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Cristina Danuta

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Autora do livro ‘O Diabo veste Prada’ revela o que não gostou do filme

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Anne Hathaway e Meryl Streep, em ação em “O Diabo veste Prada” – Divulgação

Lauren Weisenberger tem objeções ao comportamento de Miranda Priestly no longa

Publicado em O Globo

Apesar de dizer que, no geral, gostou muito da adaptação para o cinema do livro “O Diabo veste Prada”, a autora do livro, Lauren Weisenberger revelou que o comportamento da personagem Miranda Priestly a incomodou um pouco.

“Eu amo o filme, é muito bom. Mas não gosto do fato de terem humanizado a Miranda como fizeram. Eu entendo que Meryl Streep (atriz que interpreta a editora de moda “megera”) queria mostrar um personagem multidimensional, porque ela é a melhor atriz que conhecemos, mas acho difícil imaginar Miranda choramingando num quarto de hotel ou fazendo a Andy (Anne Hathaway). Eu pensei: ‘Miranda chorando?’ Não acredito”, disse Lauren à edição britânica da revista “Cosmopolitan”. “Funcionou perfeitamente para o filme, mas acho que no livro era melhor sem isso. Entendo que os meios são diferentes”.

Neste mês, a autora está lançando uma nova obra, chamada “The Wives”, que mostra a vida de Emily Charlton (interpretada no cinema por Emily Blunt) longe da revista fictícia “Runway Magazine”. Ela se casou, saiu da publicação e, na história, trabalha agora como uma agente de celebridades.

Biblioteca do Parque Villa-Lobos, em SP, concorre a prêmio internacional de melhor instituição pública de 2018

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Frequentador da Biblioteca Parque Villa-Lobos examina acervo (Foto: Marcelo Brandt/G1)

 

Espaço na Zona oeste de São Paulo é finalista de concurso junto com concorrentes da Noruega, Holanda, EUA e Cingapura.

Daniel Médici, no G1

Todas as semanas, crianças muito pequenas mexem em livros da Biblioteca Parque Villa-Lobos. Muitas dobram as capas, colocam as páginas na boca. Por todos os lados, livros permanecem soltos pelo espaço. A descrição parece a de um equipamento em ruínas, mas, na verdade, é a de uma instituição que concorre a um prêmio internacional de melhor biblioteca pública de 2018.

A Biblioteca Parque Villa-Lobos, na Zona Oeste, é uma das cinco finalistas do prêmio internacional concedido pela IFLA (International Federation of Library Associations, ou Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias), instituição parceira da Unesco que reúne 1.4000 membros em 140 países.

A candidata brasileira concorre com espaços da Noruega, Holanda, EUA e Cingapura. Na premiação de 2018, a IFLA recebeu 35 candidaturas de 19 países diferentes.

“Essa biblioteca, a centralidade dela está nas pessoas, na comunidade que a cerca”, explica Pierre André Ruprecht, diretor-executivo da SP Leituras, órgão do estado de São Paulo que administra o local.

Café na área externa da Biblioteca Parque Villa-Lobos (Foto: Marcelo Brandt/G1)

“O conceito que está por trás [do local] é que uma biblioteca pública é um local de construção autônoma do conhecimento.”

Um dos eventos semanais, descrito no início deste texto, tem como objetivo colocar crianças a partir de 6 meses de idade em contato com os livros. A ideia é que, desde pequenas, elas se acostumem à presença do objeto. O espaço também é usado para conversas com autores e até aulas de yoga.

Espaço livre

Um dos princípios da biblioteca é ter o mínimo possível de regras para os usuários. A entrada é livre. Não é necessária carteirinha para quem quiser ler os livros no local. O acervo fica quase todo à mostra, em prateleiras abertas. Apenas uma sala do prédio mantém a exigência de que os frequentadores façam silêncio.

“Não existe livro escondido que você tem que falar com alguém pra pedir. Aqui você mete a mão no que você quiser”, afirma o diretor da SP Leituras.

Outra questão, levantada por Ruprecht, é o diálogo com os frequentadores, que podem opinar nas aquisições de materiais.

“Hoje, um terço do que a gente compra é sugestão dos frequentadores da biblioteca. E eu falo de todos os materiais [CDs, DVDs], não só os livros.”

Pierre André Ruprecht, diretor-executivo da SP Leituras, órgão do estado que administra a Biblioteca Parque Villa-Lobos (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Ruprecht explica também que a biblioteca é uma extensão do Parque Villa-Lobos, que a rodeia. “Esse parque tem um raio de atração muito grande, que se expande aos finais de semana. Vem gente da Zona Sul, vem gente de Osasco, Franco da Rocha etc. E o público básico que vem aqui são famílias”, diz. Por isso o espaço oferece outras opções de atividades além da leitura.

