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Pequenas Realidades, de Tabitha King, será lançado no Brasil

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Romance de estreia da escritora que é esposa de Stephen King

Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

A editora DarkSide anunciou que vai lançar no Brasil o livro Pequenas Realidades, de Tabitha King. O romance foi publicado originalmente em 1981, como a estreia da escritora, que também é esposa de Stephen King.

A trama gira em torno de Dorothy Hardesty Douglas, a filha de um ex-presidente dos EUA, que agora vive uma vida pacata. Entusiasta de miniaturas e maquetes, ela possui uma réplica da Casa Branca em seus mínimos detalhes. Ao conhecer um homem que trabalhou em um projeto secreto do governo, Dorothy descobre uma forma sinistra de aperfeiçoar seu hobby.

O lançamento acontece em 29 de maio.

Catedral de Notre-Dame serviu de cenário para livros e filmes

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Clássico da Disney é inspirado em livro de Victor Hugo, lançado com objetivo de reforçar a necessidade de preservar a catedral | Foto: Divulgação / Disney / CP

Um dos pontos turísticos mais visitados de Paris, atingido por um incêndio, foi destaque no clássico “Corcunda de Notre-Dame”

Publicado no Correio do Povo

A Catedral de Notre-Dame, que foi atingida por um incêndio de grandes proporções nesta segunda-feira, é conhecida não só por ser um dos principais pontos turísticos de Paris e, consequentemente, um dos locais mais visitados do mundo. A igreja também é famosa no universo pop, pois já serviu de cenário para grandes produções do cinema, além de ser destaque na literatura.

O clássico da Disney, o “Corcunda de Notre-Dame” (1996), inspirado no livro homônimo do autor Victor Hugo — publicado em 1831 —, tem a catedral como centro da história e talvez seja a adaptação mais famosa. O filme retrata a vida de Quasimodo, um sineiro corcunda que vive recluso na catedral com medo de não ser aceito na sociedade por conta da aparência.

Vale lembrar que na época em que a obra de Victor Hugo foi lançada o objetivo do autor era reforçar a necessidade de preservar a catedral. O livro foi publicado inicialmente com o título “Notre-Dame de Paris, 1482”.

A Disney anunciou no início deste ano que pretende fazer um live-action de “Corcunda de Notre-Dame”, ainda sem data prevista para estrear.

Além disso, a história de Quasimodo foi retratada em outras diversas adaptações para o cinema e televisão. Em 1923, por exemplo, foi lançada a primeira versão cinematográfica da obra, estrelada por Lon Chaney. Em 1939, o filme norte-americano dirigido por William Dieterle fez muito sucesso na época por conta da brilhante atuação de Charles Laughton.

“Notre-Dame de Paris” é mais uma adaptação do livro de Victor Hugo. É um filme mudo francês de 1911, dirigido por Albert Capellani e estrelado por Henry Krauss e Stacia Napierkowska.

Já em 1999, o diretor Patrick Timsit foi o responsável por “Quasimodo d’El Paris”, uma comédia francesa baseada na obra original. A catedral de Notre-Dame ainda teve destaque nas telonas no longa Meia Noite em Paris, que se passa na Cidade Luz.

Rocco anuncia data de lançamento e título nacional de quarto livro de Cormoran Strike

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Vinicius Ebenau, no Animagos

A Rocco revelou através de suas redes sociais a data de lançamento e o título nacional de Lethal White, quarto livro da série policial “Cormoran Strike”, escrito por Robert Galbraith, pseudônimo da autora J.K. Rowling. De acordo com a editora, Branco Letal estará nas livrarias em pouco menos de um mês, em 11 de maio!

Ao Animagos, a Rocco divulgou com exclusividade a sinopse oficial em português, além da capa nacional. Confira ambas abaixo:

“Eu vi matarem menino… foi estrangulado, no cavalo.”

Quando Billy, um jovem problemático, vai à agência do detetive particular Cormoran Strike procurando sua ajuda na investigação de um crime que ele pensa ter testemunhado quando criança, Strike fica profundamente aflito. Embora tenha problemas mentais evidentes e não consiga se lembrar de muitos detalhes concretos, há algo de sincero nele e na história que conta. Mas antes que Strike consiga interrogá-lo melhor, Billy foge de seu escritório em pânico.

