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Séries “La Casa de Papel” e “Elite”, da Netflix, vão virar livros

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O acordo entre as duas empresas já conta com títulos de estreia

Publicado no PC World

Nesta segunda-feira (22), o Grupo Planeta anunciou um acordo editorial de âmbito global com a Netflix. Do casamento nascerão livros baseados em séries originais do serviço de streaming.

O Grupo Planeta publicará romances, livros de não-ficção e HQs, todos em castelhano, para Espanha e América Latina. A intenção é ampliar os universos narrativos e criativos das séries.

“Em um mundo cada vez mais globalizado, com uma linha tênue entre a publicação de livros e os conteúdos audiovisuais, estamos muito felizes com o acordo alcançado com a Netflix e com a possibilidade de publicar os livros dessas séries que são sucesso mundo afora. Estamos convencidos que os livros serão um complemento perfeito às séries”, disse Jesús Badenes, diretor geral da Divisão de Livros do Grupo Planeta.

Os fãs das séries espanholas La Casa de Papel e Elite, e da mexicana A Casa das Flores, já podem ficar animados, pois serão os primeiros a terem acesso às versões escritas de seus programas audiovisuais.

“São títulos muito queridos por nossos membros no mundo todo e estamos orgulhosos de que escritores hispanofalantes se inspirem nestas grandes histórias e personagens”, afirmou Paco Ramos, vice-presidente de conteúdo original da Netflix.

Os primeiros títulos chegarão às livrarias entre setembro e dezembro de 2019.

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Biblioteca em cemitério é refúgio para quem ama leitura na periferia de São Paulo

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Espaço na casa do antigo coveiro é referência em literatura e tenta preencher o vazio deixado pelo poder público na periferia.

Publicado no G1

No Brasil, o amor pela leitura levou jovens da periferia de São Paulo a criar um centro cultural num espaço fora do comum.

Um olhar concentrado em busca de prosas e versos. De uma vez só, lá se vão três livros.

A história de Lívia é a de uma menina que mora num bairro carente no extremo sul de São Paulo. E que descobriu uma biblioteca no lugar menos provável: o cemitério. É a poucos metros dos túmulos, mais precisamente na casa do antigo coveiro, que ela e mãe se deliciam com literatura.

“Como ela está lendo bastante livros infantis, eu também estou me interessando pela leitura dela. Eu leio para ela, ela lê pra mim”, conta a diarista Joelma Cardoso Silva.

O cartaz de boas-vindas lembra que o espaço foi criado pelos próprios moradores, de forma improvisada.

A biblioteca funcionava num posto de saúde e se mudou para o terreno do cemitério por falta de espaço. Hoje, é referência em literatura nesse pedaço da cidade, e tenta preencher o vazio deixado pelo poder público na periferia.

Sem cinema, teatro e outras opções culturais, é um oásis, com clássicos estrangeiros e brasileiros.

Os moradores se reúnem para saraus e discutem obras que falam de minorias.

“Lendo mais, você aprende mais. Você passa a ser cidadão, conhecendo seus direitos, seus valores. É bem enriquecedor para gente”, diz Adriana Neri de Lima, coordenadora pedagógica.

“Aquela imagem de um local de morte, dor, tristeza, com a chegada da biblioteca e desse trabalho, mudou muito”, conta André Barbosa, administrador do cemitério.

A mudança atravessou os muros. Tem contação de história nas creches do bairro.

Sem um centavo de dinheiro público, o projeto ganhou apoio de uma fundação que incentiva a literatura na periferia.

“Considerando os indicadores de analfabetismo funcional no Brasil, que são alarmantes, você ter espaços autogeridos nas periferias, em que você tem essa formação, é o que a gente precisa”, explica Marcio Black, coordenador de cultura da Fundação Tide Setúbal.

Bárbara Nascimento é voluntária. Uma vez por mês, percorre 35 km para dar dicas para escrever melhor: “É para a comunidade. É para aquela pessoa que faz bolo e quer vender, quer aprender a escrever melhor para vender seu produto”.

Marcela Sodré é uma das alunas. Apaixonada por poesia, agora se aventura nos próprios textos: “Escrever textos, poemas, histórias, é muito bom.”

 

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Serie baseada em Quem é você, Alasca? tem data de estréia definida

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Helder Gatti, no Mundo Hype

A serie baseada no livro Quem é Você, Alasca? de John Green já tem data de estreia definida para os Estados Unidos.

A série está sendo produzida pela plataforma de streaming Hulu e deve estrear em 18 de outubro de 2019.

A serie será estrelada por Kristine Froseth (de Sierra Burgess é uma Loser) e Charlie Plummer (Todo o Dinheiro do Mundo).

Charlie Plummer será Miles Halter, um adolescente que leva uma vida sem graça e sem muitas emoções na Flórida. Seu passatempo é memorizar as últimas palavras de grandes personalidades da história, e uma dessas personalidades, François Rabelais, um escritor do século XV, disse no leito de morte que ia em “busca de um Grande Talvez”.