“A primeira das adaptações que a gente fez [no projeto original do edifício] foi criar um café que fizesse o prédio da biblioteca conversar com o parque”, afirma.

Acessibilidade

Quem aproveita o barulho dos quero-queros é o massoterapeuta Jorge Arakelian, 62, que frequenta a biblioteca desde 2015, nos primeiros meses de funcionamento. Deficiente visual há anos, por causa de uma doença degenerativa, ele tem acesso a todos os livros do acervo por meio de um aparelho que “lê” as páginas e as transforma automaticamente em audiolivros.

Oca colocada no vão de entrada da Biblioteca Parque Villa-Lobos (Foto: Marcelo Brandt/G1)

“Eu venho aqui, escaneio o livro e os transformo em áudio. Com a ajuda da equipe da biblioteca, eu gravo tudo num pen drive e vou ouvindo no meu dia a dia”, diz Arakelian. “Tudo o que eu leio aqui é ligado ao espiritismo e à espiritualidade. É algo que me acompanha desde quando eu perdi a visão”, afirma.

Além de audiolivros e livros falados (obras que têm as falas interpretadas por atores), o acervo também conta com livros em braile e outros equipamentos de acessibilidade – incluindo um virador automático de páginas, alocado em uma mesa especial.

Folheador automático de livros da Biblioteca Parque Villa-Lobos (Foto: Marcelo Brandt/G1)

Para Arakelian, os recursos da biblioteca dão uma nova oportunidade de usar um espaço que ele utilizava desde a adolescência: “Aqui, antes de ser um parque, uma parte do terreno era usada pra depositar entulho. Em outra parte, tinha uns campos que a gente usava pra jogar futebol”.

Critérios

A acessibilidade, a relação com a comunidade e com o entorno são alguns dos critérios de avaliação das bibliotecas pela IFLA. Saiba como a instituição vai definir o vencedor:

1 Interação com o entorno e a cultura local, ou seja, se a biblioteca funciona como uma “sala de estar” para a comunidade, conectando diferentes grupos de interesse.
2 Qualidade arquitetônica; como o projeto do espaço interfere em sua função.
3 Flexibilidade; quais outras atividades a biblioteca comporta.
4 Sustentabilidade, ou seja, quais os esforços para que os recursos sejam usados de forma eficiente.
5 Espaço de aprendizado; se a biblioteca oferece diferentes oportunidades de ensino, no sentido mais amplo – incluindo o contato entre gerações.
6 Digitalização; como a tecnologia é usada de maneira inovadora para enriquecer a experiência dos frequentadores.

O vencedor será revelado na reunião anual da IFLA em 28 de agosto, numa cerimônia em Kuala Lumpur, na Malásia.

Jovem com paralisia cerebral aprende a se comunicar com os olhos e publica livro

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Publicado no IG

Jonathan Bryan é um rapaz de 12 anos, de Wiltshire, na Inglaterra, e, como a maioria dos garotos na sua idade, adora conversar e escrever. Porém, essas ações, que parecem simples e naturais para muitos, eram, até então, “impossíveis” para o menino que nasceu com paralisia cerebral grave.

Eye Can Talk

Jonathan Bryan, de apenas 12 anos, segura seu livro “Eye Can Talk”

Sua condição o deixou incapaz de andar ou falar, além de ter causado “deficiências profundas e múltiplas de aprendizado”, conforme diagnosticaram os médicos. No entanto, a mãe de Jonathan, Chantal não deixou que a paralisia cerebral impedisse o filho de se comunicar.

Apesar de ter sido considerado como uma pessoa “impossível de ser ensinado”, a mãe de Jonathan, se recusou a desistir e se dedicou a ensinar o filho como se comunicar. A técnica que ela desenvolveu para ajudá-lo se trata do direcionamento dos olhos do menino para algumas cartas em um quadro, formando palavras e frases.

Apenas alguns anos depois de aprender o novo método, Jonathan escreveu uma autobiografia e publicou o livro “Olhos podem escrever: Uma memória da alma silenciosa de uma criança emergente”
, ainda sem tradução para o português.

Agora, Jonathan também começou a escrever um romance. “Eu me sinto empolgado e um pouco apreensivo. Estou com medo sobre o que pode acontecer se as pessoas não gostarem do meu livro”, disse ele ao Daily Mail.

Todo o lucro do livro – que tem um prefácio de seu herói literário e autor do livro “Cavalo de Guerra”, o escritor Michael Morpurgo – vai para a instituição de caridade de Jonathan, Teach Us Too, que tem como objetivo garantir que todas as crianças sejam ensinadas a ler e escrever.