Tentando chegar ao fundo da história de Billy, Strike e Robin Ellacott — antes sua secretária, agora uma sócia na agência — partem seguindo um rastro tortuoso que os leva pelas ruas do submundo de Londres, até um refúgio secreto dentro do Parlamento e a uma mansão bela, porém sinistra, no interior do país.

E durante esta investigação labiríntica, a própria vida de Strike não está nada fácil: graças à fama recente como detetive particular, ele não consegue mais agir nos bastidores, como antigamente. Além disso, sua relação com a antiga secretária carrega mais tensão do que no passado — Robin agora é inestimável para Strike nos negócios, mas a relação pessoal dos dois é muito mais espinhosa.

O livro foi publicado originalmente em 18 de setembro do ano passado. A BBC One já anunciou que o adaptará como a mais nova temporada da série de televisão Strike, em quatro episódios. Os roteiros serão escritos por Tom Edge, que já havia adaptado O Bicho-da-Seda e Vocação Para o Mal, ambos em dois episódios cada. A primeira temporada, baseada em O Chamado do Cuco, teve três episódios. Tom Burke e Holliday Grainger retornarão em seus papéis como Cormoran Strike e Robin Ellacott, respectivamente. Cada temporada da série foi assistida por mais de 7 milhões de pessoas no Reino Unido. No Brasil, Strike é exibida primeiramente pelo canal a cabo MAX.

Sucesso de Ruth Rocha, ‘Marcelo, Marmelo, Martelo’ deve virar série

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Data da foto: 12/2002 Ruth Rocha, escritora infanto-juvenil. (Divulgação/Divulgação)

A direção da adaptação do livro que teve mais de 20 milhões de cópias vendidas será de Calvito Leal e Duda Vaisman

Publicado na Veja

Marcelo, Marmelo, Martelo pode virar série. A produtora Coiote conseguiu autorização de Ruth Rocha para a adaptação, e agora busca patrocínio ou parcerias com empresas do ramo para transformar o maior sucesso da escritora em uma produção de streaming.

“É sempre um desafio, mas acreditamos que já partimos com o interesse de um grande público, de várias gerações”, afirma Margarida Ribeiro, integrante da equipe que levará para as telas o livro de mais de 20 milhões de cópias vendidas. A direção será de Calvito Leal e Duda Vaisman.

“Estou na expectativa de ver o que vai sair, como vai ser. Naturalmente, estou feliz, porque televisão é importante, as crianças adoram”, diz Ruth Rocha. “Expande a história. O público de TV que não é leitor pode ganhar interesse em ler. E o público que é leitor vai ter interesse na série.”

Na maioria das vezes, a escritora não autoriza pedidos de adaptação de seus livros. “Vem muita bobagem, o livro vira outra história. Tem de ter a essência do original.”

Ruth Rocha não acredita que os produtos audiovisuais ‘roubam’ as crianças dos livros. “A TV, os tablets roubam um pouco de tempo, sim, mas também estimulam e podem remeter aos livros”, afirma ainda. “Não devemos demonizar nada”, acrescenta.

Autores contam o segredo para ter mais tempo livre – sem desperdícios

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Jake Knapp e John Zeratsky ensinam como ter mais tempo para você em novo livro. (Ilustração: Davi Augusto //VOCÊ S/A)

Para os autores Jake Knapp e John Zeratsky, deveríamos nos preocupar menos em ser produtivos e mais em reservar tempo para o que é realmente importante

Barbara Nór, na Exame

Ter mais tempo, sim, mas não necessariamente executar mais tarefas. É isso o que defendem Jake Knapp e John Zeratsky no livro Faça Tempo (Intrínseca, 44,90 reais). Os autores, que por anos trabalharam em empresas de tecnologia, ganharam fama com sua primeira obra, Sprint, que revelava o método desenvolvido por eles para testar e criar inovações em pouco tempo no Google.

De lá para cá, eles vêm trabalhando para encontrar novas formas de gerir o tempo — e descobriram que nem sempre é melhor fazer mais coisas mais rápido.

O importante, eles defendem, é que nossa rotina não seja apenas reação automática às demandas dos outros e de distrações como o celular. Só assim é possível, de fato, usar nosso tempo para as coisas que importam, tanto na carreira quanto em nossa vida pessoal.

