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Little Women | Novo longa de Greta Gerwig ganha novas imagens

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Meryl Streep, Saoirse Ronan, Emma Watson e Timothée Chalamet estão no elenco da adaptação

Bruna Dolores, no Poltrona Nerd

A Vanity Fair divulgou as primeiras imagens de Little Women, adaptação cinematográfica do livro Mulherzinhas de Louisa May Alcott.

Mulherzinhas é um dos livros mais populares da história da literatura americana. O livro conta a história de quatro irmãs crescendo entre 1861 e 1865, durante a Guerra Civil Americana. Ele já foi adaptado dezenas de vezes e teve desde filmes silenciosos até uma ópera e um musical na Broadway.

Agora, com roteiro e direção de Greta Gerwig (Lady Bird: A Hora de Voar), Little Women chegará aos cinemas mais uma vez, com Saoirse Ronan (Duas Rainhas) no papel da protagonista Jo March.

As irmãs de Jo são Florence Pugh (Lutando Pela Família) como Amy, Emma Watson (A Bela e a Fera) como Meg e Eliza Scanlen (Objetos Cortantes) como Beth. O elenco ainda conta com Laura Dern (Big Little Lies), Meryl Streep (Big Little Lies) e Timothée Chalamet (Querido Menino).

Little Women está previsto para chegar aos cinemas americanos no dia 25 de dezembro, mas ainda não tem data definida para o Brasil.

Série da HBO faz livro sobre Chernobyl entrar na lista dos mais vendidos

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Adam Nagaitis no papel de Vasily Ignatenko (HBO/Divulgação)

As Vozes de Tchernóbil: Crônica do Futuro’ traz relatos de sobreviventes da tragédia de 1986 e foi usado como base para roteiro da série

Publicado na Veja

A estreia da série Chernobyl provocou um inesperado aumento do turismo na cidade ucraniana onde os eventos retratados ocorreram – as reservas de hotéis no local chegaram a aumentar em 40%. A produção da HBO também é, atualmente, a série mais bem avaliada no Internet Movie Data Base (IMDb), a maior base de dados do cinema e da TV. Duas provas do sucesso alcançado pela produção. Uma terceira está na literatura: o livro As Vozes de Tchernóbil (Companhia das Letras), da vencedora do Nobel Svetlana Aleksiévitch, entrou na lista dos livros mais vendidos de VEJA, ocupando o 18º lugar na semana de 5 a 12 de junho.

A obra conta com relatos de sobreviventes à explosão do reator número 4 da usina nuclear de Chernobyl em 1986, tragédia que assolou a cidade de Pripyat, além de ter afetado outras localidades na Ucrânia e na Bielorrússia que eram, até então, parte da União Soviética. O livro serviu como inspiração para as tramas retratadas da série, como a avassaladora história da personagem Lyudmilla Ignatenko (Jessie Buckley).

“O que Svetlana Aleksiévitch fez aqui foi capturar um aspecto da história que raramente vemos, as histórias das pessoas que de outra maneira você nem saberia que existiram”, disse Craig Mazin, criador de Chernobyl, em entrevista à Vice. “Costumamos ver a história pelo ponto de vista dos grandes participantes, e ela mostrou a história através dos olhos dos seres humanos. Eles são iguais a ela: Sejam generais, líderes de partido ou gente comum, não importa. E achei isso maravilhoso. O livro realmente me inspirou.”

A autora bielorrussa foi premiada com o Nobel de Literatura em 2015, por sua “obra polifônica, um monumento do sofrimento e da coragem em nosso tempo”. Seu livro, que demorou dez anos para ser escrito, chegou a ser proibido na Bielorrússia, um dos países mais afetados pela tragédia.

‘O Livro dos Prazeres’, de Clarice Lispector, vira filme que privilegia olhar feminino

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Simone Spoladore interpreta Lóri no longa de Marcela Lordy que será lançado no ano que vem, centenário da escritora

Francesca Angiolillo, na Folha de S.Paulo

Rio de Janeiro

A folha avermelhada precisa descer, pousar no ombro da mocinha e, do chão, ser recolhida pelo galã e então entregue a ela. Ali começa um plano-sequência no qual que o casal vai do flerte ao desentendimento —a tônica do relacionamento entre Lóri e Ulisses.

Mas o movimento agitado à beira da lagoa Rodrigo de Freitas acrescenta novas dificuldades às dos personagens de “O Livro dos Prazeres”.

A locação para esse dia das filmagens —que vão até o fim desta semana, no Rio de Janeiro— é linda, mas o som de helicópteros decolando e pousando ao lado invade a cena.

