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Motivos para ler O Cemitério Maldito mesmo se você não gostar de terror!

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Maria Confort, no Manual do Homem Moderno

Vamos falar um pouco sobre O Cemitério Maldito, livros de terror e Stephen King?

Em 1983, Stephen King já estava entre os romancistas de terror mais bem sucedidos do mundo, com uma série de best-sellers e adaptações cinematográficas ao seu nome. Enquanto ele já estava se tornando reconhecido como um mestre do gênero, havia idéias tão horríveis de serem escritas que até o rei do gênero tinha medo de se aventurar.

Graças a uma mudança para uma nova casa, uma estrada perigosa e um gato morto, King inventou um livro que ele considerava assustador demais para publicar, e colocou-o em uma gaveta. Um contrato de publicação finalmente tirou o livro daquela gaveta, e nós tivemos acesso a Cemitério Maldito – um romance tão assustador que King não quis mostrar ao mundo.

Nos quase 40 anos desde sua publicação, Cemitério Maldito tornou-se um dos livros mais amados e comentados de King, gerando uma adaptação cinematográfica em 1989 e uma segunda versão que chega aos cinemas em 6 de maio de 2019. Veja mais motivos – além do fato de King ter relutado para publicar a obra – para ler O Cemitério Maldito mesmo se você não gostar de terror!

O livro foi inspirado em acontecimentos reais da vida de Stephen King

A inspiração de Stephen King para Cemitério Maldito veio de forma clara e direta dos acontecimentos de sua própria vida. No final dos anos 1970, King foi convidado para ser um escritor em residência e professor na Universidade de Maine em Orono. Para facilitar isso, ele mudou com sua família para uma casa em Orrington, Maine. Tudo sobre o acordo parecia bom – exceto pela estrada que passava pela casa rural.

Era, como a estrada em Cemitério Maldito, cheia de caminhões pesados ​​e rápidos, e frequentemente ceifava a vida de animais de estimação locais. Como resultado, um cemitério de animais de estimação foi estabelecido na floresta por crianças locais. De acordo com King, ele realmente carregava um sinal que dizia “Pet Sematary” – o título original da obra.

Logo após a família King se mudar para a casa, King descobriu o gato de sua filha morto ao lado da estrada, e eles enterraram o animal no cemitério. Um pouco mais tarde, enquanto a família estava do lado de fora empinando uma pipa, seu filho mais novo – que ainda não tinha 2 anos de idade – correu em direção à estrada em uma cena que claramente espelha os eventos do romance. King conseguiu parar seu filho a tempo, mas as implicações do cenário rapidamente se apossaram de sua imaginação, como ele explicou em uma introdução posterior ao romance: “Mas uma parte da minha mente nunca escapou daquele horrível ‘e se’.” Esse pensamento vívido e horripilante – juntamente com os sonhos mais tarde naquela noite de um cadáver reanimado fora da casa – foi a semente do Cemitério Maldito.

O livro tem relações com outras obras de Stephen King

Como a maioria dos romances de King, Cemitério Maldito existe em um universo povoado por outras histórias, personagens e locais do autor, e o romance faz uma breve referência a eles em vários pontos.

No início do romance, enquanto falava sobre os perigos da estrada e do animal que matou, Jud Crandall refere-se a um São Bernardo que “se enfureceu com a situação de dois anos atrás e matou quatro pessoas”, uma referência ao livro Cujo, de King. Mais tarde, no livro, Rachel Creed está urgentemente dirigindo para casa quando ela passa um sinal de saída que lista Jerusalém Lot entre seus destinos. Jerusalem’s Lot é o cenário para o romance de vampiros de King “Salem’s Lot”.

Em certo ponto, a família também olha para o vale do rio Penobscot, e Louis Creed pensa em Derry, o cenário do livro A Coisa. As referências são pequenas e não afetam muito o enredo, mas são suficientes para lembrar aos leitores que King construiu mundos e mundos ao longo de sua carreira.

