Lavvi
Cristina Danuta

Cristina Danuta

(1 comments, 10621 posts)

This user hasn't shared any profile information

Posts by Cristina Danuta

Conheça o ‘Pottopoly’, a melhor versão do Monopoly inspirado em Harry Potter

0

harry-potter-monopoly-2

Guilherme Cepeda, no Burn Book

Se você é fã de Harry Potter vai se apaixonar por essa versão de Monopoly inspirada na saga de J.K Rowling.

A vendedora da Etsy Kristen Roedel é a responsável por criar o Pottopoly, a versão MAIS LEGAL dos famosos “fan-made games” de HP que já vimos.

harry-potter-monopoly-1

O jogo segue a tradicional mecânica do Monopoly (banco imobiliário para os Brasileiros), mas inclui vários elementos do universo de Harry Potter, como os galeões, a prisão de Azkaban e você pode jogar com as minifigs de Rony, Hermione, Voldemort, Snape, Draco.

harry-potter-monopoly-8

O jogo vem com 24 cartas “Charms” (Encantamentos, que no tradicional seria “Sorte”/”Chance”) e 24 Poções (Caixas da Comunidade), e você pode comprar locais como o escritório de Dumbledore e o armário sob a escada.

harry-potter-monopoly-4

harry-potter-monopoly-7

harry-potter-monopoly-9

harry-potter-monopoly-10

harry-potter-monopoly-11

harry-potter-monopoly-12

harry-potter-monopoly-22

IV Bienal do Livro de Sergipe tem inicio hoje em Itabaiana

0

grande-182047

Publicado no Infonet

Para contribuir com a expansão da IV Bienal do Livro, empresários sergipanos se juntaram a organização do evento para tornar a maior feira literária de Sergipe ainda mais especial. Ao todo, 14 colaboradores dos mais diversos segmentos da economia contribuíram para a realização do evento neste ano. A festa da literatura acontece nos dias 20 e 21 (das 10h às 22h) e dia 22 (14h às 22h) no Shopping Peixoto, em Itabaiana. Um dos livros que será apresentado na bienal é o ‘Surpresas No Cabelo’ do escritor Matheus Luamm Bispo.

A estrutura montada para recepcionar os convidados, escritores e visitantes durante a 4ª edição da Bienal do Livro, será separada em oito setores para distribuir de maneira organizada o fluxo de pessoas, facilitando o contato dos autores com os admiradores da arte. A feira literária é declarada pela Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) como Patrimônio Cultura e Imaterial de Sergipe.

Grande admirador da cultura e apaixonado pela leitura de livros, o itabaianense e o ex-deputado Federal, José Carlos Machado, declarou todo seu amor pela literatura contribuindo com a realização do evento. “Desde o nascedouro percebi que era um projeto que iria se sobressair e não ficaria somente divulgando a cultura do povo itabaianense, iria extrapolar as fronteiras, inclusive de Sergipe. A Bienal nasceu de uma boa intenção e nos acreditamos”.

A valorização dos escritores, artistas e músicos da terra foi o fator primordial que levou o empresário do ramo da construção civil, Edson Passos, a contribuir de maneira efetiva na Bienal do Livro. “Acreditei neste projeto literário desde o início por isso resolvi me tornar um dos incentivadores desta empreitada dos sonhadores Carlos Eloy, Júnior da Perfil e Jamisson que pretendiam divulgar e incentivar a cultura e o turismo desta região”.

Ressaltando a admiração por todos que abraçaram a Bienal do Livro ajudando a torna-la no maior evento cultura de Sergipe, o organizador Honorino Júnior, agradeceu o apoio irrestrito. “Estes empresários que tem uma vida assoberbada de compromisso, não mediram esforços e dedicaram parte do seu precioso tempo para ajudar na organização por acreditar que somente através da educação que se muda o mundo”.

Bienal do Livro

A IV Bienal do Livro montou na área externa do Shopping Peixoto três espaços: Exposição de mais de 100 carros antigos; a Feira da Cultura Sergipana, destinados para sebo de livros, Cosplay, exposição fotográfica, artesanatos, academias literárias, cordelistas e oficinas. E a Tenda Cultural será o espaço destinado aos municípios e as escolas a apresentarem um pouco da sua cultura.

Na parte interna terão outros cinco espaços. No Palco da Palavra Abrahão Crispim, localizado na Praça de Alimentação; Talk Show, local onde serão debatidos os mais variados temas; Praça dos Escritores Bartolomeu Peixoto, destinado ao contato dos escritores com o público; Cinema será realizado a abertura oficial e o debate com figuras ilustres; E a Praça da Imprensa João Batista Santos, será destinada para os comunicadores trabalharem confortavelmente tendo a disposição mesa, cadeira e internet.

