William Douglas

Posts tagged Uma

Confira 10 super dicas para você ter sucesso na prova do Exame de Ordem da OAB

0

Exame ordem OAB

Publicado no Amo Direito

Alvo de dez entre dez estudantes formados em Direito, a aprovação no Exame da OAB exige não só técnicas e métodos de estudos, mas uma boa dose de tranquilidade e confiança em si mesmo.

“Não há fórmula mágica, mas manter a calma e o foco são algumas dicas que podem parecer simples, mas fazem toda a diferença. Verificamos que muitos alunos preparados acabam tendo dificuldades, enquanto outros conseguem a aprovação, mesmo sem terem estudado tanto. Infelizmente a ansiedade exerce uma influência muito forte nesse momento”, explicou.

Já estamos na véspera da prova, por isso, agora não é mais o momento de tentar correr atrás do prejuízo. É melhor seguir esses conselhos e partir para a prova!

1 – Tenha calma e esqueça a ansiedade
Esse é o grande vilão da maioria dos candidatos. Ter pensamentos positivos e utilizar técnicas de relaxamento podem auxiliar no combate à ansiedade.

2 – Não estude na véspera da prova
O estudo às vésperas da prova só estressa o candidato e pode até confundi-lo. O ideal é revisar os conteúdos alguns dias antes do exame e separar um tempo para relaxar.

3 – Busque revisões e grupos de estudo
Fazer revisões com outros estudantes pode ajudar a tirar dúvidas, desde que isso seja feito alguns dias antes da prova. Os aulões e cursinhos também são essenciais para revisar o conteúdo que já foi estudado.

4 – Faça programas calmos antes da prova
Nada de sair para balada ou ingerir bebida alcóolica na véspera da prova. Opte por programas mais tranquilos, como cinema ou um passeio ao ar livre.

5 – Alimente-se bem
Nos dois últimos dias antes da prova, escolha alimentos de fácil digestão, com baixo teor de açúcar e pouca gordura.

6 – Fique de olho no tempo
Muitos candidatos esquecem-se do relógio e acabam tendo problemas para fazer a prova dentro do prazo. Faça as questões que você sabe a resposta e depois volte para pensar nas outras que restaram. Vá com um relógio e sempre organize o tempo que está sobrando.

7 – Cartão de resposta
Você precisa separar um tempo para preencher o cartão de resposta com calma e de forma correta. Faça isso apenas quando já tiver resolvido toda a prova.

8 – Treine bastante
Uma boa dica para os dias que antecedem a prova é fazer exercícios e os exames anteriores. Assim você pode cronometrar o tempo e sentir o que costuma cair no exame.

9 – Durma bem
Uma boa noite de sono garante que a mente e o corpo estarão descansados durante a prova.

10 – Não desanime!
Se você não tiver um bom resultado, não desanime. Tenha paciência e busque ajuda de profissionais para fazer um bom exame da próxima vez. A prova da OAB não é nenhum bicho de sete cabeças e, com dedicação e esforço, você vai passar na próxima!

Fonte: folhavitoria

Uma aula de inclusão racial com um menino de 10 anos

1

“É importante mostrar a realidade a partir do ponto de vista do próprio negro”. Menino de dez anos surpreende e dá aula sobre inclusão e integração racial

1

Publicado por Pragmatismo Político

O Projeto Leituraço, realizado desde o último dia 3 pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, propôs maior reflexão para a sociedade a respeito de suas raízes, neste mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra (20) em alguns municípios. Até amanhã (14), quando termina o projeto, 800 mil alunos de 1.462 escolas de educação infantil e de ensinos fundamental e médio terão realizado leituras simultâneas de obras africanas e afro-brasileiras.

A reportagem da TVT, em visita ao CEU Vila Curuçá, na zona leste da cidade, conversou com Gustavo Gomes da Silva, de 10 anos, que deu uma aula sobre cidadania. Veloz e consciente nos argumentos, o garoto da 5ª série do fundamental, falou sobre a importância de se conhecer a cultura afrobrasileira para combater o racismo.

“Se eu sou mesmo afrodescendente, eu quero saber as histórias da África, porque mesmo que não apareça a moral, como nas fábulas, elas têm uma moral escondida que você aprende.” Para Gustavo, os heróis negros desses contos ajudam as pessoas a respeitar os outros, ensinam que ninguém vive sozinho, isolado. “São todos em conjunto para combater o preconceito, a fome.”

Gustavo defende o debate proposto pelo Leituraço, já que “sempre haverá alguém racista”. “É importante mostrar a realidade a partir do ponto de vista do próprio negro”, defendeu.

Vídeo:

Imagem de Amostra do You Tube

Uma estrela cadente?

