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O Instituto, novo livro de Stephen King, será publicado no Brasil esse ano

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Victor Tadeu, no Desencaixados

Após muitos lançamentos incríveis, Stephen King continua conquistando diversas pessoas são redor mundo, inclusive anunciou vários títulos para serem lançados esse ano, um deles sendo The Institute. O pronunciamento foi realizado no início de 2019, e como prometido a obra também será lançada no Brasil mês que vem. Desde o início foi confirmado que o lançamento de O Instituto, título traduzido, seria simultâneo e a Suma, um selo do Grupo Companhia das Letras, acaba de anunciar a data de publicação oficial em território brasileiro.

Nessa narrativa acompanhamos a história de Luke Ellis, um menino que acabou de ser sequestrado após o assassinato de seus pais e acorda em uma sala sem janelas, a instituição. Ele tem poderes incríveis e naquele local também existem crianças com o mesmo dom, sendo um dos motivos principais para o sequestro.

Dentro da instituição o protagonista faz amizade com Avery, Iris, George, Nick e Kalisha, mas todos deixam ele alertado sobre o maior perigo daquele ambiente, alguma coisa não estava certa, os funcionários aparentavam querer extrair os poderes das crianças e uma rebelião ousada pode ocorrer a qualquer momento.

O próprio escritor disse que esse lançamento é uma misturo de alguns outros enredos, como Charlie em Firestarter (1980) com o seu poder de iniciar incêndios através da mente, e por outro lado, também lembramos do grupo de crianças investigadoras presente em IT: A Coisa.

Recentemente o escritor George R. R. Martin, de As Crônicas de Gelo e Fogo (Game of Thrones), publicou em suas redes sociais uma declaração elogiando essa obra de Stephen King. Ele afirmou que costuma ler poucos capítulos de um livro, mas em O Instituto a escrita é bastante fluída e é impossível de parar.

Acabei de terminar o mais recente romance de Stephen King, o Instituto. Mais uma vez, o rei passa. Eu leio todos os dias, mas a maioria dos livros eu leio devagar, um capítulo ou dois por noite. Isso não funciona com o trabalho do Steven, nunca funcionou. No momento em que começar um dos dele, estou condenado. Ele agarra-me pela garganta e não me deixa ir até que a história esteja pronta. [TRADUÇÃO LIVRE]

O lançamento do livro está marcado para dia 16 de setembro de 2019

Os 11 livros preferidos de Obama em 2018 – e que todo mundo deveria ler

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Reprodução

Publicado no Infomoney

SÃO PAULO – Um dos hábitos mais comuns entre os nomes de sucesso no mundo todo é a leitura. Como o fundador da Microsoft, Bill Gates, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também elaborou sua lista de livros preferidos de 2018.

Vale a pena conferir a relação de obras para se inspirar e aprender cada vez mais. “Continuo com a minha tradição favorita e compartilho minhas listas de fim de ano. É o momento de fazer uma pausa e refletir sobre o ano através dos livros que achei mais instigantes, inspiradores ou que simplesmente gostei muito”, disse Obama, em um post no Instagram.

Além disso, ele afirmou que sua lista dá a chance para que ele destaque autores talentosos – “alguns são nomes familiares e outros que você pode não ter ouvido falar antes”, escreveu. Nenhum dos livros listados foi publicado em português.

 

American Prison, Shane Bauer (“Prisioneiro Americano”, em tradução livre)

O livro discorre sobre a situação do encarceramento nos Estados Unidos e o uso de prisões privadas. É uma história sobre a lógica de funcionamento e lucro das prisões no país.

Arthur Ashe: A Life, Raymond Arsenault (“Arthur Ashe, uma vida”, em tradução livre)

A obra é uma biografia do tenista negro Arthur Ashe, uma dos maiores atletas americanos da modalidade, que se tornou um ativista dos direitos civis.

Asymmetry, Lisa Halliday (“Assimetria”, em tradução livre)

O livro, dividido em três partes, explora as relações humanas abordando poder, talento, riqueza, fama, justiça, entre outros tópicos. A obra aborda duas principais histórias: a da jovem Alice e do iraquiano Amar. Embora aparentemente não tenham nenhuma relação, as narrativas começam a interagir entre si.

