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LitNews – Conheça o elenco de Bridgertons, nova série da Netflix baseada nos livros de Julia Quiin

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Victor Rogério, no Super Literário

Já confirmada anteriormente como uma futura produção da Netflix, em parceria com Shonda Rhimes (de Greys Anatomy e Scandal), finalmente foi revelado o elenco da série baseada em Bridgertons, série de romances de época de autoria de Julia Quinn.

Julie Andrews já havia sido confirmada anteriormente no elenco e dará voz a Lady Whistledown que é a narradora da história.

Phoebe Dynevor será Daphne Bridgerton, Golda Rosheuvel como a rainha Charlotte, Luke Newton como Colin Bridgerton e Regé-Jean Page como Simon Basset.

Jonathan Bailey como Anthony Bridgerton, Ruby Barker será Marina Thompson, Adjoa Andoh como Lady Danbury e Claudia Jessie como Eloise Bridgerton.

Nicola Coughlan como Penelope Featherington, Polly Walker como Lady Portia Featherington, Sabrina Bartlett como Siena Rosso e Ruth Gemmell como Lady Violet Bridgerton.

A autora Julia Quinn inclusive se manifestou sobre o elenco e afirmou estar adorando o início da produção.

Sucesso de Julia Quinn consagra nova tendência da literatura para mulheres

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FINAIS FELIZES - Julia Quinn: série adaptada por Shonda Rhimes para a Netflix (Claudia Morillo/VEJA)

A onda do momento são os romances de época em que destemidas heroínas lutam pelo amor

Raquel Carneiro, na Veja

Aos 13 anos, a americana Julie Pottinger levou uma bronca do pai: ele não gostava da literatura apreciada pela filha, que devorava romances açucarados, alguns com cenas de paixão ardente estampadas na capa. O motivo não era puritanismo, mas sim a qualidade do texto — a família prezava a formação intelectual. Para contornar o mau humor paterno, Julie disse que o interesse pelo gênero decorreria, na verdade, de sua meta de escrever ela própria um romance naqueles moldes. Resultado: foi desafiada pelo pai a fazê-lo. A adolescente teceu, então, sua primeira novela — nunca publicada, mas valorizada por Julie hoje como um primeiro passo para tomar gosto pela escrita. Anos depois, ela mudaria seu nome para Julia Quinn (Julia para soar mais adulta e Quinn para, na ordem alfabética das estantes das livrarias, ficar perto da autora romântica Amanda Quick). Conquistou seu primeiro contrato com uma editora ao mesmo tempo que era aceita no curso de medicina em Yale. “Decidi dar um tempo na faculdade para me dedicar ao livro, mas logo bateu o desespero: ‘E se não der certo essa história de ser escritora?’. Voltei para Yale, mas fiquei só dois meses”, contou Julia a VEJA.

Hoje, aos 49 anos e 37 livros depois, ela não tem arrependimentos. Autora de romances femininos ambientados em cenários históricos, Julia contabiliza mais de 10 milhões de cópias vendidas no mundo, sendo 1,15 milhão só no Brasil — sim, seu principal mercado fora de países de língua inglesa é aqui. Seu novo livro, Um Cavalheiro a Bordo (Arqueiro), chega às livrarias nesta semana. A saga, ambientada no século XVIII, é derivada de outra trama da autora, a bem-sucedida Os Bridgertons, sobre uma família aristocrática formada por oito irmãos (quatro homens e quatro mulheres) conduzidos por uma sábia matriarca. A trama foi eleita por Shonda Rhimes para integrar seu portfólio na Netflix — no acordo de 150 milhões de dólares entre a produtora de Grey’s Anatomy e a plataforma de streaming estão oito seriados de estilos variados. “Um representante da Shonda ligou para perguntar se os direitos dos meus livros ainda estavam disponíveis. Eu respondi aos berros: ‘Sim!’ .Sou uma grande fã, fiquei chocada”, afirma Julia. Com pretensão de ser uma nova Downton Abbey, a série deverá estrear em 2020. Até agora, só um nome do elenco foi divulgado: ninguém menos do que Julie Andrews, na pele de Lady Whistledown, uma cronista social de língua afiada. Um pontapé inicial e tanto.

