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Cristina Danuta

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Amy Adams estrela adaptação de best seller, em minissérie da televisão

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Objetos cortantes é inspirado no livro de mesmo nome de Gillian Flynn, autora de Garota exemplar
(foto: HBO/ Divulgação)

 

HBO aposta em adaptações televisivas de livros de sucesso, caso de Objetos cortantes

Adriana Izel, no Correio Braziliense

Quando lançou no ano passado a minissérie Big little lies baseada no livro homônimo de Liane Moriarty e com um time de estrelas composto por Nicole Kidman, Reese Whiterspoon, Laura Dern e Shailene Woodley, a HBO encontrou um filão para chamar de seu, que é comum nos cinemas: a adaptação televisiva de obras literárias de sucesso.

Tentando ter o mesmo resultado que conquistou com a versão do livro de Moriarty, que levou oito estatuetas do Emmy (principal premiação da tevê internacional) e garantiu uma segunda temporada — que passa o enredo do livro —, a emissora lançou no último domingo, às 22h, a minissérie Objetos cortantes (Sharp objects, em seu título original).

Com oito episódios, o seriado é protagonizado e tem produção-executiva da atriz Amy Adams, conhecida por sucessos nos cinemas como A chegada, Batman vs. Superman: A origem da Justiça e Animais noturnos, todos de 2016. Além da estrela, a minissérie tem direção de Jean-Marc Valée, diretor canadense responsável por Big little lies e também pelo filme Clube de Compra Dallas (2013).

A chegada do cineasta à produção foi um convite da própria Amy Adams. “Nós tínhamos um projeto juntos (sobre Janis Joplin), que não deu certo. E então ela recebeu essa oferta, enviou o livro para mim e disse: “Você gostaria de vir e se divertir comigo?” Eu nunca tinha feito tevê antes, quando ela veio até mim, Big little lies nem tinha começado”, revela o diretor ao Correio.

Enredo

A narrativa de Objetos cortantes acompanha a história da repórter Camille Preaker, que mora em Chicago, mas volta à sua cidade natal, Wind Gap, no estado de Missouri (EUA), para fazer uma cobertura jornalística do assassinato de duas pré-adolescentes. Ao mesmo tempo em que apura o caso, ela acaba se identificando com as vítimas e percebendo detalhes que têm relação com o seu próprio passado, que envolve a internação em uma clínica psiquiátrica. “Nós temos essa investigação, um mistério de assassinato, sobre quem está fazendo isso com essas jovens? E nós temos também esse outro mistério, que é essa mulher (Camille Preaker)”, adianta Valée.

Por ser uma obra de Gillian Flynn, que é conhecida no cenário literário pelo terror psicológico e reviravoltas, esses estratagemas também são aguardados na minissérie Objetos cortantes, que conta com a presença da autora norte-americana, que está entre as roteiristas ao lado de Marti Noxon, o showrunner.

Outra característica que deve ter destaque na minissérie, é a forte presença feminina, que tem no elenco ainda nomes como Patricia Clarkson e Elizabeth Perkins. “O timing é louco, como aconteceu com Big little lies, que podemos explicar o sucesso exatamente por causa do momento. E esse é outro projeto com mulheres fortes que não têm medo de assumir a diferença, embora elas estejam em uma história de abuso”, completa.

Para saber mais

Lançado em 2006, o livro de Gillian Flynn chegou ao Brasil em 2015 pela editora Intrínseca. A obra tem tradução de Alexandre Martins e conta com 256 páginas. Objetos cortantes é o romance de estreia da jornalista que trabalhou por 10 anos como crítica de cinema e televisão para Entertainment Weekly.

Fim de bibliotecas em ônibus faz leitura despencar em SP

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Pessoas consultam a ‘biblioteca circulante do Departamento de Cultura’ em 1937, um ano depois da criação do projeto pelo escritor Mário de Andrade
Divulgação/Prefeitura de São Paulo

Programa criado por Mário de Andrade levava livros para regiões periféricas

Guilherme Seto e Thiago Amâncio, na Folha de S.Paulo

São Paulo – Em 1936, seu último ano como diretor do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo, o escritor Mário de Andrade questionou: em vez de esperar que o público fosse às bibliotecas, por que elas não vão ao público?