Venta e, ao segurar o chapelão, Lóri acaba por tapar demais o rosto. Passantes curiosos sem querer entram em cena olhando para a câmera. E a folha —nem sempre ela cai do jeito certo.

No décimo take, Marcela Lordy decide simplificar o que pode. “Vou aplicar em pós-produção essa folha.” Vai cair rodopiando, “bem Hollywood”. Mas a história que Lordy escolheu para sua estreia em longas de ficção, após ter feito carreira na assistência de diretores como José Eduardo Belmonte e Walter Salles, não é hollywoodiana.

É de amor, mas um amor construído sobre falhas que só podem ser reparadas cena a cena, sem truque ou técnica.

“Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres”, de Clarice Lispector, é a base do filme. No romance, de 1969, Lóri é uma professora na casa dos 30 que não se aprofunda nas suas relações. Conhece e deseja Ulisses, professor de filosofia mais velho, que lhe ensina a viver o amor, dizendo que aguardará até que ela esteja pronta.

A obra, que se passa quase toda dentro do pensamento de Lóri, pareceria inadaptável.

Transformar o fio de trama em roteiro exigiu dez tratamentos, em seis ou sete anos, recorda Lordy, que a partir de certo ponto teve a contribuição da argentina Josefina Trotta —seu filme é uma coprodução com o país vizinho.

Produtora brasileira do filme, Deborah Osborn, da Big Bonsai, diz que “queria muito internacionalizar o filme”, mostrar para o mundo esse “imaginário que permeia a gente a vida toda”.

O imaginário de Clarice não deixou mais de ser redescoberto no exterior, sobretudo desde que o americano Benjamin Moser lançou “Clarice,”.

Na biografia, Moser descreve “Uma Aprendizagem” como “uma espécie de órfão”, depois de “A Paixão Segundo G.H.”. “Na verdade, artisticamente, superar aquela obra atordoante seria difícil para qualquer escritor”, resume.

O resultado, que traz um final feliz, fato raro na obra da escritora, foi considerado menor ou mais fácil —para os padrões claricianos, que não são exatamente a média.

Concebido há quase uma década, o filme de Lordy será lançado no ano que vem. Calhou de ser o centenário de Clarice, lançando holofotes adicionais sobre a produção, que deve ter a companhia nas telas da adaptação de “G.H.” feita pelo diretor Luiz Fernando Carvalho.

“O Livro dos Prazeres” privilegia o olhar das mulheres —e são muitas no set— sobre uma história que, já em 1969, tinha no centro o desejo feminino.

Porém, meio século depois, a relação vertical estabelecida entre Lóri e Ulisses não faria sentido. “Ele desce do pedestal, aprende com ela”, diz Marcela Lordy, a diretora.

Embora veja a relação do casal como “quase abusiva” —a determinada altura do romance, por exemplo, ele a censura por cortar os cabelos sem pedir permissão—, ela acredita que “Clarice estava discutindo gênero ao colocar Ulisses à espera de Lóri”.

O tipo melancólico de Simone Spoladore se mostra perfeito para a esquiva Lóri. Uma mulher inalcançável, diz a atriz, “que se fechou para a dor”, ecoando a conclusão do diálogo rodado minutos antes.

Seu par é vivido por Javier Drolas. Conhecido no Brasil por “Medianeras”, ele atua pela primeira vez em português e suaviza a arrogância de Ulisses —apesar de no filme ele ser argentino, brinca o ator.

Mas, na visão de Drolas, “um homem já mais velho que nunca se apaixonou, algum problema tem”. Seu Ulisses é especialista em Spinoza, para quem “o fim último da filosofia é a felicidade”, e é nessa busca que, diz ele, o personagem “se torna mais humano”.

Spoladore conta ter sido ela também submissa em outras relações, mesmo se “a mulher contemporânea é diferente”. Essa diferença fundamenta o trabalho das roteiristas.

Há nove anos no Brasil, Josefina Trotta diz que Clarice foi das primeiras autoras que leu em português. Nas últimas releituras que fez de “Uma Aprendizagem”, sublinhou o que o livro tinha de ação de fato.

Era muito pouco. A saída foi desdobrar o que havia.

A mãe morta de Lóri ganha peso no filme. Está num crochê que a filha desfaz e refaz, como uma Penélope, e num diário encontrado no apartamento herdado —nele as palavras são de Clarice.

Da vida da escritora, vieram outros elementos para compor essa figura, que se torna não só autora mas ancestral de Lóri.

Os alunos se fazem mais presentes, como Otto, filho de Luciana, única amiga de Lóri. Esta, engenheira e taróloga, é a expansão da cartomante citada no livro somente em uma fala da protagonista.

