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Escolas estaduais de SP têm 3 casos de bullying a cada dia de aula

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Alunos da Escola Estadual Jornalista David Nasser (zona sul) encenam peça sobre bullying – Robson Ventura/ Folhapress

 

Levantamento aponta aumento de 17% do número de registros na rede em 2017

Luciano Cavenagui, na Folha de S.Paulo

Os casos de bullying subiram 17% no último ano nas escolas estaduais de São Paulo, segundo levantamento da Secretaria da Educação, da gestão Márcio França (PSB).

No ano passado, houve 564 registros, contra 484 em 2016. Os números apontam que, em 2017, foram quase três casos por dia letivo na rede estadual —por exigência legal, há 200 dias de aula por ano.

Os registros de bullying são feitos por meio do ROE (Registro de Ocorrências Escolares), espécie de boletim de ocorrência escolar. As ocorrências são notificadas quando um aluno que sofre humilhações constantes pede ajuda para a direção.

O estado não comentou as hipóteses para aumento de casos. A Secretaria da Educação diz que a rede conta com a figura do professor-mediador, especialista na solução de conflitos e no trabalho de ações socioeducativas.

Segundo a pasta, até 2017, mais de 52 mil profissionais passaram por formações ligadas ao tema e, numa parceria com a OAB-SP, foi lançada uma cartilha em 2016.

A secretaria afirma manter várias iniciativas para tentar reduzir casos de bullying.

Uma delas é uma peça teatral montada pela Escola Estadual Jornalista David Nasser, no Capão Redondo (zona sul). Ela tem a participação de 25 alunos do ensino médio, coordenados pelo professor de matemática e mediador de conflitos Victor Morais Filho, 46, e pelo ex-aluno e voluntário Washington Wendel, 20.

A peça conta a história de uma estudante que sofre bullying por ter seu cabelo vermelho e vestir roupas diferentes. No final, comete suicídio na frente de colegas.

“Resolvemos colocar esse desfecho trágico para chamar mais a atenção de todos”, afirmou Filho, que relata queda de 40% nos casos de bullying na escola em três anos.

Já foram realizadas cerca de 150 encenações, incluindo também outros colégios e igrejas da região. “Eu fazia bullying de violência física com garotos gordos que encontrava na escola. Agora sou voluntário neste trabalho”, contou o ex-aluno Wendel.

“Nos inspiramos no caso de um garoto da nossa região que é bissexual e sofria muito bullying. Ele até pensou em se matar, mas felizmente isso não aconteceu. Conheço muito a história dele”, afirmou a estudante Giovanna de Oliveira, 17, protagonista da peça.

“Nós temos muita satisfação em montar a peça, até em outros locais fora da escola. Sentimos que tem grande efeito”, contou.

Mulheres dominam a lista de autoras mais vendidas do Reino Unido em 2017

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Divulgação/Hulo

Margaret Atwood liderou o ranking, que contou com apenas um homem

Fabio de Souza Gomes, no Omelete

As mulheres dominaram o ranking de livros mais vendidos do Reino Unido em 2017. De acordo com uma análise do site The Bookseller’s analysis (Via The Guardian), nove das dez posições do top 10 pertencem à autoras, com destaque para Margaret Atwood – escritora de Alias Grace e O Conto da Aia (que deu origem à série The Handmaid’s Tale) – que somou 2,8 milhões de euros ano passado em livros vendidos no ano passado.

Sarah Perry, autora de The Essex Serpent, ficou com segunda colocação com cerca de 1,6 milhão de euros. Helen Dunmore ficou em terceiro lugar e seus livros, The Birdcage Walk e a coleção de poesias Inside the Wave, fizeram algo em torno de 1,1 milhão de euros em 2017. O restante do top 5 conta com Naomi Alderman e Elena Ferrante.

O primeiro e único homem a aparecer no ranking é Haruki Murakami, que ficou com a sexta posição.

Melhores livros e músicas de 2017, segundo Barack Obama

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(Bill Pugliano/Getty Images)

(Bill Pugliano/Getty Images)

“Das músicas que me moveram às histórias que me inspiraram, aqui está minha lista de 2017”, escreveu Obama. veja a lista:

Mariana Desidério, na Exame

São Paulo – O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama compartilhou com o mundo uma lista dos melhores livros que leu e das melhores músicas que ouviu em 2017.