0

Os números de venda do livro ‘A culpa é das estrelas’ caem nas últimas semanas, mas continua em primeiro lugar

Cassia Carrenho, no PublishNews

O livro mais vendido no ano até agora, 541.265 exemplares, está longe de ser alcançado, mas nas últimas semanas tem vendido menos. Nessa semana, A culpa é das estrelas (Intrínseca) vendeu 11.990 e continua em primeiro lugar na lista geral dos mais vendidos. Porém, o segundo lugar, Ansiedade: como enfrentar o mal do século (Saraiva) vendeu 9.366 exemplares, uma diferença de 2.624 exemplares. Apesar de ser uma diferença ainda grande, é uma das menores do ano, e bem pequena para um livro que já foi meteoro.

Na lista de negócios, De volta para o mosteiro (Sextante) trocou de lugar com seu irmão mais velho, O monge e o executivo (Sextante) e assumiu o primeiro lugar.

Outra lista que trouxe várias famílias foi a infantojunvenil. A série da escritora Kiera Cass, da Seguinte, colocou quatro livros na lista: A elite, A escolha, A seleção e Contos da Seleção. A Rocco Jovens Leitores também fez um almoço em família, com Insurgente, Convergente e Divergente.

Na lista de autoajuda, o destaque foi o livro O poder da coragem (gente) que ficou estreou em quinto lugar com 1.500 exemplares vendidos. Em não ficção, Getúlio 1945-1954 (Companhia das Letras) ficou em segundo lugar, com 2.150 exemplares vendidos.

No ranking das editoras, Intrínseca ficou em primeiro com 14, e Record e Sextante empatadas com 12. Companhia das Letras, ficou em terceiro, com oito. A cada semana chegando mais perto das “top 3”

Loja online de livros usados realiza sonho de portuguesa

0

Uma loja de livros usados mas recentes, a preços acessíveis, era o sonho para a reforma de Ana Amélia. Até ao final do ano, vai tornar-se realidade através da internet, num sistema de créditos para trocar obras.

naom_515315c930cfbPublicado no Notícias ao Minuto

Aos muitos livros em casa e à inspiração noutros locais, como a Escócia, Ana Amélia somou a “paixão” e a “perdição” pelos livros e a certeza de que uma “lojinha em Torres Vedras”, onde mora, ou mesmo em Lisboa não seria “viável em termos económicos”.

Um conselho de um amigo para avançar pela internet foi bem acolhido, mas ainda faltava tempo por causa do trabalho executivo numa grande empresa. A saída dessa carreira fez concretizar a “2.ª Leitura”, que aplica o conceito de livros com recompra.

O projeto iniciou-se com a aquisição de livros, o que se tornou relativamente fácil “numa altura de crise”.

“As pessoas precisam de dinheiro”, resume à agência Lusa Ana Amélia, que recorreu, por exemplo, aos anúncios de vendas de particulares.

O preço combinado pela quantidade de livros torna os valores mais atrativos para que depois fiquem também acessíveis a quem quer ler e cada vez se queixa mais das dificuldades em comprar, como nota Ana Amélia.

Nesta “2.ª Leitura”, o cliente poderá encomendar um livro, tê-lo durante 15 dias e devolvê-lo depois mediante um valor predeterminado, que funcionará como crédito para ser deduzido em encomendas futuras. Caso o leitor queira ficar com o livro, não há acerto.

As recompras devem estar operacionais até ao final do ano, uma vez que Ana Amélia tem inserido livros na base de dados, o que inclui fotografar as capas, até para mostrar o estado de conservação dos livros.

“A aposta vai ser nos livros mais recentes e facilitar o acesso a preços mais acessíveis”, explica Ana Amélia, lembrando ser “raro ler o mesmo livro duas vezes”, pelo que este site também é útil para quem quer libertar espaço nas prateleiras.

“A plataforma também pode proporcionar a venda a terceiros, um espaço de partilha, com muito cuidado na inserção dos livros, num processo completamente transparente”, garante à Lusa.

Acerca dos atuais sistemas de trocas de livros, Ana Amélia recorda que podem ter “muitas limitações”, ao, por exemplo, haver apenas escolha entre os livros de uma só pessoa.

Por isso, Ana quer a sua base de livros com a maior escolha possível, incluindo em línguas estrangeiras.

Em termos comerciais, este projeto “não tem retorno” face ao trabalho de manutenção e administração: “A margem praticamente nem cobre isso, mas há o sonho, a partilha e a paixão pelos livros”, explica.

dica do Ailsom Heringer

 

Convidado da Flip, Daniel Alarcón visitou presídios peruanos para escrever novo romance

0

Um dos mais celebrados autores de sua geração, escritor criado nos EUA lança no país ‘À noite andamos em círculos’

Maurício Meireles em O Globo

RIO – Ele já passou uma noite na cadeia. Reincidente, voltou a ela várias vezes — por meses. Viu como os presos se organizam atrás das grades e ouviu sobre suas vidas. Depois disso, Daniel Alarcón virou uma celebridade no mundo do crime no Peru. Os presos lhe confiavam seus e-mails e manuscritos, na esperança que ele contasse suas histórias — afinal, ele estava lá como jornalista e não como detento. As reportagens que Alarcón fez nos presídios — especialmente em Lurigancho, o maior deles — são a principal fonte de pesquisa de seu novo romance, “À noite andamos em círculos” (Objetiva), que acaba de chegar às livrarias brasileiras.