Feel Free, Zadie Smith (“Sinta-se Livre”, em tradução livre)

Organizado em cinco seções (No Mundo, Na Audiência, Na Galeria, Na Estante e Sinta-se Livre), o livro discute questões como: “O que é a Rede Social – e o próprio Facebook?”, “Por que amamos bibliotecas?”, “O que diremos aos nossos netos sobre nosso fracasso coletivo em lidar com o aquecimento global?”, entre outros questionamentos contados por um estudante de Harvard. É uma espécie de narrativa sobre os eventos recentes da cultura e política do mundo.

Florida, Lauren Groff

O livro conta diferentes histórias que se passam no estado americano da Flórida em diferentes momentos da história. São 5 narrativas: as irmãs abandonadas; um garoto solitário; um casal sem filhos; uma mulher sem casa; e a vida conflituosa que uma mãe e esposa leva.

Frederick Douglass: Prophet of Freedom, David W. Blight (Frederick Douglass: Profeta da Liberdade”, em tradução livre)

A obra conta sobre como o jovem Frederick Douglas (1818 -1895) escapou da escravidão em Baltimore, Maryland. Ele foi ensinado a ler pela esposa do dono dos escravos e se tornou umas das maiores figuras literárias de seu tempo.

 

Immigrant, Montana, Amitava Kumar (“Imigrante, Montana”, em tradução livre)

Com uma única mala em mãos, o jovem Kailash sai da Índia e chega aos Estados Unidos pós mandato do presidente americano Ronald Reagan para cursar pós-graduação. Ele começa a se estabelecer, conhece um professor carismático e sua vida é remodelada por uma série de mulheres diferentes com quem ele se relaciona.

The Largesse of the Sea Maiden: Stories, Denis Johnson (“A Generosidade do Mar”, em tradução livre)

A ficção aborda aspectos da velhice, da mortalidade, do passado e discorre sobre mistérios do universo. Foi a última obra escrita por Johnson, que faleceu pouco tempo depois de acabá-la.

Life 3.0: Being Human in the Age of Artificial Intelligence, Max Tegmark (“Life 3.0: Ser Humano na Era da Inteligência Artificial”, em tradução livre)

O livro discute a Inteligência Artificial e seu impacto no futuro da vida na Terra e além dela.

There There, Tommy Orange 

O romance conta a história de 12 índios que vivem na Califórnia (EUA), cujas narrativas vão convergir no Grande Powwow de Oakland (também nos EUA), tradicional evento da cultura indígena que promove a integração por meio da música. O livro retrata as comunidades indígenas urbanas contemporâneas.

Washington Black, Esi Edugyan

George Washington Black, ou “Wash”, um escravo de 11 anos vive em uma plantação de açúcar em Barbados e tem pavor de ser escolhido pelo irmão do responsável pelo negócio como seu criado. Para sua surpresa, o excêntrico Christopher Wilde é um naturalista, inventor e abolicionista. A obra conta a história da vida do menino e como ele cresce em um novo mundo, com cada vez mais tecnologia – além de discutir os limites da liberdade.

Animais Fantásticos: Os Crimes De Grindelwald | JK. Rowling fala da relação de Dumbledore e Grindelwald

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Danilo Bertozzo, na Lampada Nerd

Em uma conversa com fãs no Twitter, J.K. Rowling comentou a relação entre Dumbledore e Grindelwald em Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald. Questionada sobre o fato do professor de Hogwarts não lutar contra o bruxo das trevas, ela escreveu:

“‘Eu não posso me mover contra Grindelwald’”. Ele tem um motivo, seja paciente”.

Após a publicação do último livro de Harry Potter, J.K. Rowling divulgou que Dumbledore era gay e tinha uma paixão por Grindelwald. Nos livros, os dois personagens estudaram juntos em Hogwarts e Dumbledore viu como Grindelwald começou a se interessar pelas artes das trevas. Além disso, foi durante um duelo entre os dois que Ariana Dumbledore, irmã mais nova do professor de Hogwarts, acabou morrendo. Logo, a relação entre os dois é complicada e possui várias camadas.

