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Livro “Deuses Americanos” ganha versão em HQ

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Intrínseca divulgou a nova adaptação do livro de Neil Gaiman, intitulada “Deuses Americanos – Sombras”, a primeira parte de três que serão lançadas pela editora

Publicado no Diário do Nordeste

Neil Gaiman ficou conhecido pelo o sucesso literário “American Goods” (Deuses Americanos), em 2001. O livro ganhou o prêmio Hugo e o prêmio Nebula, em 2002. A obra ganhou uma adaptação televisiva em 2017, para o serviço de streaming da Amazon.

Neste ano, no dia 9 de abril, a editora Intrínseca lança a história, aqui no Brasil, em formato de HQ. “Deuses Americanso – Sombras”, é o primeiro volume de uma série que será formada por três histórias em quadrinhos. No último domingo (01) a editora divulgou a arte da capa. A HQ já está em pré-venda em todas as livrarias online.

A narrativa apresenta Shadow Moon, um ex-presidiário de trinta e poucos anos que acabou de sair da prisão e descobre que sua mulher morreu em um acidente de carro. Sem lar, sem emprego e sem rumo, ele aceita trabalhar para o enigmático Wednesday (quinta-feira) e embarca em uma viagem tumultuada e reveladora por cidades inusitadas dos Estados Unidos.

Nessa aventura o protagonista se depara com os deuses os antigos (que chegaram ao Novo Mundo junto dos imigrantes) e os modernos (o dinheiro, a televisão, a tecnologia, as drogas) -, que estão se preparando para uma guerra que ninguém vê, mas que já começou. O motivo? Não ser esquecido.

Contendo 264 páginas a história em quadrinhos também será lançada em formato e-book. O roteiro ficou a cargo de P. Craig Russel, parceiro de longa data de Gaiman, que já adaptou algumas histórias do escritor inglês, como “O Livro do Cemitério” (2008).

A arte é assinada por Scott Hampton que já ilustrou HQs do Batman e também uma das obras de Neil, Sandman (Vertigo), uma das séries em HQs mais conhecidas de Gaimam, escrita de 1988 a 1996.

A edição de “Deuses Americanos – Sombras” traz ainda extras com uma capa alternativa criada pelo ilustrador brasilerio, Fábio Moon.

História em quadrinhos

A carreira de Neil Gaiman começou nas HQs. Suas primeiras histórias foram: Violent cases e Signal to Noise. Contratado pela DC Comics, criou a série Orquídea Negra (1989). Ficou mais conhecido pela série em HQs intitulada Sandman (1988-1996).

Nos romances, seu segundo livro e primeiro solo foi Neverwhere (Lugar Nenhum), lançado em 1996.

Stephen King está em alta com novo livro, HQ e relançamentos

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Publicado no Estadão

Nesta segunda, 16, chega às lojas Belas Adormecidas, novo livro de Stephen King. Escrito em parceria com o filho caçula, Owen, a obra é lançada em um dos momentos de maior popularidade em sua carreira – que sempre esteve em alta com clássicos marcantes na literatura e adaptados para o cinema, como O Iluminado e Carrie.

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O momento tão pop é por conta do filme It – A Coisa, baseado no livro de 1986, que estreou em setembro e quebrou o recorde de bilheteria para longa de terror. Só no Brasil, como efeito do longa, o livro teve aumento de vendas de 290%, entre janeiro e setembro de 2017, em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo a editora Suma de Letras, que publica a obra no País. Ao todo, livros de King na Suma também tiveram aumento nas vendas de 40% nos mesmos períodos.

Próxima aposta, o lançamento de Belas Adormecidas será simultâneo com os EUA, algo nem sempre possível para o mercado brasileiro. “Tivemos um prazo pequeno, de três meses, precisei de uma dedicação maior”, diz a tradutora Regiane Winarski, fã do autor que já traduziu outras sete obras dele, como o próprio It e Joyland.