A frase mais famosa do livro ainda assusta Stephen King

O Cemitério Maldito será, sem dúvida, lembrado como um dos romances mais memoráveis e horripilantes de King, algo com que o próprio autor parece ter feito as pazes. Mas King parece não conseguir abalar os temas com os quais ele estava trabalhando naquele livro, e a influência que eles têm sobre sua própria mente e seu público. Em sua introdução à versão de 2000 do livro, King admitiu que ele também ainda é frequentemente assombrado pela linha mais memorável do romance: “Às vezes, Louis, morto é melhor.” “Essa lição sugere que, no final, só podemos encontrar paz em nossas vidas humanas aceitando a vontade do universo. Isso pode parecer uma porcaria brega da nova era, mas a alternativa me parece uma escuridão terrível demais para criaturas mortais como a nossa.”, diz King.

Remake de Cemitério Maldito chega às telonas

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Ana Vitória Queiroz, no R7

Trinta anos depois da primeira adaptação do filme “Cemitério Maldito”, do livro de Stephen King, os diretores Kevin Kölsch e Dennis Widmyer são responsáveis pelo remake que estreia nesta quinta-feira (9) prometendo deixar os cabelos em pé de quem for assistir.

De acordo com os diretores, essa nova adaptação promete ser mais fiel ao livro, sombria e emocional. O próprio King já garantiu, em material de divulgação, que gostou do resultado do filme e o longa que começou com um orçamento de 21 milhões, já conseguiu alcançar mais de US$ 100 milhões de bilheteria mundial.

Em “Cemitério Maldito” conhecemos a história da família Creed. Após a mudança para uma cidade mais calma, Louis (Jason Clarke) viu a chance de conciliar o trabalho como médico e passar mais tempo com sua esposa, Rachel (Amy Seimetz) e seus dois filhos, Ellie (Jeté Laurence) e o pequeno Cage (Hugo Lavoie e Lucas Lavoie).

Depois de fazer amizade com o vizinho Jud (John Lithgow), a família descobre sobre um cemitério indígena próximo à propriedade, onde segundo lendas, os corpos enterrados nele são ressuscitados. Quando o gato Church, de sua filha sofre um terrível acidente, Louis decide enterrá-lo para o trazer de volta à vida, mas não tinha ideia das consequências que iria sofrer depois disso.

Diferente da versão de 1989 que é um terror mais “gore” (subgênero de terror que se concentra em representações gráficas de sangue e violência gráfica), a de 2019 possui um equilíbrio entre os “jumpscares” (técnica usada em filmes de terror para dar sustos) e o terror psicológico, causando medo, angústia e aflição de quem acompanha a trama.

Em diferentes momentos do filme, é possível perceber que sempre há sinais para o personagem principal não recorrer ao cemitério, sabendo que lá é um lugar amaldiçoado. Principalmente após enterrar o gato de sua filha e Church mudar após voltar a vida.

Rua do Medo | Emily Rudd e McCabe Slye são escalados para adaptação dos livros

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Primeiro filme deve estrear em 2020.

Thais Araújo, no Cinema com Rapadura

Segundo o Deadline, Emily Rudd (da série “The Romanoffs”) e McCabe Slye (“O Peso do Passado”) foram escalados para “Rua do Medo“, nova trilogia da Fox que adaptará a trilogia de terror juvenil de Robert Lawrence Stine, autor também de “Goosebumps“. Ambos aparecerão pela primeira vez no segundo filme, ambientado em 1978.

Rudd irá interpretar a irmã mais velha da personagem vivida por Sadie Sink, enquanto Slye será dois personagens: Bobby Slater, que trabalha no acampamento de verão, e Mad Thomas no terceiro filme, que se passa em 1966, um bêbado local que atiça a histeria da cidade.

Lançada em 1989, a saga de livros acontece na cidade fictícia de Shadyside e gira em torno de adolescentes que enfrentam maléficos, e às vezes paranormais, oponentes.

