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LitNews – Conheça o elenco de Bridgertons, nova série da Netflix baseada nos livros de Julia Quiin

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Victor Rogério, no Super Literário

Já confirmada anteriormente como uma futura produção da Netflix, em parceria com Shonda Rhimes (de Greys Anatomy e Scandal), finalmente foi revelado o elenco da série baseada em Bridgertons, série de romances de época de autoria de Julia Quinn.

Julie Andrews já havia sido confirmada anteriormente no elenco e dará voz a Lady Whistledown que é a narradora da história.

Phoebe Dynevor será Daphne Bridgerton, Golda Rosheuvel como a rainha Charlotte, Luke Newton como Colin Bridgerton e Regé-Jean Page como Simon Basset.

Jonathan Bailey como Anthony Bridgerton, Ruby Barker será Marina Thompson, Adjoa Andoh como Lady Danbury e Claudia Jessie como Eloise Bridgerton.

Nicola Coughlan como Penelope Featherington, Polly Walker como Lady Portia Featherington, Sabrina Bartlett como Siena Rosso e Ruth Gemmell como Lady Violet Bridgerton.

A autora Julia Quinn inclusive se manifestou sobre o elenco e afirmou estar adorando o início da produção.

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Jack Reacher terá série na Amazon Prime

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Tom Cruise não deve reprisar o papel

Priscila Ganiko, no Jovem Nerd

Os livros de Jack Reacher serão adaptados para o formato de série pela Amazon Prime Video.

Nick Santora vai adaptar a obra original, escrita por Lee Child, e também será o produtor executivo e showrunner da série.

O personagem foi interpretado anteriormente por Tom Cruise, que não deve reprisar o papel por não ter o porte físico do personagem.

O primeiro longa, Jack Reacher: O Último Tiro (2012), faturou US$ 218 milhões mundialmente. A continuação, Jack Reacher: Sem Retorno (2016), arrecadou US$ 162 milhões.

A série de TV ainda não tem previsão de estreia.

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Flip 2019: Conheça as cinco principais atrações da Festa Literária Internacional de Paraty

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Com homenagem a Euclides da Cunha, edição quer promover debates políticos. Mulheres são maioria entre convidados.

Publicado no G1

A 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) reunirá 41 autores, músicos, atores e artistas entre 10 e 14 de julho em Paraty. Pela primeira vez, a festa literária terá mesas mais curtinhas, de 45 minutos, intercalando com as tradicionais de 1h15. Também terá uma competição de poesia falada com poetas internacionais, o Flip Slam.

Seguindo a tendência iniciada em 2016 de incluir mais convidadas na programação, a Flip deste ano tem maioria de mulheres: são 22, ou 53,6%. Ela também é, sobretudo, brasileira: São 22 convidados nacionais, 12 de países de língua não inglesa e 7 de países inglesa.

Com homenagem a Euclides da Cunha, a edição quer promover debates que o escritor levantou ao longo de seu trabalho e o tom político será forte durante os cinco dias de debates e apresentações.

O G1 selecionou os cinco temas que certamente vão dominar as discussões ao longo de todo o evento. Veja no vídeo acima.

Veja, abaixo, os 5 temas imperdíveis da Flip 2019:

O escritor angolano Kalaf Epalanga, integrante da banda de kuduro Buraka Som Sistema que vem para a Flip 2019 — Foto: David Pattinson/Divulgação

1. Política e temas atuais

Os debates que extrapolam a literatura e abordam questões atuais, como política, racismo, crise migratória, questão indígena são tradição da Flip. Nesta edição de 2019, o cardápio está vasto.

É o caso do debate que junta o escritor e músico angolano Kalaf Epalanga e o rapper e romancista franco-ruandês Gael Gaye. Um dos temas deve ser a vida dos negros na Europa. Kalaf Epalanga, que é conhecido como poeta-cantor, é autor de “Também os brancos sabem dançar”, que tem forte inspiração autobiográfica e narra a história de um músico e escritor angolano que vai tocar na Europa.

Já o Gael Gaye é autor de “Meu pequeno país”, que fala da guerra e do genocídio em Ruanda do ponto de vista de uma criança.

A questão racial deve pautar também a participação da escritora, psicóloga e artista portuguesa Grada Kilomba. Ela é autora de “memórias da plantação: episódios do racismo cotidiano”. Grada está escalada para um dos horários nobres do evento, sexta-feira à noite e sozinha no palco. e isso deve render, porque a Grada usa livros, faz performance, leitura, filme, instalação.

