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Winter is Coming: tempestade de neve em 1967 influenciou escrita de George R. R. Martin em Game of Thrones

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George R.R. Martin (Foto: Matt Sayles/ Invision/AP)

O autor ainda comentou sobre os próximos lançamentos da série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo

Publicado na Rolling Stone

Em entrevista ao site norte-americano NPR no último sábado, 19, George R.R. Martin revelou como experiência na universidade afetou a escrita dele no arco do “o inverno está chegando” nos livros de Game of Thrones.

O autor estudou na Universidade de Northwestern, em Illinois. Enquanto era calouro, Martin enfentou uma tempestade: “Acho que isso foi no início dos anos 1967, e teve uma incrível tempestade de neve, e a neve era tão espessa que eu me perdi no campus que andava todos os dias”.

Martin ainda diz que “saíamos do dormitório e estávamos em uma vala com paredes de neve e gelo acima das nossas cabeças”. Para o autor, aquele parecia um “mundo transformado”.

A experiência influenciou o autor. “Eu acho que isso entrou na minha memória de alguma forma e pode ter tido alguma influência quando comecei a escrever sobre o Muro em Westeros e os homens da Patrulha da Noite”.

Na entrevista, George R.R. Martin ainda comentou sobre os próximos lançamentos da série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo. O sexto e sétimo volume da saga são intitulados de The Winds of Winter e A Dream of Spring, respectivamente.

“É muito importante para mim terminar As Crônicas de Gelo e Fogo. Eu quero terminar. Ainda tenho mais dois livros para fazer e quero terminar com força. Isso para as pessoas olharem e dizerem ‘você sabe, essa coisa toda é um trabalho importante, não um trabalho incompleto ou incompleto’. Eu sei que algumas das pessoas mais cínicas por aí não acreditam nisso, mas é verdade”, disse George R.R. Martin.

Saga Millenium chega ao fim com lançamento de seu 6º livro

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Cena de ‘Millenium – A Garota na Teia de Aranha’, filme baseado na série de livros ‘Milenium’ — Foto: Divulgação

‘A garota marcada para morrer’ é o final da série de Stieg Larsson e despedida da hacker Lisbeth Salander. Foram 100 milhões de exemplares vendidos, após morte do criador.

Publicado no G1

O livro “A garota marcada para morrer” dá ponto final à saga policial sueca “Millenium” criada por Stieg Larsson e representa a despedida da carismática hacker Lisbeth Salander.

Publicado no fim de agosto em quase 30 países, o livro encerra um fenômeno de seis livros que formam uma apaixonante crítica social da Suécia contemporânea, com as ameaças do progresso tecnológico sobre as liberdades e a violência contra as mulheres.

Com 100 milhões de exemplares vendidos em todo mundo, a saga Millenium foi criada por Stieg Larsson, jornalista investigativo especializado em movimentos de extrema direita. Ele morreu após um ataque cardíaco em 2004, pouco depois de entregar os originais dos três primeiros livros.

Larsson não experimentou o gigantesco sucesso da saga, assim como suas adaptações para o cinema e para os quadrinhos. Também não viu a batalha jurídica pelos direitos autorais entre sua família e sua companheira.

Após a publicação dos três primeiros volumes, outro escritor de sucesso, David Lagercrantz, assumiu o comando da saga com a aprovação do pai e do irmão de Larsson.

“Os homens que não amavam as mulheres” (2005); “A menina que brincava com o fogo” (2006) e “A rainha do castelo de ar” (2007) formam a trilogia original. Lançados depois, “A garota na teia de aranha” (2015) e “O homem que buscava sua sombra” (2017) venderam 14 milhões de exemplares.

Após o sexto e último livro, “acabou”, declarou David Lagercrantz à agência France Presse. “Mas estou convencido de que Lisbeth é imortal e que continuará vivendo de uma forma, ou de outra, na televisão, no cinema, ou em outros livros.”

O jornalista e escritor best-seller sueco David Lagercrantz em foto de 21 de março de 2017 em seu apartamento, em Estocolmo. Ele substitui Stieg Larsson na saga ‘Millennium’ — Foto: Jonathan Nackstrand/AFP

Millenium é, sobretudo, a personagem Lisbeth Salander, hacker brilhante, anti-heroína punk, bissexual, vítima da violência machista e uma desajustada social. Ela faz justiça à sombra, de forma definitiva.

Sua contraparte masculina é o jornalista Mikael Blomkvist, diretor da revista “Millenium”, ao qual Stieg Larsson atribuiu suas obsessões, seu gosto pelos arquivos e nomenclaturas, assim como sua aversão ao materialismo e ao abuso de poder.

No sexto livro, Lisbeth está em Moscou para acertar contas definitivas com a família, em uma história que tem como pano de fundo um cenário de “fake news”, assédio virtual, manipulações genéticas e perseguição aos homossexuais na Chechênia.

Batalha legal

A companheira de Larsson, Eva Gabrielsson, rebelou-se quando Lagercrantz, filho de um intelectual de classe alta, assumiu o controle da série criada por um jornalista militante, nascido no interior, muito comprometido com a esquerda.

