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Café inspirado em Harry Potter abre em Porto Alegre

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Reprodução/Facebook
Casa tem livros e xícaras voadoras, quadros que se mexem e até uma cobra no banheiro.

Tanto a decoração quanto o cardápio do Sala Precisa são cheios de referências ao universo do bruxinho.

Rafael Argemon, no Huffpost Brasil

“Trouxas” fãs do bruxinho mais querido da cultura pop, já têm uma taverna Três Vassouras para chamar de sua. Pelo menos para quem está em Porto Alegre. É na capital gaúcha que abriu recentemente o Sala Precisa, uma mistura de café e bar inspirado no universo de Harry Potter.

O nome faz referência a uma misteriosa sala que ficou conhecida em Harry Potter e a Ordem da Fênix, 5.º livro dos sete volumes da série. ″É uma sala em que uma pessoa só poder entrar quando tiver uma real necessidade dela. Algumas vezes está lá, e algumas vezes não está, mas quando aparece, sempre estará equipada com o necessário para o bruxo”, explicou Dobby a Harry Potter.

Reprodução/Facebook
Livros voadores servem como luminárias.

Segundo o Jornal do Comércio, os sócios da casa, que abriu no dia 19 de janeiro, Chara Nery e Thiago Motta, se conheceram em um fórum sobre Harry Potter na internet. Tanto que referências na decoração e cardápio do Sala Precisa ao mundo do bruxinho não faltam.

Enquanto na decoração há livros e xícaras voadoras, quadros que se mexem, uma cobra no banheiro e gaiolas por todos os lados, o cardápio (que ainda está sendo desenvolvido), há delícias icônicas de Hogwarts e cercanias, como cerveja amanteigada – em 4 versões, entre quentes e geladas e com e sem álcool, suco de abóbora e os famosos feijõezinhos.

O Café Sala Precisa fica na rua Joaquim Nabuco, 197 e funciona de terça a domingo das 14h às 21.

The Umbrella Academy: Trailer traz Ellen Page e uma disfuncional família de heróis

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Foto: AdoroCinema / AdoroCinema

Baseada na obra de Gerard Way, série chega à Netflix em fevereiro.

Katiúscia Vianna, no Terra

Se você acha que os almoços de domingo com sua família eram complicados… Espere até ver o pessoal de The Umbrella Academy! A Netflix soltou o primeiro trailer completo da adaptação televisiva da HQ homônima, criada por Gerard Way (ex-vocalista do My Chemical Romance) e ilustrada pelo brasileiro Gabriel Bá.

A história começa em 1989, quando 43 mulheres dão a luz no mesmo dia, sem demonstrarem nenhum sinal de gravidez anteriormente. Um bilionário decide adotar 7 dessas crianças extraordinárias, para formar um inusitado grupo de heróis. Quando crescem, cada um dos irmãos segue seu próprio caminho, até que a inesperada morte do pai os reúne… Então, descobrem que têm apenas 8 dias para salvar o mundo de uma grande ameaça.

Os protagonistas são interpretados por Ellen Page (Número 7, Vanya),Tom Hopper (Número 1, Luther), David Castaneda (Número 2, Diego), Emmy Raver-Lampman (Número 3, Allison), Robert Sheehan (Número 4, Klaus), Aidan Gallagher (Número 5, The Boy); enquanto a série ainda conta com participações de Mary J. Blige, Kate Walsh e Cameron Britton.

Com dez episódios, The Umbrella Academy chega ao catálogo da Netflix em 15 de fevereiro.

“523 livros em um ano: deficiente visual é a maior leitora da Biblioteca Pública em 2018”

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Foto: “Albari Rosa/Gazeta do Povo”

Vivian faria, na Gazeta do Povo

“Se o brasileiro lê, em média, 2,43* livros por ano, Cristiane de Fátima Costa está um bom tanto acima da média. Só da Biblioteca Pública do Paraná, Cristiane, 53 anos, emprestou e leu 523 livros em 2018, o que fez dela a maior leitora entre os usuários do local. Boa parte deles era em braille, já que ela é deficiente visual.”

““A leitura sempre significou muito para mim. Eu gravo áudiolivros, então trabalho com leitura e literatura. Eu fiz faculdade de Letras e ensinei uma época”, conta. Para chegar a esse número de empréstimos, Cristiane visitou a biblioteca a cada dois ou três dias e leu, em média, 1,43 livros por dia – isso sem considerar aqueles obtidos de outra forma. “Eu recebo alguns livros em casa e empresto de outras bibliotecas de Curitiba, São José dos Pinhais”, diz a narradora de áudiolivros.