Em entrevista ao portal britânico, o garoto falou, através do quadro de letras, que seu método de escrita é lento, mas isso não foi suficiente para impedi-lo de aprender. “Eu planejo e depois escrevo. Eu não gosto de repetir a mesma palavra duas vezes, então eu sempre estou com o meu dicionário de sinônimos por perto. Demorei um pouco para fazer o livro. Escrevi quase todos os dias, mas não aos domingos nem nos feriados.”

Ele também falou sobre como é se comunicar com seus colegas e familiares. “Quando estou escrevendo, não gosto quando as pessoas tentam adivinhar a palavra que estou escrevendo antes de terminar de escrever. É muito irritante”, contou.

Para a mãe de Jonathan, ver o trabalho do filho é emocionante e motivo de comemoração. “Acho que, como família, estamos todos orgulhosos de Jonathan e do que ele conseguiu. Há algumas semanas, ele recebeu as duas primeiras cópias do livro e decidiu entregá-las a suas duas irmãs, depois de dedicar o livro a elas. Foi muito fofo”.

Paralisia cerebral e suas sequelas

Jonathan nasceu após 36 semanas de gestação, quatro dias após o útero de sua mãe se separar da placenta depois que ela sofreu um acidente de carro.

Depois que ele nasceu, os médicos descobriram o garoto, que sofreu muitos danos cerebrais
, também tinha insuficiência renal. Um médico chegou a dizer que ele tinha “uma das piores imagens de ressonância magnética que ele já havia visto”, conforme contou a mãe.

Eye Can Talk

Mesmo com o diagnóstico de paralisia cerebral, a mãe do garoto não desistiu de ensiná-lo a se comunicar com os olhos

Mesmo assim, a família insistiu para que o menino fosse à escola, e ele freqüentou uma instituição especializada em crianças deficientes, mas nunca foi ensinado a ler ou escrever.

Quando ele ainda era mais novo, a família foi visitada por um especialista, que atende várias crianças com a mesma condição de Jonathan, e o profissional sugeriu que o garoto poderia se comunicar através de seus olhos.

Chantal, que também é mãe de Susannah, de 9 anos, e Jemima, 6, conta que quando elas começaram a estudar em casa, Jonathan tinha 7 anos. Elas então começaram a ensiná-lo a soletrar, até que ele foi capaz de escolher palavras pré-selecionadas no quadro e então passou a se comunicar com os olhos
.

A mãe recorda emocionada o momento em que conseguiu se comunicar mais diretamente com o filho. “O enchi de perguntas e, de certa forma, foi muito reconfortante perceber que conhecíamos ele o tempo todo. Perguntei-lhe qual era a coisa mais frustrante para ele e esperava que dissesse não poder falar. Mas ele disse que era quando eles lavavam seu rosto”.

Método de se comunicar com os olhos

Jonathan usa três placas de madeira com letras, números e pontuação, que são retidas na frente dele, para que ele possa fazer uma seleção com os olhos. Ao escrever o livro, parentes e amigos digitavam suas palavras em um computador, conforme ele ia se comunicando.

O garoto começou a escrever o livro de 192 páginas depois de terminar seus exames finais da escola, em junho do ano passado. O primeiro manuscrito foi para as editoras perto do Natal.

Sua versão final foi aprovada em maio e ele recebeu a primeira cópia em capa dura no mês passado, antes do lançamento nas principais livrarias que deve acontecer nesta quinta-feira (12).

“Olhos podem escrever: Uma memória da alma silenciosa de uma criança emergente” é um livro publicado pela editora Bonnier Publishing. A obra do menino com paralisia cerebral
está disponível para compra na Amazon e em todas as principais livrarias da Inglaterra.

Conheça destinos turísticos famosos da literatura

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Publicado no Massa News

Ler é viajar. Mas que tal viajar de fato para lugares que servem de cenário para importantes obras da literatura mundial? Amantes dos livros e de turismo podem ficar bastante motivados a conhecer os locais que inspiraram seus autores favoritos quando a leitura termina. Por isso, selecionamos alguns destinos imperdíveis para amantes de literatura que não só querem conhecer mais sobre suas histórias preferidas, mas também aproveitar cidades turísticas e tudo o que elas têm para oferecer.

Como alguns destinos são internacionais, é preciso planejar a viagem com antecedência, principalmente na hora de procurar por passagens aéreas. Uma forma de conseguir bons preços é emitir passagens por meio de programa de fidelidade, o que gera boa economia.

La Mancha, Espanha (“Dom Quixote”, Miguel de Cervantes)

“Dom Quixote” é um clássico de Miguel de Cervantes, escrito no início do século XVII, que conta a história de um anti-herói: um pequeno fidalgo castelhano que enlouquece após ler muitos romances de cavalaria. O livro se passa na região de La Mancha, um semi-árido na Espanha central, caracterizado por sua vegetação ressequida e inúmeras colinas. A icônica cena de Dom Quixote lutando contra moinhos de ventos, em delírio, torna-se real numa visita à região, especialmente aos locais que mantêm moinhos medievais, como a “Ruta de Don Quijote” – percurso feito pelo personagem -, o Campo de Criptana e Consuegra.

