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Posts tagged livros

Histórias Assustadoras | Terror de Del Toro ganha trailer

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Lucien Gilbert, no Reserva Cinéfila

Histórias Assustadoras para contar no Escuro ganhou um trailer legendado hoje (6). O filme é baseado em contos de terror e lendas urbanas presentes em livros escritos por Alvin Schwartz. Confira abaixo:

A história se passa em 1968, na cidade de Mill Valley. O lugar é assombrado por estranhos acontecimentos envolvendo a mansão Bellows. Além disso, no porão desta casa, Sarah Bellows, jovem com segredos e rejeitada pelos pais, escreve um livro com histórias medonhas. Assim sendo, após um intervalo de anos as histórias do livro começam a se fazer presentes na vida de um grupo de adolescentes que devem lidar com o passado de Sarah.

No elenco temos Zoe Colletti (Annie), Dean Norris (Breaking Bad), Michael Garza (Jogo Vorazes: A Esperança – Parte 1), Austin Abrams (Cidades de Papel) e Gabriel Rush (O Grande Hotel Budapeste). A direção fica por conta de André Øvredal (A Autópsia). Já na produção temos Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar por A Forma da Água.

Vale lembrar que este novo trabalho, sem dúvida, não é novidade para Del Toro: ele já teve contato com o terror, tendo algumas obras com elementos do gênero. A mais proeminente e lembrada delas é o filme O Labirinto do Fauno.

Desse modo, Histórias Assustadoras para contar no Escuro será distribuído pela Diamond Films e estreia em agosto.

JK Rowling irá lançar 4 novos livros da saga Harry Potter

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Os contos serão publicados em versão digital no Pottermore

Bruna Dolores, na Poltrona Nerd

JK Rowling vai lançar quatro novos livros eletrônicos da saga Harry Potter no mês que vem, oferecendo aos fãs a chance de “se aprofundar na rica história da magia”.

O site de Rowling Pottermore publicará as histórias de não-ficção, que serão dedicadas a todas as coisas do “mundo bruxo”. Cada um deles terá como tema as lições estudadas na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Os contos são inspirados em uma exposição da British Library sobre Harry Potter.

A série terá o nome Harry Potter: A Journey Through…, adaptado do audiobook Harry Potter: A History of Magic e inspirado no nome da exibição da biblioteca de 2017.

“Prepare-se para aprofundar na rica história da magia (seja a nossa própria história dos trouxas ou o mundo mágico criado por JK Rowling) com esta nova série de contos em e-books”, disse um comunicado no site Pottermore.

“Além de explorar as origens da magia através da história e do folclore, os contos em eBook também trazem notas, páginas manuscritas e esboços encantadores, como visto anteriormente em Harry Potter: A History of Magic.”

Os dois primeiros livros, que serão lançados em 27 de junho, irão explorar Defesa Contra as Artes das Trevas, bem como Poções e Herbologia. O terceiro e quarto livros, que serão divulgados logo depois, irão focar em Adivinhação e Astronomia, juntamente com Trato das Criaturas Mágicas.

Todos os quatro foram ilustrados pelo artista londrino Rohan Daniel Eason e estarão inicialmente disponíveis em inglês, francês, italiano e alemão.

Travessa: uma das melhores livrarias do Brasil chegou a Lisboa

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Fica no Príncipe Real e tem uma curadoria e programação cultural cuidada.

Ricardo Farinha, no NIT

Rui Campos tinha 19 anos quando se mudou para o Rio de Janeiro, no Brasil, vindo de Belo Horizonte. Era o ano de 1975 e a ditadura ainda era uma realidade naquele país, pelo que o trabalho de livreiro não era fácil.

Na loja tentavam comprar livros a editoras de vários países, incluindo Portugal, mas muitos autores e temas eram proibidos e os exemplares acabavam por ficar na alfândega. Essa primeira livraria onde trabalhou, a Muro, acabou por fechar. Em 1986 Rui Campos lançava o próprio negócio, na Travessa do Ouvidor, e foi assim que ficou batizada a Livraria da Travessa.

O resto, como se costuma dizer, é história. No Brasil existem oito espaços atualmente e a 18 de maio foi inaugurada a primeira fora do país — o local escolhido foi o Príncipe Real, em Lisboa. Está integrada no piso térreo da Casa-Pau Brasil, que já era conhecida por acolher várias marcas brasileiras de diferentes áreas.

São paredes e paredes com estantes com livros, num espaço de 300 metros quadrados que pretende receber apresentações e tertúlias com regularidade, entre outras iniciativas culturais.

As obras estão divididas em áreas como Literatura, Fotografia, Arquitetura, Artes, Ciências Humanas ou Biografias. Apesar de haver bastantes autores brasileiros — como Vinicius de Moraes, Machado de Assis, Chico Buarque, Caetano Veloso, Jorge Amado ou Milton Hatoum —, os portugueses também estão em destaque na Travessa.