No livro eles reúnem as táticas que encontraram para retomar o controle e ter mais energia, como cortar redes sociais, dizer “não” mais vezes e otimizar os momentos em que tomavam café ou faziam exercícios — além de escolher ao menos uma tarefa por dia para se concentrar por pelo menos 1 hora. Para os autores, o ideal é que cada um teste as dicas e encontre o que funciona melhor para si mesmo.

Vocês defendem que há uma diferença entre ter tempo e ser mais produtivo. Por que nem sempre fazer muita coisa é melhor?

Jake Knapp: Acho que a palavra “produtivo” é uma falha da língua. Nós a usamos o tempo todo para descrever a ação de completar tarefas e progredir, mas na verdade o que isso realmente significa é que você está produzindo o máximo possível, o mais rápido possível. Esse é um ótimo objetivo para uma fábrica, mas não acho que é assim que deveríamos medir a nós mesmos e a nossos dias.

No lugar disso, preferimos a ideia de ser “proposital” com seu tempo. Isso significa saber o que é importante para você — não apenas o que é importante para seus colegas ou amigos — e fazer com que você tenha tempo para atuar nessa prioridade.

No livro, há a sugestão de que a cada dia reservemos ao menos 1 hora para um projeto ou tarefa que podemos escolher livremente, chamado de “Destaque”. Por que essa rotina é importante?

John Zeratsky: Muitos de nós sentimos que passamos tempo demais em nosso celular, respondendo a e-mails, assistindo à televisão, sentados em reuniões etc. Aí pensamos: “Eu deveria passar menos tempo no Instagram, deveria comer de forma mais saudável, deveria me exercitar”.

Mas os seres humanos são muito ruins em fazer coisas só porque devem fazê-las. O “Destaque” é uma forma prática de identificar para o que você está guardando tempo. Isso faz muita diferença na capacidade de reduzir distrações e a se sentir mais satisfeito em como gasta seu tempo. Quando você encontra tempo para o seu “Destaque”, sente que o dia foi um sucesso.

Uma das críticas que vocês fazem é sobre a lista de tarefas. Qual o problema desse método?

John: Elas são enganosas e sedutoras. Quando pensamos em algo que temos de fazer, colocamos na lista. Quando temos tempo para trabalhar, riscamos um item da lista. Bum! É perfeito.

Mas as listas são um campo minado de maus comportamentos. Colocamos itens sem realmente pensar a respeito e escolhemos as coisas mais rápidas ou fáceis de fazer, não as mais importantes.

Os grandes projetos parecem intimidadores ali parados, então deixamos para depois, e aí nos sentimos mal por nunca ter tempo para eles. Enquanto isso, há muita coisa importante — como passar tempo com a família, fazer o jantar ou se exercitar — que nunca aparece na lista.

Como saber se as listas estão nos ajudando ou atrapalhando?

John: Se você nunca completa os itens de uma lista, pode ser que ela esteja o distraindo do que você realmente quer fazer, em vez de ajudar a ganhar tempo. Isso é o que funciona para mim: se quero fazer algo, coloco isso em minha agenda. Se penso em algo que talvez eu faça, tenho uma lista específica para isso.

No livro vocês falam sobre as Piscinas Infinitas — TV, redes sociais e internet — que nos distraem. A sensação é que não sabemos mais lidar com o tempo livre nem com o tédio.

John: Não sei se já soubemos o que fazer com tempo livre e tédio. Mas, no passado, se ficávamos entediados porque não tínhamos estímulos ou distrações, isso não era uma escolha, era apenas algo que acontecia. Por milhares de anos, humanos evoluíram para prosperar com o tédio e com o silêncio. É por isso que temos ideias no chuveiro, por exemplo, quando nosso cérebro tem uma pausa de todos os ruídos e demandas do mundo.

Quais são as consequências de fugirmos do ócio?

John: Perdemos inspiração, reflexões e descanso se não temos tempo livre. Estamos tão obcecados com produtividade que, quando temos 1 minuto de calma, pensamos “o que posso fazer para usar bem esse tempo?”.

Mas, às vezes, a gente deve desperdiçar tempo. Precisamos sair para uma caminhada ou só olhar pela janela. Felizmente, podemos usar nossas ferramentas tecnológicas, nossas agendas e nossas rotinas diárias para introduzir de volta esse tempo livre em nossa vida.

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