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A Longa Jornada | Clássico de aventura vai virar série com John Boyega e James McAvoy

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Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

O livro Watership Down, publicado no Brasil como A Longa Jornada, de Richard Adams, vai virar série na BBC.

John Boyega (Star Wars), James McAvoy (Fragmentado), Anne Marie Duff (O Garoto de Liverpool) e Ben Kingsley (Homem de Ferro 3) estão no elenco. Os personagens de cada um não foram revelados por enquanto.

Considerado um clássico de aventura, A Longa Jornada acompanha um grupo de coelhos que precisam buscar um novo lugar para viver após suas tocas serem destruídas. No caminho, eles enfrentarão diversos perigos. O livro foi lançado em 1972 e é um dos mais queridos do mundo, com cerca de 50 milhões de cópias vendidas em todo o planeta.

A série não tem previsão de estreia.

Colégio Santo Agostinho, do Rio, suspende uso de livro considerado ‘comunista’ por grupo de pais

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Livro de Luiz Puntel seria usado na última prova de redação do ano Foto: Rafael Andrade/27-2-2012

Obra escrita nos anos 1980 foi retirada da lista de leitura do sexto ano; ‘Meninos sem pátria’ retrata vida de família exilada na ditadura

Ana Paula Blower e Renato Grandelle, em O Globo

RIO — Zé Maria chega em casa apavorado e anuncia para a família que o jornal em que trabalhava foi fechado pelos militares. Deixa o país, a mulher e os dois filhos, que depois o encontram no Chile. Não ficam lá muito tempo — vão para o exílio em Paris logo depois que o ditador Augusto Pinochet assume o poder em Santiago.

Esta é a história de “Meninos sem pátria” (Ática), livro de Luiz Puntel lançado em 1981 e que já está na 23ª edição. Apesar da longevidade, a obra enfrenta agora uma situação inédita — a pedido de alguns pais, o Colégio Santo Agostinho Leblon, na Zona Sul, suspendeu sua leitura, prevista desde o início do ano letivo.

‘Meninos sem Pátria’, de 1981, é um dos títulos mais vendidos da Coleção Vaga-Lume Foto: Reprodução

Pais de estudantes do 6º ano alegaram à escola que o livro “doutrina crianças com ideologia comunista”. Em uma página do Facebook, a obra é acusada de promover um “discurso esquerdopata”. No entanto, a decisão também foi alvo de críticas por internautas que se queixaram de ver o colégio se render a um “faniquito”. Procurada pelo GLOBO, a coordenação do Santo Agostinho não quis se manifestar.

Puntel destaca que o livro foi escrito dois anos após a anistia, evento histórico que lhe serviu de inspiração. O educador reforça que “Meninos sem pátria” se baseia no drama da volta dos exilados, e não em uma apologia ao comunismo.

— Falo sobre algo que aconteceu no final da ditadura militar. E agora, mais de 30 anos depois, um pai vê o filho lendo o livro e o interpreta como uma apologia ao comunismo — critica. — Lamento a existência da censura quando vemos como o país precisa da democracia. Quero pensar um pouco e ver com a editora se alguma coisa precisa ser feita.

Editora Planeta está em negociação avançada para comprar Aleph

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Mauricio Meireles, no Painel das Letras

A editora Planeta está em negociações avançadas para a compra da Aleph, casa especializada em títulos de ficção científica, que foi atingida de forma dura pela crise econômica dos últimos dois anos.

Em 2017, houve vários boatos de que a Aleph estava à venda, sempre negados. A editora chegou a ter conversas iniciais com a Sextante -mas, como outras negociações, não avançou como agora com o grupo espanhol.

A coluna apurou que as demais negociações não foram para a frente por conta do preço pedido pela editora brasileira. Executivos espanhóis da Planeta estão no país para conversas com a casa.

