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Romance sobre ódio aos livros, ‘Fahrenheit 451’ ganha nova edição em momento oportuno

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(foto: Pixabay)

Obra se passa numa época em que os livros são queimados pelos bombeiros. Escrito em 1953, romance se mantém pertinente nos dias atuais, marcados pela massificação cultural crescente e preconceito ao conhecimento

Paulo Nogueira, no Estado de Minas

“Não coloque as pessoas em terreno movediço, como filosofia ou sociologia, com que comparar suas expe- riências. Aí reside a melancolia. Todo homem capaz de desmontar um telão de TV e montá-lo novamente, e a maioria consegue, está mais feliz do que qualquer homem que tenta usar a régua de cálculo, medir e comparar o universo, que não será medido e comparado sem que o homem se sinta bestial e solitário. (…) Nós resistiremos à pequena maré daqueles que querem deixar todo o mundo infeliz com teorias e pensamentos contraditórios. Não deixe a torrente de filosofia melancólica e desanimadora engolfar nosso mundo. Dependemos de você. Pelo menos uma vez na carreira, todo bombeiro sente uma coceira. ‘O que será que os livros dizem?’, ele se pergunta. Pode acreditar, os livros não dizem nada. Nada que se possa ensinar ou em que se possa acreditar. Quando é ficção, é sobre pessoas inexistentes, invenções da imaginação. Caso contrário, é pior: um professor chamando outro de idiota, um filósofo gritando mais alto do que seu adversário. Todos eles correndo, apagando as estrelas e extinguindo o Sol. Você fica perdido. (…) Você pergunta o porquê de muitas coisas e, se insistir, acaba se tornando realmente muito infeliz.”

Essa declaração de ódio aos livros foi foi escrita há quase sete décadas, em 1953, pelo norte-americano Ray Bradbury (1920-2012), para o seu livro mais importante, Fahrenheit 451. Descreve uma advertência e uma recomendação de Beatty, o chefe dos bombeiros e inquisidor, a Guy Montag, seu bombeiro subordinado, numa época atemporal em que os livros são proibidos e queimados porque tornam as pessoas “infelizes”. Pois agora, curiosamente, o Ministério da Educação brasileiro cogita tirar recursos de filosofia e sociologia nas escolas e destiná-los para veterinária, engenharia e medicina, com o argumento de que é preciso “respeitar o dinheiro do contribuinte, ensinando os jovens a fazer contas e um ofício que gere renda para a pessoa e bem-estar para a família”. Em outras palavras, não é preciso refletir sobre o mercado, pensar filosoficamente, é preciso apenas ler manuais e operar aparelhos para garantir o sustento e a satisfação imediata, como se não fosse possível trabalhar e pensar no dia a dia.

“Deve haver alguma coisa nos livros”
Fahrenheit 451 apresenta uma narrativa linear e simples, mas provoca grandes reflexões. Conta a história de Guy Montag, bombeiro que tem como missão apreender e queimar livros, porque não precisa mais apagar incêndios em casas à prova de fogo. Fahrenheit 451 é a temperatura da incineração. Mas, depois de 10 anos, ao testemunhar a morte de uma mulher que é incinerada com seus livros por se recusar a abandoná-los, Montag começ
a a questionar: “Deve haver alguma coisa nos livros, coisas que não podemos imaginar, para levar uma mulher a ficar numa casa em chamas; tem que haver alguma coisa. Ninguém se mata assim a troco de nada”. Seu pensamento crítico, entretanto, tem graves consequências e o torna vítima do sistema. Sua própria casa vira alvo e ele terá de ser reeducado ou ser preso.

Embora seja tratada como ficção científica, a obra de Bradbury não deve ser vista como tal, é realista e inquietante e muito diferente de outros livros seus – o fascinante O homem ilustrado e os fantasiosos Os frutos dourados do sol e Crônicas marcianas. Mesmo muito distante de prever o surgimento da internet, do e-book e das controvertidas redes sociais, Bradbury criou uma obra visionária com o intuito de criticar a massificação causada pela incipiente TV, então nos anos 1950, e o efeito manada ou o “destino bovino” da humanidade. O que diria hoje Bradbury, que faria 100 anos em 2020? A diversão da “manada” agora são milhares de curtidas e compartilhamentos, a maioria estéreis, nas redes sociais.