Cristiane conta que a leitura sempre fez parte de sua vida, devido à sua curiosidade. Mas o amor pelos livros talvez não se desenvolvesse da mesma forma se, inicialmente, não fosse o empenho de sua mãe, dona Ângela. A narradora nasceu prematura, de apenas seis meses, e teve um descolamento de retina devido à prematuridade (retinopatia da prematuridade), o qual a deixou cega.

“Eu fui alfabetizada em braille aos 6 anos. Mas primeiro eu recebi o que chamamos de estimulação precoce – para desenvolvimento do tato. Minha mãe aprendeu a fazer isso e foi, para mim, uma reabilitadora. Tudo o que eu sei e que eu consegui desenvolver, foi devido a ela”, conta. Cristiane explica que a falta de estimulação precoce é um dos motivos pelos quais muitas pessoas com deficiência visual têm dificuldade aprender a ler – e, consequentemente, a escrever – em braille. O desafio acaba sendo ainda maior para quem perde a visão durante a vida.”

“Albari Rosa/Gazeta do Povo “

“Por volta dos 13 anos, Cristiane já lia com desenvoltura e já buscava nos livros conhecimentos que sua limitação física não a permitiria obter. “Sempre busquei algo além do que eu podia obter. Era desinquieta”, diz. À época, ela estudava na Escola Boa Vista (hoje Centro de Atendimento Especializado Boa Vista), uma escola regular que acolhia estudantes com deficiência, promovendo um ensino integrado, e já tinha suas primeiras experiências como professora, trabalhando como auxiliar.

Antes da graduação em Letras e da especialização em literatura brasileira e portuguesa, que a levaram oficialmente para as salas de aula, Cristiane fez ensino médio em escola particular. Como o material didático não era oferecido em braille, a família dela contratou uma pessoa que a ajudava lendo os materiais. “Hoje o acesso é melhor. Antes era bem mais difícil, principalmente para pesquisa”, conta Cristiane.

Hábitos

O acervo de livros em braille da Biblioteca Pública do Paraná também era mais restrito quando Cristiane começou a frequentar o local, por volta dos 14 anos. “Aumentou bastante, tanto em quantidade quanto em qualidade”, diz. Atualmente, ele é composto por aproximadamente 1.500 títulos – e, como a impressão em braille “ocupa mais espaço” do que a no alfabeto latino, cada um deles é composto por vários volumes, rendendo “sacoladas” de livros.”

“Além deles, Cristiane e outros deficientes visuais podem emprestar áudiolivros, como os que ela grava há oito anos. Desses, a Biblioteca Pública do Paraná conta com mais de 4 mil títulos. Entre os 523 livros emprestados por ela em 2018, há títulos em áudio, mas a preferência dela é pelos livros de papel. “Eu “leio” áudio quando não posso ler em braille. “O braille eu controlo e, com o áudio, você tem que ouvir a gravação e é um pouco mais lento, por melhor que a pessoa leia. Se eu puder optar, opto pelo braille”, revela.

Já no que diz respeito aos gêneros literários, ela é bem mais flexível. “Eu gosto literatura brasileira e portuguesa, mas de alguma coisa americana também, de filosofia. Gosto muito de Kafka, Saramago, Augustina Bessa-Luís. Gosto de livros que levem à reflexão. Só não gosto de autoajuda, acho que não funciona”, diz.

Independentemente do livro, Cristiane acredita que há formas de incentivar o hábito de leitura, como a realização de oficinas, rodas de conversa, workshops com escritores, etc. Porém, para ela, nem tudo deve vir de fora. “Minha mãe me estimulou a procurar algo além da minha limitação física, a não esmorecer. Mas, claro, você desenvolve isso, porque você pode ser estimulado e se acomodar”, destaca.

* Dado de 2016 obtido pela pesquisa Retrados da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro”

USP fará terceira edição de curso gratuito de leitura

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Curso tem foco em desenvolvimento profissional através da melhora na leitura

Inscrições tem início no dia 1º de março e promove melhora na leitura, escrita, concentração e ampliação de vocabulário.

Publicado no A Cidade On

A Escola de Educação Física e Esporte da USP de Ribeirão Preto, em comemoração aos seus dez anos, realizará um curso gratuito de proficiência na leitura e competência na escrita: práticas contextualizadas para o desenvolvimento profissional. As inscrições podem ser feitas pelo site a partir do dia primeiro de março até o dia onze de março.

