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Cristina Danuta

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Livro que Crivella mandou recolher se esgota na Bienal do Rio

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Crivella manda recolher livro dos Vingadores que traz beijo entre homens — Foto: Reprodução/Redes Sociais

O romance gráfico ‘Vingadores, a cruzada das crianças’ mostra beijo entre dois personagens masculinos. Prefeitura ameaçou cassar licença da Bienal e enviou fiscais da Prefeitura ao local.

Fernanda Rouvenat e Lívia Torres, no G1

Os exemplares de “Vingadores, a cruzada das crianças” (Salvat) que estavam à venda em diferentes estandes da Bienal do Livro do Rio se esgotaram em pouco mais de meia hora na manhã desta sexta-feira (6).

A organização da feira afirmou que, às 9h39, não havia mais nenhuma unidade em qualquer um dos pontos que vendiam o romance gráfico (do inglês, graphic novel). O obra tem a imagem de um beijo de dois personagens masculinos.

Nesta quinta-feira (5), o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, havia postado mensagem com vídeo em rede social na qual afirmava ter determinado a organizadores do evento que recolhessem “Vingadores, a cruzada das crianças”. Na opinião dele, o livro tem conteúdo impróprio para menores.

A história, de autoria de Allan Heinberg e Jim Cheng, aborda a equipe dos Jovens Vingadores. Dela, fazem parte os personagens Wiccano e Hulkling, que são namorados. A edição, de 2016, era oferecida em “saldões”. A editora Salvat, que a publicou, não expõe na Bienal este ano.

Em nota divulgada ainda na noite de quinta, a direção da Bienal afirmou que não iria retirar os livros dos estantes e que daria voz “a todos os públicos, sem distinção, como uma democracia deve ser” (leia mais abaixo).

No início da tarde desta sexta, fiscais da Secretaria de Ordem Pública da Prefeitura do Rio foram à Bienal para identificar e lacrar livros considerados “impróprios”.

Mais cedo, em nota, a Prefeitura informou que estava cumprindo o Estatuto da Infância e do Adolescente e ameaçou cassar a licença da Bienal (veja mais abaixo).

“Livros assim precisam estar em um plástico preto, lacrado, avisando o conteúdo”, disse o prefeito em vídeo nas redes sociais.

‘Evento plural’ e personagens que namoram

Na nota, os organizadores da Bienal afirmaram que o evento é “plural, onde todos são bem-vindos e estão representados”.

O comunicado continua: “Inclusive, no próximo fim de semana, a Bienal do Livro terá três painéis para debater a literatura Trans e LGBTQA+. A direção do festival entende que, caso um visitante adquira uma obra que não o agrade, ele tem todo o direito de solicitar a troca do produto, como prevê o Código de Defesa do Consumidor”.

A nota da prefeitura

A Prefeitura do Rio citou o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para justificar “a adequação das obras expostas”.

“A legislação determina que publicações com cenas impróprias a crianças e adolescentes sejam comercializadas com lacre (embaladas em plástico ou material semelhante), com a devida advertência de classificação indicativa de seu conteúdo”, diz a nota.

“No caso em questão, a Prefeitura entendeu inadequado, de acordo com o ECA, que uma obra de super-heróis apresente e ilustre o tema do homossexualismo a adolescentes e crianças, inclusive menores de 10 anos, sem que se avise antes qual seja o seu conteúdo.”

Descrição dos personagens de ‘Vingadores, a cruzada das crianças’, publicação no centro de polêmica na Bienal do Livro no Rio — Foto: Fernanda Rouvenat/ G1

A prefeitura afirma que editora Salvat sabia da obrigação legal. “Tanto que a obra estava lacrada. Não havia, porém, uma advertência neste sentido, para que as pessoas fizessem sua livre opção de consumir obra artística de super-heróis retratados de forma diversa da esperada”, cita o comunicado.

A nota relata reclamação de frequentadores da feira, “que têm direito à livre opinião e opção quanto ao conteúdo de leitura de filhos e adolescentes, pessoas em formação”.

O texto rechaça ter havido “qualquer ato de trans ou homofobia ou qualquer tipo de censura à abordagem feita livremente pelo autor”.

“Em caso de descumprimento, o material sem o aviso será apreendido e o evento poderá ter sua licença de funcionamento cassada”, ameaçou a prefeitura.

