso), P.L. Travers (Zahar)
Não há momento melhor para ler Mary Poppins: além de ter um ar de nostalgia típico dessa época do ano, coincide com a estreia de O Retorno de Mary Poppins, filme da Disney que estreia nos cinemas no dia 20 de dezembro.

O livro conta a história de uma babá que é contratada para cuidar dos pequenos John, Barbara, Jane e Michael Banks. Com amizades e habilidades inusitadas, Mary Poppins conquista as crianças e muda suas vidas para sempre.

2 – As Horas Vermelhas, Leni Zumas (Planeta)
Um dos favoritos do ano: na onda de distopias como O Conto da Aia e O Poder, o livro se passa nos Estados Unidos, onde um presente eleito proíbe o aborto, a fertilização in vitro e a criação de filhos por pais solteiros.

A narrativa acompanha a perspectiva de diferentes mulheres — a Mãe, a Filha, a Reparadora, a Biógrafa — e mostra como as vidas de cada uma delas é afetada pela medida do governo.

3 – Fogo & Sangue, George R.R. Martin (Suma)
Enquanto George R.R. Martin não termina Os Ventos do Inverno, vale ler Fogo & Sangue, nova obra do autor que conta a origem e as principais lendas da família Targaryen. O livro é o primeiro de dois volumes e se passa 300 anos antes dos acontecimentos de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram a série Game of Thrones.

4 – Breves Respostas para Grandes Questões, Stephen Hawking (Intrínseca)
O livro póstumo de Stephen Hawking, que faleceu no início deste ano, conta com as últimas reflexões do físico sobre temas como a formação do universo, a ideia de Deus e viagens no tempo.

A obra conta ainda com um prefácio escrito pelo ator Eddie Redmayne, que interpretou Hawking em A Teoria de Tudo, uma introdução do Nobel de Física Kip Thorne e um posfácio da filha do autor, Lucy Hawking.

5 – O Feminismo é para Todo Mundo, bell hooks (Rosa dos Tempos)
A feminista e ativista Gloria Jean Watkins, conhecida pelo pseudônimo bell hooks, escreve sobre como o feminismo pode mudar a vida de todos, abordando desde os recortes de gênero e raça até maternidade, paternidade e a masculinidade tóxica.

6 – Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta, Jennifer Mathieu (Verus Editora)
Considerado um dos melhores livros juvenis de 2017 pela revista Time, Moxie conta a história de Vivian, uma adolescente que, cansada do machismo e da desigualdade de gênero entre os estudantes de sua escola, começa uma zine feminista, aprendendo mais sobre si e seus colegas.

7 – A História do Universo para quem Tem Pressa, Colin Stuart (Valentina)
Dos primórdios da astronomia à formação das galáxias como as conhecemos em apenas 216 páginas: essa é a proposta de A História do Universo para quem Tem Pressa, que aborda o tema com uma linguagem leve e acessível, ideal para quem quer ter um primeiro contato com o assunto.

8 – O Rei das Sombras, Javier Cercas (Biblioteca Azul)
Em forma de romance, Cercas conta a história de seu tio-avô, Manuel Mena, que, em 1936, se juntou ao exército de Franco na Guerra Civil Espanhola e por muito tempo foi considerado o herói de sua família.

9 – A História de Joe Shuster – O Artista por trás do Superman, Julian Voloj e Thomas Campi (Aleph)
Nada como uma graphic novel para relembrar a trajetória de uma lenda dos quadrinhos. Trata-se da história de Joe Shuster, um dos criadores do Superman, personagem que completou 80 anos em 2018 e foi responsável pelo início da Era de Ouro dos Quadrinhos

Lê livros no smartphone? Veja alguns aplicativos que podem melhorar a experiência

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Marcella Blass, no Diário do Grande ABC

Nem sempre dá para carregar um monte de livros na mochila. A solução que muita gente têm encontrado é passar a ler por meio de smartphone e tablets com ajuda de aplicativos específicos. Com muitos desses apps disponíveis para Android e iOS, eles também são uma boa alternativa para quem procura uma plataforma que proporcione uma leitura personalizada, agradável e gratuita. O 33Giga separou cinco boas opções de softwares dedicados aos leitores. Confira!

Amazon Kindle
Versão para Android e iOS de um dos eReaders mais populares do mundo, o aplicativo oferece os recursos do gadget para usuários de tablet e smartphone. Com o software, na hora da leitura, você pode personalizar a cor do plano de fundo da página, intensidade do brilho da tela e o contraste. Também é possível criar coleções de leitura, fazer pesquisas no dicionário e outros sites, e ainda levar para seu aparelho os eBooks comprados na Amazon.

Aldiko
Este aplicativo roda arquivos em vários formatos, incluindo os com proteção DRM da Adobe. A ferramenta de leitura tem recursos como marcação de texto, compartilhamento, anotações e pesquisas no dicionário. Também é possível configurar brilho e contraste da tela para melhorar a experiência para os olhos e conforme a luminosidade do ambiente. Além de servir como leitor de textos, ele também ajuda o usuário a gerenciar sua biblioteca e organizar leituras de forma automática. Está disponível para Android e iOS.

Google Play Livros
Disponível para Android e iOS, esta é a loja de eBooks do Google. Com uma infinidade de livros digitais pagos e gratuitos, o aplicativo também permite que o usuário utilize as funcionalidades disponíveis para ler documentos carregados por ele no smartphone ou tablet, como arquivos em PDF e ePUB. Com uma interface bastante intuitiva, o aplicativo já vem instalado nos dispositivos do robô, mas precisa ser baixado nos aparelhos da Apple.

Kobo Reader
Desenvolvido pela empresa que produz o eReader Kobo, também é a versão para Android e iOS de um gadget muito popular no mundo. No Brasil, você pode usar o app para ler os eBooks que comprou na Livraria Cultura (parceira da Kobo Inc. no País) ou adicionar documentos em PDF, por exemplo. É importante destacar que o software também é indicado para quem gosta de ler revistas e HQs pelo celular.

Ebook Reader
O aplicativo lê arquivos em vários formatos, comprados ou não na loja virtual ebook.com. Isso significa que o usuário pode transformar o app em um gerenciador de biblioteca, com a possibilidade de editar manualmente as tags referentes a cada título. Entre outros recursos, o leitor também pode fazer backup de toda a sua leitura, marcar partes do texto, personalizar o tamanho da fonte e usar o sistema de buscas para encontrar trechos específicos com mais rapidez. Disponível para Android e iOS.

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