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‘Livros de Sangue’: Antologia de Clive Barker será adaptada em filme para o Hulu

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Thiago Nolla, no CinePop

Segundo o site Deadline, o serviço de streaming Hulu está em negociações finais para adaptar a clássica antologia de terror de Clive Barker, ‘Livros de Sangue’.

O projeto será co-escrito, produzido e dirigido por Brannon Braga, conhecido por seu trabalho em séries como ‘Star Trek: The Next Generation’, ‘Star Trek: Voyager’ e ‘The Orville’. Adam Simon também fica a encargo do roteiro.

Seth MacFarlane entra como produtor executivo.

A série de seis livros mistura horror e fantasia e é ambientada em um cenário contemporâneo. A narrativa gira em torno de pessoas normais que se envolvem com eventos misteriosos e arrepiantes.

Anna Friel, Britt Robertson, Rafi Gavron e Yul Vazquez farão parte do elenco.

Friel será Mary, uma psicológica brilhante que ganhou fama ao desmentir teorias que não são comprovadas cientificamente. Gavron será Simon, um lindo e carismático jovem homem que se torna amante de Mary e a convence de que tem a capacidade de conversar com os mortos – incluindo seu filho de sete ano que faleceu devido a leucemia.

Robertson será Jenna, uma garota hipersensitiva que sofre de misofonia, enquanto Vazquez dará vida a Bennett, um assassino profissional que se envolve com perigos sobrenaturais.

O filme tem previsão de estreia no outono norte-americano de 2020.

Três livros aterrorizantes para o Dia das Bruxas

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Pixabay

De histórias reais a monstros lendários, a literatura tem várias opções para quem curte levar uns sustinhos

Publicado na Gaucha Zh

O 31 de outubro é marcado pelo Halloween ou Dia das Bruxas. Celebração tradicional nos Estados Unidos, a data vem ganhando força também no Brasil. Para marcar este dia arrepiante, confira três livros que vão fazer você entrar no clima de terror.

No filme de Stanley Kubrick, Jack Nicholson viveu o atormentado Jack TorranceDivulgação

“O ILUMINADO” (STEPHEN KING)

Neste clássico do Mestre do Terror, que já virou filme em duas adaptações, uma família cheia de traumas do passado fica confinada no assustador Hotel Overlook. O pequeno Danny, então, começa a presenciar muitas situações arrepiantes. As descrições de King levam o leitor para dentro da história. Fica quase impossível piscar a cada página. Vale também a leitura da continuação, Doutor Sono, com filme previsto para estrear no dia 7 de novembro.

Bela Lugosi estrelou uma das adaptações mais conhecidas, em 1931Divulgação


“DRÁCULA” (BRAM STOCKER)

Não poderia faltar nesta lista a mais conhecida história de vampiros de todos os tempos. A narrativa, em forma de cartas e supostas gravações, dá a impressão de que os fatos contados ocorreram de verdade. Drácula foi o princípio de todas as lendas do gênero que surgiram desde sua publicação, em 1897. Foi nessa obra que apareceram as melhores descrições dos monstros e as principais maneiras de destruí-lo – estacas, cruzes e água benta.

Divulgação

“ED & LORRAINE WARREN: DEMONOLOGISTAS” (GERALD BRITTLE)

O famoso casal de “caça-fantasmas” existiu de verdade e ficou conhecido por resolver diversos eventos sobrenaturais pelo mundo. Casos célebres, como a maldição de Amityville e a boneca Annabelle, foram resolvidos por eles, que mantinham até um “museu sobrenatural” com artefatos amaldiçoados. Neste livro, relatos minuciosos e fotos dão veracidade às histórias e podem render algumas noites em claro. Lorraine, falecida em abril deste ano, aos 92 anos, já foi até entrevistada pelo Fantástico.

‘O Labirinto do Fauno’ ganha versão em livro

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Foto: Divulgação

 

Adaptação para a literatura do filme de Guillermo del Toro chega em edição de luxo, que tem ilustrações e capa dura

Publicado no Destak Jornal

As melhores histórias ficam com seus criadores eternamente. É por isso que J.K Rowling, por exemplo, não consegue deixar o universo de Harry Potter de lado, ou porque J.R.R. Tolkien escreveu vários livros e contos sobre o universo da Terra Média. Com o cineasta Guillermo del Toro, o processo não é diferente. Quando a fábula “O Labirinto do Fauno” chegou aos cinemas, ainda em 2006, o sucesso de crítica e público foi imediato. A mistura entre fantasia, sonho e realidade construído del Toro era tão palpável, incrível e desejável que automaticamente aquele cenário ficou preso na cabeça das milhares de pessoas que acompanharam a história nas telas, mas também na mente do seu criador, que até hoje é referenciado pela mesma. É por isso que o livro homônimo, escrito pelo próprio diretor e por Cornélia Funke (também uma mestre em fantasia, como “Coração de Tinta” no seu portfólio), tem como objetivo adentrar esse universo, misturando contos com a narrativa da protagonista Ofélia, no filme vivida por Ivana Baquero.