Em um post no Facebook, o político americano escreveu:

“Durante a minha presidência, comecei uma tradição de compartilhar minhas listas de leituras e músicas. Foi uma ótima maneira de refletir sobre as obras que ressoaram comigo e levantar autores e artistas de todo o mundo. Com algum tempo extra nas mãos este ano para recuperar o atraso, quero compartilhar os livros e músicas que eu mais gostei. Das músicas que me moveram às histórias que me inspiraram, aqui está minha lista de 2017 – espero que vocês gostem e tenham um Ano Novo feliz e saudável.”

Veja a lista a seguir. Infelizmente, nenhum dos livros indicados pelo ex-presidente têm tradução em português.

Livros:

The Power, de Naomi Alderman
Grant, de Ron Chernow
Evicted: Poverty and Profit in the American City, de Matthew Desmond
Janesville: An American Story, de Amy Goldstein
Exit West, de Mohsin Hamid
Five-Carat Soul, de James McBride
Anything Is Possible, de Elizabeth Strout
Dying: A Memoir, de Cory Taylor
A Gentleman in Moscow, de Amor Towles
Sing, Unburied, Sing, de Jesmyn Ward
*Bônus para fãs de basquete: Coach Wooden and Me, de Kareem Abdul-Jabbar e Basketball (and Other Things), de Shea Serrano

Músicas:

Mi Gente, de J Balvin & Willy William
Havana, de Camila Cabello (feat. Young Thug)
Blessed, de Daniel Caesar
The Joke, de Brandi Carlile
First World Problems, de Chance The Rapper (feat. Daniel Caesar)
Rise Up, de Andra Day
Wild Thoughts, de DJ Khaled (feat. Rihanna and Bryson Tiller)
Family Feud, de Jay-Z (feat. Beyoncé)
Humble, de Kendrick Lamar
La Dame et Ses Valises, de Les Amazones d’Afrique (feat. Nneka)
Unforgettable, de French Montana (feat. Swae Lee)
The System Only Dreams in Total Darkness, de The National
Chanel, de Frank Ocean
Feel It Still, de Portugal. The Man
Butterfly Effect, de Travis Scott
Matter of Time, de Sharon Jones & the Dap-Kings
Little Bit, de Mavis Staples
Millionaire, de Chris Stapleton
Sign of the Times, de Harry Styles
Broken Clocks, de SZA
Ordinary Love (Extraordinary Mix), de U2
*Bonus: Born in the U.S.A., de Bruce Springsteen

Vaquinha banca ida de filho de pedreiro e empregada para estudar em Harvard

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Reprodução/Facebook O estudante Rafael José da Silva, que fará intercâmbio nos EUA

Reprodução/Facebook
O estudante Rafael José da Silva, que fará intercâmbio nos EUA

Aline Torres, no UOL

Filho de pedreiro e empregada doméstica, Rafael José da Silva, 19, foi selecionado para um concorrido intercâmbio com duração de um ano na Harvard Medical School, em Boston, nos Estados Unidos. A universidade norte-americana ofereceu 17 vagas, para as quais mais de cem estudantes se candidataram –a seleção não é feita por prova e comporta uma análise ampla, de experiências como estudante e pessoais.

Com renda familiar de, em média, 2,5 salários mínimos por mês, o estudante da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) poderia ter desistido da vaga. Mas encontrou outra solução.

Sem recursos para bancar passagem, seguro-saúde, alimentação e estadia, ele abriu no dia 10 de outubro uma campanha na plataforma de financiamento coletivo Catarse. A meta era arrecadar R$ 50 mil até 31 de dezembro.
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Reprodução
Trecho da carta recebida de Harvard

Em apenas dez dias, ele conseguiu financiar a empreitada –o valor reunido até quinta-feira (2) era de R$ 86 mil, entre 948 apoiadores. As doações começavam em R$ 20 e não havia limite máximo. Como recompensa, nenhum prêmio gigantesco, apenas um agradecimento pessoal e fotos. Onze pessoas doaram R$ 1.000, mas a grande maioria foram valores menores.

“Fiquei muito surpreso com tamanho apoio. Eu não esperava atingir a meta tão rápido. Outros estudantes que passaram no mesmo intercâmbio anos antes tentaram arrecadar R$ 20 mil e demoraram dois, três meses. Só tenho a agradecer”, disse o universitário.

