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Cearenses criam startup que aluga livros de terceiros a partir de 50 centavos a diária

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Desenvolvedores da plataforma de aluguel também são responsáveis pelas entregas dos livros. (FOTO: Divulgação/Geo Brasil)

Você tem um livro parado? Pois o aplicativo AlluGo!, criado no Crato, se propõe a alugá-lo para leitores. Por hora, o serviço está restrito à cidade

Willian Barros, na Tribuna do Ceará

Os estudantes Daislan Vieira, Juan Carlos e Saulo Joab são os responsáveis pela AlluGo!, uma startup que viabiliza aluguel de livros. Os criadores são alunos do bacharelado em Sistemas de Informação do Instituto Federal do Ceará (IFCE). O serviço ainda está restrito à cidade do Crato, onde fica localizado o campus em que os desenvolvedores estudam.

Na plataforma, o usuário tanto pode alugar obras literárias quanto cadastrar exemplares para serem emprestados. Durante todo o procedimento, as informações são colhidas em formulários da plataforma Google Forms. Em poucas semanas, o projeto já ultrapassou a marca de 160 livros cadastrados.

Quem utiliza o serviço também não precisa se preocupar com a entrega. De bicicleta, a própria equipe do projeto se encarrega de buscar e deixar os livros nos endereços solicitados. Um outro diferencial da plataforma é o baixo custo do aluguel. Os valores variam entre 50 centavos e 2 reais por dia de leitura.

Os criadores já planejam a expansão do projeto. Eles pretendem levar a plataforma para cidades como Juazeiro do Norte e Barbalha; depois, para outros estados ou cidades maiores. Além disso, a equipe também já trabalha no desenvolvimento de um aplicativo para o serviço.

“A gente acredita que, se promover a questão da leitura, trazendo livros para as pessoas de uma forma mais barata, vai contribuir muito para o desenvolvimento tanto na região quanto da nossa sociedade em geral”, afirma o universitário Saulo Joab.

As diferenças entre o livro e o filme de Cemitério Maldito

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Augusto Ikeda, no EiNerd

Em breve, estreia nos cinemas brasileiros o filme Cemitério Maldito, que se trata de mais uma adaptação dos livros de Stephen King. A obra foi lançada em 1983 e seis anos mais tarde, em 1989, um filme inspirado no livro foi lançado. E como é de praxe, existem pequenas, mas importantes diferenças entre as duas versões.

Caso você não conheça a obra, Cemitério Maldito aborda os Creed, uma família que se mudou para a cidade de Ludlow, no estado americano do Maine, e começou a vivenciar uma série de acontecimentos estranhos e bizarros após a morte de Church, o gato de estimação deles. E com a ajuda de um vizinho, percebem que um antigo cemitério, aos fundos da casa em que moram, pode ter relação com esses eventos.

Agora, vamos falar das diferença entre o livro e o filme. Ou seja, se não quer saber grandes detalhes da história, encerre sua leitura por aqui.

Ellie e Gage

Na obra e no filme lançado em 1989, Gage Creed, o integrante mais jovem da família, é morto após ser atropelado por um caminhão. Esse é um elemento muito importante da história, pois foi a partir daí que os demais acontecimento estranhos começaram a aparecer na vida dos Creed, aliado com a morte e o renascimento de Church. No entanto, para o novo longa, será a irmã mais velha do garoto, Ellie, que morrerá em seu lugar.

Dennis Widmyer, um dos diretores do novo filme de Cemitério Maldito, explicou que a mudança foi feita para adicionar algumas camadas psicológicas extras para a narrativa do filme. Além disso, esse fator adiciona um pouco mais de suspense, já que não sabemos qual será o papel de Gage a partir de agora.

Zelda

Zelda Goldman é a irmã de Rachel Creed, que tem sua importância em todas as versões de Cemitério Maldito. Na obra original e no novo filme, a personagem é descrita com uma menina de 10 anos que morreu após ser diagnosticada com meningite e ainda assombra Rachel.

No entanto, no filme lançado em 1989, Zelda foi interpretada por um ator adulto, o que foi feito com o intuito de acrescentar um pouco mais de terror. Mas de qualquer forma, a deterioração de Zelda e sua subsequente morte estão entre as partes mais assustadoras da história de Cemitério Maldito.