Kyoto, Japão (“Memórias de uma gueixa”, Arthur Golden)

A obra de Arthur Golden “Memórias de uma gueixa”, publicada em 1997, inspirou o filme homônimo de grande sucesso, mas sua história também tem inspirado uma série de turistas curiosos pela cidade de Kyoto, onde se passa o enredo. Kyoto é sinônimo do passado e da cultura japonesa e nos remete diretamente ao livro. São milhares de templos budistas, 400 santuários e diversos monumentos tombados como Patrimônio da Humanidade. No distrito de Gion, é possível visitar as casas de chá na rua Hanamikoji, onde se desenvolve uma parte da vida de Sayuri, personagem principal do romance.

Ilhéus, Bahia (“Gabriela, cravo e canela”, Jorge Amado)

A história de “Gabriela, cravo e canela”, de Jorge Amado, tem como cenário a super turística cidade de Ilhéus. Publicado em 1958, é um dos mais célebres romances da literatura nacional e tem os acontecimentos sociais e políticos da cidade como fios condutores do enredo. Em Ilhéus é possível conhecer praias e toda a beleza natural da cidade, além de visitar fazendas de cacau para degustação e o lendário cabaré Bataclan.

Moscou, Rússia (“Guerra e paz”, Leon Tolstói)

“Guerra e paz”, de Leon Tolstói, se passa durante a campanha de Napoleão Bonaparte pela invasão da Rússia até a retirada do exército francês do país. A obra é composta por quatro longos livros e é ambientada em diversas cidades russas. O destaque vai para Moscou onde está localizado o Kremlin, um complexo fortificado que seria o principal alvo de Napoleão. Na capital também é possível conhecer outros cenários do livro, como a Academia Militar e o Museu da Batalha de Borodino. Em São Petersburgo, a obra nos leva a visitar o Cemitério Piskaryovskoye, a Fortaleza de Pedro e Paulo e o Museu Hermitage, todos parte da mesma história.

Estocolmo, Suécia (“Millennium”, Stieg Larsson)

A trilogia “Millenium”, de Stieg Larsson, conquistou grande sucesso mundial e seu primeiro livro chegou aos cinemas com o filme “Os homens que não amavam as mulheres”. A história acontece na lindíssima cidade de Estocolmo, na Suécia, onde os personagens Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander fazem de tudo para desvendar crimes contra mulheres. O turismo por lá se especializou tanto em virtude da obra de Larsson que o Museu da Cidade de Estocolmo oferece a Millennium Tour, passando pelos principais cenários do livro.

Rio Grande do Sul (“O tempo e o vento”, Érico Veríssimo)

A história da criação do Rio Grande do Sul é o enredo principal de “O tempo e o vento”, de Érico Veríssimo, que narra as vidas das famílias Terra, Cambará, Caré e Amaral. Ambientada na fictícia cidade de Santa Fé, a obra mistura ficção com dados históricos e acaba servindo como um convite para conhecer terras gaúchas. Qualquer destino rio-grandense que remeta às tradições locais faz lembrar a história de “O tempo e o vento”.

Florença e Ravena, Itália (“A divina comédia”, Dante Alighieri)

Dante Alighieri lançou “A divina comédia” entre 1304 e 1321, em pleno período medieval. Séculos depois, a obra continua sendo referência para a literatura mundial. Embora a jornada do personagem principal percorra o céu e o inferno, muito das referências do autor partem das cidades em que ele viveu, especialmente Florença e Ravena, na Itália. Em Florença, Dante viveu a maior parte de sua vida e é uma das cidades italianas mais procuradas pelos turistas atraídos por sua arte, catedral e museus. Ravena preserva suas características medievais e é onde Dante escreveu a maior parte da “Divina comédia”.

Departamento de Magdalena, Colômbia (“Cem anos de solidão”, Gabriel García Marquez)

Vencedor do Nobel de literatura, Gabriel García Márquez ambientou “Cem anos de solidão” na fictícia cidade de Macondo. Porém, a inspiração foi o Departamento de Magdalena, uma região no norte da Colômbia conhecida pelas cidades de Aracataca e Cartagena. García Marquez nasceu em Aracataca e a cidade tornou-se um bom destino turístico, graças a seus ótimos restaurantes, hotéis e atrativos, como prática de atividades de lazer, mergulho e esportes aquáticos. Já Cartagena, além de histórica, é praiana e está em constante clima de festa.

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