Entre questões trazidas com a crise para a Aleph, estiveram problemas relativos ao Cartão BNDES, que oferece crédito para serviços editoriais. A editora passou a lançar menos livros e comprar menos títulos no mercado internacional.

A Aleph já passou pela chamada “due diligence”, a auditoria de contas realizada para ver a saúde de uma empresa quando uma aquisição do tipo é realizada. Procuradas pela coluna, contudo, nem Aleph nem Planeta confirmam a negociação.

7 razões para ler “Extraordinário”, mesmo se você já assistiu ao filme

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Raul Felipe Sennger, no Burn Book

É inegável. As sessões de Extraordinário seguem abarrotadas. No Brasil, por exemplo, o filme já soma mais 37 milhões de espectadores. A adaptação baseada na obra de R.J. Palacio está liderando as bilheterias nacionais! Mas nem todo mundo que foi ao cinema testemunhar o drama do pequeno Auggie Pullman na telona, leu o livro.

Se você faz parte do grupo que pulou a leitura, por favor, nada de desculpas! Ainda há razões, mais precisamente sete, para você, depois de ter umedecido a pipoca, encharcar o papel.

1 – A paixão de Auggie por Star Wars é maior no livro.

2 – Entender que Izabela Vidovic nasceu para interpretar Olivia Pullman, a nossa Via.

3 – Auggie não usa o famoso capacete rumo ao primeiro dia de aula, o que deixa o momento ainda mais desafiador para ele e para o leitor.

4 – O refeitório da escola é mais acolhedor. Ou não! E Summer é ainda mais linda e radiante. E Jack Will, bem, é o Jack, né?

5 – FOLHEAR os preceitos do Sr. Broune nos dá uma sensação de otimismo e coragem fora do comum.

6 – O capítulo narrado por Via te fará chorar com certeza!

7 – Conhecer Auggie Pullman através de sua história original, não fazendo nenhuma referência ao título da obra, é Extraordinário!

É inegável, repito! EXTRAORDINÁRIO virou o mais recente e legítimo clássico moderno.

Livro de Paulo Coelho é o mais lido de biblioteca secreta na Síria

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© Getty Images

© Getty Images

Correspondente francesa escreveu sobre grupo de jovens que fundou biblioteca clandestina com 15 mil títulos

Publicado no Notícias ao Minuto

A correspondente de guerra francesa Delphine Minoui revelou ao jornal isralelense ‘Haaretz’ que um livro escrito pelo brasileiro Paulo Coelho é um dos mais populares de uma biblioteca clandestina fundada por jovens na Síria. Segundo a jornalista, ‘O Alquimista’, é o título mais popular entre os 15 mil da coleção. As informações são do jornal O Globo.

“Talvez por causa da jornada que o pastor espanhol faz da Andaluzia às pirâmides egípcias”, sugere Delphine. “Os livros didáticos também são bem procurados, era sua maneira de quebrar o cerco. Os leitores buscam meios para aprender as coisas que eles perderam por causa da guerra”.

Delphine conta a história do grupo no livro “The book smugglers of Daraya” (“Os contrabandistas de livros de Daraya”), lançado no fim de outubro. Ela conta ter encontrado o grupo que reuniu títulos durante quatro anos para fundar a biblioteca.

“Por acaso, encontrei uma foto que me chamou atenção na página “Humanos da Síria”, no Facebook. Um grupo de 20 jovens sentados em uma mesa, praticamente na escuridão, com estantes de livros atrás deles. Consegui o contato de um dos fundadores da biblioteca, chamado Ahmed, e passamos a nos falar regularmente pelo Skype e o WhatsApp, muitas vezes com o som de bombardeios ao fundo”, conta Delphine, que atualmente acompanha o conflito sírio a partie de Istambul, na Turquia.

Antes de ir à Síria acompanhar contra o regime de Bashar Assad, cobria ações norte-americanas no Iraque e no Afeganistão, além da Primavera Árabe no Egito.

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