1

Aos 37 anos, Alarcón, que nasceu no Peru, mas vive desde criança nos Estados Unidos, onde é considerado um dos maiores escritores de sua geração, vem ao Rio no fim do mês como convidado da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece de 30 de julho a 3 de agosto. Participará da mesa “Romance em dois atos”, no último dia do evento, ao lado de Fernanda Torres.

— A primeira vez em que estive num presídio peruano foi há cinco ou seis anos, e volto sempre que estou em Lima, porque é muito fascinante — conta Alarcón. — Foi surpreendente o quanto aprendi e gostei. Fiquei surpreso com o quão abertas as pessoas podem ser com suas histórias, e como os presos se organizam em comunidades dentro da cadeia. Como jornalista, gosto muito daquele momento em que é como se você ficasse invisível num lugar.

Uma pátria em duas línguas

Alarcón foi escolhido, pela revista “New Yorker”, um dos melhores autores com menos de 40 anos nos EUA e, pela “Granta”, um dos melhores jovens escritores do país. Mas “escritor americano” não o define bem, porque sua pátria são duas línguas. O inglês é a que mais domina, mas em casa só fala espanhol com os filhos. Por isso, ele se diz “um latino-americano que escreve em inglês e um americano que escreve sobre a América Latina”. Alarcón mudou-se com os pais para os Estados Unidos aos 3 anos, em 1980, quando começou o conflito que opôs grupos terroristas e forças do governo em seu país, deixando um saldo de mais de 60 mil mortos e incontáveis desaparecidos, incluindo um tio do hoje escritor.

A guerra é o tema mais marcante da literatura de Alarcón. Seu primeiro romance, “Rádio cidade perdida” (Rocco), se passa durante o conflito, e o novo, depois dele. “À noite andamos em círculos” cruza as histórias de Nelson e Henry. O primeiro é um ator frustrado que foi deixado pela namorada; o segundo, um dramaturgo de um grupo de teatro que, durante a guerra, foi considerado subversivo e enviado para uma das prisões mais violentas do país. Tempos depois do conflito, o grupo de teatro se prepara para uma nova turnê de sua peça mais famosa, e Nelson é escalado como ator. Embora não se passe todo nele, o presídio é um dos principais elementos do romance. O livro é narrado por um jornalista, que conta a história depois que ela já aconteceu — criando a suspeita de que algo trágico ocorreu aos protagonistas. A pergunta que fica é: se Alarcón só viu a guerra de longe, escrever sobre ela vem de alguma espécie de culpa por ter sobrevivido?

— Penso sempre no fato de eu ter tido uma vida e os outros (peruanos) não — afirma o autor. — Culpa de sobrevivente talvez seja um pouco dramático, mas sempre penso em versões diferentes da minha vida. No Peru, ela teria sido outra. Eu não seria o mesmo escritor. Só posso falar do Peru como falo porque não vivi lá.

O distanciamento rendeu críticas a Alarcón. Já houve quem dissesse que ele tenta “anglicizar” a América Latina em seus livros.

— Necessariamente, eu a estou anglicizando por escrever em inglês. Mas não há nada errado nisso. É apenas um fato da minha vida. Nasci no Peru e me mudei para os EUA. O inglês é uma das línguas que eu tenho à disposição — diz.

Talvez a crítica seja mesmo injusta, porque Alarcón mantém uma relação de grande proximidade com a América hispânica. Além de colaborador da premiada revista peruana “Etiqueta Negra”, ele é produtor executivo da Rádio Ambulante, uma rádio on-line criada por ele e pela mulher para encontrar histórias e personagens pela América Latina. Ele também costuma escrever reportagens sobre questões latinas para algumas das principais revistas dos EUA.

Não à toa, sua maior influência é a mesma de nove em cada dez escritores latino-americanos: Roberto Bolaño, morto em 2003. Como no universo do chileno, o romance de Alarcón tem os artistas no centro da trama.

— Bolaño tem a figura do poeta super-herói. Sua versão da Cidade do México e de Barcelona tem os artistas no cerne de tudo. Fui muito influenciado pelas descrições que Bolaño faz desses mundos de artistas boêmios de grandes cidades latino-americanas — diz.

“A culpa é do Felipão”

Como muitos latino-americanos, Alarcón adora futebol — quando era criança, sonhava ser “o Maradona peruano” — e deve ter muito assunto com o público brasileiro na Flip. Assumindo seu lado técnico, ele aproveita a entrevista para comentar a derrota do Brasil para a Alemanha:

— Estou completamente chocado. E a culpa é do Felipão — aponta. — Como você pode perder um zagueiro e o time entrar em colapso? Não é um time bom. Parecia que eles nunca tinham jogado juntos. Era como se não soubessem nem quem eram. Sei que o Thiago Silva é um zagueiro de primeira classe, mas, meu Deus, eles jogaram como se estivessem treinando!

Go to Top