Eva ficou, porém, sem voz, ou voto, ao perder a batalha legal. Foi excluída da sucessão, porque não era casada com Larsson. David Lagercrantz não lamenta: “Observando em perspectiva, fiz bem em continuar (a obra de Stieg Larsson). Isto jogou luz sobre os livros e sobre sua ação política.”

Larsson, que escrevia para a revista antirracista sueca Expo e era ameaçado constantemente por grupos neonazistas, “compreendeu antes de todos os perigos da extrema direita”, destaca Lagercrantz. Biógrafo do jogador Zlatan Ibrahimovic e do matemático Alan Turing, Lagercrantz deseja virar a página da saga Millenium.

“Três livros é exatamente o que precisava. Se continuasse, teria sido antes de tudo por hábito”, afirma o autor. “É enorme e me sinto feliz de ter conseguido aprofundar o mito”, completa.

“A garota marcada para morrer” recebeu críticas mornas. “É um final aceitável, mas agora basta”, escreveu o jornal sueco “Svenska Dagbladet”.

Livros vencedores do Prêmio Kindle de Literatura podem virar filme ou série

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A 4ª edição do prêmio anunciou parceria com Amazon Prime para transformar o livro vencedor em filme ou série

Publicado no Correio Braziliense

Nesta terça-feira (2/7), a Amazon e a Nova Fronteira anunciaram a 4ª edição do Prêmio Kindle de Literatura, que, este ano, chegou com novidades. O romance vencedor será publicado pela Nova Fronteira e o autor receberá R$ 30 mil. Além disso, os finalistas vão concorrer a um contrato para adaptação audiovisual com a Prime Video, com pagamento antecipado de US$ 10 mil.

Talita Taliberti, da KDP, diz que parceria vai ajudar a alavancar livros e produtos audiovisuais
(foto: Amazon/Divulgação)

Os escritores devem inscrever os títulos inéditos e em português publicados pela Kindle Direct Publishing (KDP), a ferramenta de autopublicação da Amazon, e as histórias ficarão disponíveis para todos os leitores. As produções serão analisadas por um grupo de especialistas selecionados pela produção do prêmio. Já na produção audiovisual, a Amazon Prime Video revisará os finalistas e obras vencedoras de todas as categorias dos prêmios literários da KDP com base em alguns critérios como criatividade, originalidade e potencial de audiência, e selecionará um candidato. Concorrem todos os candidatos dos seis países nos quais o prêmio é oferecido.

“Vimos que o mercado audiovisual está crescendo muito na interação com o mercado de livros. Uma produção audiovisual ajuda a alcançar uma performance de um livro, em diversos formatos. O KDP estava atraindo ótimas obras e, por outro lado, a Amazon Prime está fazendo produções originais, muitas vezes baseada em livros, então vimos a oportunidade de unir e juntar forças para criar essa demanda do livro independente para adaptação”, revela Talita Taliberti, gerente de KDP na Amazon Brasil

No total, serão até 50 finalistas, sendo cinco finalistas para o Prêmio Kindle de Literatura do Brasil. Esses cinco estão automaticamente concorrendo ao prêmio audiovisual. “Não necessariamente o vencedor do prêmio de literatura será o vencedor do prêmio audiovisual. Ele também concorre, mas tem as mesmas chances que os demais finalistas”, conta Talita. A produção poderá ser um filme ou uma série.

As inscrições vão de 15 de agosto a 15 de outubro.

5 motivos para você ler o livro sobre o universo de ‘Stranger Things’

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Fernando Gomes, no M de Mulher

A terceira temporada de ‘Stranger Things‘ está prestes a ser lançada pela Netflix e os fãs estão doidos para ver esses novos episódios. Conforme mostra o mais recente trailer, a trupe de Hawkins presenciará grandes mudanças em suas vidas – e conhecerá novos inimigos também.

E essa não é a única novidade acerca da série. ‘Stranger Things: Raízes do Mal‘ é o novo livro sobre o universo da trama – e conta detalhes interessantes do passado de Terry Ives, a mãe da Eleven.

Escrito por Gwenda Bond, a história gira em torno de Terry e seu envolvimento com os experimentos mirabolantes de Dr. Martin Brenner, responsável posteriormente pelos testes em Eleven. Entre diálogos e acontecimentos envolvendo os personagens, a obra consegue explorar o terror do Laboratório de Hawkins e sustenta-se como um spin-off de boa qualidade da série.

A gente já devorou o livro e listamos aqui cinco razões para apostar nessa leitura.

1- A narrativa é envolvente

Assim como na série, o leitor é completamente abraçado pela narrativa da obra. Entre diálogos e passagens de tempo, ‘Raízes do Mal’ tem o dom de prender o leitor em uma história que entretém e surpreende em diversos momentos.

O envolvimento da protagonista com os assuntos confidenciais e muitos suspeitos do governo ligados ao Laboratório de Hawkins criam uma teia de aranha instigante. A leitura é leve e divertida. Você se importa com as personagens e se vê ali, sentindo com elas as mesmas aflições contadas.

