Sua Segunda Vida Começa Quando Você Descobre Que Só Tem Uma

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Reencontro em Paris é o novo livro de Danielle Steel

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Úrsula Neves, no Cabine Cultural

Aos 50 anos, Carole Barber é uma famosa atriz que há algum tempo não atua em novos filmes. Sua carreira foi extensa, iniciada quando tinha apenas 18 anos. Desde que seu marido morreu, ela se manteve fora das produções cinematográficas, mas agora está focada em realizar um antigo sonho: escrever um livro. Carole escolhe Paris, cidade onde já morou, para ser a inspiração do seu enredo. Porém, após um grave acidente, ela acorda sem nenhuma lembrança do seu passado.

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Danielle Steel é considerada a dama do romance e já vendeu mais de dois milhões de exemplares só no Brasil. Reencontro em Paris chega às livrarias em dezembro pela Record. Danielle Steel é amada por legiões de leitores. Seus livros já venderam mais de 650 milhões de exemplares em todo o mundo, foram traduzidos para 43 idiomas e publicados em 69 países. Seus vários best-sellers incluem: Bangalô 2, Hotel Bevery Hills, O segredo de uma promessa, O anel de noivado, Final de verão, Vale a pena viver, Cinco dias em Paris, entre outros.

Novo livro de Stephen King será lançado em 2018

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Fernando Rhenius, no Vavel

Fugindo do tema terror, King volta sua escrita para uma história nos mesmo moldes da trilogia Bill Hodges.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Os leitores e fãs de Stephen King não tem do que reclamar. O ano de 2017 foi marcado por produções como IT, A Torre Negra, Jogo Perigoso, O Nevoeiro, Mr. Mercedes, 1922. No campo literário, o lançamento de Belas Adormecidas em parceria com o filho Owen e Gwendy’s Button Box ao lado de Richard Chizmar, este ainda inédito no Brasil

Para 2018 um novo livro, uma nova história. Seguindo os passos da trilogia Bill Hodges (Mr. Mercedes, Achados e Perdidos e Último Turno), The Outsider, leva o leitor a acompanhar um novo suspense. Em diversas entrevistas King deixa claro que o terror característico do autor produzido nos anos 80, não estão mais na ordem do dia.
A história

O corpo de um menino de 11 anos é encontrado no parque da cidade. Após investigações e coleta de impressões digitais a polícia chega a Terry Maitland, treinador da Liga da Meninas, professor, marido e pai de duas meninas. Uma pessoa bem relacionada na comunidade.

Coube a Ralph Anderson detetive e conhecido de Maitland, já que seu filho foi um dos alunos do professor, resolver o caso. Ralph manda prender o suspeito de forma rápida e para muitos arbitrária. Mesmo com um álibi, amostras de DNA e as digitais botam por terra os argumentos do professor. Testemunhas garantem que Maitland é culpado.

A investigação avança, fatos terríveis começam a aparecer. Terry Maitland é realmente o bom moço e exemplo para a cidade? Existe um outro lado?

De acordo com o site oficial do autor, o lançamento está marcado para junho de 2018. A edição americana já está em pré-venda no site da Amazon e conta com 576 páginas.

‘Tartarugas até lá Embaixo’ será o novo livro de John Green nos cinemas

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Publicado no Cineset

A baixa repercussão de “Cidades de Papel” não desanimou a 20th Century Fox em investir de novo em uma adaptação dos livros de John Green. A mais recente obra do escritor, “Tartarugas até lá Embaixo” será o próximo romance do escritor a ganhar versão para os cinemas. As informações são do site da Variety.

“Tartarugas até lá Embaixo” acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Ainda não há nomes definidos para o elenco (as fãs, claro, desejam ver Ansel Elgort no elenco).

“A Culpa é das Estrelas” segue sendo o grande sucesso cinematográficos de John Green nos cinemas: o romance faturou US$ 307,2 milhões ao redor do planeta contra US$ 85,5 milhões de “Cidades de Papel”.

