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Cristina Danuta

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Dan Brown vendeu mais de 16 mil cópias de ‘Origem’ no Brasil

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© Líbia Fiorentino

© Líbia Fiorentino

 

Autor norte-americano faz lançamento simbólico de ‘Origem’ na Espanha

Publicado no Notícias ao Minuto

O Brasil ficou de fora da turnê mundial de lançamento de “Origem” (Arqueiro / Sextante), sétimo livro de Dan Brown. Depois da Feira do Livro de Frankfurt e de Lisboa, o norte-americano desembarca, nesta terça-feira (17), na Espanha, país onde o quinto capítulo da saga literária do Professor de Iconografia Religiosa Robert Langdon é ambientado.

Mesmo sem a presença do autor, os números de vendas no Brasil alcançaram a marca de 16.009 cópias, apenas na estreia. Os dados são da Publishnews. Se forem contabilizados os livros em inglês, o número sobe outras 535 unidades.

Nas 552 páginas de “Origem” é a tecnologia que ameaça a fé dos homens. “Nos viramos para Deus com perguntas que não conseguimos responder, mas este abismo do que não sabemos está cada vez menor”, comentou o autor durante o lançamento do livro em Lisboa.

Na nova trama, o bilionário e futurista Edmond Kirsch se diz capaz de responder exatamente a uma das perguntas mais vitais da humanidade: “de onde viemos, para onde vamos”. Langdon, claro, entra em cena para investigar teoria.

Brown revelou que ainda não pensa na oitava obra. “É como uma mulher que deu à luz há 10 minutos e o marido pergunta: ‘quando faremos isso de novo?'”, brincou. O projeto futuro do norte-americano está relacionado, na verdade, à “Origem”. O autor gostaria de que o livro, cujos direitos já foram vendidos para o cinema, fosse uma minissérie. “Sonhei que seria apresentado em 12 episódios. Não sei o quão longe chegarei nesta briga, mas vou tentar”, garante.

It – A Coisa 2: Sequência deve abordar a mente perturbada de Pennywise

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“O que ele é e de onde ele vem?”

Thamires Viana, no Cineclick

O ator Bill Skarsgård revelou em entrevista ao IGN que o segundo filme inspirado na obra de Stephen King deve abordar a mente do assustador palhaço Pennywise.

“O primeiro filme funcionou tão bem no que está tentando fazer. É a história das crianças e você as segue e acaba se apaixonando por elas. Porém a segunda será a história adulta e será um filme ativamente diferente. Eu acho que vale a pena explorar os aspectos psicológicos do horror, mas também a origem de Pennywise: O que ele é e de onde ele vem?”

Skarsgard afirma que pesquisou toda a história do palhaço para vivê-lo nos cinemas: “Eu passei e vou passar por essas 1200 páginas pelo menos mais uma vez antes de entrar na segunda parte desse filme”, disse o ator.

“Eu meio que gosto disso. Poderia ser quase uma espécie de viagem psicodélica se você entrar na mente do Pennywise. Há oportunidades, eu acho, e estou ansioso por isso”, finalizou.

IT: A Coisa 2 deve chegar aos cinemas em 6 de setembro de 2019.

Verdadeiro Expresso de Hogwarts da saga Harry Potter ‘resgata’ família na Escócia

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Família perdeu seu barco em região remota e pegou uma ‘carona’ em grande estilo.

Vitória Pratini, no Adoro Cinema

O verdadeiro Expresso de Hogwarts da saga Harry Potter foi usado para resgatar uma família na Escócia – e nem precisou usar Expelliarmos ou Lumos para isso!

A família Cluett foi para uma das áreas remotas da Escócia de canoa e resolveu passar a noite em uma cabana da região. O que os pais e seus quatro filhos – de 6,8, 10 e 12 anos de idade – não esperavam era que uma tempestade à noite levasse seu barco flutuando pela cheia do rio.

“O rio estava transbordando. Toda a área estava debaixo d’água”, disse Jon Cluett à BBC (via EW). “As pedras nas quais eu havia amarrado o barco tinham se desprendido e a canoa tinha ido embora”. Os únicos caminhos de volta para seu carro eram remar por dez minutos pelo rio – algo impossível sem canoa – ou uma árdua e demorada caminhada por um terreno pantanoso.

