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Posts tagged histórias

Primeira edição da Festa literária da Praia do Forte acontece em maio

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Curadora convidada Alice Ruiz. Foto: Reprodução

 

A festa conta com mesas literárias, lançamentos de livros, apresentações artísticas, feira de livros, oficinas e contações de histórias

Publicado no IBahia

Amantes da literatura tem um motivo para aguardar ansiosamente pelo mês de maio. Pela primeira vez, o Litoral Norte terá um festival literário para chamar de seu. Entre os dias 02 e 05 de maio, será realizada a primeira edição da festa literária internacional da Praia do Forte, a Flipf, com autores consagrados e novos talentos da literatura local, nacional e internacional. A curadora convidada é a escritora e poeta Alice Ruiz.

A festa conta com mesas literárias, lançamentos de livros, slams e saraus, apresentações artísticas, performances, projeção mapeada, feira de livros, feira de impressos, oficinas e contações de histórias. O projeto é uma realização da Trevo Produções e da Gabiroba Cultural e conta com diversos apoios.

Serviço
O Que: Primeira edição da Festa Literária Internacional da Praia do Forte
Quando: De 02 à 05 de maio
Onde: Praia do Forte

DarkSide Books lança o livro “Cabo do Medo”, um clássico elogiado por Stephen King

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Victor Tadeu, no Desencaixados

Nesta quarta-feira a DarkSide Books anuncia mais um lançamento para o mês de abril, desta vez aos leitores vão ter a oportunidade de ler uma obra-prima muito aclama de John D. MacDonald. O clássico Cabo do Medo está chegando nas livrarias brasileiras pela casa editorial e conta uma história bastante intensa e prometedora.

Sua primeira publicação foi realizada em 1950 e causou entre diversos leitores, a história encontrada dentro da obra é intensa, contando com uma narrativa incrivelmente brutal. Nela acompanhamos um thriller recheado por sede de vingança.

Tudo acontecendo há alguns anos quando Max Cady tinha 14 anos e foi preso, consequentemente nutrindo um ódio incontrolável por Sam Bowden, um advogado de sucesso, que fez pouca questão de tirá-lo da prisão.

Alguns anos passam e Max retorna para a sociedade, porém livre de qualquer pendência no presídio. A raiva que tinha pelo seu defensor público continua a mesma, principalmente pelo tempo que perdeu atrás das grades e como começou ser trato pela família.

A sede por vingança é fortemente presente nos ex-presidiário e ele fará a família de Sam Bowden pagar pelos erros do advogado.

Cabo de Medo foi elogiado por Stephen King e a The New York Times, veja;

O grande artista de nossa época e um contador de histórias hipnotizante.”, disse Stephen King. “Uma história poderosa e aterrorizante.”, afirmou The New York Times.

O título é muito aclamado por uma legião de pessoas, inclusive já ganhou duas adaptações cinematográficas; A primeira em 1962, com Gregory Peck e Robert Mitchum no elenco; Já a segunda é o remake de 1991, indicado em duas categorias no Oscar e dirigido pelo mestre Martin Scorsese, com Robert DeNiro no papel do ex-presidiário e Nick Nolte como o advogado.

Cabo do Medo está sendo lançado pela Cine Book Club, um selo editorial da DarkSide Books que lança títulos que foram sucesso nos cinemas. As adaptações tiveram grande peso nas bilheterias, fazendo um marco em Hollywood.

Recentemente a Caveirinha anunciou outros lançamentos como Big Baby, O Que Terá acontecido a Baby Jane?, A Menina do Outro Lado vol. 2 e entre outros títulos extremamente interessantes.

Cabo do Medo será lançado dia 24 de abril e a pré-venda já foi liberada.

Livros da Turma da Mônica serão os próximos brindes do McLanche Feliz

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Além dos livros, aplicativo permite ler as histórias utilizando as vozes dos famosos personagens criados por Mauricio de Sousa.

Rafael Argemon, no Huffpost

Livros são a grande atração na próxima edição do McLanche Feliz. Fruto de uma parceria do McDonald’s com a Maurício de Sousa Produções, desde a última quarta (13), o lanche traz como opção livrinhos com histórias de alguns dos principais personagens da Turma da Mônica. Entre eles a própria Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento, Tina, Bidu, Piteco, Astronauta e Penadinho.

Cada livro traz dois personagens, com uma história para cada um. São eles: Mônica em: A Melhor Hora do Dia e Bidu em: Mal Entendido; Cebolinha em: A Máquina de Fantasias | Astronauta em: Qualquer semelhança é mera coincidência; Cascão em: É Você Mesmo | Penadinho em: Festa de Outro Mundo; Magali em: A História da Princesa Comedora de Ervilha | Tina em: Quando Tudo dá Errado; e Chico Bento em: Amor de Verão | Piteco em: Viagem no Tempo.