Com o excedente, Silva pode dispensar o auxílio mensal dos pais e ainda vai ajudar a bancar sua formatura.
Sonho de ser médico veio por causa do câncer da avó

Natural de Blumenau (SC), sempre estudou na Escola Estadual Santos Dumont, onde colecionou notas altas ao longo do ensino fundamental e médio.

A escola está situada na rua Amazonas, onde Silva nasceu e morou até ir para São Paulo. Tem 1.435 alunos e uma média de 510,7 no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), um pouco acima da média nacional, de 492,4. O jovem diz que a escola ofereceu a base e que ele buscou aprofundá-la.

Um dos motivos foi o episódio triste que viveu ao lado da avó Olindina, a quem era muito apegado. Ela foi diagnosticada com câncer quando ele tinha 13 anos. O sofrido processo da doença despertou no estudante a vontade de ser médico.

“Eu sempre tive muita curiosidade pelo funcionamento do corpo humano, as doenças e as curas. Com o câncer da minha avó, a medicina se tornou um destino natural para mim”, explicou.

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Reprodução/Facebook
Com amigos, o estudante Rafael José da Silva (de óculos) comemora intercâmbio

A mãe dele, Valdirene da Silva, 47, contou que com apenas quatro anos de idade o menino já entrava em sebos da cidade e pedia livros grossos de anatomia.

“Não queria brinquedo, só livros. Era engraçado voltar dos sebos com ele segurando um livro grosso embaixo do braço. Chamava a atenção”, lembra.

Aos dez anos, comprava tubos de ensaio para brincar com os amigos de laboratório. Gostava de se imaginar cientista.

“Foi a 1ª vez de avião, não sabia comprar passagem”

Decidido a fazer medicina, Silva logo definiu a instituição onde iria estudar: a USP (Universidade de São Paulo). Sem recursos para um cursinho pré-vestibular, desenvolveu um método para encarar a prova da Fuvest, uma das mais concorridas do país.

“Organizei um cronograma e comecei a estudar todo o conteúdo do edital. Baixava e fazia provas dos anos anteriores e trocava informações com quem já tinha passado no vestibular”, disse.

“Eu e meu marido saíamos para trabalhar e ele estava estudando no quarto. Quando voltávamos, à noite, ele ainda estava lá, ralando”, contou a mãe.

Tamanho esforço sensibilizou Valdirene, que sacrificou uma parte das economias e pagou uma passagem de avião e estadia em um hotel em São Paulo para ela, o marido e o filho durante o período das provas.

“Foi a primeira vez que viajamos de avião, eu nem sabia comprar a passagem. Mas achei que um pouco de conforto ia deixá-lo mais relaxado para fazer os exames”, contou Valdirene.

A “operação família” deu certo e o jovem foi aprovado entre os primeiros lugares, com apenas 17 anos.

“Sou muito grato aos meus pais. Eles não têm ensino superior, mas sempre me apoiaram a estudar. Chegavam em casa cansados e faziam os deveres de casa comigo. Quando eu desanimava, eles me incentivavam a continuar.”

“Investir nos estudantes é investir no futuro”

Devidamente matriculado na FMUSP e instalado na Casa do Estudante de Medicina –um alojamento fornecido pela faculdade para pessoas em condições de vulnerabilidade social–, Silva não parou de sonhar alto: agora queria ser selecionado para o intercâmbio na Harvard Medical School.

A parceria entre a faculdade de medicina paulista e Harvard existe há mais de dez anos, ajudou na formação de 92 estudantes brasileiros e rendeu mais de cem publicações científicas.

John Godleski, um dos fundadores do programa, explicou que o principal benefício é a total imersão nos jovens na pesquisa.

No Catarse, Silva escreveu que, “antes mesmo de entrar na faculdade de medicina, quando eu estava no ensino médio, já conhecia o programa de intercâmbio para Harvard e as histórias de alguns estudantes que nele puderam participar”.

“Da mesma forma como as histórias deles me inspiraram a buscar seguir uma carreira de excelência e a fazer pesquisa científica, minha história pode servir de inspiração a muitos outros jovens com grande potencial em nosso país. Investir nos estudantes é investir no futuro.”

Em dois anos de curso na FMUSP, participou de extensas atividades extracurriculares, de monitoria e se tornou tutor no MedEnsina, um cursinho pré-vestibular voluntário organizado por alunos para ajudar jovens sem condições de bancar aulas privadas.