Timmy

Timmy Baterman é um adolescente de 17 anos, morto durante a Segunda Guerra Mundial e que foi enterrado no cemitério aos fundos da casa dos Creed. Ele acabou sendo ressuscitado por conta da maldição Micmac, só que apesar de sua aparência normal, retornou como um zumbi e precisou ser morto de uma vez por todas.

Timmy apareceu tanto no livro quanto no filme lançado em 1989. No entanto, acabou ficando de fora do novo longa.

O sotaque de Jud

Uma pequena, mas importante diferença do livro para o filme é a ausência do sotaque dito pelos moradores do estado de Maine, algo que havia ficado muito evidente por Stephen King no personagem Jud Crandall, vizinho dos Creed, que tinha um sotaque bem carregado na obra original.

Para o novo filme, o ator John Lithgow, intérprete de Jud Crandall, abriu mão do sotaque usado pela versão do livro. Em um entrevista, Lithgow acredita que essa mudança foi feita pelo fato de Jud ter se tornado um personagem mais sério para o longa.

Wendigo

Por fim, um aspecto muito importante do livro é a presença dos Wendigo, um monstro do folclore dos indígenas americanos que é capaz de mudar de forma e se trata de um híbrido entre ser humano e animal. Segundo as palavras de Jud, a criatura reside no cemitério em questão e era temido pelos habitantes nativos do local.

No filme de 1989, o monstro acabou ficando de fora da narrativa. No entanto, os trailers da mais nova adaptação de Cemitério Maldito já confirmaram a presença dessa criatura, que como você já deve ter notado, também é importante para o desenvolvimento da história.

Fontes: Mirror e Dread Central

Livros de “Agatha Christie” serão adaptados em série pela mesma produtora de Big Little Lies

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Victor Tadeu, no Desencaixados

Já conhecida nas décadas de 80 e 90, a senhora Miss Marple está retornando com tudo para as telas da TV, pois foi confirmado através da The Hollywood Reporter que uma saga de livros com autora Agatha Christie será adaptado em série pela mesma produtora-executiva de Big Little Lies.

Bruna Papandrea está responsável pela adaptação em série de histórias que envolvem a personagem Miss Marple, são exatamente 12 livros e 20 contos. Ela não está sozinha nessa série, pois a produtora vai reunir com a Agatha Christie Ltda para dar partida no projeto.

Miss Marple é uma senhora capaz de desvendar excelentes mistérios, ela ficou muito conhecida nas décadas de 80 e 90, principalmente pelo fato da BBC e A&E desenvolver uma franquia de filmes e uma série sobre a personagem.

Poucas informações sobre esse projeto foram reveladas, mas até o momento foi confirmado o envolvimento de Steve Hutensky, Casey Haver, Jeanne Snow e Janice Park. Além deles, também James Prichard e Basi Akpabio, da Agatha Christie Ltda.

A série ainda não tem uma previsão de lançamento.

Jogo The Lord of the Rings: Gollum é anunciado

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The Lord of the Rings: Gollum trará história baseada no estranho personagem de O Senhor dos Anéis — Foto: Reprodução/PC Gamer

Novo game baseado no universo de O Senhor dos Anéis tem como foco história de Gollum e conta eventos anteriores aos livros

Rafael Monteiro, no Tech Tudo

The Lord of the Rings: Gollum é novo jogo baseado na série clássica de livros O Senhor dos Anéis, do escritor J. R. R. Tolkien, focado especificamente na história do personagem Gollum. O desenvolvimento está nas mãos da Daedaelic, em parceria com a Middle-earth Enterprises, e não vai seguir a versão dos filmes e sim o personagem retratado nos livros.

Por enquanto, foi divulgada apenas uma marca do jogo, sem imagens ou vídeos. O lançamento está planejado para 2021 nos consoles e PC, sem detalhar plataformas, mas é de se esperar que PS4 e Xbox One serão considerados.

O game será de ação e aventura, com uma história original sobre o personagem principal que se passa antes dos eventos dos livros. Segundo o CEO da Daedaelic, Carsten Fichtelmann, o jogador terá que lidar com as múltiplas personalidades de Gollum e em momentos de decisão vai ouvir as vozes conflitantes que o aconselharão. Não foram dados detalhes sobre a jogabilidade, porém, como Gollum não é um exímio lutador, presume-se que haverá elementos de stealth – quando o jogador deve atingir seu objetivo sem buscar o conflito direto, de forma furtiva.