Afinal, não é preciso mais pensar, só exercer atividade autômatas, apenas curtir e compartilhar. Pensar pra quê? Para criar dúvidas? Para sofrer? Já disse Fernando Pessoa em seu tocante e extenso poema O guardador de rebanhos: “Pensar incomoda como andar à chuva, quando o vento cresce e parece que chove mais”…

A obra de Bradbury é mais atual do que a de seus contemporâneos George Orwell (1984) e Aldous Huxley (Admirável mundo novo), que criaram duas distopias influenciadas pelo totalitarismo de Hitler e de Stálin. No caso de Fahrenheit, a ditadura é mais sutil, porque a própria sociedade se patrulha, inclusive pela intolerância mútua e pelo denuncismo, não precisa mais ser mandada. É vítima (in)consciente não apenas de um regime totalitário, mas também da massificação cultural, temas hoje usuais vislumbrados pelos papas da comunicação acadêmica, como Theodor Adorno, Walter Benjamin, Marshall McLuhan e tantos outros da Escola de Frankfurt. É a “sociedade de consumo e seu corolário ético – a moral do senso comum”, como diz Manuel da Costa Pinto na introdução do livro.

Em Bradbury, o big brother de Orwell é a TV, não como espiã, mas como pacificadora alienante. “Os bombeiros são agentes da higiene pública que queimam livros para evitar que suas quimeras perturbem o sono dos cidadãos honestos, cujas inquietações são cotidianamente sufocadas por doses maciças de comprimidos narcotizantes e pela onipresença da televisão”. As pessoas dependem da televisão para “passar o tempo”. A TV, entretanto, por mais que tenha “alienado” e “pacificado” a sociedade nas últimas sete décadas, tem um lado só, torna o cidadão um sujeito passivo. Mas em tempos de internet e redes sociais, todos estão num campo de batalha virtual controlado por artifícios tecnológicos e ninguém é mais passivo. E ainda reina a intolerância no meio da manada. Mas a intolerância é entre os internautas, nunca contra o sistema. “A sociedade do espetáculo é uma espécie de servidão voluntária”, diz um personagem do livro.

“Precisamos de conhecimento”

No mundo imaginário de Bradbury, o (des)controle começa com o crescimento da população e o avanço da tecnologia. O bombeiro chefe rememora: “Veio a fotografia, veio o cinema no início do século 20. O rádio, a televisão, as coisas começaram a possuir massa. E porque tinham massa ficaram mais simples. Antigamente, os livros atraíam algumas pessoas, aqui, ali, por toda parte. Elas podiam se dar ao luxo de ser diferentes. O mundo era espaçoso. Entretanto, o mundo se encheu de olhos, cotovelos e bocas. A população duplicou, triplicou, quadruplicou O cinema e o rádio, as revistas e os livros, tudo isso foi nivelado por baixo”. Então, “a escolaridade foi abreviada, as filosofias, as histórias e as línguas foram abolidas, gramática e ortografia pouco a pouco negligenciadas e, por fim, quase totalmente ignoradas”. A vida é imediata, o emprego é que o conta, o prazer está por toda parte, depois do trabalho. “Por que aprender alguma coisa além de apertar botões, acionar interruptores, ajustar parafusos e porcas?”

Livros fazem as pessoas pensarem, ser infelizes, então vamos queimá-los, alerta o chefe. “Eu sempre disse: poesia e lágrimas, poesia e suicídio e choro e sensações ruins, poesia e doença: é tudo uma besteira sentimental”, complementa a senhora Bowles, personagem “bovina” do livro. O contraponto vem com Faber, mestre de Montag: “Precisamos de conhecimento. Os livros servem para nos lembrar quanto somos estúpidos e tolos. Os livros são um convite à transcendência, ao desvario, à errância, ao desvio em relação ao destino bovino da humanidade conformada”. O chefe contra-ataca: “Um livro é uma arma carregada na casa vizinha”.

Mas, queimados os livros, qual seria o próximo passo da barbárie? Queimar os próprios homens para apagar de vez a memória dos livros? Bradbury acena com esperança. Que tal cada pessoa decorar um livro, se tornar um homem-livro, uma mulher-livro. “Eu sou A república, de Platão. Esse sujeito aqui é Charles Darwin e este aqui é Schopenhauer. Somos também Mateus, Marcos, Lucas e João”, diz um homem-livro a Montag. Será essa a solução para sobreviver? Então,para destruir o conhecimento, será preciso destruir o ser humano.

Adaptação e Truffaut
Entre games e duas adaptações para o cinema, a melhor versão de Fahrenheit 451 é a de 1966, de François Truffaut (1932-1984), o único filme que ele fez em língua inglesa e seu primeiro em cores. É bem fiel à obra de Ray Bradbury, com Oscar Werner como Montag e Julie Christie no elenco, inclusive com personagens até mais bem-elaborados do que no livro. Um dos mestres da Nouvelle Vague e diretor de obras-primas como A noite americana (1973) e Os incompreendidos (1959), Truffaut fez um filme menor, segundo críticos, mas isso parece preconceito com a ficção científica. O filme explora bem a mensagem do livro e cumpre a missão mais importante da obra: faz o espectador refletir sobre o mundo em que vive, exercer o livre-arbítrio. Em 2018, o diretor americano Ramin Bahrani lançou péssima versão de Fahrenheit ao transformar o drama filosófico em filme de ação que simplesmente “queima” a obra de Bradbury.