O bom desempenho e as experiências pessoais chamaram a atenção da instituição americana e, no dia 27 de setembro, Silva recebeu a confirmação no intercâmbio. Em uma carta, o chefe do Center for Interdisciplinary Cardiovascular Sciences, Masanori Aikawa, disse ter gostado do seu perfil.

Em Boston, o estudante vai trabalhar em uma pesquisa na área de cardiologia sobre aterosclerose –desenvolvimento de placas de gorduras nas artérias do corpo que pode causar doenças como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC), duas das principais causas de mortalidade no Brasil.

Com o dinheiro garantido, Silva já deve viajar no final de janeiro do ano que vem.
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Silviano Santiago e Veronica Stigger vencem Prêmio Jabuti de 2017

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Silviano Santiago, vencedor do Jabuti de melhor romance por "Machado" (Companhia das Letras) - Adriano Vizoni/Folhapress

Silviano Santiago, vencedor do Jabuti de melhor romance por “Machado” (Companhia das Letras) – Adriano Vizoni/Folhapress

Publicado na Folha de S.Paulo

Com uma ficção sobre os últimos anos de Machado de Assis (1839-1908), o escritor e professor de literatura Silviano Santiago foi o vencedor do Prêmio Jabuti de Romance.

Com isso, o autor mineiro de 81 anos concorrerá ao troféu de Livro do Ano de Ficção, a ser anunciado na cerimônia de premiação do 59º Jabuti em 30 de novembro, no Auditório Ibirapuera.

Os vencedores desta e das outras 28 categorias do Jabuti foram divulgados na tarde desta terça (31) pela Câmara Brasileira do Livro, que organiza a premiação.

O colunista da Folha Antonio Prata participou do projeto vencedor da categoria Infantil Digital, com “Kidsbook Itaú Criança” (Agência Africa). Marcelo Gleiser, colaborador do jornal, ficou em segundo lugar na categoria Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática, com “A Simples Beleza do Inesperado” (Record).

Neste ano, foram introduzidas duas novas categorias; uma dedicada a livros brasileiros traduzidos no exterior –na qual “A Cup of Rage”, versão britânica de “Um Copo de Cólera”, de Raduan Nassar, saiu vencedora– e outra, aos quadrinhos.

“Castanha do Pará”, HQ independente de Gidalti Oliveira Moura Júnior, foi a ganhadora. “Hinário Nacional” (Veneta), de Marcello Quintanilha, ficou em segundo, e “Quadrinhos dos Anos 10” (Companhia das Letras), de André Dahmer, quadrinista da Folha, ficou em terceiro.

Eva Furnari, veterana de livros para crianças ficou em primeiro na categoria Infantil, com “Drufs” (Moderna).

“Se Eu Fosse… Um Bicho, uma Planta ou até um Objeto, Minha Vida Seria Muito Diferente” (Publifolhinha), de Luisa Massarani, com ilustrações de sua irmã, Mariana, ficou em segundo.

O livro reúne textos publicados no caderno “Folhinha”,da Folha, que deixou de circular no ano passado.

Em terceiro na categoria ficou “A Boca da Noite” (Zit), de Cristino Wapichana.

A homenageada com o prêmio Personalidade Literária deste ano também vem do universo infantojuvenil.

Ruth Rocha, autora de clássicos como “Marcelo, Marmelo, Martelo”, receberá o prêmio pelo conjunto de sua obra e contribuição à formação de gerações de leitores.

LIVROS DO ANO

“Quase Todas as Noites” (7Letras), de Simone Brantes, venceu na categoria Poesia; “Sul” (ed. 34), de Veronica Stigger, em Contos e Crônicas.

Elas, assim como Walcyr Carrasco, que venceu a de Adaptação por seu “Romeu e Julieta” (Moderna), concorrem a Livro de Ano de Ficção com os já mencionados Silviano Santiago, Gidalti Oliveira Moura Júnior e Eva Furnari, além de José Castello, autor do melhor Juvenil, “Dentro de Mim Ninguém Entra” (Berlendis & Vertecchia).

Nessa categoria, Daniel Munduruku ficou em segundo, com “Vozes Ancestrais” (FTD), e Susana Ventura, em terceiro, com “O Caderno da Avó Clara” (SESI-SP Editora).