Mas, apesar da declaração de J.K. Rowling, anteriormente foi divulgado que a sexualidade de Dumbledore não ficará explícita na produção.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda das cinco novas aventuras do Mundo Bruxo de J.K. Rowling e tem estreia marcada para 15 de novembro de 2018.

Morador de rua poeta vai morar em apartamento com ajuda de alunos da USP

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Gilberto na noite de autógrafos do livro “Velha Calçada”. (Foto: Rafaela Putini/G1)

Gilberto Camporez lançou livro de poesias na última sexta-feira. Ele morava há 13 anos no Largo São Francisco.

Rafaela Putini, no G1

Quem quis um exemplar autografado do “Velha Calçada”, livro que conta as experiências de GIlberto Camporez nas calçadas do Centro, teve que ficar em uma fila que ultrapassava a porta de uma das salas da Faculdade de Direito da USP no lançamento que aconteceu na noite da última sexta-feira (16). O evento significou um recomeço para o autor, que no sábado (17) deixou as ruas e foi para um apartamento que será sua casa a partir de agora.

O dinheiro para o aluguel veio de uma arrecadação feita pelos alunos da USP para publicar o livro e tirar Gilberto das ruas. Todo o dinheiro conseguido com as vendas dos exemplares será usado para que o poeta mantenha a nova casa até encontrar um emprego. Com a repercurssão do lançamento e não tendo mais que dormir nas calçadas, Gilberto diz que já se sente reintegrado à sociedade e que se sente, sobretudo, feliz.


13 anos no Largo São Francisco

Em 2005, com 17 anos, Gilberto, saiu do interior de São Paulo e chegou às calçadas do Centro da capital paulista, que se tornaram sua moradia na maior parte do tempo até hoje. Nas mesmas calçadas, durante uma festa universitária em 2015, ele conheceu alguns alunos da Faculdade de Direito da USP, que descobriram suas poesias e o convidaram para um recital que acontecia naquele momento.

Sem ensaiar, e com medo de vaias, Gilberto declamou os versos para um grupo grande de estudantes. “Eu estava todo sujo, de chinelo e pensei: logo eu, recitar uma poesia em um lugar tão bacana”, contou Gilberto, agora com 29 anos. Quando terminou de citar o último verso começaram os aplausos e os elogios. Ali se iniciava o projeto dos jovens com o poeta para publicar uma coletânea.

Desde esse dia, 20 jovens começaram a arrecadar dinheiro para a publicação, que foi editada por eles e que foi lançada em um auditório da USP São Francisco. No lançamento, alunos, pais e professores fizeram fila para conseguir um autógrafo e dar um abraço em Gilberto. No dia seguinte, o autor pegou a chave do novo apartamento.

Gilberto com o livro “Velha Calçada”, que conta sua história vivendo nas ruas. (Foto: Celso Tavares/G1)

Recomeços

A vinda para São Paulo foi uma busca por outras realidades, depois de ter problemas com drogas e de viver a infância e a adolescência em um ambiente familiar de brigas. Gilberto foi diretamente para as ruas, de onde conseguiu sair por alguns períodos. Teve empregos, de faxineiro e ajudante de cozinha, por exemplo. Em um deles chegou a ganhar um salário de mais de R$ 4 mil.

Nesse intervalo de tempo se reabilitou, teve casa, esposa e um filho, que hoje mora com a avó paterna. Depois de uma separação conturbada, há quatro anos, tinha voltado a viver nas ruas da Sé.

Começou a escrever para ajudar a lidar com as recaídas e com a depressão. Ele conta que foi preso injustamente duas vezes e teve seus pertences, entre eles cadernos com todas as suas criações, confiscados mais de uma vez. São materiais que ele nunca recuperou.