Por sorte, eles ligaram para a polícia pedindo ajuda e receberam uma agradável e inesperada surpresa: um trem iria buscá-los e seria o Jacobite, também conhecido como o trem a vapor usado nos filmes de Harry Potter como o Expresso de Hogwarts. O trem é usado para excursões na West Midland Railway Line, que atravessa o Viaduto de Glenfinnan, também mostrado na saga do bruxinho.

O trem fez uma parada atípica para buscar a família Cluett.

O trem fez uma parada atípica para buscar a família Cluett.

Como qualquer fã da saga, as crianças da família pularam de alegria, por mais que o pai estivesse chateado por ter perdido a canoa:

“Estou um pouco triste porque perdi meu barco”, disse Jon à BBC. “Mas as crianças, quando viram o trem a vapor chegar, toda a tristeza deixou seus pequenos rostos e foi substituída por empolgação e diversão – apenas a alegria real de ter uma aventura e ver o trem parar ao lado deles”.

Atravessando o Viaduto, a família foi deixada na próxima parada, onde Jon conseguiu dar uma volta e recuperar o carro. “As crianças certamente tiveram uma aventura. Todos nós tivemos uma aventura”, disse ele. “Um grande agradecimento a todos que nos ajudaram”.

A família Cluett embarcando no trem.

A família Cluett embarcando no trem.

Já pensou ser resgatado pelo Expresso de Hogwarts? Só faltaram Harry (Daniel Radcliffe), Rony (Rupert Grint), Hermione (Emma Watson) e os demais alunos da escola.

Será que o trem dará as caras também em Animais Fantásticos 2? O filme tem estreia marcada para 15 de novembro de 2018.

Diretor de Os Novos Mutantes vai adaptar livro de Stephen King, O Talismã

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Josh Boone já comanda outro filme baseado num romance do escritor: Revival.

Felipe Ribeiro, no Adoro Cinema

Diretor de X-Men: Os Novos Mutantes, cujo horripilante primeiro trailer já foi divulgado, Josh Boone acaba de ser recrutado pela Sony para adaptar o sombrio romance fantástico de Stephen King e Peter Straub: O Talismã. Segundo a Variety, o cineasta está cotado apenas para escrever o roteiro, mas pode acabar se tornando diretor do projeto ao longo do caminho.

Primeira colaboração de King e Straub, o livro gira em torno de um garoto de 12 anos, Jack Sawyer, que vaga por uma dimensão paralela chamada de Os Territórios em busca de um talismã, o único objeto que pode salvar a vida da sua mãe em estado terminal. Ele encontra domínios dentro de outros domínios e eventualmente se depara com pessoas que são reflexos daquelas que conhece no mundo real, como sua mãe.

No início do projeto, quando ainda não era certo se ele seria um filme ou minissérie, Steven Spielberg estava cotado no cargo de direção. É incerto se o diretor de Jurassic Park pode ou não retornar. Contudo, independente disso, Boone não é um completo estranho ao trabalho de King, pois já foi chamado para outras adaptações de livros do escritor, como Revival, filme em desenvolvimento que é baseado num romance do autor e esta sendo comandado por Boone.

A adaptação de O Talismã ainda não tem previsão de lançamento e vem à tona num momento em que vários adaptações de King estão em alta tanto no cinema (It – A Coisa, A Torre Negra), quanto na televisão (Castle Rock, Mr. Mercedes).

Quer ajuda para o Enem? Prepare a pipoca e escolha um bom filme

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O cinema aborda temas históricos ou polêmicos que podem ajudar no estudo

Katilaine Chagas, na Gazeta Online

Se para conquistar uma vaga em uma universidade é impossível não seguir uma rotina de estudos, para se dar bem no Enem há pelo menos algumas formas de dar uma aliviada na tensão e ainda se manter por dentro do conteúdo.

Os filmes estão aí, também, para isso. Por exemplo, “Olga”, longa-metragem brasileiro, permite-nos conhecer a história da alemã judia e comunista que acabou deportada do Brasil direto para os campos de concentração nazistas.

E, por tabela, despertar o interesse dos estudantes em itens importantes para o Enem, e para reflexão pessoal, ao abordar o nazismo e o comunismo.

“Cidade de Deus”, outra produção brasileira, ajuda a refletir as desigualdades sociais e origens da violência urbana. Esses títulos são alguns entre inúmeros indicados por professores do ensino médio e de cursos pré-Enem para estimular seus alunos.