Lya Luft lança novo livro que mescla ensaio, romance e ficção

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“Toda escrita é um desafio, mas pra mim é prazeroso", diz Lya Luft Foto: Divulgação

“Toda escrita é um desafio, mas pra mim é prazeroso”, diz Lya Luft
Foto: Divulgação

 

Em ‘A Casa Inventada’, a escritora gaúcha trata de fatos corriqueiros do cotidiano humano

Publicado no JCOnline

Era uma casa muito inventada essa de Lya Luft. Tinha teto, chão e paredes, mas os cômodos possuíam funções que vão muito além das utilitárias. A porta de entrada serve também para observar; o espelho para enxergar seu alter ego; a sala de estar é palco das alegrias e intrigas familiares, onde os não ditos às vezes revelam muitas coisas; o quarto das crianças representa as descobertas da infância e aquelas perguntas que deixam os adultos sem respostas; no porão, ficam guardas as dores das perdas, mortes e doenças; no pátio, a lucidez e a cotidianidade da vida tentam prevalecer; enquanto no jardim, último local por onde o visitante leitor passa, a morte deixa todos mais reflexivos. Ilusão ou soma de muitas experiências vividas?

A própria autora não se importa muito com a resposta a esta pergunta. Assim como em seus livros anteriores, a autora gaúcha tece reflexões sobre acontecimentos corriqueiros em A Casa Inventada, recém-lançado pela Record (112 páginas, R$ 29,90).
A obra é uma mescla de diversos gêneros literários, como romance, autobiografia, ensaio e até ficção surrealista. “Muitas coisas são fragmentos de lembranças trabalhados pela fantasia”, conta Lya, em entrevista por e-mail.

“Toda escrita é um desafio, mas pra mim é prazeroso. A maior parte do que escrevo é invenção, com pequenas doses de memória elaboradas pela imaginação. A realidade é uma sombra.” Conhecida por traçar muitas analogias em seus escritos, a sua casa inventada é, acima de tudo, uma grande metáfora da vida. Nela quase tudo se passa, desde as primeiras descobertas infantis às maiores perdas adultas, e questões existenciais são abordadas de maneira fluída através da vida da protagonista, uma menina sem nome, ao não ser por aquele dado pela sua amiga imaginária Pandora, outra protagonista da história.

A escolha de não nomear personagem é bastante coerente com as temáticas tratadas ao longo dos capítulos, já que são assuntos que abrangem o cotidiano de todos. “(…) o bom da vida são os desafios, o não entendido, e por favor – como já escrevi há muitos anos – não queiram me prender no alfinete da interpretação”, ela avisa na introdução. Cada capítulo – A Porta de Espiar, O Espelho de Pandora, A Sala da Família (e o biombo do silêncio), O Quarto das Crianças, O Porão das Aflições, O Pátio Cotidiano e O Jardim dos Deuses – é precedido de um poema, uma uma constante da vida e obra de Lya Luft.

Apesar dela não lançar um volume de poesias há alguns anos, sempre integra alguns versos em seus ensaios e romances. “Nunca parei de escrever poesia e gosto de abrir os capítulos com um poema, às vezes feito na hora, como um tipo de introdução para o leitor”, pontua.

VIDA E PERDAS

Nascida na cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul, em 1938, Lya completou no último mês de setembro 79 anos e vem se dedicando à literatura há mais de 50. Formada em Pedagogia e em Letras Anglo-Germânicas, ela começou a carreira traduzindo antes de publicar. Em 1964, quando tinha 24 anos, escreveu o Canções do Limiar, livro de poemas, e 16 anos depois publicou seu primeiro romance, As Parceiras. Um de seus livros mais famosos data, entretanto, de 2003.

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Em Perdas e Ganhos, ela discorre sobre a passagem do tempo, o envelhecimento e a morte. Esta última, infelizmente, ultrapassou as páginas de seus livros e marcou alguns momentos de sua vida. Aos 49 anos, se viu viúva de seu segundo esposo e, aos 57, perdeu Celso Pedro Luft, seu primeiro marido e pai de seus três filhos, com quem tinha voltado a se relacionar. O amor conjugal voltou na vida da escritora há alguns anos quando ela conheceu o engenheiro e também autor Vicente Britto Pereira. Mas no início deste mês, ela perdeu seu filho André, vítima de um infarto.

“Acho que a vida tem mais valor se reconhecemos e admitimos tristezas e lutas, sem deixar de curtir as alegrias. Ou ficamos fúteis e infelizes”, analisa. Sobre estar completando mais de 55 anos de carreira, Lya ainda se identifica como fascinada pelo mundo e pelas pessoas. “Não tenho mais a pressa e agilidade da juventude, mas não perdi o gosto de viver e o assombro diante das coisas e do mundo. Atualmente, estou numa fase muito sombria em que procuro me isolar, pois acabo de perder tragicamente um de meus filhos. Mas não conheço revolta nem amargura: ele entrou no Mistério.”