Escola católica dos EUA bane livros de “Harry Potter” por “risco de conjurar espíritos malignos”

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Padre disse que consultou diversos exorcistas nos Estados Unidos e em Roma allmoviephoto / divulgação

Padre da instituição alega que os feitiços das obras de J.K. Rowling “são reais”

Publicado no Gaucha Zh

Os alunos da escola St. Edward Catholic School, em Nashville, nos Estados Unidos, não terão mais acesso aos sete livros da saga Harry Potter. Em e-mail enviado aos pais dos estudantes, o padre responsável pela instituição, Dan Reehil, alega que os feitiços da obra da britânica J.K. Rowling são reais e conjuram “espíritos malignos”. As informações são do jornal local Tennessean.

“Esses livros apresentam magia como algo bom e mau, o que não é verdade, mas, de fato, um engano inteligente. Os feitiços e maldições usados nos livros são reais; ou seja, quando lidos, os humanos podem correr o risco de conjurar espíritos malignos para o leitor”, diz um trecho do comunicado.

No e-mail, Reehil disse que consultou diversos exorcistas nos Estados Unidos e em Roma, que recomendaram a retirada dos livros da biblioteca.

Rebecca Hammel, superintendente de escolas da Diocese Católica Romana de Nashville, confirmou à imprensa local que o comunicado foi realmente enviado aos pais e alunos, e que o padre tem “autoridade canônica” para tomar decisões pela escola.

— Ele está condizente com a sua autoridade para agir desta maneira. A meta é promover engajamento, qualidade literária e construção de estudante com alto grau de conhecimento — disse Rebecca ao Tennessean.

His Dark Materials | Série baseada nos livros Fronteiras do Universo tem novo teaser divulgado

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Série baseada nos livros de Philip Pullman estreia ainda esse ano

Thais Araújo, no Cinema com Rapadura

A série “His Dark Materials“, da HBO em parceria com a BBC, teve mais um teaser divulgado, mostrando o grande destino que aguarda a menina Lyra. Veja acima (sem legendas).

A série é uma adaptação da trilogia de livros “Fronteiras do Universo”, do escritor Philip Pullman. A trilogia é composta por três livros: “A Bússola de Ouro”, “A Faca Sutil” e “A Luneta Âmbar”. O primeiro livro foi adaptado para o cinema em 2007, enquanto a série pretende adaptar um livro da trilogia por temporada, de acordo com Jack Thorne (roteirista de “Extraordinário“), um dos showrunners da atração.

Na história, duas crianças, Lyra Belacqua (Dafne Keen) e Will Parry (Amir Wilson), têm suas vidas conectadas durante suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo diversos mundos. A trama dos livros mistura ciência, teologia, mágica, feiticeiras, ursos-polares falantes e gobblers.

O elenco conta ainda com Ian Peck, Ruth Wilson, James McAvoy, Anne-Marie Duff e Lin-Manuel Miranda.

“His Dark Materials” está previsto para estrear ainda este ano, com distribuição internacional pela HBO, mas sem data oficial até o momento.

‘O Labirinto do Fauno’ ganha versão em livro

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Foto: Divulgação

 

Adaptação para a literatura do filme de Guillermo del Toro chega em edição de luxo, que tem ilustrações e capa dura

Publicado no Destak Jornal

As melhores histórias ficam com seus criadores eternamente. É por isso que J.K Rowling, por exemplo, não consegue deixar o universo de Harry Potter de lado, ou porque J.R.R. Tolkien escreveu vários livros e contos sobre o universo da Terra Média. Com o cineasta Guillermo del Toro, o processo não é diferente. Quando a fábula “O Labirinto do Fauno” chegou aos cinemas, ainda em 2006, o sucesso de crítica e público foi imediato. A mistura entre fantasia, sonho e realidade construído del Toro era tão palpável, incrível e desejável que automaticamente aquele cenário ficou preso na cabeça das milhares de pessoas que acompanharam a história nas telas, mas também na mente do seu criador, que até hoje é referenciado pela mesma. É por isso que o livro homônimo, escrito pelo próprio diretor e por Cornélia Funke (também uma mestre em fantasia, como “Coração de Tinta” no seu portfólio), tem como objetivo adentrar esse universo, misturando contos com a narrativa da protagonista Ofélia, no filme vivida por Ivana Baquero.