O sucesso de Julia Quinn ilumina as novas tendências de um segmento editorial tradicionalíssimo. Com a ascensão feminina no mundo do trabalho e sua afirmação na cultura pop, a literatura para mulheres tomou um banho de loja: moças ingênuas e sonhadoras deram lugar a heroínas emancipadas e mulheres, vá lá, “de carne e osso” (leia o quadro na pág. 90). Nas listas de best-sellers figuram distopias sobre mulheres em luta contra a opressão, como O Conto da Aia, de Margaret Atwood, e dramas psicológicos com anti-heroínas às voltas com a depressão, como a protagonista de Sharp Objects, de Gillian Flynn. Mesmo na era do feminismo, no entanto, há indícios de que certas coisas mudam na forma, mas continuam iguais na essência. As fantasias sexuais da personagem de Cinquenta Tons de Cinza, de E.L. James, são dosadas para não ferir suscetibilidades. Da mesma forma, as histórias açucaradas sobrevivem nos livros de Julia Quinn. Só que agora as moças casadoiras têm sede de autonomia e a ambientação de época garante que a atmosfera romântica se revele crível para a leitora de hoje.

Leve, bem-humorado e com uma sensualidade liberada a conta-gotas, o estilo de Julia chegou a ser comparado pelas fãs ao da incomparável Jane Austen (1775-1817). O exagero é reconhecido — ainda bem — pela própria. “Jane fez um retrato profundo da época em que viveu. Eu simplesmente viajo ao passado e imagino protagonistas fortes.” Viagem parecida tem sido feita por outras autoras do filão, como Lisa Kleypas, de Os Hathaways, e Diana Gabaldon, de Outlander. Quem percebeu o potencial do gênero no Brasil foi a editora Arqueiro, selo da Sextante que abraçou os romances femininos de época para surfar em números expressivos — a exploração do gênero já rendeu mais de 2 milhões de livros vendidos. No topo do filão, Julia reina absoluta. “No catálogo da editora, ela já figura junto de autores como Dan Brown e Nicholas Sparks”, conta Nana Vaz de Castro, executiva da Sextante.

A fórmula do sucesso é facilmente identificável: casal se conhece, se repele, participa de bailes pomposos, se apaixona e se casa. Mas o que acontece entre a primeira página e o final feliz de um romance enlatado é o que faz uma autora distanciar-se das outras na lista dos best-sellers. Julia ganha pontos por seus personagens carismáticos. Os homens são ríspidos, mas elegantes — todos, no frigir dos ovos, exibem excelente trato com as damas. As mulheres revelam-se afiadas, ainda que às vezes sejam desajeitadas, e buscam um amor verdadeiro — que raramente acontece à primeira vista, mas nunca deixará de se consumar antes da última página.

Para Julia, famílias felizes não são entediantes (diferentemente do que escreveu Tolstoi no célebre início de Anna Karenina). Ao contrário: são sua fonte de renda. “Os leitores gostam de mães que não traumatizam os filhos e de homens que não maltratam as mulheres”, diz a autora, que conheceu o marido há trinta anos. “A única coisa que me irrita quando criticam meus romances é dizerem que crio expectativas muito altas nas mulheres em relação aos homens. Ora, imaginar uma relação longa e monogâmica entre duas pessoas que se respeitam seria um exagero?” Sua função social, por assim dizer, seria justamente alertar sobre relacionamentos abusivos. “Muitas leitoras perceberam que estavam em namoros ruins”, diz. Exaltar heróis masculinos com conduta de bad boys está fora de sua cartilha. “Não entendo o apelo de alguém que trata a mulher como lixo. Um romance precisa de homens bons.” E bonitões, claro.

Warner Bros. estaria desenvolvendo série de TV sobre Harry Potter

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Maria Costa, no Cinerama Clube

Warner Bros. poderá lançar futuramente uma série de TV Harry Potter para seu próprio serviço de streaming. As informações foram divulgadas pelo site de notícias We Got This Covered, na última quarta-feira (3), dizendo que estaria sendo realizados estágios iniciais para a produção do seriado sobre o famoso bruxo.