Nas várias estantes podemos encontrar livros de nomes como Antônio Lobo Antunes, Mia Couto, Alexandra Lucas Coelho, Miguel Torga ou Eça de Queirós, entre outros.

Nas próximas semanas, vai ser instalada uma cafeteria no espaço, que será explorada pela Brigadeirando, que serve brigadeiros e vai ter sumos brasileiros naturais. A Travessa pode ser visitada todos os dias: de segunda-feira a sábado entre as 10 e as 22 horas, sendo que aos domingos abre mais tarde, pelas 11 horas, e fecha mais cedo, às 20 horas.

A tendência na capital portuguesa tem sido mais o encerramento das livrarias, mas o negócio da Travessa parece estar a correr bem. Depois desta, Rui Campos vai abrir a sua décima livraria em São Paulo.

‘Cemitério Maldito’ completa 30 Anos! Conheça Curiosidades sobre o Clássico

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Pablo Bazarello, no CinePop

Cemitério Maldito (1989) assombrou a infância de muita gente, como a deste que vos fala. O filme, obviamente, é baseado num livro de Stephen King, e tem direção de Mary Lambert.

A história apresenta uma típica família saída de comercial de margarina, com o pai médico (Dale Midkiff), mãe (Denise Crosby), filha (Blaze Berdahl) e filho de 3 anos (Miko Hughes, o menino do meme), se mudando para uma propriedade rural no interior, em uma cidadezinha. Apesar da tranquilidade, uma estreita estrada muito próxima traz um intenso fluxo de caminhões. Fora isso, a paz desta família será ameaçada pela presença de um cemitério de animais nas proximidades, dito trazer de volta seus entes queridos enterrados por lá. Às vezes a morte é melhor.

Como o remake está nos cinemas, resolvemos homenagear este verdadeiro clássico do gênero, que está completando 30 anos de seu lançamento. Conheça algumas curiosidades de Cemitério Maldito abaixo.

Stephen King

A ideia para a história surgiu quando o gato da filha do autor, Smuckey, foi atropelado na estrada. Como forma de homenagem ao animal, tanto no livro quanto no filme, um túmulo revela o nome do gatinho Smuckey.

Stephen King participa do filme vivendo um padre na cena do funeral. O autor também adaptou o roteiro de seu próprio livro para o cinema (o primeiro de sua carreira), e esteve presente durante quase toda a gravação do longa, já que sua casa ficava próxima ao set, no Maine.

O autor considerado mestre do terror já escreveu muitas histórias em sua vida. Mas apenas uma lhe deu medo de verdade. Se trata de Cemitério Maldito, segundo relatou o mesmo.

Elenco

Um dos momentos mais creepy do filme envolve a irmã doente de Rachel, Zelda. Para o papel, a fim de atingir o efeito esperado de estranheza, foi escalado Andrew Hubatsek, um homem.

O pequeno Miko Hughes, que interpreta o filho Gage, tinha apenas 3 anos durante as filmagens. O estúdio exigiu o uso de gêmeos, como se costuma fazer nestes casos com crianças tão pequenas. Mas a diretora Mary Lambert havia ficado tão impressionada com o desempenho do garoto, que bateu o pé por ele no elenco.

Foram utilizados sete gatos da raça British Shorthair para o “papel” de Church, o gatinho do “demo”, durante as filmagens.

Para o papel de Ellie, a filha, foram usadas as gêmeas Blaze e Beau Berdahl, embora apenas Blaze tenha sido creditada no papel. Beau recebeu crédito como Ellie II.

O ator Bruce Campbell, mais conhecido por viver Ash da franquia Evil Dead, era a primeira escolha para o papel protagonista Louis Creed, o pai da família.

Diretora

Este foi o segundo trabalho como diretora de cinema de Mary Lambert, que iniciou sua carreira no comando de videoclipes da Madonna, vide Material Girl (1985) e Like a Prayer (1989). Lambert viria a dirigir a sequência Cemitério Maldito 2 (1992) também, sem o mesmo impacto.

Antes de Mary Lambert assumir o projeto, a oferta foi feita para Tom Savini, técnico em efeitos práticos para terror, que recusou o filme. Depois, Savini viria a dirigir o remake de A Noite dos Mortos Vivos (1990).

Quando a cineasta Mary Lambert apresentou o corte final de Cemitério Maldito, os executivos da Paramount acharam o filme longo demais. Assim, ele precisou ser reeditado. Além disso, acharam o desfecho muito “triste, quieto e emotivo”, por isso um novo final mais gráfico foi filmado.