“Para o aluno entender a questão é preciso entender aquele cenário. O filme é uma boa dica para visualizar isso. Ele relaxa aprendendo. E ele consegue visualizar no filme o que ele aprendeu em sala de aula” diz a professora de redação do Darwin Bárbara Citeli.

Para a prova de redação, ela e outros professores apostam em quatro grandes áreas: violência urbana, tecnologia, meio ambiente e saúde. Para cada uma, costuma indicar um filme diferente. Respectivamente, o já citado “Cidade de Deus”, “A Rede Social” e o documentário “Uma Verdade Inconveniente”.

Na área da saúde, ela lembrou que os alunos trouxeram para o debate a série “13 Reasons Why”, sobre bullying e suicídio.

O professor de História do Projeto Universidade para Todos (Pupt) Wesley Jesus Barbosa, conhecido como Tio Chico, cita o potencial de um filme despertar a curiosidade do aluno sobre um tema que poderia ser considerado maçante.

“O filme é uma obra de arte. A pretensão inicial é subverter a realidade. Mas há elementos reais ali. Isso estimula (o aluno) a buscar informações a partir do que viu no filme. E é bom para descansar porque é entretenimento também”, diz.

Além do sempre citado clássico “O Nome da Rosa”, lembrado há três décadas nas salas de aula, o professor aconselha também a assistir a “Apocalipse Now”, que ajuda a entender a Guerra Fria e a do Vietnã, e os filmes “A Lista de Schindler” e “A Vida é Bela”, ambos com recortes sobre o nazismo.

O professor de Geografia e Atualidades Lucas Campos, do Salesiano, empolga-se ao citar uma imensa lista de filmes. “Boa parte dos que a gente indica trazem alguma realidade que trabalhamos”, justifica.

Na lista dele, está o filme “Entre os Muros da Escola”, passado todo dentro de uma escola na França e que ajuda a discutir a situação de refugiados, tema presente na imprensa nacional e internacional.

Outra dica do professor é o filme “Okja”, sobre a amizade entre um menina e um animal, desenvolvido pela ciência inicialmente para outros fins. “Trabalha conceitos de Biologia e Geografia, além de conceitos de produção de alimentos, sobre agroindústria e a produção de alimentos transgênicos.”

O estudante do 3º ano do Salesiano Vinícius Raupp, 17 anos, aprova a estratégia dos professores de indicarem filmes. “Fica mais didático. E sai do negócio padrão da sala de aula”, conta o jovem, que pretende tentar a vaga para o curso de Engenharia Mecânica.

DICAS DE FILMES

Olga. Sobre a militante comunista alemã de origem judaica. Veio para o Brasil, mas acabou deportada para a Alemanha nazista.

Entre os Muros da Escola. A história é em uma escola na periferia da França e ajuda a compreender a situação de refugiados.

O Nome da Rosa. Um clássico tanto da literatura quando do cinema. Passado na Idade Média, a história é sobre a investigação de uma série de assassinatos em um mosteiro italiano.

Xingu. Trajetória dos irmãos Villas-Bôas pelo interior do Centro-Oeste brasileiro. Bom para compreender a marcha para o oeste, período em que Getúlio Vargas incentivou a migração para o interior.

Central do Brasil. Uma ex-professora se mantém escrevendo cartas de analfabetos para parentes. A história trata das migrações internas e a busca por melhores condições de vida em outros estados.

Clash. Foca no período pós-eleição do presidente Mohamed Morsi, no Egito. Trata a questão da Primavera Árabe, aborda Oriente Médio, grupos terroristas e disputas políticas

Complexo: Universo Paralelo. Obra sobre a ocupação do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, a vida e religiosidade nas favelas.

A Revolução dos Bichos. Baseado no livro de George Orwell, o filme trata de maneira metafórica a Revolução Russa, que completa 100 anos em 2017.

Matemática do Diabo. É sobre um jovem de origem judaica que volta no tempo e para em 1941, na Polônia, quando o país foi invadido por nazistas

Invictus. Nelson Mandela, eleito presidente da África do Sul, tenta reunificar o país, ainda dividido mesmo após o fim do apartheid, por meio do esporte.

Mississipi em Chamas. Investigação sobre a morte de ativistas de direitos civis nos EUA na década de 1960. Trata sobre racismo e permite um paralelo com países que ainda sofrem com a discriminação.

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