Para o Livro do Ano de Não Ficção concorrem os primeiros lugares de 15 categorias, como Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática, cujo premiado foi “A Espiral da Morte” (Companhia das Letras), de Claudio Angelo.

Todos os ganhadores levam o troféu com o quelônio; os primeiros lugares de cada categoria são agraciados com R$ 3.500, ao passo que os vencedores de Livro do Ano recebem R$ 35.000 cada um.

A escritora Ruth Rocha será homenageada neste ano com o prêmio “Personalidade Literária” pelo conjunto de sua obra e contribuição à formação de gerações de leitores.

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Confira os vencedores:

Adaptação
1º Lugar – “Romeu e Julieta” (Moderna), de Walcyr Carrasco
2º Lugar – “A Ilha do Tesouro” (FTD Educação), de Rodrigo Machado
3º Lugar – “Samba de uma noite de Verão” (KAN Editora), de Renato Forin Jr.

Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia
1º Lugar – “A Modernidade Impressa: Artistas Ilustradores da Livraria do Globo – Porto Alegre” (Editora da UFRGS), de Paula Ramos
2º Lugar – “Millôr: Obra Gráfica” (IMS), de Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires
3º Lugar – “Lentes da Memória: A descoberta da fotografia de Alberto de Sampaio (1888-1930)” (Bazar do Tempo), de Adriana Martins Pereira

Biografia
1º Lugar – “Caio Prado Júnior: Uma biografia política” (Boitempo), de Luiz Bernardo Pericás
2º Lugar – “Xica da Silva: a Cinderela Negra” (Record), de Ana Miranda
3º Lugar – “Enquanto Houver Champanhe, Há Esperança: Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral” (Intrínseca), de Joaquim Ferreira dos Santos

Capa
1º Lugar – “História da Teoria da Arquitetura” (Editora da Universidade de São Paulo), do capista Casa Rex / Gustavo Piqueira
2º Lugar – “Millôr: Obra Gráfica” (IMS), dos capistas Celso Longo e Daniel Trench
3º Lugar – “Diário de Francisco Brennand: O Nome do Livro e o Nome do Outro” (Inquietude Brennand Fortes Produções Culturais), do capista Flavio Flock

Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática
1º Lugar – “A Espiral da Morte” (Companhia das Letras), de Claudio Angelo
2º Lugar – “A Simples Beleza do Inesperado” (Record), de Marcelo Gleiser
3º Lugar – “Os Cientistas da Minha Formação” (Livraria da Física), de Mario Novello

Ciências da Saúde
1º Lugar – “Zika: do Sertão Nordestino à Ameaça Global” (Civilização Brasileira), de Debora Diniz
2º Lugar – “Medicina Cardiovascular – Reduzindo o Impacto das Doenças” (Atheneu), de Roberto Kalil Filho, Valentin Fuster e Cícero Piva de Albuquerque
3º Lugar – “Neurofisiologia Básica para Profissionais da Área de Saúde” (Atheneu), de Márcia Radanovic e Eliane Mayumi Kato-narita

Ciências Humanas
1º Lugar – “A Nervura do Real II” (Companhia das Letras), de Marilena Chauí
2º Lugar – “A Radiografia do Golpe: Entenda Como e Por Que Você Foi Enganado” (Leya), de Jessé Souza
3º Lugar – “A Tentação Fascista no Brasil: Imaginário de Dirigentes e Militantes Integralistas” (Editora da UFRGS), de Hélgio Trindade

Comunicação
1º Lugar – “Manual de Editoração e Estilo” (Editora da Unicamp), de Plinio Martins Filho
2º Lugar – “Bota o Retrato do Velho Outra Vez: a Campanha Presidencial de 1950 na Imprensa do Rio de Janeiro” (Paco Editorial), de Luís Ricardo Araujo da Costa
3º Lugar – “Todos os Monstros da Terra. Bestiários do Cinema e da Literatura” (EDUC – Editora da PUC-SP / FAPESP), de Adriano Messias

Contos e Crônicas
1º Lugar – “Sul” – Autor(a): Veronica Stigger – Editora: Editora 34
2º Lugar – “Se For pra Chorar que Seja de Alegria” (Global), de Ignácio de Loyola Brandão
3º Lugar – “Caixa Rubem Braga – Crônicas” (Autêntica), de Rubem Braga (autor), André Seffrin, Bernardo Buarque de Hollanda, Carlos Didier (organização)