Vejam só isso! O diretor original seria ninguém menos do que George Romero, criador de A Noite dos Mortos Vivos (1968). Devido a atrasos nas filmagens, o cineasta precisou sair do projeto, dando vaga para Mary Lambert assumir. Romero partiria então para dirigir Instinto Fatal (1988), aquele filme sobre um mico de companhia assassino. Os lendários mestres do terror eram muito amigos, e haviam trabalhado juntos em Creepshow (1982), com Romero dirigindo um roteiro de King. Depois disso, voltariam a colaborar em A Metade Negra (1993), no qual Romero adapta um livro de King para o cinema.

Livro e Filme

Apesar de na época muitos terem se preocupado, não houve exposição do pequeno Miko Hughes às cenas mais violentas e assustadoras. Foi tudo criado através da mágica da edição. Para as cenas mais pesadas, foi usado um boneco. Assim, Hughes foi editado em cenas mais grotescas, sem ser de fato exposto a elas durante as filmagens. Por exemplo, o bisturi que ele usa no final do filme não era afiado.

No livro, a pequena Ellie, a filha, tem poderes psíquicos, assim como Danny em O Iluminado. Mas este fator foi cortado do filme pela diretora Lambert, que achou que não encaixava na história.

Referências

No roteiro original de King, ele utiliza um elemento presente no livro. A aparição de um Wendigo – um demônio nativo americano. A ideia foi cortada do filme. Mas em duas cenas, em que os personagens desbravam o caminho do cemitério à noite na mata, podem ser ouvidos estranhos barulhos, gritos e uivos, derivados desta criatura.

Quem conhece a fundo as obras de Stephen King, sabe que é comum em seus livros personagens fazerem referências a outras de suas obras. Em Cemitério Maldito, o personagem Judd, o vizinho, menciona que numa cidade próxima, um cachorro ficou louco e matou diversas pessoas. Esta é uma referência a Cujo, outro dos livros de King, transformado em filme em 1983, protagonizado pela atriz Dee Wallace. Fora isso, quando Victor Pascow, o estudante que volta como fantasma dando dicas ao protagonista, é levado desfalecido ao hospital, um pôster sobre raiva estampando o cão Cujo pode ser visto na cena.

Além de Cujo e O Iluminado, outra referência contida no livro é Os Vampiros de Salem. A citação ocorre quando Rachel passa por uma placa de Salem´s Lot, outro título de King.

Uma referência que não é de um livro de King ocorre quando Timmy Baterman, o rapaz que foi trazido de volta à vida durante a infância do vizinho Jud, finalmente encontra seu destino, e sua casa arde em chamas com ele dentro. Enquanto é queimado junto ao pai na casa, ele grita: “amo morto, odeio viver”. Esta frase é homenagem à “Noiva de Frankenstein” (1935), dita por Boris Karloff no papel do monstro.

Ramones

Stephen King é fã assumido da banda de punk rock da década de 1970, e faz diversas referências de suas canções ao longo do livro ‘Cemitério Maldito’. Retribuindo o favor, os Ramones gravaram a canção tema do terror, de mesmo nome – que se tornou tão conhecida ou até mesmo mais famosa que o filme em si. Fora isso, o caminhoneiro que causa o acidente chave do filme estava ouvindo outra canção do grupo, ‘Sheena is a Punk Rocker’. Esta participação se deu por conta da diretora Mary Lambert, que tinha um background vindo da música, tendo dirigido alguns clipes da Madonna. A diretora conhecia os Ramones e os convidou para gravar a trilha sonora, sabendo como King era fã deles.

Netflix anuncia série sobrenatural baseada em livro do Oriente Médio

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Victor Tadeu, no Desencaixados

A inclusão da Netflix é bastante percebida pelos assinantes, é frequente a empresa lançar títulos de outras nacionalidades, saindo um pouco de todo o universo de Hollywood. Com isso, nesta segunda-feira (27) foi revelado para a Variety mais uma produção do Oriente Médio.

Paranormal é o terceiro título dessa cultura que será lançada dentro da plataforma de streaming, inspiradas no autor Ahmed Khaled Tawfik, já falecido, a história será ambienta no Egito onde o protagonista Dr. Refaat Ismail lidará com uma série de eventos sobrenaturais.

O livro que dá origem à série é um best-seller árabe e foi um marco na década de 60. O Egito é uma potência muito forte para as produções árabes, trazendo uma representatividade muito grande ao catálogo.

“Estamos empolgados em continuar nosso investimento em produções do Oriente Médio, adaptando os romances ‘Paranormais’ altamente aclamados em uma nova série emocionante”, disse Kelly Luegenbiehl, vice-presidente de originais internacionais da Netflix , em um comunicado. “Também temos o prazer de colaborar com o proeminente produtor Mohamed Hefzy e o diretor Amr Salama , cuja visão criativa estamos ansiosos para trazer ao nosso público global.”

A série não tem previsão de lançamento e os livros não são publicados no Brasil.

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