Escola católica dos EUA bane livros de “Harry Potter” por “risco de conjurar espíritos malignos”

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Padre disse que consultou diversos exorcistas nos Estados Unidos e em Roma allmoviephoto / divulgação

Padre da instituição alega que os feitiços das obras de J.K. Rowling “são reais”

Publicado no Gaucha Zh

Os alunos da escola St. Edward Catholic School, em Nashville, nos Estados Unidos, não terão mais acesso aos sete livros da saga Harry Potter. Em e-mail enviado aos pais dos estudantes, o padre responsável pela instituição, Dan Reehil, alega que os feitiços da obra da britânica J.K. Rowling são reais e conjuram “espíritos malignos”. As informações são do jornal local Tennessean.

“Esses livros apresentam magia como algo bom e mau, o que não é verdade, mas, de fato, um engano inteligente. Os feitiços e maldições usados nos livros são reais; ou seja, quando lidos, os humanos podem correr o risco de conjurar espíritos malignos para o leitor”, diz um trecho do comunicado.

No e-mail, Reehil disse que consultou diversos exorcistas nos Estados Unidos e em Roma, que recomendaram a retirada dos livros da biblioteca.

Rebecca Hammel, superintendente de escolas da Diocese Católica Romana de Nashville, confirmou à imprensa local que o comunicado foi realmente enviado aos pais e alunos, e que o padre tem “autoridade canônica” para tomar decisões pela escola.

— Ele está condizente com a sua autoridade para agir desta maneira. A meta é promover engajamento, qualidade literária e construção de estudante com alto grau de conhecimento — disse Rebecca ao Tennessean.

His Dark Materials | Série baseada nos livros Fronteiras do Universo tem novo teaser divulgado

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Série baseada nos livros de Philip Pullman estreia ainda esse ano

Thais Araújo, no Cinema com Rapadura

A série “His Dark Materials“, da HBO em parceria com a BBC, teve mais um teaser divulgado, mostrando o grande destino que aguarda a menina Lyra. Veja acima (sem legendas).

A série é uma adaptação da trilogia de livros “Fronteiras do Universo”, do escritor Philip Pullman. A trilogia é composta por três livros: “A Bússola de Ouro”, “A Faca Sutil” e “A Luneta Âmbar”. O primeiro livro foi adaptado para o cinema em 2007, enquanto a série pretende adaptar um livro da trilogia por temporada, de acordo com Jack Thorne (roteirista de “Extraordinário“), um dos showrunners da atração.

Na história, duas crianças, Lyra Belacqua (Dafne Keen) e Will Parry (Amir Wilson), têm suas vidas conectadas durante suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo diversos mundos. A trama dos livros mistura ciência, teologia, mágica, feiticeiras, ursos-polares falantes e gobblers.

O elenco conta ainda com Ian Peck, Ruth Wilson, James McAvoy, Anne-Marie Duff e Lin-Manuel Miranda.

“His Dark Materials” está previsto para estrear ainda este ano, com distribuição internacional pela HBO, mas sem data oficial até o momento.

Bienal começa sexta-feira apostando em diversidade e temas do momento

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O Riocentro durante a 18ª Bienal do Livro, em 2017, por onde passaram 640 mil visitantes . Este ano, o evento ocupa o mesmo lugar, mas com programação que busca ampliar a diversidade de ideias e nomes Foto: Fernando Lemos / Agência O Globo

Evento literário busca atrair diferentes faixas etárias com nomes conhecidos e debates quentes

Publicado em O Globo

RIO — Se há uma expressão em latim para tudo, a que resume a Bienal do Livro de 2019 bem que poderia ser totus in antithesi — “o conjunto está nos contrastes”. Se nas últimas edições o evento virou ponto de encontro entre autores e fãs do gênero Young Adult , este ano tem de tudo um pouco. Youtubers e acadêmicos, poetas e instapoetas, médicos e mentalistas, esquerdistas e direitistas, atrações nacionais e internacionais, Maísa e Luis Fernando Verissimo estão na Bienal que começa nesta sexta, 31, e vai até 8 de setembro, no Riocentro.

Até mesmo a Arena #SemFiltro, espaço que debate temas relevantes da juventude, promete não se restringir aos mais jovens.

— Percebemos na edição passada que o público da nossa arena era diverso, adultos também se interessavam pelos temas — lembra Rosane Svartman, cocuradora da Arena #SemFiltro, que terá desde referências da literatura teen (como a it girl Pam Gonçalves e o poeta do Instagram Akapoeta) a escritores veteranos como o pensador Mário Sérgio Cortella. — Então pensamos em fazer algo atraente para eles também. Brinco, inclusive, que são mesas para jovens de todas as idades.

As expectativas da organização são altas, assim como os números do evento. Só os dois palcos de debates da Bienal (Arena #SemFiltro e Café Literário) já reúnem 72 mesas. Juntando os outros espaços (Encontro entre Autores e Auditório Madureira) serão ao todo 300 autores e 520 expositores.