Publicar o livro, para o escritor, foi sinônimo de recomeço. Agora, tendo onde morar, ele espera conseguir um emprego, que ele conta que não conseguia pelo preconceito. Para o futuro, sonha em publicar mais livros, entre eles uma biografia, que quer que um dia vire filme.

Antônio, ao lado de Gilberto, é aluno de economia da USP e foi responsável pela publicação de 500 exemplares do livro “Velha Calçada”. (Foto: Celso Tavares/G1)

Alunos da USP

Nos últimos meses, Antônio Cesar, de 21 anos, comandou um grupo de 20 voluntários responsáveis por viabilizar a publicação do livro “Velha Calçada”. Na época que conheceu Gilberto, o jovem estudava no cursinho popular da universidade. Hoje, ele estuda economia.

Antônio andava com uma pasta de documentos, com planilhas de orçamento, arrecadação, custos e planejamento, tanto para o lançamento quanto para o processo de aluguel de um apartamento. Na outra, com a sacola de livros e camisetas que estavam à venda no evento. No sábado ele foi com o escritor ao novo apartamento para marcar o novo começo fora das ruas.

O estudante comprou os primeiros pacotes de trufas que Gilberto vendeu para começar a juntar o dinheiro necessário para imprimir os livros. “Eu vi ele recitando as poesias, posso dizer que até me apaixonei por algumas, e vi que era um trabalho que podia dar certo”, lembrou o jovem.

Gilberto fez questão de escrever no livro uma dedicatória para cada aluno que participou do processo. Sobre Antônio, redigiu que palavras são minúsculas se comparadas ao que tem por dentro para oferecer. O estudante reforça: “ele vai poder contar com a gente sempre”.

Velha Calçada (Gilberto Camporez)

“Velha calçada,

Aqui me despeço depois de muito tempo.

Confesso que vou sentir saudades,

Pois foi você quem mais presenciou momentos ruins em minha vida.

Lembra aquele dia em que eu não tinha onde dormir?

Pois você deu um jeito e dormimos juntos.

E aquele dia em que eu desmaiei por sentir fome?

Então você me segurou e esperou até que a emergência chegasse.

E depois que sai do hospital, você ainda me esperava.

Obrigado, velha calçada!”

* Com supervisão de Paulo Guilherme

“Animais Fantásticos”: Produtor explica escolha de Jude Law para papel de Dumbledore

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Texto de Hugo Gloss

Nesta semana, a Warner Bros liberou a primeira imagem do elenco de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, que trouxe, finalmente, Jude Law caracterizado como o jovem Dumbledore, o que deixou muitos fãs divididos sobre essa reimaginação de um personagem tão amado nos filmes “Harry Potter”.

Em entrevista à Entertainment Weekly, o produtor David Heyman falou sobre a escolha do ator para viver o poderoso bruxo e contou o que podemos esperar desse “jovem Dumbledore”, que se juntará a Newt Scamander (Eddie Redmayne) para ajudá-lo a caçar o bruxo das trevas Gellert Grindelwald (Johnny Depp).

Jude Law será Dumbledore em “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” (Foto: Warner Bros Pictures).

Jude Law será Dumbledore em “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” (Foto: Warner Bros Pictures).

Uma das razões pelas quais escolhemos Jude é que ele tem muitas das qualidades que encontramos em Dumbeldore nos filmes de Harry Potter. Ele tem autoridade, um brilho nos olhos e, às vezes, é um pouco elíptico. Mas também tem uma energia jovem e júbilo. Então, ele traz esse brilho, travessura, autoridade e poder, mas ao mesmo tempo traz muito vigor para o filme. Você entende por que ele seria seu professor favorito e alguém que você acreditaria ser um bruxo extraordinário“, explicou.

Elenco de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” (Foto: Warner Bros Pictures).

Elenco de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” (Foto: Warner Bros Pictures).

A sequência também teve sua sinopse oficial divulgada:

“No final do primeiro filme, o poderoso Bruxo das Trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria deles sem suspeitar de seu verdadeiro objetivo: elevar bruxos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os amigos e familiares mais verdadeiros, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” tem estreia marcada para 15 de novembro de 2018.

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