“Numa realidade em que 30% das famílias brasileiras nunca tiveram acesso a um livro, eu não poderia perder a oportunidade de fazer chegar mais de 2 milhões de exemplares a esses potenciais leitores. Sempre estarei aberto a propostas como essa, que tenham como objetivo o estímulo à leitura”, disse Mauricio de Sousa.

Outra novidade é o uso do áudio no aplicativo da rede de fast food para que as histórias possam ser contadas às crianças com as vozes originais dos personagens. “Muitos adultos já têm o hábito de contar histórias fazendo as vozes dos personagens ou imitando sons. Essa funcionalidade vai ajudar ainda mais nessa experiência”, explica David Grinberg, vice-presidente de comunicação corporativa da Arcos Dorados, franquia que administra a marca McDonald’s em 20 países da América Latina e Caribe.

Os livros podem ser encontrados em todas as filiais e restaurantes da rede no Brasil. Eles também poderão ser comprados separadamente por R$ 13.

Mapas fantásticos: como os autores imaginam seus mundos da ficção

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O livro inédito “The Writer’s Map” traz imagens inéditas de mapas fantásticos da literatura mundial, além de histórias de como eles foram criados

Luis Antonio Costa, no Showmetech

Um dos grandes prazeres da vida, para um amante de livros (especialmente livros de fantasia), é abrir uma capa para encontrar um mapa secreto cheio de detalhes de uma terra prestes a ser descoberta. Os mapas fantásticos de um escritor sugerem um mundo totalmente imaginado.

No início de um livro, um mapa é uma promessa. No meio de, um guia. E no final é um lembrete de todos os lugares que a história levou até você. Neste artigo, iremos explorar histórias de como famosos mapas fantásticos da literatura foram criados.
A literatura dos mapas fantásticos

Um novo livro, chamado The Writer’s Map: An Atlas of Imaginary Lands (“O mapa do escritor: um atlas de terras imaginárias”, sem tradução para o português), contém dezenas de mapas fantásticos que os escritores desenharam ou que foram criados por outras pessoas para ilustrar os lugares que criaram.

Ainda não disponível no Brasil, “The Writer’s Map” explora a criação de mapas famosos da ficção.

“Todos os mapas são produtos da imaginação humana”, escreve Huw Lewis-Jones, editor do livro. “Para alguns escritores, fazer um mapa é absolutamente fundamental para a arte de moldar e contar sua história.”

O livro inclui o mapa da Utopia de Thomas More, que, quando publicado em 1516, continha o primeiro mapa de fantasia em uma obra de ficção. O livro também tem os mapas fantásticos que foram objetos de obsessão de muitas crianças: a Terra Média, a misteriosa Nárnia, a Floresta dos Cem Acres, as estradas que Milo explora em O pedágio do fantasma.

Mapa da ilha da “Família Robinson”, desenhado por Johann David Wyss

Mas também há mais tesouros aqui: o esboço de Mordor, de J.R.R. Tolkien, em papel milimétrico; esboços de C.S. Lewis; mapas inéditos dos cadernos de David Mitchell, que os utiliza para ajudar a imaginar os mundos de seus livros, como Os Mil Outonos de Jacob de Zoet; O percurso de Jack Kerouac em On the Road (uma fantasia de um tipo diferente).

Fãs de “O Senhor dos Anéis” vão adorar conferir os detalhes do mapa original da Terra-Média.

Entre esses mapas, o da Ilha do Tesouro é um marco, “um dos mais icônicos mapas literários de todos”, escreve Lewis-Jones. Ele aparece mais de uma vez nos ensaios do livro, escritos por autores e cartógrafos. Robert Louis Stevenson primeiro esboçou o mapa em 1881 como uma distração para seu enteado, e um X vermelho marca o local onde o tesouro foi enterrado.

Esse mapa inflamou um instinto cartográfico em gerações de escritores. Essa é uma experiência comum para escritores amantes de mapas – o mapa de um livro gera outro.

Em um ensaio, Cressida Cowell, autora de How to Train Your Dragon (“Como Treinar seu Dragão”, em português), escreve sobre ser inspirada em mapas desenhados pelos Brontës quando crianças, “em livros minúsculos e bonitos que eram em si mesmos um fascínio, pois a escrita era tão pequena quanto se criado por ratos.”