Ele então procurou a montadora Ford, colocou livros dentro de um ônibus e os levou para regiões periféricas da capital paulista, onde o transporte é precário e o acesso a bibliotecas é escasso.

Aos trancos e barrancos, o programa municipal de ônibus-bibliotecas sobreviveu por oito décadas de maneira intermitente até o fim de 2015 e está parado desde então.

A suspensão do projeto fez despencar os números de acesso a livros na cidade.

Em 2015, 627.637 consultas a livros foram feitas em ônibus-bibliotecas, quase a metade do número total (1.519.780). Comparativamente, 648.518 consultas foram feitas nas 52 bibliotecas na cidade naquele ano (atualmente são 54).

No ano passado, o primeiro período inteiro sem ônibus, o total de consultas a livros na cidade caiu para 843.579.

Ainda que o número de consultas em bibliotecas convencionais tenha subido 4% em relação a 2015, a queda no total de consultas na cidade foi de 44,5% (consultas podem ainda serem feitas em programas como Bosques da Leitura e Ponto de Leitura).

No último ano de atividades, doze veículos percorriam 72 roteiros nos quatro cantos da cidade. Cada um deles com 4.000 itens: livros, revistas e jornais. Regiões periféricas como Brasilândia, Cachoeirinha, Capão Redondo, Cidade Tiradentes estavam no mapa.

Ônibus-biblioteca, no largo de Santa Cecília no centro de São Paulo
Dimang Kon Beu – 29.mai.1994/Folhapress

O último contrato, de cinco anos, da prefeitura com as empresas de ônibus encerrou-se no final de 2015, durante a gestão Fernando Haddad (PT).

Uma licitação foi aberta, mas empresa que teve sua participação cancelada por supostos problemas na documentação entrou na Justiça e conseguiu a interrupção do processo.

No final de 2016, a administração petista fez nova licitação, que não foi levada adiante pela administração atual devido a questões orçamentárias.

Foi em um ônibus-biblioteca estacionado próximo ao terminal Varginha, no extremo sul da capital, que Amanda Cruz, 23, teve acesso às obras cobradas no vestibular da USP, no fim de 2012. “A minha família não é de leitores, meus pais não se formaram no ensino fundamental, então minha casa não tinha livros. Era uma oportunidade para eu conseguir ler”, diz.

Os livros não só a ajudaram a passar no vestibular como também a escolher sua profissão. “Foi nessa biblioteca que eu conheci a obra de Mário de Andrade e foi por causa dele que decidi estudar letras”, conta ela, agora aluna da USP.

“Hoje tenho acesso a outras coisas, vou à biblioteca da universidade e a outras pela cidade. Mas e quem nem sabe que pode procurar esses lugares?”.

A escritora e tradutora Maria José Silveira, que recebeu o prêmio APCA por seu romance de estreia, “A Mãe da Mãe de sua Mãe e suas Filhas” (2002), participou de encontro com leitores em roteiro do ônibus-bilioteca em 2015, no Jardim Ângela, na zona sul.

Ela diz que o ônibus estacionou perto de escola pública da qual saíam alunos e pais, que paravam para conversar.

“Tive um contato importante com um público diferente daquele a que estou acostumada em livrarias e faculdades. Conversei com pessoas mais carentes, mais atenciosas, mais interessadas”.

Secretária de Cultura entre abril e dezembro de 2016, Rosário Ramalho explica que o programa era prioritário e a ideia era ampliá-lo, o que não foi possível devido à interrupção da licitação pela liminar.

“A prefeitura perdeu na Justiça a licitação, mas nós [gestão Haddad] deixamos outra proposta e também recursos para que o programa fosse retomado em 2017. Aconteceu aquele congelamento monstro [43,5%] do orçamento da secretaria em 2017 e ela praticamente parou, e então a licitação não foi retomada.”

Em 2017, o Tribunal de Contas do Município apontou a participação significativa dos ônibus nos índices de leitura. Em resposta, a Secretaria de Cultura, já na gestão Doria, disse que planejava colocar um veículo em funcionamento no primeiro semestre de 2018, o que não ocorreu.