Leia um trecho do livro:

“Os fios mais complicados, da trama maior e mais apertada – que pode ser rede de salvação, balanço de alegria tela de prisão –, são aqueles urdidos na família: onde tudo é mais complexo, mais obscuro, mais terno, mais amoroso, e às vezes mais cruel.
Onde mais nos sentimos abrigados ou julgados. Onde mais se comentem amores e injustiças. Onde os cuidados estendem braços amorosos, e o ciúme espreita sob pálpebras apertadas. Onde somos mais acompanhados, e mais sozinhos. Salvos ou condenados, euforia ou danação: família.

E a sala da família é o aposento que, como um arquiteto que mostra seu projeto, eu desenrolo agora: cenário de papel com muitos desenhos, móveis, quadros, tapetes, pessoas. A mesa de jantar. Na frente ela mais um grande espelho, que estranhamente tem um vago tom de rosa antigo.

Pandora não quer se revelar ali: ela acha, ao contrário de mim, que numa família só se desenrolam farsas. Mas eu sei que não.
– Deixa de ser cínica, Pandora.
Ela faz uma careta:
– Com família a gente só tem dois caminhos, amiga: cinismo ou ingenuidade. Você foi criada para acreditar em tudo. – E começou a desfiar, contando nos dedos: – Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Cegonha…
Ela gosta de me humilhar? Mas, se ela é meu reflexo, sou eu mesma que me humilho. Nem sempre concordo com ela.”

Stephen King está em alta com novo livro, HQ e relançamentos

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Publicado no Estadão

Nesta segunda, 16, chega às lojas Belas Adormecidas, novo livro de Stephen King. Escrito em parceria com o filho caçula, Owen, a obra é lançada em um dos momentos de maior popularidade em sua carreira – que sempre esteve em alta com clássicos marcantes na literatura e adaptados para o cinema, como O Iluminado e Carrie.

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O momento tão pop é por conta do filme It – A Coisa, baseado no livro de 1986, que estreou em setembro e quebrou o recorde de bilheteria para longa de terror. Só no Brasil, como efeito do longa, o livro teve aumento de vendas de 290%, entre janeiro e setembro de 2017, em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo a editora Suma de Letras, que publica a obra no País. Ao todo, livros de King na Suma também tiveram aumento nas vendas de 40% nos mesmos períodos.

Próxima aposta, o lançamento de Belas Adormecidas será simultâneo com os EUA, algo nem sempre possível para o mercado brasileiro. “Tivemos um prazo pequeno, de três meses, precisei de uma dedicação maior”, diz a tradutora Regiane Winarski, fã do autor que já traduziu outras sete obras dele, como o próprio It e Joyland.

Críticas como a do New York Times não aprovaram a parceria entre Stephen e Owen – “prosa irreconhecível”. Winarski diz não ter estranhado, mas admite que pode ser perceptível o peso da escrita a quatro mãos. Ela confessa também que o novo livro não é o tradicional King. “Já traduzi outros livros de parceria em que senti mais a diferença, mas dá para ver que há mais alguém ali.” Para a tradutora, o que mais chamou sua atenção foi um King “bonzinho”. “Ele às vezes é muito cruel com os personagens, mata sem pena, mas nesse não está tão sangrento.”

Já acostumada com a escrita do autor, Winarski revela que o principal desafio sempre é adaptar para o português a linguagem coloquial e cheia de palavrões. Outro tradutor de King, Érico Assis, concorda. “Ele tem um jeito particular de usar adjetivos de ênfase e também palavrões, que acaba caracterizando e dizendo muito sobre cada personagem”, explica.

É de Érico a tradução de Creepshow, que chega às lojas no fim de outubro pela editora Darkside. A obra é uma graphic novel criada em 1982 pelo ilustrador Bernie Wrightson com base no roteiro do filme de mesmo nome, escrito e estrelado por King, que reúne alguns contos de terror do autor.

Além de ter que fazer jus ao texto, a versão brasileira chega pouco tempo após a morte de Wrightson, em janeiro. “Honra e desafio”, define Assis. “Como em qualquer tradução de HQ, tenho que me ater a palavras e desenhos, entender como se relacionam no original”, explica. “Fiz isso em Creepshow, mas como havia mais texto do que num quadrinho contemporâneo, minha atenção maior foi ao estilo, que misturam tom de gibi das antigas e prosa stephenkinguiana.”

Para celebrar os 70 anos de King, completados em 21 de setembro, a Darkside relançou ainda o livro Stephen King – A Biografia: Coração Assombrado, de Lisa Rogak, numa edição especial para colecionadores.

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