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Posts tagged escrever

‘Doutor Sono’: Stephen King explica porque decidiu escrever a sequência de ‘O Iluminado’

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Allan Torres, no CinePop

Em entrevista para o Cinema Blend, Stephen King explicou porque decidiu expandir a história contada em ‘O Iluminado’ ao publicar ‘Doutor Sono’.

Para quem não conhece, o livro lançado em 2013 acompanha Danny Torrance, agora adulto, tentando se livrar dos traumas de infância causados pelo Hotel Overlook.

“Eu sempre questionei o que teria acontecido com Danny quando ele se torna adulto. Eu senti que tinha algo a contar para o público… Uma das coisas que eu queria ver era um homem no limite. Você não consegue se recuperar de um trauma até chegar ao limite, e eu queria ver isso acontecendo com Danny.”, disse o autor.

Lembrando que ‘Doutor Sono‘ será adaptado para o cinema e estreia em 07 de novembro.

Dirigido por Mike Flanagan, o longa é estrelado por Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Jocelin Donahue, Zahn McClarnon, Emily Alyn LindeJacobTremblay.

Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.

Rua do Medo | Kiana Madeira e Olivia Welch irão estrelar trilogia baseada nos livros de R.L. Stine

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Autor é conhecido por escrever ficções de terror como “Goosebumps”.

Weider Gabriel, no Cinema com Rapadura

Segundo informações do Collider, as atrizes Kiana Madeira (“Giant Little Ones”) e Olivia Welch (da série “Modern Family”) irão estrelar a trilogia “Rua do Medo”, baseada nos livros homônimos do escritor R.L. Stine, conhecido também por escrever ficções de terror como “Goosebumps“.

Detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo, mas segundo fontes do Collider, Madeira e Welch irão interpretar duas adolescentes lésbicas que estão tendo um relacionamento quando são alvos dos horrores de sua pequena cidade, Shadyside. Cada atriz interpretará dois personagens diferentes – um em meados dos anos 1990 e outro em 1600, quando lésbicas enfrentam adversidades e difamações ainda maiores – e ambas estão cotadas para aparecer nos três filmes.

Leigh Janiak (“Honeymoon”) vai dirigir o primeiro e o terceiro filme da trilogia, enquanto Alex Ross Perry (“Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível”) dirigirá o segundo. O roteirista da sequência ainda não foi anunciado, mas espera-se que Janiak seja creditada.

A trilogia de “Rua do Medo” ainda não possui data de estreia.

Estas atitudes são indicadas para quem quer escrever textos excelentes

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(foto/Getty Images)

O professor Diogo Arrais tem algumas dicas para quem quer melhorar o vocabulário em português

Diogo Arrais, na Exame

Está numa cadeia de ações o almejado domínio da Língua Portuguesa. Na semana passada, recebi a seguinte mensagem:

“Preciso melhorar meu vocabulário, até para redigir peças. Se puder me fornecer alguma dica, ficaria agradecido.”

Comecemos pelo “até” desse querido ex-aluno e – agora – leitor: leva-me a entender que o aumento do vocabulário é também necessário em sua vida pessoal. Não tratarei apenas de vocabulário, mas de outras competências a serem adquiridas.

Habituar-se ao clássico; conviver com o de bom gosto, na História, na Literatura, na Sociologia, na Economia, na Psicologia, na Música, no Teatro, no Cinema são riquezas infindáveis. Escritores, estudiosos e artistas clássicos proporcionam crítica, audição, vocabulário, compreensão ímpares.

Pessoas notáveis nas Artes, na Comunicação, no Direito, na Ciência têm acervo: sem um espaço dedicado à pesquisa é muito mais complexo desenvolver o bom texto, a nova palavra, a nova percepção. Preciosos ensinamentos estão nos livros, nos discos, nos mestres inspiradores, nas palestras, nos discursos históricos.

No acervo, tenha acesso aos gênios, para aperfeiçoar fala, escrita, audição e crítica.

Poetas, sagazes da palavra, contistas, cronistas, romancistas: Clarice Lispector, Guy de Maupassant, Machado de Assis, Edgar Allan Poe, Guimarães Rosa, Mia Couto, Fernando Pessoa, Cecília Meireles (é injusto demais fazer lista!)

Há um exercício saudável, por meio da Música: compreender letras, sons e estudar estilos artísticos; relacionar tudo isso a um estudo histórico. Exemplo: compreender os porquês de o Jazz, o Tropicalismo, a Bossa Nova e o Rock terem sido movimentos tão importantes, comentados.

Bons oradores – em tese – têm percepções cinematográficas, jornalísticas aguçadas. Estudar Roteiro, Fotografia (o básico ao menos) e o Vídeo em si é um ótimo caminho a quem busca ter boa performance.

Costumo pensar assim: um bom advogado não vive apenas a construção de peças jurídicas, mas é abastecido de sapiência gramatical, dicionários, pesquisa, linguagem e tantas outras riquezas culturais.