“Era uma vez uma floresta no norte da Espanha” dá o pontapé inicial para o livro, assim como o filme. Mas as semelhanças nos meros detalhes não param por aí. Assim como a obra cinematográfica, a literária vem acompanhada de um visual impressionante, do momento que você abre o livro, até a forma como os contos são intercalados. A edição de luxo é feita com um papel especial e uma capa dura convidativa, fator que pode garantir a atenção de uma criança menos interessada por expandir tal universo ou acompanhar um livro mais ou menos extenso. Mas, assim como o longa de 2006, essa parte da história faz isso perfeitamente. Até mesmo os tons azulados tão presentes na imagem de del Toro são fundamentais aqui, sendo que o livro é completo de detalhes azuis e cheio de alusões às criaturas que assolam o Labirinto em si.

Um dos motivos pelo qual “O Labirinto do Fauno” ainda se mostra uma história tão necessária, mesmo após todos esses anos, é a essência de suas personagens femininas, que carregam desejos e sonhos diferentes entre si e, eventualmente, vêm de lugares diferentes. A protagonista Ofélia, por exemplo, tira essa característica das páginas que lê tão avidamente. Esse aspecto ainda é reforçado pelo livro, mas dessa vez são casos de seu passado que estão em pauta, ajudando a entender algumas decisões que tomaram lugar e forma durante o longa.

De contraponto com essas personagens está o capitão Vidal, uma figura que carrega em si uma personalidade simples, quase ignorante e que é repleta de um sentimento frio adquirido após anos vivendo sob um regime totalitário. Sua relação com Ofélia é algo aprofundado mais aqui, bem como seu machismo quase velado, e sua frieza.

No mundo de Guillermo del Toro, o cinismo não existe e o lugar dele agora abre espaço para metáforas, simbologias e uma mitologia muito rica e detalhada, algo que se mistura de forma homogênea com o surrealismo político e atemporal apresentado pelo cineasta mexicano. Algo que não falta no livro também. Dessa forma, del Toro e Funke fazem o que parecia impossível: o processo reverso de transformar um filme em literatura. A missão, no entanto, é bem sucedida. “São poucos e raros aqueles que sabem para onde olhar e o que escutar. Mas, assim como nas melhores histórias, são esses que fazem a diferença”, diz a última frase do livro. Não é à toa que a força-tarefa com dois escritores resgatou exatamente o sentimento exposto na sentença.

Site mostra quantos livros você poderia ler em vez de usar redes sociais

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Redes sociais: moderação de uso é tendência global (Reprodução/Getty Images)

Ao deixar de usar aplicativos como Facebook, Instagram e Twitter, tempo médio de uso poderia ser usado para ler 200 livros ao ano

Lucas Agrela, na Exame

São Paulo – Quanto tempo você passa usando Facebook, Instagram e Twitter diariamente? Se seu perfil se encaixa na média mundial, o tempo gasto nas redes sociais por dia é de duas horas e 23 minutos, segundo a edição deste ano do relatório chamado Flagship, da empresa de análise de mercado GlobalWebIndex. Um site chamado Omni Calculator mostra quantos livros que você poderia ler anualmente se substituísse o hábito de checar constantemente suas redes sociais pelo hábito da leitura.

Quem passa duas horas por dia usando esses aplicativos sociais, em um ano, poderia ler 195 livros – considerando que cada um deles tenha 240 páginas (de 250 palavras) e que a sua velocidade de leitura seja de 200 palavras por minuto. No site, você pode configurar o seu tempo de uso (logo no primeiro campo do formulário) e as demais informações são exibidas automaticamente. Todo o site está em inglês, mas tem palavras conhecidas, como books (livros) ou social media (redes sociais).

Recomendado no site do Fórum Econômico Mundial, o Omni Calculator também mostra outras comparações menos úteis, como quantas vezes você poderia ouvir Despacito por dia ou quantas vezes poderia assistir a todas as dez temporadas do seriado americano Friends por ano, caso optasse por deixar de usar as redes sociais.

Como escrevem os criadores do site, o tempo, mesmo que pareça pouco, pode ter um impacto significativo na óptica anual. “Um intervalo de cinco minutos a cada hora são centenas de horas por ano”, dizem.

Por conta disso, a recomendação dos criadores do site é tirar férias de redes sociais de tempos em tempos e desativar notificações para evitar que você abra várias vezes por dia um app de rede social.

Segundo a GlobalWebIndex, 58% jovens da geração Z (nascidos a partir dos anos entre as décadas de 1990 e 2000) dos entrevistados para seu relatório de uso global da Internet afirmaram ter tomado medidas para reduzir o uso das redes sociais no último ano. No entanto, a consultoria vê essa tendência como uma maturidade das redes sociais, que mantêm a relevância para acompanhar notícias, obter informações sobre produtos e estabelecimentos comerciais e compra e venda de artigos. Essa tendência global de moderação no uso de celulares fez com que empresas como Apple, Google e Instagram oferecessem recursos para o uso mais consciente de seus aparelhos e aplicativos.

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