“Era uma vez uma floresta no norte da Espanha” dá o pontapé inicial para o livro, assim como o filme. Mas as semelhanças nos meros detalhes não param por aí. Assim como a obra cinematográfica, a literária vem acompanhada de um visual impressionante, do momento que você abre o livro, até a forma como os contos são intercalados. A edição de luxo é feita com um papel especial e uma capa dura convidativa, fator que pode garantir a atenção de uma criança menos interessada por expandir tal universo ou acompanhar um livro mais ou menos extenso. Mas, assim como o longa de 2006, essa parte da história faz isso perfeitamente. Até mesmo os tons azulados tão presentes na imagem de del Toro são fundamentais aqui, sendo que o livro é completo de detalhes azuis e cheio de alusões às criaturas que assolam o Labirinto em si.

Um dos motivos pelo qual “O Labirinto do Fauno” ainda se mostra uma história tão necessária, mesmo após todos esses anos, é a essência de suas personagens femininas, que carregam desejos e sonhos diferentes entre si e, eventualmente, vêm de lugares diferentes. A protagonista Ofélia, por exemplo, tira essa característica das páginas que lê tão avidamente. Esse aspecto ainda é reforçado pelo livro, mas dessa vez são casos de seu passado que estão em pauta, ajudando a entender algumas decisões que tomaram lugar e forma durante o longa.

De contraponto com essas personagens está o capitão Vidal, uma figura que carrega em si uma personalidade simples, quase ignorante e que é repleta de um sentimento frio adquirido após anos vivendo sob um regime totalitário. Sua relação com Ofélia é algo aprofundado mais aqui, bem como seu machismo quase velado, e sua frieza.

No mundo de Guillermo del Toro, o cinismo não existe e o lugar dele agora abre espaço para metáforas, simbologias e uma mitologia muito rica e detalhada, algo que se mistura de forma homogênea com o surrealismo político e atemporal apresentado pelo cineasta mexicano. Algo que não falta no livro também. Dessa forma, del Toro e Funke fazem o que parecia impossível: o processo reverso de transformar um filme em literatura. A missão, no entanto, é bem sucedida. “São poucos e raros aqueles que sabem para onde olhar e o que escutar. Mas, assim como nas melhores histórias, são esses que fazem a diferença”, diz a última frase do livro. Não é à toa que a força-tarefa com dois escritores resgatou exatamente o sentimento exposto na sentença.

Downton Abbey irá lançar livro sobre os bastidores do filme

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Gabriel Valeriano, no Reserva Cinéfila

Downton Abbey, série britânica de grande sucesso mundial, está retornando, mas para os cinemas, o filme estreia em setembro deste ano, e trará de volta os personagens originais, incluindo Lady Mary (Michelle Dockery), Lady Edith (Laura Carmichael), Lord Grantham (Hugh Bonneville), Charles Carson (Jim Carter) e Violet Crowley, interpretada pela atriz Maggie Smith. O filme continuará a contar a história da família Crowley, que conquistou o coração de espectadores ao redor do mundo durante seis temporadas na televisão.

Agora outra novidade em relação ao filme foi divulgada, o lançamento de um livro que irá apresentar fotografias espetaculares da produção, entrevistas com o elenco e a equipe, e um olhar sobre o pano de fundo histórico e geográfico do filme.

Downton Abbey – O Fime gira em torno do Rei e da Rainha fazendo uma visita oficial a Downton em 1927, e não só vê o retorno de todo o elenco principal da série de televisão final, mas também introduz alguns grandes atores britânicos no mundo de Downton, quando nos encontramos a família real e seu séquito.

Downton Abbey: The Official Film Companion escrito por Emma Marriott já está com pré-venda disponível na Amazon.

Downton Abbey – O Filme estreia primeiramente em 13 de setembro no Reino Unido e 17 de setembro nos Estados Unidos.

Morre Toni Morrison, primeira mulher negra a vencer Nobel de Literatura, aos 88

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A escritora Toni Morrison Imagem: Reprodução

Caio Coletti, no UOL

A escritora Toni Morrison morreu na noite de ontem, aos 88 anos. A informação foi confirmada pela Associated Press, citando um amigo da autora. Morrison era mais conhecida por assinar o livro Amada, de 1987, que se tornou o filme Bem Amada (1998), com Oprah Winfrey em um dos papéis principais.

O livro formou, junto com Jazz (1992) e Paraíso (1997), a trilogia que catapultou Morrison para a fama. Em 1993, ela venceu o Prêmio Nobel de Literatura, se tornando a primeira mulher negra a receber esta honra.

Em Amada, Morrison contou a história de Sethe (no filme, vivida por Winfrey), uma ex-escrava que vive com sua filha de 18 anos de idade em Denver (EUA). Traumatizada pela morte de sua mãe, Baby Suggs, e pela fuga de seus outros dois filhos, Howard e Buglar, Sethe acredita que uma presença fantasmagórica a assombra onde quer que vá.

É quando Paul D (interpretado por Danny Glover no cinema), que viveu a escravidão junto com Sethe, chega para tentar ajudar a família. Ele expulsa o espírito que vive na casa e parece ser bem-sucedido, até que uma jovem chamada Amada surge do nada para desequilibrar a nova dinâmica.

Além do Nobel, Morrison também venceu o Pulitzer na categoria de ficção em 1988, por Amada. Desde então, ela escreveu livros como Amor (2003), A Mercy (2008) e Voltar Para Casa (2012).

Sua última obra foi Deus Ajude Essa Criança, lançada em 2015, abordando a vida de uma garota negra que sofre preconceito dentro de sua própria família por ter a pele mais escura que seus pais.

Em junho, estreou nos cinemas dos EUA um documentário sobre a autora. Intitulado Toni Morrison: The Pieces I Am, o filme não tem previsão de chegada ao Brasil.

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