Os organizadores aguardam 600 mil visitantes — na última edição, em 2017, passaram pelos pavilhões 640 mil pessoas, e 5,5 milhões de livros foram vendidos.

— Nosso festival é consagrado como o maior evento literário do país, dá voz a todos os públicos, sem distinção, como uma democracia deve ser — afirma Tatiana Zaccaro, diretora da GL Events, responsável pela Bienal.

Curadora do Café Literário, a jornalista Mànya Millen, destaca a atualidade dos temas debatidos na programação, que “vão além da literatura stricto sensu ”.

— Os assuntos são os temas quentes do momento, como feminismo, racismo e a Amazônia — diz Mànya. — O Café reflete demandas da sociedade. Se há livros publicados sobre esses assuntos, é porque as pessoas estão querendo ler e conversar sobre eles.

Pastor Henrique Vieira (“Um encontro sobre fé, diversidade e amor”, dia 5, às 17h) e Monja Cohen (“Esperança, fé e juventude na atualidade”, sábado, às 15h30m)

O jornalista Laurentino Gomes na Porta do Não Retorno, localizada na Ilha de Goréia, local de embarque de escravos em que partia da atual Dacar (capital do Senegal) Foto: Carmen Gomes / Divulgação

BIENAL DE CONTRASTES

Passado e presente: Laurentino Gomes (Conversa com Flávia Oliveira no sábado, às 15h) e Mário Magalhães (“Um longo olhar sobre o Brasil”, dia 8, às 19h). Dois jornalistas, duas épocas, duas feridas ainda abertas. Enquanto Laurentino Gomes lança o primeiro volume de sua trilogia histórica “Escravidão”, Mario Magalhães falará sobre sua “biografia” do ano de 2018, “Sobre lutas e lágrimas”.

Thriller histórico e contemporâneo: Eliane Alves Cruz e Raphael Montes (ambos participam da mesa “A sedução dos thrillers”, domingo, às 16h). O crime não descansa — seja no Brasil do século XIX, retratado por Eliane, seja no do XXI, cenário costumaz de Raphael. Dois autores policiais que não colocam obstáculos temporais à suas investigações.

A fé tem muitas faces: Monja Cohen (“Esperança, fé e juventude na atualidade”, sábado, às 15h30m) e Pastor Henrique Vieira (“Um encontro sobre fé, diversidade e amor”, dia 5, às 17h). Ela é uma das principais divulgadoras do budismo no Brasil . Ele é ator, ex-vereador e pastor da Igreja Batista do Caminho. Em comum, ambos partilham o respeito à diversidade religiosa, promovida em seus livros e palestras.

Para além das bolhas: Gregorio Duvivier (“Você é o que você lê”, dia 4, às 19h) e Lobão (“Música — A história que a gente canta”, dia 3, às 17h). A polarização política anda agressiva. Mas, na Bienal, duas figuras opostas no espectro político — e bastante visadas por seus adversários — prometem mostrar que talento não tem partido (mesmo que em mesas diferentes).

Gerações poéticas: Ryane Leão e Carpinejar (ambos participam da mesa “Livro de cabeceira”, dia 7, às 15h). Diferentes momentos e estilos da poesia brasileira — mas que, em muitos casos, dividem o mesmo público. Ryane é a voz do empoderamento, poeta do amor e da luta; Carpinejar representa o homem moderno desconstruído.

Geografias: Jarid Arraes (“Escrever para empoderar”, domingo, às 17h) e Márcio Souza (“Amazônia, terra de quem?”, dia 5, às 17h). O Brasil é vasto. E seus contrastes geográficos estarão bem representados. A cordelista e escritora Jarid Arraes trará um pouco do seu Sertão contemporâneo enquanto o jornalista e escritor Márcio Souza fala sobre os desafios da Amazônia.

O escritor americano Mark Manson Foto: Divulgação

OUTROS DESTAQUES

A volta de Verissimo. Sábado às 19h. Aos 82 anos, o mestre da crônica volta aos pavilhões da Bienal na mesa Clube dos Anjos, com o produtor Angelo Defanti e os atores Otávio Muller e Matheus Natchergaele.

A era do f*da-se. Domingo, às 13h. Maior fenômeno de vendas do Brasil nos últimos anos, o americano Mark Manson, autor de “A sutil arte de ligar o f*da-se”, fala com o roteirista Leo Lanna e os jornalistas Martha Mendonça e Nelito Fernandes.