Chegar à excelência é sair um pouco dessa pressa insana do digital, com respostas básicas prontas, sem o devido deleite (e o tempo certo) para o aprendizado garantido.

Quem tem a curiosidade pelo conhecimento alonga as asas; quem divide o que sabe aproxima-se do céu: ler, respeitar o outro, habituar-se ao palco, aproximar-se, dia a dia, da Palavra em si.

“Sociedade Literária e Torta de Casca de Batata” chega para emocionar e sensibilizar os amantes do drama

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Patricia Visconti, em O Barquinho Cultural

A pequena ilha de Guernsey, situado no Canal da Macha, vivia assolada pela Segunda Guerra Mundial, isolada e quase sem comida, a população se via obrigada a se virar com o que tinha em mãos, mas o que os inimigos não contava era com a união e compaixão que um tinha pelo outro, foi então que para despistar o encontro deles, criaram a “Sociedade Literária e a Torta de Casca de Batata”, para debaterem sobre literatura e compartilharem o pouco da alegria que restava. Até que uma jovem jornalista, Juliete Ashton, sem ideias sobre o que escrever no próximo livro, conhece esta sociedade e se identifica com ela, e o que era para ser apenas uma história a ser publicada, acaba se tornando parte dela, num elo pleno de amor e amizade.

A escritora sabia quão significante seria este grupo, pois assim como eles, ela também sabe o que é sofrer e perder quase tudo em sua vida, tendo apenas suas ideias e sua coragem para encarar o mundo de frente, e vendo nos livros uma relação ímpar e relevante para uma sociedade mais igual, podendo expressar e ampliar seus conhecimentos com outras pessoas, por isso, que além de leitora fervorosa, ela começou a escrever, para dividir tamanha experiência com os outros. E foi essa curiosidade, fez com que ela adentrasse à esta sociedade, pois foi por causa da literatura que ela construiu sua vida e conquistou tudo que um jovem autor almeja, e isso que a escritora havia acabado de ficar noiva quando descobriu mais do que um sociedade literária, mas uma família, que compreendia e interpretava muito bem os seus anseios.

A história traz a beleza e a poesia de estar em paz com aqueles que você ama e se sente bem, mas ao fundo o drama de uma guerra árdua e cruel, que desgraça os inocentes e o faz os malfeitores dominarem a sociedade. Mas, com a diferença de que àqueles que amam de coração puro e verdadeiro, permanecem unidos para sempre. Um drama de época, porém com valores que podem ser adequados aos tempos atuais, mostrando que você pode ter poder, dinheiro e status, mas se você não tiver sensibilidade e comunhão com seu semelhante, todos acabam sendo iludidos por uma falsa esperança, dominada por quem só prega o próprio bem. Com personagens sensíveis e cativantes, que conduz a trama numa história extraordinária, humana e marcada por uma protagonista mulher até o fim.

O longa chegou ao catálogo da Netflix no último dia 10 de Agosto, baseado no livro homônimo ao filme, escrito por Annie Barrows e Mary Ann Shaffer (esta última, falecida em 2008). Estrelado por Lily James (Cinderela), Michiel Huisman (Game of Thrones), Penelope Wilton (Downton Abbey), entre outros, e dirigido por Mike Newell (Harry Potter e o Cálice de Fogo).

‘Doctor Who’: Neil Gaiman quer roteirizar episódio para Jodie Whittaker

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Rafaela Gomes, no CinePop

O escritor Neil Gaiman quer escrever o roteiro de um dos episódios de ‘Doctor Who’. Durante uma entrevista ao Digital Spy, o autor revelou seu enorme amor pela produção e o valor que teria poder assinar um dos capítulos, seja ele para Jodie Whittaker ou para o seu/sua sucessor(a).

Disse:

“Se você examinar meu DNA e for lá no fundo, com um ótimo microscópio, vai perceber que existe uma TARDIS com uma pequena luz brilhando no topo. Então, a ideia de escrever para Jodie o seu sucessor, seja quem for ele ou ela…bem, estamos falando de ‘Doctor Who’! Simplesmente não dá pra dizer não. E eu fiquei tão frustado nos últimos quatro anos, porque não tive a oportunidade de escrever para o Peter Capaldi. E eu até tinha um episódio planejado, mas não consegui executá-lo, porque estava produzindo ‘Good Omens’ e minha vida acabou sendo só isso”.

A décima primeira temporada da série chegará, com exclusividade, ao Brasil e América Latina, através da plataforma de streaming Crackle, da Sony Pictures Television Networks. O acordo com a BBC Studios foi anunciado hoje, em Miami.

Agora quem veste o manto do mais lendário Senhor do Tempo é a atriz inglesa Jodie Whittaker (Broadchurch), que passa a ser, na história da série, a primeira mulher a ocupar este papel. O novo showrunner da produção, Chris Chibnall, que já havia trabalhado com a artista em Broadchurch, promete trazer uma nova visão para esta divertida e excitante aventura através do tempo e do espaço.

A data de estreia da nova temporada de Doctor Who, no Crackle, será anunciada em breve.

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