Conan | Livros que inspiraram as HQs e os filmes serão lançados no Brasil

0

conanv-760x428

Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

A editora Pipoca & Nanquim anunciou que vai lançar no Brasil os livros de Conan, o Bárbaro. Escritas por Robert E. Howard na década de 30, essas histórias posteriormente serviram como base para as HQs e os filmes do personagem.

A saga do Bárbaro será dividida em três volumes por aqui, com as aventuras sendo publicadas em ordem cronológica de lançamento. Os livros trazem capa dura e ilustrações de nomes como Mark Schultz (Superman) e Gary Gianni (Príncipe Valente), além de capas assinadas por Frank Frazetta, um dos maiores ilustradores de fantasia e ficção científica.

conancapa

Howard criou Conan em 1932, na clássica revista Weird Tales, fundando o gênero “espada & feitiçaria”. Ele escreveu 28 aventuras com o Bárbaro. Sua obra influenciou escritores como J.R.R. Tolkien, George R.R. Martin e Bernard Cornwell. O lançamento do primeiro volume das aventuras de Conan acontece em dezembro.

Novo livro de J. K. Rowling mescla boas passagens com momentos ingênuos

0

rowling

Rodrigo Casarin, no Página Cinco

“A imaginação não é apenas a capacidade exclusivamente humana de idealizar o que não existe e, portanto, a fonte de toda invenção; em sua capacidade seguramente mais transformadora e reveladora, é o poder que nos permite sentir empatia pelas pessoas cujas experiências nunca partilhamos”.

Os momentos nos quais J. K. Rowling fala sobre a imaginação e, pela sua abordagem, consequentemente de empatia, são os mais interessantes do livro “Vidas Muito Boas”, que a Rocco acaba de lançar no país. A obra, ilustrada por Joel Holland, traz o discurso que a autora de “Harry Potter” fez em quando foi paraninfa de um grupo de formandos em Harvard, em 2008.

“Muitos preferem não utilizar de forma alguma sua imaginação. Preferem se manter confortavelmente dentro dos limites da própria experiência, sem jamais se dar ao trabalho de imaginar como seria ter nascido outra pessoa. Eles podem se recusar a ouvir gritos ou espiar dentro das celas; podem fechar a mente e o coração a qualquer sofrimento que não os afete pessoalmente; eles podem se recusar a tomar conhecimento”, registra a autora no texto que proferiu aos formandos.

Ainda que não seja obrigatório, é previsível que em um discurso do tipo o autor concentra a fala em sua biografia, e é isso que Rowling. Da trajetória pessoal enfocada, dois momentos merecem destaque. O primeiro é quando ela recorda o que aprendeu enquanto trabalhou no departamento de pesquisa africana da sede da Anistia Internacional em Londres: “Ali, em minha salinha, eu lia cartas escritas às pressas, e enviadas clandestinamente de regimes totalitários, por homens e mulheres que se arriscavam à prisão para informar ao mundo o que acontecia com eles. Vi fotografias daqueles que tinham desaparecido sem deixar rastros, enviadas à Anistia por familiares e amigos desesperados. Li o testemunho de vítimas de tortura e vi imagens de seus ferimentos. Abri relatos de testemunhas oculares, escritos de próprio punho, sobre julgamentos e execuções sumárias, raptos e estupros”.

O outro é quando conta sobre sua decisão de estudar academicamente mitologia e as obras clássicas – ela é formada em Línguas Clássicas e Literatura Francesa -, algo que contrariava a vontade de seus pais, mas acabou sendo fundamental para que tivesse base para escrever sua famosa saga (e para que pudesse pontuar sua fala com citações de gente como Plutarco e Sêneca, que surgem como luxuosos acessórios no discurso).

“Eu estava convencida de que a única coisa que queria fazer, na vida, era escrever romances. Meus pais, porém, que tiveram origem pobre e não se formaram na universidade, consideraram minha imaginação fértil uma idiossincrasia divertida que jamais pagaria uma hipoteca ou garantiria uma aposentadoria […]. De todas as matérias deste planeta, creio que para eles seria difícil citar uma menos útil do que mitologia grega quando a questão é garantir a chave de um banheiro executivo”.

Livro-Vidas-muito-Boas-e1508325991712

Fracasso

A imaginação não é o único eixo no qual Rowling apoia seu discurso. Nele, também fala bastante sobre o fracasso, algo que, como ela mesmo diz, provavelmente seja pouco familiar para quem está se formando em Harvard (ou no mínimo baseado em padrões muito mais elevados do que o fracasso de um cidadão médio). Para tal, a escritora lembra do seu próprio fundo do poço: sete anos depois que se formou, o casamento implodiu, ficou desempregada, tornou-se mãe solteira e era tão pobre “quanto é possível ser na Inglaterra moderna, sem ser uma sem-teto”. O que tirou daquele momento? As forças para escrever “Harry Potter”, claro.