Críticas como a do New York Times não aprovaram a parceria entre Stephen e Owen – “prosa irreconhecível”. Winarski diz não ter estranhado, mas admite que pode ser perceptível o peso da escrita a quatro mãos. Ela confessa também que o novo livro não é o tradicional King. “Já traduzi outros livros de parceria em que senti mais a diferença, mas dá para ver que há mais alguém ali.” Para a tradutora, o que mais chamou sua atenção foi um King “bonzinho”. “Ele às vezes é muito cruel com os personagens, mata sem pena, mas nesse não está tão sangrento.”

Já acostumada com a escrita do autor, Winarski revela que o principal desafio sempre é adaptar para o português a linguagem coloquial e cheia de palavrões. Outro tradutor de King, Érico Assis, concorda. “Ele tem um jeito particular de usar adjetivos de ênfase e também palavrões, que acaba caracterizando e dizendo muito sobre cada personagem”, explica.

É de Érico a tradução de Creepshow, que chega às lojas no fim de outubro pela editora Darkside. A obra é uma graphic novel criada em 1982 pelo ilustrador Bernie Wrightson com base no roteiro do filme de mesmo nome, escrito e estrelado por King, que reúne alguns contos de terror do autor.

Além de ter que fazer jus ao texto, a versão brasileira chega pouco tempo após a morte de Wrightson, em janeiro. “Honra e desafio”, define Assis. “Como em qualquer tradução de HQ, tenho que me ater a palavras e desenhos, entender como se relacionam no original”, explica. “Fiz isso em Creepshow, mas como havia mais texto do que num quadrinho contemporâneo, minha atenção maior foi ao estilo, que misturam tom de gibi das antigas e prosa stephenkinguiana.”

Para celebrar os 70 anos de King, completados em 21 de setembro, a Darkside relançou ainda o livro Stephen King – A Biografia: Coração Assombrado, de Lisa Rogak, numa edição especial para colecionadores.

A Study in Emerald | Conto de Neil Gaiman será adaptado aos quadrinhos por Rafael Albuquerque

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Brasileiro lança a HQ baseada no conto de 2003 em junho do próximo ano nos EUA

Fábio de Souza Gomes, no Omelete

Os brasileiros Rafael Albuquerque e Rafael Scavone estão adaptando para os quadrinhos um conto clássico de Neil Gaiman de 2003 chamado A Study in Emerald, publicação que será lançada nos EUA pela Dark Horse Comics. Confira a capa:

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A Study in Emerald é um mistério supernatural que se passa no mundo de Sherlock Holmes e dos Mitos de Cthulhu de H.P Lovecraft. O conto apresenta o brilhante detetive e seu fiel parceiro enquanto tentam decifrar um terrível assassinato de proporções cósmicas. A complexa investigação leva os investigadores de Baker Street dos subúrbios de Whitechapel até o Palácio da Rainha.

O lançamento está previsto para o dia 20 de junho de 2018 nos EUA.

109 anos da morte de Machado de Assis traz traz adaptações em quadrinhos

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Considerado por muitos o maior escritor de língua portuguesa, Machado continua a ser republicado. Agora também em versão HQ

Publicado no Cosmo Nerd

“Uma existência, além da morte”, assim escreveu Euclides da Cunha no dia 30 de setembro de 1908 no Jornal do Commercio sobre o falecimento de Machado de Assis, que havia acontecido na noite anterior. Hoje, 109 anos depois, não há quem não tenha ouvido falar ou não tenha se deparado com algo relacionado ao autor. O escritor brasileiro é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores como o maior nome da literatura brasileira.

Presente em diversas listas de provas de vestibulares e estudado pelos alunos das escolas do Brasil, Machado de Assis também é citado na 4a edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, promovido pelo Instituto Pró-Livro (IPL) e aplicado pelo Ibope Inteligência – como o autor mais conhecido entre os entrevistados, ficando à frente de Monteiro Lobato, Paulo Coelho e Jorge Amado. Machado aparece em segundo colocado na pesquisa, atrás apenas de Monteiro Lobato, também no quesito escritores de quem os entrevistados mais gostam.

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“Uma existência, além da morte”, assim escreveu Euclides da Cunha no dia 30 de setembro de 1908 no Jornal do Commercio sobre o falecimento de Machado de Assis, que havia acontecido na noite anterior. Hoje, 109 anos depois, não há quem não tenha ouvido falar ou não tenha se deparado com algo relacionado ao autor. O escritor brasileiro é considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores como o maior nome da literatura brasileira.