E é importante o leitor se sentir confortável com a história, principalmente se ele nunca tiver assistido à produção antes. Aqui, os leigos de ‘Stranger Things’ serão igualmente muito bem acolhidos.

2- Você entende basicamente toda a motivação da série

Agora, se você é fã, com certeza o livro irá te agregar muito. Por ser uma história antes dos eventos da série, a gente pensa que não haverá nenhuma conexão com ela – isso, claro, além do fato de que a mãe de Eleven é o centro das atenções neste contexto. Mas existem ganchos bem pertinentes aos mistérios de Hawkins retratados na série.

Assim que Terry começa a adentrar no mundo sombrio de Brenner, tomamos conhecimento sobre todo o projeto por trás da criação de Eleven. Isto é, as motivações, a organização e o poder de chefia dos líderes. Parte disso é introduzida na primeira temporada da série, mas aqui temos uma visão mais panorâmica do que realmente levou ao treinamento de crianças superdotadas como armas de guerra.

3- Conhecemos o primeiro time de voluntários de Hawkins

Além de Terry, outros personagens integram o primeiro time de voluntários dos experimentos super secretos. Alice, Ken e Glória rapidamente dominam as páginas com suas vivências, opiniões e desventuras durante o processo de Brenner.

Em linhas gerais, esta é a trupe original de Hawkins, equivalente ao grupo de Eleven no momento atual da série. Esse olhar sobre a primeira leva de pessoas é importante porque detalha alguns procedimentos realizados no Laboratório que não são muito aprofundados na produção em si.

Até mesmo reconhecemos alguns métodos reproduzidos em Eleven que foram originados lá atrás, quando esses personagens se propuseram a desvendar o porquê de tudo aquilo estar acontecendo.

4- A obra assinala a questão dos monstros da série

O mais próximo do que veio a ser chamado de Demogorgon na série teve sua primeira aparição durante os experimentos com o grupo de Terry. Uma das personagens começa a descrever visões de criaturas com “cabeça de flor” medonhas, o que significa muita coisa para a narrativa da história.

Um outro ponto positivo para a sua leitura é que você entenderá melhor como eles surgiram para as cobaias e qual é a mecânica por trás dessas visões.

5- Uma personagem da série tem um melhor aproveitamento no livro

No 7º episódio da segunda temporada da série, “A Irmã Perdida“, descobrimos pela primeira vez que existia uma garota parecida com Eleven, uma outra menina com poderes que cresceu sob os efeitos dos experimentos de Brenner. No livro, essa mesma personagens reaparece, ou melhor, aparece pela primeira vez.

Kali – batizada como Eight – foi uma das garotas que vivenciaram as mesmas bizarrices que Eleven. E isso desde pequena. Na época que em Terry entrou para os estudos de Hawkins, Eight era controlada por Brenner para que fizesse exatamente aquilo que ele havia planejado: ser uma evolução da raça humana e usar seus poderes em benefício do governo.

Felizmente, a forma como esta figura é apresentada é muito eficiente, ao contrário do que foi feito na série. Conhecemos como tudo começou com ela e temos uma visão mais aprofundada do que sabemos dela a partir daquele episódio da produção.

Uma bela dica é reassistir ao episódio após ler ‘Raízes do Mal’, pois tudo fica mais claro e a confusão causada pelos roteiristas da série é, portanto, desfeita.

De fato, este livro acrescenta não só ao entretenimento e prazer da leitura, mas também aos acontecimentos que série – que, às vezes indiretamente, estão interligados. Se você estava procurando um título para ler, agora você já sabe em qual deve apostar.

Netflix anuncia série sobrenatural baseada em livro do Oriente Médio

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Victor Tadeu, no Desencaixados

A inclusão da Netflix é bastante percebida pelos assinantes, é frequente a empresa lançar títulos de outras nacionalidades, saindo um pouco de todo o universo de Hollywood. Com isso, nesta segunda-feira (27) foi revelado para a Variety mais uma produção do Oriente Médio.

Paranormal é o terceiro título dessa cultura que será lançada dentro da plataforma de streaming, inspiradas no autor Ahmed Khaled Tawfik, já falecido, a história será ambienta no Egito onde o protagonista Dr. Refaat Ismail lidará com uma série de eventos sobrenaturais.

O livro que dá origem à série é um best-seller árabe e foi um marco na década de 60. O Egito é uma potência muito forte para as produções árabes, trazendo uma representatividade muito grande ao catálogo.

“Estamos empolgados em continuar nosso investimento em produções do Oriente Médio, adaptando os romances ‘Paranormais’ altamente aclamados em uma nova série emocionante”, disse Kelly Luegenbiehl, vice-presidente de originais internacionais da Netflix , em um comunicado. “Também temos o prazer de colaborar com o proeminente produtor Mohamed Hefzy e o diretor Amr Salama , cuja visão criativa estamos ansiosos para trazer ao nosso público global.”

A série não tem previsão de lançamento e os livros não são publicados no Brasil.

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