O best-seller da democracia. Dia 7, 13h. Co-autor do best-seller “Como as democracias morrem”, que vendeu 35 mil cópias no Brasil, o cientista político americano Steven Levitsky encontra a historiadora Lilia Moritz Schwarcz na mesa Sobre Autoritarismos e Democracias. Eles debaterão sobre os desafios da política na era das polarizações extremas.

Machado e as questões raciais. Dia 7, 11h. O pesquisador Eduardo de Assis Duarte e os escritores Conceição Evaristo e José Almeida Júnior debatem as relações de Machado de Assis com a cultura e a literatura negra.

SERVIÇO: Onde: RioCentro (Av. Salvador Allende 6.555, Barra — 2441-9100). Quando: Seg a sex, de 9h às 21h. Sáb e dom, de 10h às 22h. De amanhã até 8/09. Quanto :R$ 30. Classificação: Livre.

Os livros físicos e digitais mais vendidos pela Amazon no Brasil

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Kindle: leitor de livros digitais da Amazon tem diferentes versões à venda no Brasil (Gustavo Marcozzi/Site EXAME)

 

Títulos de autoajuda e clássicos da literatura aparecem entre os mais populares desde 2014

Lucas Agrela, na Exame

São Paulo – A gigante americana Amazon divulgou uma lista inédita de livros físicos e digitais mais vendidos no Brasil desde 2014, quando a empresa iniciou a operação de venda de produtos físicos no país. EXAME obteve acesso aos dados antecipadamente.

As duas listas apresentam resultados diferentes, apesar de terem alguns pontos de convergência, como o livro de desenvolvimento pessoal de Mark Manson – que está entre os dez mais vendidos também nos Estados Unidos.

O clássico de autoajuda de Dale Carnegie “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, foi o recordista de vendas em livros digitais no mercado brasileiro. Esses e-books podem ser comprados e lidos tanto no aplicativo oficial do Kindle, disponível para smartphones Android e iPhones, quanto em leitores digitais da série Kindle, à venda no mercado brasileiro. O título também aparece entre os livros físicos mais vendidos.

Book Friday, da Black Friday da Amazon

A Amazon fará sua própria Black Friday no próximo final de semana. A empresa americana oferecerá descontos de até 80% em livros digitais e físicos. O período do evento chamado pela empresa de “Book Friday” é das 18h de 29 de agosto a 23h59 de 1º de setembro. A Amazon também oferecerá preço promocional para o seu “Netflix de livros digitais”, o Kindle Unlimited. A contratação do serviço por novos clientes custará 1,99 nos primeiros três meses – depois, o preço sobe para 19 reais.

A data pode ajudar a aumentar as vendas de livros digitais no Brasil. O faturamento do mercado de livros digitais, também chamados de e-books, tem aumentado nos últimos anos. Ele passará de 13,1 bilhões de dólares em 2018 para 15,2 bilhões de dólares globalmente até 2023, de acordo com dados da consultoria de mercado americana Statista, complicados em julho deste ano. A mesma previsão estima que o número de leitores de livros digitais também continuará a crescer nesse período de cinco anos, indo de 892,1 milhões para 1,1 trilhão. A receita dos livros digitais é maior nos Estados Unidos, seguido de Japão, China, Reino Unido e Coreia do Sul. A penetração de livros digitais no Brasil ainda é baixa se comparada à dos Estados Unidos. São apenas 11,9% contra 25,1%.

Confira a seguir quais foram os 10 livros físicos mais vendidos na história da Amazon.com.br.

A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se, por Mark Manson
O milagre da manhã, por Hal Elrod, David Osborn e Honorée Corder
Os segredos da mente milionária, por T. Harv Eker
Do Mil ao Milhão. Sem Cortar o Cafezinho, por Thiago Nigro
Sapiens – Uma Breve História da Humanidade, por Yuval Noah Harari
O poder do hábito, por Charles Duhigg
Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, por Dale Carnegie
Mindset, por Carol S. Dweck
O conto da aia, por Margaret Atwood
Me Poupe!, por Nathalia Arcuri

Os 10 e-books mais vendidos no da Amazon desde 2014 são:

Como fazer amigos e influenciar pessoas, por Dale Carnegie
SCRUM: A arte de fazer o dobro de trabalho na metade do tempo, por Jeff Sutherland
A história do mundo para quem tem pressa, por Emma Marriott
Laranja mecânica, por Anthony Burgess
A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se, por Mark Manson
A Segunda Guerra Mundial, por Martin Gilbert
O Pequeno Príncipe, por Antoine de Saint-Exupéry
O poder do hábito, por Charles Duhigg
Os melhores contos de H.P. Lovecraft, por H. P. Lovecraft
A filosofia explica grandes questões da humanidade, por Clóvis Barros de Filho e Júlio Pompeu

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