Originalmente Gollum era um Hobbit chamado Sméagol que acidentalmente obtém o “Um Anel”, um poderoso anel capaz de dominar o mundo e que se torna motivo de diversos conflitos. Gollum tem sua mente corrompida pelo anel, mata seu primo com medo de que ele o roube e após ser mandado embora de seu vilarejo acaba isolado nas Montanhas Sombrias. Este período de reclusão o deixa ainda mais enlouquecido e deformado fisicamente, enquanto alimentava-se de peixes crus e ocasionalmente orcs que conseguia abater nas sombras.

Uma curiosidade é que os direitos dos filmes e dos livros de O Senhor dos Anéis são negociados separadamente para criar os jogos. A Warner Bros. tem os direitos dos filmes e lançou nos últimos anos games como Terra-média: Sombras de Mordor e Terra-média: Sombras da Guerra. Enquanto outras empresas lançaram títulos como The Lord of the Rings Online e The Lord of the Rings Living Card Game.

Livro de Michelle Obama pode se tornar a autobiografia mais vendida da História

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Reuters
“Escrever foi uma profunda experiência pessoal. Falo sobre minhas raízes e de como uma garota encontra sua voz”, escreve a ex-primeira-dama em seu Twitter.

Andréa Martineli, no Huffpost

O livro de memórias de Michelle Obama, Minha História, pode se tornar a autobiografia mais vendida da História. O dado foi divulgado nesta terça-feira (26), editora Bertelsmann, que detêm direitos da publicação.

A editora ainda tem a expectativa de que a autobiografia de Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos e marido de Michelle, seja outro sucesso. A expectativa é publicar neste ano, mas ainda não há uma data certa.

Após a publicação de Minha História, a receita anual da editora aumentou cerca de 2,8% ― o maior número em seus 183 anos de existência ― 10 milhões de cópias foram vendidas desde seu lançamento, em novembro de 2018.

“Isso torna o livro de Michelle o nosso sucesso criativo mais notável do ano passado”, disse o diretor-executivo da Bertelsmann, Thomas Rabe, em coletiva de imprensa, segundo a Reuters.

O livro, traduzido para mais de 28 idiomas, mostra uma Michelle sem medo de revisitar o passado e tocar em feridas. Ela escreve abertamente não só sobre sua infância, mas também sobre sua incredulidade ao ser a 1ª primeira-dama negra dos Estados Unidos, entre 2009 e 2017. Michelle também classifica a campanha de Donald Trump como “preconceituosa e perigosa”.

Parte dos ganhos com os livros ― que giram em torno de U$ 60 milhões de dólares (cerca de R$ 250 milhões) ― serão doados para instituições, incluindo a Fundação Obama. Para divulgar seu livro, Michelle Obama realizou uma turnê durante dois meses nos Estados Unidos.

“Escrever foi uma profunda experiência pessoal. Falo sobre minhas raízes e de como uma garota encontra sua voz. Espero que minha viagem inspire os leitores a encontrar o valor para conseguir tudo a que aspiram”, escreveu em seu Twitter à época. “Chicago moldou quem eu sou. Quero também prestar um tributo à comunidade de South Side que me deu tanto amor desde sempre.”

Quando o livro foi publicado no Brasil, o HuffPost Brasil publicou um trecho exclusivo da autobiografia da ex-primeira-dama dos Estados Unidos.

Nele, Michelle conta que, mesmo com um currículo exemplar e compatível com o nível de Princeton, chegou a ouvir de uma orientadora que “não fazia bem o tipo” da universidade.

“Naquele dia, ao sair da sala da orientadora, eu estava furiosa, o ego ferido mais do que tudo. Naquele momento, meu único pensamento era: vou mostrar a você”, escreve. A jovem desejava seguir os passos de seu irmão mais velho Craig, que se formou lá em 1983.

Meses depois, uma carta chegou à caixa de correio da casa em que morava com seus pais, em Chicago, oferecendo uma vaga. Michelle não só entrou para cursar Sociologia, mas fez especialização em estudos afro-americanos e, mais tarde, deu continuidade à sua carreira acadêmica estudando Direito em Harvard.

“Ninguém da minha família mais próxima tinha muita experiência direta com faculdades”, conta em livro. “Nunca achei que entrar na faculdade seria fácil, mas estava aprendendo a me concentrar e a ter fé na minha própria história.”

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