Outro tema atual, a questão indígena, deve ser assunto em ao menos dois momentos da Flip 2019. Um deles é na mesa da antropóloga brasileira Aparecida Villaça, que é autora de “Paletó e eu”. O livro é um relato pessoal sobre a vida dela ao lado do paletó do título, que é considerado “o pai indígena” dela. Outro é no debate que tem o escritor e líder indígena Ailton Krenak. Ele vai estar num encontro com o diretor de teatro José Celso Martinez Corrêa.

A escritora americana Kristen Roupenian, autora de ‘Cat person’, primeiro nome confirmado para a 17ª Festa Literária Internacional de Paraty — Foto: Elisa Roupenian Toha/Divulgação

2. As mulheres e suas angústias

Um dos destaques é a americana Kristen Roupenian, de 36 anos. Ela escreveu o conto “Cat person”, que viralizou em 2017 com a história de um encontro ruim e gerou debates sobre consentimento em relações casuais. Kristen reuniu outros 11 contos que também discutem essas ideias de amor, desejo, poder e consentimento e publicou seu livro de estreia, uma coletânea que no Brasil chama “Cat person e outros contos”. Com histórias leves e contemporâneas, ela é a representante millennial da Flip e tem tudo pra atrair um público jovem e arejado para o evento.

Ela vai dividir mesa com a canadense Sheila Heti, eleita pelo “New York Times” como uma das quinze autoras internacionais que estão “moldando a maneira como lemos e escrevemos ficção no século 21. Sheila vem promover seu novo livro, “Maternidade”, que fala com muito humor e franqueza sobre a decisão de não ser mamãe. Além da obra, ela tem outros sete livros de ficção e não ficção. O encontro entre as duas promete render porque vai questionar como as mulheres têm sido representadas nos livros.

E pra fechar o time das gringas tem a Nigeriana Ayobami Adebayo autora de “Fique comigo”. O romance toca em todas essas feridas que a gente precisa tratar hoje como o patriarcado e o papel da mulher em sociedades conservadoras. Este livro foi eleito um dos melhores de 2018 por várias listas, do “New York Times”, do Guardian. E vale citar que a Adebayo não anda sozinha, ela teve ótimas companhias nessa jornada, foi aluna da Margaret Atwood, autora de O Conto da Aia, e colega de turma da Chimamanda. Então é um nome que vale ficar de olho.

Por fim, tem a cearense Jarid Arraes que também fala sobre o sertão, mas com uma perspectiva de raça e gênero. Um de seus livros mais importantes, “Heroínas negras brasileiras em 15 cordéis”, resgata a história de mulheres negras que foram apagadas da história. Jarid Arraes é cordelista, poeta e acaba de lançar um livro de contos, “Redemoinho em dia quente”.

 

3. Destaques internacionais

Dos autores internacionais convidados para a Flip que podem sair como grandes nomes desta edição, podemos destacar alguns aqui.

A primeira é Ayelet Gundar-Goshen, que é considerada uma revelação da literatura de Israel. Ayelet, que além de escritora é roteirista e psicóloga, não é muito conhecida do Brasil. Tem aqui este livro dela que saiu há pouco tempo, “Uma noite, Markovitch”.

O livro é inspirado em uma história real, fala de rapazes que vão da Palestina para a Europa, que estava sob domínio nazista, para participar de casamentos fictícios, arranjados, e assim resgatar mulheres judiais.

Na Flip, Ayelet vai participar de um debate com a escritora Ayobami Adebayo, também um dos destaques da programação. É pra prestar atenção.

Mas o segundo destaque internacional que vale citar aqui é o jornalista americano David Wallace-Wells. Um dos principais trabalhos dele é um livro excelente sobre mudança climática chamado “Planeta inabitável”, que está saindo no Brasil. O livro, que é um best-seller do “New York Times“, é resultado de uma grande reportagem feita pelo Wallace-Wells em 2017 sobre aquecimento global.

O texto é excelente, é bom a ponto de interessar até a quem não se liga muito em ciência e assuntos do tipo.

Na Flip, ele vai ocupar um dos horários nobres da festa, a mesa dele é no sábado à noite. Um debate com a jornalista brasileira Cristina Serra, autora do livro “Tragédia em Mariana: a história do maior desastre ambiental do Brasil”.

Pra fechar, deve fazer sucesso a participação da jornalista e escritora venezuelana Karina Sainz Borgo, autora de “Noite em caracas”, que é o livro de estreia dela na ficção e deve render muitos debates lá em Paraty.

Adriana Calcanhotto — Foto: Murilo Alvesso / Divulgação

4. Destaques brasileiros

A feira se chama Flip, mas não tem só literatura. E aí que os brasileiros se destacam nesta edição.

