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“A Dança da Morte”, clássico de Stephen King, vai virar série na CBS

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Rodolfo Vicentini, no UOL

O livro “A Dança da Morte”, escrito por Stephen King em 1978, vai virar série. A CBS encomendou 10 episódios da adaptação para sua plataforma de streaming sobre a história de pandemia que transformou o mundo em ruínas.

A série apocalíptica ocorre em um planeta praticamente exterminado pela doença e “envolvido em uma luta elementar entre o bem e o mal”, de acordo com a CBS. “O destino da humanidade repousa sobre os ombros frágeis da Mãe Abagail, de 108 anos, e de um punhado de sobreviventes”.

“Estou animado e muito satisfeito que o ‘A Dança da Morte’ tenha uma nova vida nesta plataforma”, disse King em comunicado. “As pessoas envolvidas são homens e mulheres que sabem exatamente o que estão fazendo; os roteiros são explosivos. O resultado parece ser algo memorável e emocionante. Acredito que isso levará os espectadores a um mundo que eles esperam que nunca aconteça.”

Josh Boone e Ben Cavell serão os roteiristas e produtores executivos do projeto. Para Boone, o livro tem um significado gigantesco, e ele conta que se lembra de ler a obra quando tinha 12 anos e a escondia debaixo da cama para os pais religiosos não perceberem.

“Sem pensar, eu roubei o número da conta da FedEx do meu pai e enviei uma carta a King, declarando meu amor por seu trabalho”, disse Boone, que será o diretor da adaptação.

“Várias semanas depois, encontrei em casa uma caixa que havia chegado do Maine, e lá dentro havia vários livros, cada um com uma bela anotação do próprio Deus, que me encorajou na escrita e me agradeceu por ser fã. Meus pais, genuinamente movidos pela gentileza e generosidade de King, suspenderam a proibição de seus livros naquele mesmo dia”, acrescentou.

“A Dança da Morte” ainda não tem data prevista para lançamento e nenhum ator escalado.

Café inspirado em Harry Potter abre em Porto Alegre

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Reprodução/Facebook
Casa tem livros e xícaras voadoras, quadros que se mexem e até uma cobra no banheiro.

Tanto a decoração quanto o cardápio do Sala Precisa são cheios de referências ao universo do bruxinho.

Rafael Argemon, no Huffpost Brasil

“Trouxas” fãs do bruxinho mais querido da cultura pop, já têm uma taverna Três Vassouras para chamar de sua. Pelo menos para quem está em Porto Alegre. É na capital gaúcha que abriu recentemente o Sala Precisa, uma mistura de café e bar inspirado no universo de Harry Potter.

O nome faz referência a uma misteriosa sala que ficou conhecida em Harry Potter e a Ordem da Fênix, 5.º livro dos sete volumes da série. ″É uma sala em que uma pessoa só poder entrar quando tiver uma real necessidade dela. Algumas vezes está lá, e algumas vezes não está, mas quando aparece, sempre estará equipada com o necessário para o bruxo”, explicou Dobby a Harry Potter.

Reprodução/Facebook
Livros voadores servem como luminárias.

Segundo o Jornal do Comércio, os sócios da casa, que abriu no dia 19 de janeiro, Chara Nery e Thiago Motta, se conheceram em um fórum sobre Harry Potter na internet. Tanto que referências na decoração e cardápio do Sala Precisa ao mundo do bruxinho não faltam.

Enquanto na decoração há livros e xícaras voadoras, quadros que se mexem, uma cobra no banheiro e gaiolas por todos os lados, o cardápio (que ainda está sendo desenvolvido), há delícias icônicas de Hogwarts e cercanias, como cerveja amanteigada – em 4 versões, entre quentes e geladas e com e sem álcool, suco de abóbora e os famosos feijõezinhos.

O Café Sala Precisa fica na rua Joaquim Nabuco, 197 e funciona de terça a domingo das 14h às 21.

Stephen King salva seção literária de periódico local dos EUA

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Publicado no EM

Um jornal local queria acabar com a crítica literária para cortar custos, mas o escritor Stephen King conseguiu, com alguns poucos tuítes, salvar a seção ameaçada, um final feliz na luta pela sobrevivência vivida por muitos meios de comunicação americanos atingidos pela crise.

O caso começou na sexta-feira, quando Stephen King, mestre da literatura de terror e fantástica, anunciou que o Portland Press Herald, um dos principais jornais do Maine, onde mora, iria acabar com a sua seção dominical dedicada aos livros escritos por autores deste pequeno estado fronteiriço com o Canadá.