O curso tem duração de dez semanas e acontecerá no período de 22 de março a 31 de maio, todas as sextas, das 14h às 17h. A coordenadora e também ministradora do curso, professora Maria Helena da Nóbrega, explica que cada aluno escolhe um livro de romance para ler e apresentar na reta final do curso, fazendo um vídeo falando sobre a obra escolhida e depois uma resenha, opinativa e argumentativa.

“Antes disso não discutimos o livro, eu apresento várias teorias de como ler, de como melhorar a leitura, concentração e também trabalho a parte prática em textos menores, durante a aula a gente faz textos variados, não só ficcionais, mas também informativos como o jornalístico, e também analisamos muito a fotografia que compõe o texto”, detalha a professora.

Os interessados devem ficar atentos as datas de inscrições e distribuições de vagas, pois das 35 disponíveis, 20 serão ara funcionários da USP e 15 para comunidade externa de acordo com a ordem de inscrição.

“A ideia é que a leitura […] é fundamental como instrumento de aprendizagem, como instrumento de autoconhecimento, estar familiarizado a leitura leva a uma maior concentração, você aprende a treinar a mente a ter uma nova concentração. Você está no livro e não nos seus problemas, e quando você volta para o dia a dia você volta muito melhor, mais capacitado, com outra visão dos seus problemas. Leitura é uma viagem, é uma coisa maravilhosa”, reforça Maria Helena.

Gerando frutos

Desde a primeira vez que ministrou o curso, em 2017, Maria Helena afirma que a maior alegria é saber que mudou a vida das pessoas para melhor e que elas mantém os hábitos após a conclusão. O resultado da turma de 2017 foi um clube do livro que permanece até os dias atuais, se reunindo mensalmente e recebendo pessoas que participaram e não participaram do curso.

“Eu tive um público bem variado nessa primeira edição do curso em 2017, e eu acho que é essa a tendência mesmo. Então tinha pessoas que já liam muito, tinha pessoas que não tinha o hábito de leitura, tinham lido pouco na época de escola e fazia tempo que não estudavam, tinha pessoas que não gostavam de ler e nunca tinham lido. E de uma maneira geral, houve uma redescoberta da leitura, isso que a parte que mais me deixa feliz, por acreditar que isso muda a vida das pessoas”, conta.

Para ela, trazer a redescoberta de si através da leitura é um dos maiores ganhos, além de perceber a evolução causada no ambiente profissional, a percepção da mudança no pessoal também é notável.

“Eu entendo a leitura realmente como um processo libertador, porque a pessoa lendo vai aprender um pouco mais de todo mundo e também de si mesma, ela tem esse aspecto de autoconhecimento que está embutido na leitura, a partir da identificação ou não com alguns personagens, quer dizer, você repensa sua vida, revê a sua vida”, diz Maria Helena.
(Bruna Zanatto, sob supervisão de Marcelo Fontes)

SERVIÇO
Proficiência na leitura e competência na escrita: práticas contextualizadas para o desenvolvimento profissional
Quando: Inscrições 1/3 à 11/3. Curso 22/3 à 31/5
Onde: USP Ribeirão Preto (Av. Bandeirantes nº 3900 – Monte Alegre)
Entrada: Gratuita

O Colecionador de Ossos vai se tornar uma série

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O filme com Denzel Washington e Angelina Jolie, “O Colecionador de Ossos”, vai receber um reboot para a televisão.

Ana Inês Carvalho, na MHD

A série, que se chama “Lincoln”, é baseada na saga de livros que inspiraram o filme original e vai seguir o lendário criminalista forense Lincoln Rhyme, que ficou seriamente ferido depois da sua caça ao assassino em série conhecido como Colecionador de Ossos. Quando o criminalista é chamado de volta quando o assassino reemerge, ele forma uma parceria com Amelia Sachs (protagonizada por Angelina Jolie no filme original), uma jovem policial que o ajuda na caça. O projeto foi posto em desenvolvimento com um argumento encomendado em Novembro.

VJ Boyd (“Justified”, “S.W.A.T.”) e Mark Bianculli vão escrever e ser os produtores executivos da série, que vai ser co-produzida entre a Universal Television e a Sony Pictures Television.

Esta notícia surge depois de canais e serviços streaming terem aumentado o valor de propriedades que podem tornar-se em franchising e poder dar spinoffs. A NBC está responsável pela série e será o sétimo episódio piloto para a nova temporada.

Depois do sucesso do primeiro livro, esta saga recebeu mais 10 obras literárias. O 11º livro, “O Colecionador de Peles”, foi publicado em 2014.

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