O ensaísta José Miguel Wisnik terá uma mesa dedicada à atividade das mineradoras. Seu livro mais recente, “Maquinação do mundo: Drummond e a mineração” explora a relação entre a obra do poeta mineiro e a mineração e vai passar obviamente pelos últimos desastres ambientais envolvendo a atividade no estado de Drummond: as tragédias de Mariana e Brumadinho.

Adriana Calcanhotto também escreve e estará na feira. Seu livro de 2008, “Saga Lusa”, foi escrito depois de um surto psicótico causado pelo uso de remédios para gripe. Calcanhotto é embaixadora e professora convidada da Universidade de Coimbra, em Portugal, e sua mesa no evento vai falar da mistura boa entre literatura, música e arquitetura.

José Celso Martinez Corrêa adaptou e dirigiu por quatro anos, no Teatro Oficina, um espetáculo baseado em “Os Sertões”. Ele mesmo atuou na peça como Antônio Conselheiro e incorporou jovens e adolescentes do bairro do Bexiga no elenco. Na Flip, ele divide mesa com o porta-voz indígena Ailton Krenak para discutirem sobre valorização das diferentes culturas brasileiras.

O escritor Euclides da Cunha — Foto: Reprodução

5. Euclides da Cunha, o homenageado

O primeiro destaque é Euclides da Cunha, o grande homenageado da Flip 2019. Ele é autor do clássico “Os sertões”. O livro foi lançado em 1902 e é uma obra de não ficção. Ele é resultado da cobertura do Euclides da famosa revolta de Canudos, que aconteceu no interior da Bahia no final do século 19. O escritor foi enviado ao local como repórter pelo jornal “O Estado de São Paulo”. Lá, ele registrou o conflito entre o exército brasileiro e o movimento liderado pelo Antônio Conselheiro.

Como acontece em todas as edições, o homenageado permeia diversos momentos da programação da Flip. Então, haverá, sim, muitas discussões sobre o Euclides da Cunha, e não só sobre o aspecto literário.

A curadora da Flip, Fernanda Diamant, quando anunciou o nome do Euclides da Cunha como homenageado, citou que “Os sertões”, que ela chama de “um dos primeiros clássicos brasileiros de não ficção”, mistura jornalismo, geografia, filosofia, teorias sociais e científicas – muitas delas ultrapassadas, segundo a curadora – para falar de um país em transição.

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Uma biblioteca chinesa (e quase infinita) perfeita para os amantes de livros

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Uma arquitetura impressionante / Feng Shao

Publicado no Idealista

Na galeria de hoje levamos-te ao mundo encantado da Biblioteca Zhongshuge, localizada na cidade chinesa de Chongqing, onde a simetria e os espelhos multiplicam os espaços e conseguem criar uma biblioteca quase infinita.

A livraria também tem uma sala dedicada às crianças, com o objetivo de despertar o amor pela leitura nos mais novos.

A Biblioteca Zhongshuge

O espaço perfeito para os amantes de livros

A sala dedicada às crianças

Os espelhos criam uma sensação de amplitude

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Na Romênia, você pode viajar de graça se estiver lendo livros durante a viagem

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Fernando, no Fique Sabendo

Hoje, a tecnologia é quase tudo na vida da maioria dos seres humanos. Vivemos sobre o que acontece ao redor do nosso telefone e não levamos em conta que muitas respostas só podem ser encontradas em livros.

Pensando nisso, um jovem chamado Victor Miron, um cidadão romeno, teve a brilhante ideia de promover uma campanha impressionante em uma cidade romena. Como mencionado, Victor acredita que muitas outras campanhas que promovem a leitura devem ser anunciadas.

Uma excelente maneira é recompensar os leitores, mas você se perguntará de que maneira. A sugestão de Victor é que todos aqueles que viajam em um transporte público e estão lendo um livro, não precisam pagar sua passagem.

Uma ideia brilhante que o jovem apresentou ao prefeito da cidade, Cluj Napoca, que publicou no Facebook e não demorou muito para dar a volta ao mundo recebendo muitas respostas positivas.

É evidente que a leitura enriquece os seres humanos, nos enche de imaginação e nos faz refletir, disseram as autoridades.

Esta não é a primeira campanha proposta pelo jovem Victor Miron, ele também criou um projeto chamado “Bookface“, onde os usuários do Facebook que têm um livro em seu perfil, podem obter grandes descontos em diferentes tipos de lojas, como livrarias, salões Beleza e muito mais.

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