As adaptações ainda contam com Kiana Madeira (da série “Flash”) e Olivia Welch (da série “Modern Family”), que já tiveram detalhes sobre suas personagens divulgados. Além delas, Benjamin Flores Jr. (“Game Shakers”), Ashley Zukerman (“The Wind”), Fred Hechinger (“Oitava Série”), Julia Rehwald (“Where’s Darren?”) e Jeremy Ford (“The Ghost and The Whale”) completam o elenco. Leigh Janiak (“Honeymoon“) irá dirigir os três longas.

O primeiro filme da trilogia está programado para estrear em 2020.

“Notre-Dame de Paris”, de Victor Hugo, lidera vendas na internet após incêndio

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O escritor Victor Hugo concebeu o clássico “Notre-Dame de Paris” em 1831Colagem / French Government,Ministry of Culture/Zahar

Em 1831, quando o livro fez sucesso entre os franceses, movimento cidadão fez com que as autoridades reabilitassem a catedral, na época em estado de decrepitude

Publicado na Gaucha Zh

Romance do escritor Victor Hugo, o clássico Notre-Dame de Paris (1831) tornou-se número um de vendas pela internet na França desde o incêndio que destruiu parcialmente a catedral na segunda-feira (15), colocando em risco um dos pontos turísticos mais apreciados no mundo.

Em muitas livrarias, a obra está esgotada. O fenômeno também foi observado com o livro Paris é uma Festa (1964), de Ernest Hemingway, depois dos ataques de 13 de novembro de 2015, em que diversos pontos de Paris, incluindo a boate Bataclan, foram palco de atentados.

Diante da demanda pelo clássico de Victor Hugo, conhecido também por Os Miseráveis, os editores do romance em formato de bolso decidiram lançar novas tiragens e doar os lucros ao fundo lançado para financiar a reconstrução da catedral.

Escrito em 1831, Notre-Dame de Paris se passa em 1482, na época do reinado de Luís XI. O romance foi adaptado muitas vezes ao cinema. A versão mais famosa é a animação da Disney (1996).

Uma passagem no romance se tornou bastante compartilhada nas redes sociais, em vários idiomas, após incêndio: “Todos os olhares se dirigiam para a parte superior da catedral e era algo extraordinário o que viam: na parte mais elevada da última galeria, acima da rosácea central, uma grande chama subia entre os campanários com turbilhões de faíscas, uma grande chama revolta e furiosa”.

Em torno dos personagens Quasímodo e da cigana Esmeralda, Victor Hugo fez da catedral a verdadeira heroína de Notre-Dame de Paris, com o objetivo de chamar a atenção sobre o estado de decrepitude do monumento. Na época, o sucesso da obra provocou um movimento cidadão que foi capaz de fazer com que as autoridades reabilitassem a catedral.

O romance Notre-Dame de Paris (que só ganharia o nome O Corcunda de Notre-Dame após a primeira edição inglesa) também está disponível gratuitamente e legalmente, em francês, na Gallica, biblioteca digital da Biblioteca Nacional da França.

Pequenas Realidades, de Tabitha King, será lançado no Brasil

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Romance de estreia da escritora que é esposa de Stephen King

Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

A editora DarkSide anunciou que vai lançar no Brasil o livro Pequenas Realidades, de Tabitha King. O romance foi publicado originalmente em 1981, como a estreia da escritora, que também é esposa de Stephen King.

A trama gira em torno de Dorothy Hardesty Douglas, a filha de um ex-presidente dos EUA, que agora vive uma vida pacata. Entusiasta de miniaturas e maquetes, ela possui uma réplica da Casa Branca em seus mínimos detalhes. Ao conhecer um homem que trabalhou em um projeto secreto do governo, Dorothy descobre uma forma sinistra de aperfeiçoar seu hobby.

O lançamento acontece em 29 de maio.

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