E assim ele resolve ir atrás deste Grande Talvez, saindo da barra da saia dos pais e se matriculando em uma escola no Alabama, onde conhece Alasca Young (Kristine Froseth), uma menina descolada. Inteligente, engraçada, porém louca e enigmática.

Alasca vai tirar Miles de sua zona de conforto e juntos vão buscar o Grande Talvez.

A minissérie terá 8 episódios e ainda não temos informação de qual rede no Brasil irá exibi-la.

A certeza é que no Brasil existirá muito publico para a série, pois John Green é um dos autores mais lidos por aqui, desde o publico adolescente até o adulto. E com certeza, Quem é Você, Alasca? é um dos livros mais queridos de John Green por aqui, onde já teve diversas edições , inclusive uma em quadrinhos e a ultima em comemoração aos 10 anos de lançamento.

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The Witcher | Nova imagem da série com Henry Cavill mostra o cavalo Carpeado

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Leandro Ramos, no Cromossomo Nerd

Henry Cavill compartilhou uma nova imagem da série The Witcher, em sua conta oficial do Instagram, apresentando o seu personagem, Geralt de Rivia, montado em seu cavalo Roach (Carpeado em português).

Cavill incluiu a legenda: “A estrada para San Diego é longa. A boa notícia é que, no seu pior dia, Roach bate a companhia de homens, elfos, gnomos e até anões. Ela nem sempre é fácil, mas ela sabe mais do que a maioria e se importa o suficiente para ser o único tipo de companhia que vale a pena desfrutar “.

Confira o post abaixo:

A série terá um painel exclusivo da San Diego Comic-Con 2019, com isso, um trailer e até mesmo a data de lançamento devem ser divulgados nos próximos dias.

The Witcher tem previsão de chegar na Netflix no final de 2019.

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‘Bom Sucesso’, a novela que quer discutir o mercado livreiro no Brasil

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(Globo/Divulgação)

Próxima novela das sete terá um tema bem atual para o público que aprecia arte.

Fábio Garcia, no M de Mulher

Uma das características das novelas brasileiras é ocasionalmente escolher um tema relevante para a sociedade e usá-lo como pano de fundo para uma narrativa folhetinesca. O chamado merchandising social serve então para discutir um assunto retratado numa história de amor que todos queremos assistir, e muitos temas pertinentes já foram abordados em novelas anteriores. Seguindo essa linha, a próxima novela das sete, ‘Bom Sucesso‘, traz consigo um tema inédito nas novelas e bem atual: o mercado editorial de livros.

Um dos principais núcleos de ‘Bom Sucesso’ é o da editora Prado Monteiro. Seu criador, o rabugento Alberto (Antonio Fagundes), começou sua carreira vendendo enciclopédias de porta em porta, e conseguiu criar uma poderosa editora que não anda muito bem das pernas. Durante a novela, acontecerá uma espécie de “operação salvamento” da Prado Monteiro que mudará a linha editorial: saem os livros caríssimos e passam a apostar em livros mais populares.

O mercado editoral brasileiro passa por uma crise grande. Problemas como falta de papel, fechamento de gráficas, recessão econômica e até grandes livrarias entrando em processo de recuperação judicial foram se acumulando até abalar fortemente o mercado editorial. A novela promete mostrar boa parte dessa realidade, será que foi coincidência ou já estavam prevendo isso de alguma forma? Segundo Rosane Svartman, uma das autoras de ‘Bom Sucesso’ ao lado de Paulo Halm, não foi coincidência.

Rosane, que já fez curadoria de uma arena na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, contou que foi feita uma grande pesquisa para retratar o mercado editoral, conversando com editoras e até visitando algumas delas. Durante essa apuração de informações, foi constatado que os problemas citados nesse mercado já estavam aparecendo aos poucos. Ou seja, eles não previram a crise, e sim ela era inevitável. “Quando a gente começou a escrever ainda não tinha acontecido o caso da Saraiva e da FNAC, mas já se falava muito sobre a crise. A crise da literatura, a crise do cinema…”, explicou.

Mas de onde surgiu a ideia de abordar justamente a literatura? A autora revelou que, durante os trabalhos na Bienal do Livro, viu aquela quantidade enorme de pessoas que, mesmo com uma crise na indústria, enchiam o evento e chegou à conclusão que as pessoas estão lá pelas histórias. “E é o que eu faço também, eu vivo de contar histórias. A gente valoriza a literatura, mas a gente valoriza junto o contar histórias”, apontou.

Entretanto, essa não é a primeira novela da dupla Rosane Svartman e Paulo Halm a discutir criticamente alguma forma de arte. Em ‘Totalmente Demais‘, a novela anterior deles, o cinema e a poesia foram os temas inseridos na trama. Já tem ‘Malhação: Sonhos‘, o teatro e a música ganharam espaço na narrativa com histórias que valorizavam esses meios de contar histórias.

‘Bom Sucesso’ é a próxima novela das sete e tem estreia prevista pra o dia 29 de julho, substituindo ‘Verão 90‘.

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