“Fracassar significa se despojar do que não é essencial. Parei de fingir para mim mesma que eu era qualquer outra coisa além do que realmente era e comecei a direcionar toda a minha energia para a conclusão do único trabalho que me importava. Se de fato tivesse obtido sucesso em outra coisa qualquer, talvez jamais encontrasse a determinação para vencer na única arena a que eu acreditava verdadeiramente pertencer”, diz Rowling.

É nesse momento que seu discurso soa bastante ingênuo, com um tom próximo da autoajuda. Ora, ela soube lidar com o fracasso e conseguiu criar algo que lhe trouxe um enorme sucesso alguns anos depois – a saga do bruxo está traduzida para 79 línguas e já vendeu mais de 450 milhões de exemplares -, mas isso está longe de ser uma regra, não é mesmo? Ela poderia ter direcionado toda a energia e determinação para a única arena na qual acreditava verdadeiramente pertencer e ainda assim colher apenas um novo fracasso, como acontece com a maioria por aí. Apenas concentrar forças não costuma ser suficiente para que as pessoas consigam algo. Também é preciso uma conjunção de outros fatores que vão desde uma base sólida para que o trabalho seja realizado – a formação e a imaginação de Rowling, no caso – até fatores que fogem do controle da própria pessoa, como achar algum editor que aposte naquilo e leitores receptivos à história.

Outro momento de certa ingenuidade é o final do discurso da escritora: “Se vocês escolherem usar seu status e sua influência para elevar a voz por aqueles que não têm voz; se escolherem se identificar não apenas com os poderosos, mas também com aqueles que não têm poder; se vocês conservarem a capacidade de se imaginar na vida dos que não possuem as mesmas vantagens que vocês, então não serão apenas suas famílias orgulhosas que irão comemorar sua existência, e sim milhares e milhões de pessoas cuja realidade vocês ajudaram a mudar para melhor. Não precisamos de magia para mudar o mundo; todos já temos dentro de nós o poder de que precisamos: o poder de imaginar melhor”.

Sei que são palavras reconfortantes, mas é difícil acreditar que haja tantas pessoas assim que não imaginem um mundo melhor. No entanto, como aponta, isso precisa ser levado à prática; boas ideias que não saem da cabeça infelizmente não mudam a realidade de ninguém. Além disso, para que uma mudança profunda aconteça, na maior parte das vezes é preciso romper ou conflitar com os poderosos, não apenas olhar também para os que não têm poder; é preciso tirar ou diminuir o poder de um e transferi-lo para o outro. Apesar de certas virtudes de Rowling, quando o assunto é discurso de paraninfo, é melhor ficarmos com o “Isto é Água”, do David Foster Wallace.

 

Brasil conquista quatro medalhas de ouro em olimpíada de astronomia e astronáutica no Chile

0
Brasileiros na OLAA - da direita para esquerda - Henrique, Fernando, Miriam, Danilo e Bruno (Foto: Divulgação)

Brasileiros na OLAA – da direita para esquerda – Henrique, Fernando, Miriam, Danilo e Bruno (Foto: Divulgação)

Na 9ª edição do evento, delegação ficou em 1º lugar no quadro geral de medalhas.

Publicado no G1

O Brasil ficou em primeiro lugar na 9ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (IX OLAA), realizada entre 8 e 14 de outubro na cidade de Antofagasta, no Chile. A delegação obteve quatro de ouro e uma de prata. A OLAA reuniu 50 alunos do ensino médio de 10 países da América Latina: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru e Uruguai.

Foram medalhistas de ouro: Miriam Harumi Koga (Guarulhos, SP), Bruno Caixeta Piazza (Campinas, SP), Fernando Ribeiro de Senna (Jundiaí, SP) e Henrique Barbosa de Oliveira (Valinhos, SP). Já Danilo Bissoli Apendino (São Paulo, SP) conquistou a prata.

De acordo com os responsáveis pela delegação, o Brasil soma 26 medalhas de ouro, 15 de prata e quatro de bronze nas nove edições do evento.

A competição

As provas da olimpíada foram divididas em parte teórica, prática e de reconhecimento do céu. A prova teórica foi realizada em duas partes, individual e em grupo, mesclando as delegações. Os estudantes ainda participaram de uma competição de lançamento de foguetes em grupos multinacionais. A avaliação de reconhecimento do céu real foi individual e exigiu o manuseio de telescópio.

Segundo o Dr. João Batista Garcia Canalle, coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a olimpíada científica promoveu o intercâmbio de conhecimentos entre os alunos e o de experiências didáticas entre os professores que lideraram os grupos. “O objetivo principal não é a competição entre países. A OLAA é uma grande oportunidade de integração internacional entre as nações”, disse.

Segundo a OBA, a olimpíada latino-americana é a única modalidade internacional a realizar provas em que alunos de diferentes países são avaliados também em grupos multinacionais. Além disso, é a única olimpíada que obriga que os grupos sejam de ambos os gêneros.

Cristina Danuta's RSS Feed
Go to Top