Criando mundos imaginários

Para muitos escritores, a cartografia é um esforço prático que os atrai para o seu próprio trabalho. “Eu sempre me dedico às histórias”, escreve Abi Elphinstone, o autor dos livros Dreamsnatcher. “Eu começo cada história que escrevo desenhando um mapa porque é somente quando meus personagens começam a se mover de um lugar para outro que um enredo se desenrola.”

Mitchell não imprime mapas em seus livros, mas precisa deles para passar pela escrita. “Se estou descrevendo a ascensão de uma montanha à personagem, preciso saber o que ela encontrará no caminho”, escreve ele. Mas também: fazer mapas é divertido.

Mapa desenhado por Munro Orr de “A Ilha do Tesouro”, por Robert Louis Stevenson.

Philip Pullman (autor dos livros da série “His Dark Materials”) fala: “A escrita é uma questão de labuta mal-humorada. Desenhar é pura alegria. Desenhar um mapa para acompanhar uma história é uma brincadeira, com a diversão adicional de colorir. ”

Mitchell também diz: “Enquanto eu estava ocupado sonhando com topografia, eu não tinha que sujar as mãos com a mecânica do enredo e personagem.” E Elphinstone confirma: “É uma das partes mais libertadoras e emocionantes da narrativa.”

Mas transformar ideias em mapas não é uma tarefa fácil. Você sabia que não foi o escritor G.R.R. Martin que desenhou os mapas de Westeros e das outras terras do universo de “Game of Thrones”? Jonathan Roberts, um desenhista e também físico teórico ficou encarregado de transpor para o papel as ideias de Martin e criar 12 mapas para o escritor.

Jonathan teve que utilizar uma série de notas detalhadas de Martin para criar os mapas de Westeros do zero.

O mapeamento tem muitas outras dificuldades. Frances Hardinge, escritora britânica de livros infantis, explica o problema de ter descrito em sua escrita uma ilha com um contorno que “lembrava um bípede com cabeça de pássaros”.

Suas primeiras tentativas de mapear o lugar pareciam erradas. “Na verdade, desenhar algo que se pareça tanto com híbrido pássaro-humano quanto com uma massa de terra plausível é muito mais difícil do que você imagina”, escreve ela.

Às vezes, escreve Hardinge, os mundos que ela sonha são “não mapeáveis”. Mas até essas histórias criam mapas nas cabeças dos leitores. “Lugares imaginários podem nos oferecer novos tipos de descoberta”, escreve Lewis-Jones. Um mapa ajuda a moldar a ideia de um lugar fictício de um leitor ou escritor, mas, em última análise, seus limites são limitados apenas por suas imaginações conjuntas.

Fenômeno editorial planetário, ‘A amiga genial’ enfim chega à TV no domingo

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Atrizes escolhidas para viverem Lila e Lenù em ‘A amiga genial’ Foto: Divulgação

Série contará as primeiras histórias da saga napolitana de Elena Ferrante que já vendeu 10 milhões de cópias

Carlos Heli de Almeida, em O Globo

RIO — Saverio Costanzo andou cortejando a misteriosa escritora Elena Ferrante muito antes do sucesso planetário de “A amiga genial”. Lançado na Itália no fim de 2011, o livro e suas três sequências venderam, até aqui, mais de 10 milhões de cópias em cerca de 40 países (no Brasil, a série é publicada pela Biblioteca Azul/Globo Livros). Mas era 2007, e o cineasta estava de olho no romance “A filha perdida”, que Ferrante publicara um ano antes e ele queria adaptar para as telas. Decepcionada com propostas anteriores, ela não deu sinal verde.

Daí a surpresa de Costanzo quando foi informado de que havia sido escolhido pela própria escritora para dirigir a série de TV “My brilliant friend”, que estreia neste domingo, às 22h, na HBO. Os dois nunca se viram — mesmo consagrada mundialmente, a autora mantém até hoje sua identidade em segredo e concede poucas entrevistas (sempre por escrito).

— Adoro os livros, mas não me via à frente de uma superprodução desse porte, que cobre décadas da relação entre duas personagens — reconheceu o realizador romano de 43 anos durante o Festival de Veneza, em setembro, onde exibiu os dois primeiros capítulos de “My brilliant friend” em première mundial. — Mas o convite me deixou mais animado do que tenso, porque compartilhávamos do mesmo imaginário e, portanto, sabia qual caminho tomar. Os livros são muito precisos.

A temporada tem apenas oito episódios. Como no livro inicial, eles cobrem a infância de Elena (a Lenu) e Lila, duas amigas que crescem num pobre subúrbio de Nápoles, no Sul da Itália, nos anos 1950. Vizinhas no mesmo bairro operário da cidade costeira italiana, elas vivem os percalços de uma infância cheia de violência e limitações financeiras, as descobertas da adolescência e os primeiros contatos com o mundo adulto. É uma história de uma amizade de uma vida inteira, que sobrevive não só a imposições externas mas também a sentimentos pessoais — nem todos necessariamente edificantes, como inveja e repulsa.