“Diga ao jornal que NÃO FAÇA ISSO”, tuitou o bem-sucedido escritor de 71 anos, que se tornou famoso com livros como “Carrie a Estranha” e “O iluminado”, levados, inclusive, ao cinema.

Muitos escritores locais “dependem destas críticas para sobreviver”, continuou.

Mais de 8.000 de seus fãs fizeram a mensagem se espalhar. A direção do jornal, que emprega 70 jornalistas, reagiu desafiando-o a ajudá-la a encontrar novos assinantes para compensar os “milhares de dólares” que a seção lhe custa, escrita em sua maioria por profissionais que trabalham por matéria.

“Se conseguir convencer mais de 100 dos seus fãs a assinar a edição digital, iremos reincorporar imediatamente as resenhas de livros”, tuitou o jornal, que tem menos de 10.000 assinantes digitais.

Nesta segunda-feira, o objetivo de 100 assinaturas – a um custo de 15 dólares por 12 semanas – se espalhou amplamente: “Obrigado a todos que assinaram o Press Herald”, escreveu Stephen King. “Salvaram o dia. Existem países onde as artes são consideradas vitais. Infelizmente, este não é um deles”, declarou.

Cliff Schechtman, editor do jornal, afirmou que o periódico havia coletado “quase 250 novos assinantes” graças a essa iniciativa.

“Quando alguém como Stephen King se envolve, com mais de cinco milhões de seguidores no Twitter, sabíamos que teria um impacto, e nos questionamos como poderíamos usar a sua influência para apoiar o jornalismo local”, disse à AFP por telefone.

“As pressões financeiras não se reduziram até agora, o setor vive mudanças consideráveis, mas, neste caso, teve um final feliz”, disse.

Embora todos os meios de comunicação tenham perdido renda com o crescimento das redes sociais e da disponibilidade de grande quantidade de informação gratuita na Internet, os jornais locais, com recursos limitados, se veem particularmente afetados e, muitas vezes, lutam para sobreviver.

A incrível árvore que dá livros ao invés de frutos

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Publicado no Hypeness

Quando a árvore em frente à casa da artista Sharalee Armitage Howard precisou ser cortada, ela soube exatamente o que fazer: transformá-la em uma biblioteca. O espaço se tornou parte do movimento Little Free Library, uma iniciativa que já espalhou mais de 75 mil bibliotecas livres pelo mundo.

“Este projeto ainda não está pronto, mas não posso esperar para compartilhá-lo. Tivemos que remover uma grande árvore que tinha mais de 110 anos, então eu decidi transformá-la em uma Little Free Library, como sempre quis“, escreveu ela em uma publicação no Facebook.

Embora a copa da árvore tenha sido removida, seu tronco foi usado como estrutura para a biblioteca e ela ganhou até mesmo uma portinha, por onde os interessados podem entrar para escolher quais livros levar para casa. A ideia é que, além de pegar obras emprestadas, as pessoas também deixem novos títulos no local.

A árvore não é a única biblioteca construída de forma criativa. Em Nova York, uma empresa de design criou um espaço para o empréstimo de livros em que os interessados podem realmente entrar no mundo da literatura enquanto escolhem o que ler. No Brasil, o projeto conta com diversas bibliotecas compartilhadas no Rio Grande do Norte, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e no Rio Grande do Sul.

Veja mais detalhes da árvore que deixou de dar sombra para dar livros:

O Senhor dos Anéis | Conheça o anel que levou Tolkien a criar o Um Anel

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Matheus Fragata, em Nos Bastidores

Pouca gente pode saber, mas a mitologia de O Senhor dos Anéis tem grandes fundamentos e inspirações na realidade e na nossa história medieval.

Celebrando o aniversário do escritor da franquia, J.R.R. Tolkien, o British Museum postou uma homenagem comentando sobre o anel que inspirou o autor a criar o Um Anel em sua fantasia.

O anel está exposto no acervo do museu:

“J.R.R. Tolkien nasceu no dia 03 de janeiro de 1892. Os livros dele se inspiraram nos anglo-saxões, como na inscrição nesse misterioso anel de ouro.”

O anel é datado de algum momento entre o século VIII e X d.C. Até hoje, ninguém descobriu o que as inscrições significam. Ele está no catálogo do museu desde 1817 e uma peça parecida foi encontrada anos depois em Bramham Moor, no norte da Inglaterra.

Curioso, não?

Por enquanto, a próxima aventura com a saga virá com a série da Amazon prevista para 2020.

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