Em nota, a Secretaria de Cultura afirma que “colocou R$ 2 milhões no orçamento de 2018 para este projeto. A retomada do ônibus-biblioteca está vencendo barreiras burocráticas para ser ativada ainda este ano.”

Informa também que “houve um acréscimo de consultas e empréstimos de livros e frequência de público nas bibliotecas em 2017 em relação a 2015.

A melhora se deve à implementação do programa Biblioteca Viva, que consiste em levar programação cultural semanalmente, a disponibilização de wi-fi gratuito e mudanças mobiliárias em todas as bibliotecas, tornando estes espaços mais atrativos para a população.”

Não leu um livro ultimamente? Culpa da Netflix, dizem pesquisadores

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Guiga Liberato, no Meio Ambiente Rio

Você está atualizado com as últimas séries, mas o livro em sua mesa de cabeceira está juntando poeira – uma situação em que mais e mais pessoas estão se encontrando. Um novo estudo denuncia a queda no número de leitores, à medida que mais tempo é gasto online e assistindo programas de TV.

O velho ditado que a cada segundo, um alemão compra um livro, não se sustenta mais. As pessoas estão gastando mais tempo online e menos tempo lendo, relatam os pesquisadores.

o novo estudo Analisamos as tendências de leitura na Alemanha, descobrindo que as pessoas que compram livros estão se tornando cada vez menos. No ano passado, apenas 44% dos alemães com mais de 10 anos (29,6 milhões de pessoas) compraram um livro. O número caiu quase 18% entre 2013 e 2017, e entre pessoas de 20 a 50 anos, a queda foi ainda mais grave (24% para 37%).

Entre as principais razões para essa queda está a concorrência. Lendo livros é um passatempo agradável, mas as pessoas estão gastando seu tempo on-line e, notavelmente, assistindo séries de programas de TV – não é coincidência que empresas como Netflix ou Amazon estão desfrutando de um tremendo sucesso com seus shows.

Observar as coisas é muitas vezes visto como uma maneira “mais fácil” de gastar o seu tempo, exigindo menos esforço e muitas vezes apresentando menos complexidade do que livros. Há também pressão social – se seus amigos estiverem assistindo às séries mais recentes, você também deve atualizá-los e mantê-los atualizados.

Há crescente pressão social para reagir constantemente e ser sintonizado para que você não seja deixado para trás”, disse Alexander Skipis, chefe da Boersenverein, em um comunicado que acompanha o estudo, intitulado “Compradores de livros, para onde você está indo?”.

No entanto, isso apresenta à indústria do livro uma oportunidade: a vida já é agitada, e a web e os programas de TV só a tornam ainda mais. Ler um livro deve ser apresentado como uma atividade relaxante, uma espécie de intervalo da vida cotidiana.

As pessoas estão ansiando por um tempo”, disse Skipis, ressaltando que todas as faixas etárias relatadas têm uma atitude “muito positiva” em relação aos livros.

No entanto, não devemos interpretar isso como uma diminuição geral na leitura de livros. Talvez surpreendentemente, enquanto menos pessoas estão comprando livros, aqueles que estão comprando estão comprando mais do que nunca. O leitor médio comprou 12 livros no ano passado, acima dos 11 em 2013. O total gasto passou de cerca de 117 euros (US $ 138) para 137 euros.

Assim, enquanto o grupo de não-leitores está ficando maior, o grupo de leitores está ficando mais apaixonado. Uma evolução semelhante foi experimentada pelos e-books: o número de clientes diminuiu, mas as compras globais por pessoa aumentaram.

As pessoas também estão encontrando formas mais criativas e eficientes de incorporar a leitura em suas vidas. Algumas pessoas estão usando aplicativos personalizados para recomendações de livros, outras estão levando livros em lugares inesperados, como o ginásio.

Uma lição interessante, e talvez uma lição importante (embora este não fosse o foco do estudo), é que a diferença entre os dois grupos (leitores e não-leitores) está se tornando cada vez maior. Tantas vezes falamos de dois mundos diferentes, duas sociedades escondidas em uma – aqui também, a mesma tendência é perceptível.