Didático e Paradidático
1º Lugar – “África e Brasil História e Cultura” (FTD Educação), de Eduardo D’Amorim
2º Lugar – “Com os Pés na África” (Moderna), de Sérgio Túlio Caldas
3º Lugar – “Terra de Cabinha: Pequeno inventário da vida de meninos e meninas do Sertão” (Peirópolis), de Gabriela Romeu

Direito
1º Lugar – “Comentários ao Código de Processo Civil – Coleção Completa 17 Volumes” (Revista dos Tribunais), de Diretor: Luiz Guilherme Marinoni, Coords.: Sérgio Cruz Arenhart e Daniel Mitidiero
2º Lugar – “A ‘tradução’ de Lombroso na Obra de Nina Rodrigues: O Racismo como Base Estruturante da Criminologia Brasileira” (Revan), de Luciano Góes
3º Lugar – “Os Direitos da Mulher e da Cidadã por Olímpia de Gouges” (Saraiva), de Dalmo de Abreu Dallari

Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer
1º Lugar – “Finanças Públicas” (Record), de Felipe Salto e Mansueto Almeida
2º Lugar – “A Crise Fiscal e Monetária Brasileira” (Civilização Brasileira), de Edmar Bacha
3º Lugar – “Executivos Negros: Racismo e Diversidade no Mundo Empresarial” (Editora da Universidade de São Paulo), de Pedro Jaime

Educação e Pedagogia
1º Lugar – “Alfabetização: A Questão dos Métodos” (Contexto), de Magda Soares
2º Lugar – “A Instrução Pública nas Vozes dos Portadores de Futuros (Brasil – Séculos 19 e 20)” (EDUFU), de Carlos Monarcha
3º Lugar – “Currículos Integrados no Ensino Médio e na Educação Profissional: Desafios, Experiências e Propostas” (Editora Senac São Paulo), de Francisco de Moraes e José Antonio Küller

Engenharias, Tecnologias e Informática
1º Lugar – “Nanotecnologia Experimental – Autor(a): Henrique Eisi Toma, Delmárcio Gomes da Silva e Ulisses Condomitti – Editora: (Blucher)
2º Lugar – “Acústica de Salas – Projeto e Modelagem” (Blucher), de Eric Brandão
3º Lugar – “Introdução à Engenharia de Produção – Conceitos e Casos Práticos” (LTC), de Orlando Roque da Silva e Délvio Venanzi

Gastronomia
1º Lugar – “Enciclopédia dos Alimentos Yanomami (Sanöma): Cogumelos” (Instituto Socioambiental), de Moreno Saraiva Martins
2º Lugar – “Todas as Sextas” (Melhoramentos), de Paola Carosella
3º Lugar – “Mari Hirata Sensei Por Haydée Belda” (Bei Editora), de Haydée Belda

Histórias em Quadrinhos
1º Lugar – “Castanha do Pará” (Publicação Independente), de Gidalti Oliveira Moura Júnior
2º Lugar – “Hinário Nacional” (Veneta), de Marcello Quintanilha
3º Lugar – “Quadrinhos dos Anos 10” (Companhia das Letras), de André Dahmer

Ilustração
1º Lugar – “Knispel: Retrospectiva 1950-2015” (Maayanot), do ilustrador Gershon Knispel
2º Lugar – “Outras Meninas” (Independente), da ilustradora Manu Cunhas
3º Lugar – “Rio Sketchbook” (Marte Cultura e Educação), do ilustrador Eduardo Bajzek

Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil
1º Lugar – “Adélia” (Editora Pulo do Gato), do ilustrador Jean-Claude Alphen
2º Lugar – “Teleco, o Coelhinho”, (Editora Positivo), de Odilon Moraes
3º Lugar – “Nuno e as Coisas Incríveis” (Jujuba Editora), de Andre Neves

Infantil
1º Lugar – “Drufs” (Moderna), de Eva Furnari
2º Lugar – “Se Eu Fosse… Um bicho, uma planta ou até um objeto, minha vida seria muito diferente” (Publifolha), de Luisa Massarani
3º Lugar – “A Boca da Noite”, da Zit Editora (Meneghetti’s Gráfica e Editora), de Cristino Wapichana