Ainda de acordo com o portal, a empresa dona dos direitos autorais da franquia pretende disponibilizar a série sobre o famoso bruxo no canal Warner Channel, onde também são transmitidos Supernatural e Friends.

Desde do lançamento do primeiro livro da saga de Harry Potter, em 1997, o enredo descritos nos livros já foram adaptados para oito filmes, que por sinal fizeram maior sucesso entre os fãs do menino bruxo. Além disso jogos de celulares, videogame, e de quebra ainda ganhou um spin-off na série disponibilizada no serviço de streaming da Netflix, conhecida por Animais Fantásticos.

A história pretende contar os eventos vividos por Harry Potter, em Hogwarts, antes de seu nascimento, apesar de ainda não haver muitos detalhes sobre o roteiro e atores que farão parte do elenco, a série será desenvolvida na famosa escola de bruxos e magos relatadas nos livros da saga, além de outros locais da Europa.

Porém um outro ponto que a ser citado é que o possível seriado da Warner não terá nenhuma conexão com as franquias anteriores da saga, mas utilizará o contexto dos livros de J.K Rowling, escritora da saga.

A nova plataforma de streaming da Warner está prevista para ser lançada em 2020, a empresa também já encomendou filmes de ação como Tokyo Vice de Alsel Elgort; uma comédia romântica intitulada Love Life, estrelada por Anna Kendrick; entre outros.

Good Morning, Midnight : George Clooney vai dirigir e estrelar a adaptação

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Publicado no Papo de Cinema

George Clooney assinou contrato com a Netflix para dirigir e estrelar a adaptação de Good Morning, Midnight, best-seller escrito por Lily Brooks-Dalton, apontado pelo Chicago Review of Books como um dos melhores livros de 2017. A história de ficção científica segue os cotidianos paralelos de Agustine (Clooney), cientista solitário no Ártico que se recusa a deixar a sua estação de pesquisa, e do astronauta Sullivan, a bordo da espaçonave Aether, tentando voltar para casa depois de uma missão pioneira a Júpiter. Isso tudo ocorre em meio a um evento possivelmente apocalíptico se desdobrando em vários cantos do planeta Terra.

Mark L. Smith (O Regresso, 2015) é o roteirista responsável pela adaptação do livro. Aliás, seu trabalho foi entusiasticamente elogiado por Clooney no comunicado oficial divulgado à imprensa: “Há muito tempo admiro Mark, e o seu roteiro para esse filme é verdadeiramente assombroso. Estou animado para trabalhar com os meus amigos na Netflix, também”. O último filme dirigido pelo astro foi Suburbicon: Bem-Vindos ao Paraíso (2017). Mais recentemente ele conduziu dois episódios da série Catch-22 (2019), minissérie do Hulu (inédita no Brasil) em que também atuou como coadjuvante.

A produção de Good Morning, Midnight (embora não esteja confirmado se o título do livro será mantido) começa em outubro deste ano.

Páginas de livros viram belas esculturas

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Felipe Andrade, no Sala7design

Livros são verdadeiras pontes para o conhecimento, para mundos imaginários, batalhas, fantasias, dragões, cada livro tem a sua maneira de nos transportar para dentro de suas páginas, uma verdadeira viagem sem sair do lugar.

Com base nisso de dar vida ao que lemos, a artista Emma Taylor cria belas esculturas usando livros como matéria prima. Formada em história da arte, Emma começou a criar suas esculturas durante a sua formação, a qualidade do seu trabalho a levou a exposições em Cambridge, Londres e Hong Kong, e após concluir o curso e tentar diversas outras atividades, ela percebeu que está muito feliz em continuar esculpindo os seus livros. Cada escultura leva em média de 2 a 4 semanas para ser concluída e pode ser comprada através do seu site.

Você pode conhecer o seu trabalho através do site Emma Taylor Books e também através do perfil no twitter @memataylorbooks.

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