Clubes de livros provam que a leitura continua movendo paixões no Brasil

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No Centro de Referência da Juventude, o #ClubedolivroBH chega a reunir até 300 pessoas todo o trimestre, oferecendo três horas de palestras, brincadeiras e sorteio de livros

Paulo Henrique Silva, no Hoje em Dia

Nas redes sociais, já são mais de 40 mil seguidores falando de um mesmo tema: literatura. Durante os encontros presenciais, que acontecem trimestralmente no Centro de Referência da Juventude, na região central de Belo Horizonte, o gosto por histórias de diversos gêneros leva à lotação máxima.

Criado há cinco anos pela blogueira Letícia Pimenta, o #ClubedolivroBH é a prova de que a crise econômica e a digitalização das obras podem ter afetado livrarias e editoras – algumas delas se viram forçadas a negociar com fornecedores para não fecharem as portas –, mas não quer dizer que o gosto pelos livros tenha acabado.

Como a foto acima pode comprovar, não se trata de um clube exclusivo de mulheres, algo que já existe desde 1868. Naquele ano, jornalistas mulheres não puderam participar, por machismo, de um encontro literário e fundaram o Sorosis – tipo de associação presente no recém-lançado filme “Do Jeito que Elas Querem”, com Diane Keaton e Jane Fonda.

O clube mineiro tem “gente de todo tipo, de todos gêneros, raças, idades e bairros”, como Letícia faz questão de frisar. Tem sido assim desde que a blogueira resolveu compartilhar o amor pelos livros. “Eu queria ajudar outras pessoas a descobrirem como o livro é bom e que, ao começarem a ler, enxergariam um novo mundo”.

Ela lembra que o início não foi fácil. Como numa obra de entendimento mais complexo, precisou de persistência. “Por meio do blog, percebi que havia muita gente como eu, amante dos livros, e vi a necessidade de conhecê-los. Procurei uma livraria e marquei o encontro. Foram quatro pessoas apenas”, lembra.

Sem nova chance na livraria, ela passou o encontro para o Parque Municipal, onde o público foi crescendo gradativamente, a partir de “gincanas literárias” e da ideia de transformar o livro num meio de se falar do cotidiano. “Deu certo! Com um ano e meio, virou um boom”, recorda Letícia.

No escuro

Os participantes nunca sabem o título do livro. Nas redes sociais, a organizadora dá pistas, especialmente em relação ao gênero. “É no escuro mesmo, o que acaba sendo um atrativo. No dia, falo sobre o livro e, mesmo que a pessoa não o tenha lido, acaba participando da discussão”.

As editoras já perceberam o potencial do grupo para estimular as vendas e 35 delas enviam publicações para a avaliação da blogueira. “Escolho seis por evento, após pesquisa em torno do gênero no catálogo das editoras”, registra Letícia, que também sorteia 50 exemplares por encontro.

A estudante de Biomedicina Stephanne Manini Pereira, de 20 anos, frequenta o #ClubedolivroBH há três anos. “Simplesmente me apaixonei pelo evento. É uma experiência única. Amo ler e, com o clube, fiz várias amizades que vou levar para o resto da vida”, assinala.

Fracasso das livrarias ajudou a criar ‘novo varejo’

Um dos muitos clubes de assinatura de livros que foram criados no Brasil, nos últimos anos, a TAG tem hoje cerca de 35 mil assinantes ativos, que recebem mensalmente um kit de obras escolhidas por curadores. “Não sei se o público está consumindo menos livros. Não me parece”, observa o sócio-fundador Arthur Dambros.

Empresa gaúcha, criada há quatro anos, conta hoje com cerca de 35 mil assinantes ativos, boa parte deles jovens – TAG/Divulgação

E não adianta culpar a tecnologia pela baixa venda em livrarias. Segundo o executivo, “ler em papel” ainda está longe de ser um hábito de gente mais velha. Na TAG, a média de idade dos assinantes é de 34 anos. “Os clubes por assinatura são o ‘novo varejo’. O varejo está indo relativamente mal porque os leitores estão buscando novas formas de consumir”.