Vivida por Martha Nowill —que, como Spoladore, havia atuado em curtas de Lordy, caso de “Aluga-se”, de 2012, do qual foi corroteirista—, Luciana é um contraponto a Lóri.

É, diz Trotta, “uma mãe profissional com defeitos”, que não teme se arriscar, à diferença da amiga. Nowill celebra o papel, uma coadjuvante com um destaque que ela reputa incomum no cinema.

Os personagens e situações se construíram a partir da vivência das próprias roteiristas e de mulheres ouvidas no processo.

Ulisses ganha uma sexualidade vista como ambígua; Lóri tem vários amantes —até uma amante.

Todos se tornam, enfim, mais gente, saindo da dimensão “quase sagrada” que, de início, impactou Trotta, como tantos outros, na obra de Clarice.

Editora Arqueiro lançará distopia escrita por Nora Roberts

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Victor Tadeu, no Desencaixados

Nora Roberts é uma escritora consagrada com mais de 500 milhões de exemplares vendidos pelo mundo, no Brasil seus romances são publicados pela Editora Arqueiro e recentemente a casa editorial anunciou o lançamento de mais uma obra da autora, porém, desta vez uma distopia que promete causar em 2019.

Ano Um é o primeiro livro da trilogia Crônicas da Escolhida, a série literária de três livros da autora, a história gira em torno do mundo entrando em colapso após uma doença de alastrar rapidamente, justamente na virada do ano, colocando muitos em desespero.

Neste título acompanhamos a jornada de Lana Bingham e seu amante, Max, lidando com toda a situação.

Tudo começa na noite de Ano-Novo. A doença se alastra rapidamente. Em questão de semanas, a rede elétrica para de funcionar, as leis e o sistema de governo entram em colapso e mais da metade da população mundial é dizimada.

Onde existia ordem, agora só há caos. E conforme o poder da ciência e da tecnologia diminuíam, a magia crescia e tomava o seu lugar. Uma parte dessa magia é boa, como a feitiçaria praticada por Lana Bingham no apartamento que divide com o amante, Max. Outra parte dela, no entanto, é inimaginavelmente maligna, e pode se esconder em qualquer canto, numa esquina, nos fétidos túneis sob o rio ou dentro daqueles que você mais ama e conhece…

Espalham-se rumores de que nem os imunes nem os dotados estão a salvo das autoridades que patrulham as ruas devastadas, então Lana e Max resolvem deixar Nova York. Outros viajantes também seguem esperançosos para o oeste: Chuck, um gênio da tecnologia que mantém o bom humor em um mundo off-line; Arlys, uma jornalista que insiste em buscar e registrar a verdade; Fredinha, uma jovem com um otimismo que parece fora do lugar nessa paisagem desoladora; Rachel e Jonah, médica e paramédico, determinados a proteger uma jovem mãe e seus três bebês recém-nascidos.

Em um mundo em que cada estranho no caminho pode representar a morte ou a salvação, nenhum deles sabe o que encontrarão. Porém, um novo horizonte os aguarda, a concretização de uma profecia ancestral que transformará a vida de todos os sobreviventes.

O fim chegou. O início é o que vem agora.

A obra foi comparada com o clássico de Stephen King, A Dança da Morte, inclusive o próprio escritor elogiou a autora e a história. Este é um gênero literário que Nora está apostando, fugindo um pouco da zona de conforto.

NBC está desenvolvendo série prelúdio de O Código Da Vinci

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Wellington Ricelli, na Poltrona Nerd

O canal norte-americano NBC está desenvolvendo Langdon, uma série baseada na obra O Símbolo Perdido, o quarto da série de livros de Dan Brown que é uma espécie de prelúdio de O Código Da Vinci.

Mas, embora O Símbolo Perdido ocorra cronologicamente após O Código Da Vinci, Langdon será centrada em no jovem Robert Langdon (personagem de Tom Hanks no longa), um professor de Harvard “que se vê envolvido em uma série de quebra-cabeças mortais quando seu mentor é sequestrado”, segundo a descrição oficial. “A CIA o força para uma força-tarefa onde ele descobre uma conspiração arrepiante.”

Os romances de Brown venderam dezenas de milhões de cópias em todo o mundo, com Tom Hanks interpretando Langdon em uma trilogia: O Código Da Vinci de 2006, Anjos e Demônios de 2009 e Inferno de 2016.

Daniel Cerone (The Blacklist, Dexter) está pronto para escrever e produzir o projeto, que recebeu um compromisso de produção da NBC. Ron Howard, que dirigiu os três filmes, também está a bordo como produtor executivo.

Langdon ainda não tem data de estreia.

Fonte: TV Line

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