Infantil Digital
1º Lugar – “Kidsbook Itaú Criança” (Agência Africa), de Marcelo Rubens Paiva e Alexandre Rampazo, Luis Fernando Verissimo e Willian Santiago, Fernanda Takai e Ina Carolina, Adriana Carranca e Brunna Mancuso, Antonio Prata e Caio Bucaretchi
2º Lugar – “Nautilus – Baseado na Obra Original de Jules Verne: Vinte Mil Léguas Submarinas” (Storymax), de Maurício Boff e Fernando Tangi (ilustrador)
3º Lugar – “Quanto Bumbum!” (Caixote/Webcore), de Isabel Malzoni (texto) e Cecilia Esteves (arte)

Juvenil
1º Lugar – “Dentro de Mim Ninguém Entra” (Berlendis & Vertechia), de José Castello
2º Lugar – “Vozes Ancestrais” (FTD Educação), de Daniel Munduruku
3º Lugar – “O Caderno da Avó Clara” (SESI-SP Editora), de Susana Ventura

Livro Brasileiro Publicado no Exterior
1º Lugar – “A Cup Of Rage – Autor(a): Raduan Nassar – Editora: Penguin Random House Uk – Editora Internacional: Penguin Random House Uk
2º Lugar – “Enigmas of Spring – Autor(a): João Almino – Editora: Dalkey Archive Press – Editora Internacional: Dalkey Archive Press
3º Lugar – “Mijn Duitse Broer – Autor(a): Chico Buarque – Editora: Penguin Random House Uk – Editora Internacional: De Bezige Bij

Poesia
1º Lugar – “Quase Todas as Noites” (7Letras), de Simone Brantes
2º Lugar – “A Palavra Algo” (Iluminuras), de Luci Collin
3º Lugar – “Identidade” (Urutau), de Daniel Francoy

Projeto Gráfico
1º Lugar – “Estórias da Rua que foi Balsa: Trilhas e Intuições na Educação Popular em Saúde” (Guayabo Edições), responsáveis pelo projeto gráfico: Patrícia Rezende e Valquíria Rabelo
2º Lugar – “História da Teoria da Arquitetura” (Editora da Universidade de São Paulo), do responsável pelo projeto gráfico: Casa Rex / Gustavo Piqueira
3º Lugar – “Aniki Bóbó – Responsável pelo Projeto Gráfico” (Verso Brasil Editora), de Beatriz Lamego

Psicologia, Psicanálise e Comportamento
1º Lugar – “A Clínica Psicanalítica em Face da Dimensão Sociopolítica do Sofrimento” (Escuta), de Miriam Debieux Rosa
2º Lugar – “O Adolescente e a Internet: Laços e Embaraços no Mundo Virtual” (Editora da Universidade de São Paulo / FAPESP), de Cláudia Prioste
3º Lugar – “De que Cor Será Sentir? : Método Psicanalítico na Psicose” (Manole Editora), de Marina de Oliveira Costa

Reportagem e Documentário
1º Lugar – “Petrobras: Uma história de Orgulho e Vergonha” (Companhia das Letras), de Roberta Paduan
2º Lugar – “Nazistas entre nós: A trajetória dos oficiais de Hitler depois da guerra” (Contexto), de Marcos Guterman
3º Lugar – “O Livro dos Bichos” (Companhia das Letras), de Roberto Kaz

Romance
1º Lugar – “Machado” (Companhia das Letras), de Silviano Santiago
2º Lugar – “A Tradutora” (Record), de Cristovão Tezza
3º Lugar – “Outros Cantos” (Companhia das Letras), de Maria Valéria Rezende

Teoria/Crítica Literária, Dicionários e Gramáticas
1º Lugar – “Machado de Assis e o Cânone Ocidental: Itinerários de Leitura” (Eduerj), de Sonia Netto Salomão
2º Lugar – “O Mundo Sitiado: A Poesia Brasileira e a Segunda Guerra Mundial” (ed. 34), de Murilo Marcondes de Moura
3º Lugar – “De Volta ao Fim: O ‘Fim das Vanguardas’ Como Questão da Poesia Contemporânea” (7Letras), de Marcos Siscar

Tradução
1º Lugar – “Conversações com Goethe nos Últimos Anos de Sua Vida: 1823-1832” (Unesp), do tradutor Mário Luiz Frungillo
2º Lugar – “Romeu e Julieta” (Companhia das Letras), do tradutor José Francisco Botelho
3º Lugar – “Ouça a Canção do Vento / Pinball, 1973” (Companhia das Letras), da tradutora Rita Kohl

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