Elisa Del Genio, ou ‘Lenú’, vive ‘Elena Greco’ criança. A personagem é protagonista e narra o romance. Lenu, como é chamada, cresce na pobreza em Nápoles. Divulgação / Divulgação

— Ferrante fala de amizade de um jeito perigoso, tocando em assuntos espinhosos e investigando a verdade do ser humano — argumenta o diretor, que chama Ferrante de escritora “de culhões”. — Digo perigoso porque suas histórias iluminam aspectos obscuros de nós mesmos, com que, por mais pesados e grotescos que sejam, somos capazes de nos identificar. O apelo universal de seus livros vem daí. Ela confronta o leitor com o que ele realmente é, dando-lhe a chance de se aprimorar. É o que a arte costuma fazer.

A série de TV é fiel ao espírito dos livros, mas faz pequenas mudanças na estrutura e na cronologia dos eventos. O roteiro foi desenvolvido pelo diretor, em colaboração com os roteiristas Francesco Piccolo e Laura Paolucci, e a própria Ferrante. Mesmo após tudo isso, o diretor jura que nunca viu a escritora pessoalmente e que as trocas entre os dois aconteceram por email.

Ludovica Nasti é ‘Lila’, ou ‘Raffaella Cerullo’, a amiga genial do título, em sua infância. Filha de um sapateiro, bonita e carismática, ela é uma personagem manipuladora e imprevisível. Divulgação

Ferrante acompanhou todo o processo de escrita, fez sugestões e até escreveu algumas cenas. Foi uma espécie de guia pela trama. Produção da HBO em parceria com a RAI italiana, “My brilliant friend” tem Paolo Sorrentino (de “A grande beleza”) como produtor associado. Principal cenário dos primeiros capítulos da série, o conjunto habitacional onde moram as protagonistas foi construído no terreno de uma antiga fábrica de vidro a 37km de Nápoles. Elisa Del Genio e Margherita Mazzucco vivem Lenu criança e adolescente, e Ludovica Nasti e Gaia Girace encarnam Lila nas duas fases. O elenco foi selecionado entre atores da região.

— Grande parte dos diálogos é em dialeto napolitano, como nos livros. Claro que poderíamos escalar atores de outras regiões, que aprenderiam o dialeto, mas não soaria autêntico — explica o diretor. — Ferrante fez uma tetralogia sobre a alma napolitana, que acredito ser a matriz da identidade italiana.

As jovens que encarnam Lenu e Lila não tinham qualquer experiência anterior com atuação. Elisa entrou para o seriado quase por acaso, porque foi acompanhar o irmão mais velho, de 15 anos, numa sessão de testes. O rapaz não conseguiu um lugar no elenco, mas a irmã chamou a atenção dos produtores, foi convidada a participar das audições e acabou com o papel de Lenu.

— Comecei a fazer os testes a dois meses do fim da seleção, os outros candidatos estavam no processo há sete. Então, fui descoberta nos últimos momentos da fase de casting — lembra a pequena Elisa, de 11 anos. — Tenho alguma experiência como modelo infantil, mas só fiz dois trabalhos até agora.

Ludovica, de 12 anos, também posa para fotos de propaganda. Conhecia pouco — ou quase nada — sobre a tetralogia de Ferrante: até entrar para a série de TV, só havia lido “as três primeiras páginas do primeiro livro da série”. Terminou de ler a obra porque sentiu “curiosidade para saber o que acontecia” com sua personagem”, mas diz que não havia necessidade d isso:

—Minha avó me contou como era viver na Nápoles dos anos 1950. Até o dialeto napolitano, que naquela época era diferente do de hoje, eu aprendi com ela.

Elisa Del Genio e Ludovica Nasti vivem as protagonistas mais velhas Foto: Divulgação

Das quatro, Gaia Girace, 15 anos, a Lila adolescente, é a única que tinha planos de se tornar atriz. Entrou recentemente para uma escola de cinema em Nápoles e aposta no sucesso da série de TV, que impulsionará “a carreira internacional” que almeja.

A tímida Margherita Mancuzzo, que interpreta a Elena teen, só se apresentou para os testes porque vários colegas de colégio foram. Foi escalada no último dia, e diz que se apaixonou pela série:

— Gosto de como as personagens de Elena e Lila se equilibram no primeiro livro, uma apoiando a outra. São livros mágicos, especialmente no jeito como as personagens são descritas, física e psicologicamente.

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