Na Leiturinha, os kits variam entre R$ 39,90 e R$ 74,90, dependendo do número de livros e da forma de adesão. Na TAG, existem duas opções: a “Curadoria”, em que um escritor de renome faz a seleção, ao preço de R$ 59,90, e “Inéditos”, em que livros prontos de editoras são lançados com exclusividade, no valor de R$ 39,90

Repaginado

A poetisa Ana Elisa Ribeiro salienta que não se trata de uma novidade, já que clubes de assinatura existem desde a década de 1920, com a mesma premissa: envio de uma determinada quantidade de títulos para quem paga mensalidade. “A ideia é velha, mas agora retomaram num formato digital”.

Para Dambros, o modelo é bem-sucedido por uma série de fatores que inclui o simples desejo de sair da “zona de conforto literária”. Ele observa que, geralmente, as pessoas vão às mesmas seções de uma livraria e, nas lojas digitais, o algoritmo sugere o mesmo tipo de livro comprado anteriormente. “Vamos contra a miopia literária, contra os vícios”, diz.

Outro fator importante é que o livro sai por um preço mais em conta. “Além de receber em casa, junto a outros benefícios, o leitor ganha uma edição exclusiva, só dele. Para a editora, também é vantajoso, porque ela levaria três, quatro anos para vender a mesma quantidade de livros”, detalha Dambros.

Ana Elisa já teve um livro lançado no modelo, o “Pulga Atrás da Orelha”, em parceria com o Clube Leiturinha, de Poços de Caldas, o mais importante no segmento infantojuvenil, com 120 mil assinantes.

“Para o autor e para a editora, é ótimo. Além da vantagem financeira, especialmente num momento de dificuldade do varejo, o livro vai direto para a mão do leitor”, compara.

Ela lamenta, no entanto, que a escolha seja feita por outra pessoa. “É preciso confiar que farão uma boa escolha”, assinala a escritora, que fez um estudo sobre os clubes de assinatura em 2016, realizando trabalho de campo na Leiturinha.

Feedback

Coordenadora de curadoria e conteúdo da Leiturinha, Cynthia Spaggiari é formada em Filosofia e Psicanálise e comanda equipe de dois psicólogos, dois comunicólogos e um pedagogo.

“Fazemos nossa seleção de acordo com o desenvolvimento infantil, buscando promover o hábito da leitura a partir da interação familiar. Acredito que esta seja uma das razões do sucesso”, explica.

A curadoria leva em conta o feedback dos pais. “Como os livros chegam como surpresa, temos a preocupação de não ofender nenhuma família, evitando questões políticas ou de gênero. Nossa função é promover a interação familiar e se não o pai se nega a fazer a intermediação, fica complicado”, explica.

J.K. Rowling ironiza tuíte em que Trump se orgulha de ser “escritor”

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Créditos: Getty Images

Publicado no UOL

A autora britânica J.K. Rowling, criadora da saga Harry Potter, publicou vários comentários no Twitter repletos de ironias em resposta a uma mensagem postada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na qual o líder se gabava de ser escritor.

A autora britânica ressaltou, além disso, um erro ortográfico cometido por Trump na mensagem, que foi apagada de sua conta oficial e substituída por uma versão corrigida horas mais tarde.

“Depois de ter escrito muitos livros best-sellers e me orgulhar da minha habilidade para escrever, devo destacar que as fake news (notícias falsas) gostam de debruçar constantemente meus sobre tuítes em busca de erros”, publicou o presidente.

“Sério, Donald Trump é o melhor escritor da Terra”, ironizou Rowling, que ressaltou que alguém “explicou” ao presidente como se escreve a palavra inglesa “pore”, que o líder havia se referido na primeira versão de seu tweet como “pour”.

Ao responder a um usuário que reprovou Rowling por suas críticas ao presidente americano, a autora afirmou que nunca apoiaria um “fanfarrão autoritário que é tolo demais para saber o tolo que significa”.

O líder republicano publicou diversos livros com sua assinatura, entre eles “Trump: A Arte da Negociação” (1987) e “Trump: Como Ficar Rico” (2004).

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