Presente em diversas listas de provas de vestibulares e estudado pelos alunos das escolas do Brasil, Machado de Assis também é citado na 4a edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, promovido pelo Instituto Pró-Livro (IPL) e aplicado pelo Ibope Inteligência – como o autor mais conhecido entre os entrevistados, ficando à frente de Monteiro Lobato, Paulo Coelho e Jorge Amado. Machado aparece em segundo colocado na pesquisa, atrás apenas de Monteiro Lobato, também no quesito escritores de quem os entrevistados mais gostam.

Machado de Assis
Monteiro Lobato
Paulo Coelho
Jorge Amado
Carlos Drummond de Andrade
Augusto Cury
Zibia Gasparetto
Mauricio de Souza
Cecília Meireles
Chico Xavier
Clarice Lispector
José de Alencar
Vinícius de Moraes
John Green
Érico Veríssimo

Base: Amostra (5.012) – Escritores mais conhecidos.

Os dados da pesquisa são endossados pelo crescente número de releituras e republicações das obras de Machado de Assis. Em homenagem ao autor, a Editora do Brasil acaba de lançar uma coletânea de contos adaptados na linguagem das HQs pelas mãos do ilustrador Francisco Vilachã. Neste livro, quatro histórias desse mestre da literatura veem em quadrinhos: “Missa do galo”, “Conto de escola”, “O espelho” e “Umas férias”. Contos que simbolizam muito bem a maravilha da narrativa machadiana. Intercalados por trechos de outros gêneros textuais do autor, o livro é um mergulho pelo universo de Machado e um convite para que o jovem leitor conheça um pouco mais o trabalho desse magnífico escritor.

Darkside Books apresenta Creepshow, HQ escrita por Stephen King

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Obra foi baseada no filme homônimo de 1982

Fernando Rhenius, no Vavel

A DarkSide Books revelou nesta terça-feira, 19, o lançamento Creepshow, primeira HQ escrita por Stephen King. O filme lançado em 1982 tem como diretor George A. Romero (A Noite dos Mortos-vivos) e King como roteirista.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

O filme é uma homenagem aos quadrinhos de terror dos anos 80. No longa King apresenta pequenas histórias, que iniciam quando, Billy é repreendido pelo pai por causa de uma revistinha de terror, intitulada como Creepshow. Enfurecido o pai acaba jogando a revista no lixo que com o vento, revela as páginas. Tudo isso em uma noite de Dia das Bruxas.

A primeira história “Dia dos pais”, Nathan Grantham (Jon Lormer), um velho, sai da sua sepultura para comer o bolo do dia dos pais e dar um fim em Bedelia (Viveca Lindfors), filha que o matou.

No segundo conto “A morte solitária de Jordy Verril”, interpretado por Stephen King, é um pequeno agricultor que presencia um meteorito cair em suas terras. Pensando em saldar suas dívidas, Verril resolve vender o objeto. Assim que toca na peça, o agricultor se transforma em planta e uma substância que “vaza” do artefato acaba transformando a vegetação da pequena fazenda.

Leslie Nielsen apresenta na terceira história. Intitulada “Indo com a Maré” Richard Vickers (Nielsen) enterra sua esposa e seu amante na areia, para serem afogados pelo mar. O destino acaba traindo mais uma vez Vickers, já que os amantes voltam para se vingar.

Uma caixa é o objeto central do quarto conto. “A Caixa” conta a história de Mike (Don Keefer), que encontra uma estranha caixa em uma faculdade com uma terrível criatura em seu interior. Finalizando o filme, “Vingança Barata”. Upson Pratt (E.G. Marshal) tem mania de limpeza, o que acaba incomodando as baratas.

Baseado no filme, King adaptou a história para os quadrinhos. A arte ficou por conta de Bernie Wrightson, um dos criadores e o primeiro ilustrador de O Monstro do Pântano, e capa de Jack Kamen, autor da EC Comics.

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