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Cristina Danuta

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‘Livros de Sangue’: Antologia de Clive Barker será adaptada em filme para o Hulu

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Thiago Nolla, no CinePop

Segundo o site Deadline, o serviço de streaming Hulu está em negociações finais para adaptar a clássica antologia de terror de Clive Barker, ‘Livros de Sangue’.

O projeto será co-escrito, produzido e dirigido por Brannon Braga, conhecido por seu trabalho em séries como ‘Star Trek: The Next Generation’, ‘Star Trek: Voyager’ e ‘The Orville’. Adam Simon também fica a encargo do roteiro.

Seth MacFarlane entra como produtor executivo.

A série de seis livros mistura horror e fantasia e é ambientada em um cenário contemporâneo. A narrativa gira em torno de pessoas normais que se envolvem com eventos misteriosos e arrepiantes.

Anna Friel, Britt Robertson, Rafi Gavron e Yul Vazquez farão parte do elenco.

Friel será Mary, uma psicológica brilhante que ganhou fama ao desmentir teorias que não são comprovadas cientificamente. Gavron será Simon, um lindo e carismático jovem homem que se torna amante de Mary e a convence de que tem a capacidade de conversar com os mortos – incluindo seu filho de sete ano que faleceu devido a leucemia.

Robertson será Jenna, uma garota hipersensitiva que sofre de misofonia, enquanto Vazquez dará vida a Bennett, um assassino profissional que se envolve com perigos sobrenaturais.

O filme tem previsão de estreia no outono norte-americano de 2020.

Margaret Atwood: 5 livros da autora para além de ‘O Conto da Aia’

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Margaret Atwood em ponta na série ‘The Handmaid’s Tale’, ao lado da atriz Elisabeth Moss (//Reprodução)

Famosa pela obra que deu origem à série ‘The Handmaid’s Tale’, escritora é dona de uma prolífica carreira literária

Raquel Carneiro, na Veja

Margaret Atwood decidiu aos 16 anos que seria escritora. De lá para cá, a canadense que completa 80 anos no próximo dia 18 escreveu, como ela diz, “compulsiva e esperançosamente”. Do poema à prosa, a autora mergulhou em diferentes estilos e formatos, do romance à ficção científica, além de livros infantis, de contos e até uma história em quadrinhos. O resultado é uma carreira prolífica que soma pouco mais de 60 títulos. VEJA indica abaixo cinco livros de ficção essenciais de Margaret, para além de O Conto da Aia, sua obra mais famosa.

Oryx e Crake

O mundo desolador de O Conto da Aia perde feio para a distopia ecológica de Oryx e Crake (lançado em 2003), que abre a trilogia Maddadão – formada ainda pelos títulos O Ano do Dilúvio (2009) e Maddadão (2013). Logo no começo, o leitor conhece o narrador, Jimmy – chamado de Homem das Neves, ele é o último sobrevivente da espécie humana que conseguiu escapar de uma misteriosa catástrofe. Esse evento, que será explicado próximo ao fim do livro, dizimou a humanidade. Jimmy agora tem como companhia seres transhumanos geneticamente modificados, que ele batiza de Filhos de Crake. Ao longo da trama, ele relembra sua história pessoal e a sociedade pré-apocalíptica em que vivia antes, na qual a segurança foi terceirizada – e agentes violentos impõem as ordens da empresa que os patrocina. Os ricos e instruídos se distanciaram ainda mais das camadas mais pobres – e estas estão cada vez mais miseráveis. A trilogia teve os direitos adquiridos pela Paramount TV para ser transformada em série.

O Assassino Cego

Apesar de O Conto da Aia ter vindo antes, em 1985, foi com O Assassino Cego, em 2000, que Margaret de fato ganhou prestigio no meio literário. Vencedora do Man Booker Prize, a obra é uma prosa complexa, não-linear e arrebatadora, que acompanha a histórias de mulheres de várias gerações de uma família. Margaret faz também um exercício de metalinguagem, com um livro dentro do livro – o título O Assassino Cego é o nome da obra escrita por Laura, uma das personagens centrais. Ela é irmã de Íris, que se sente na obrigação de cuidar da caçula após a morte da mãe. Depressiva, Laura morre em um acidente de carro que pode ter sido um suicídio. Íris, então, organiza a publicação do livro póstumo da irmã, um romance picante e inadequado para a pomposa sociedade em que elas viviam. Ao mesmo tempo, Íris, aos 80 anos, escreve suas memórias e desabafa as desilusões de ter vivido uma vida de repressões, causadas especialmente pelo pai e, em seguida, pelo marido — com quem ela foi obrigada a se casar para salvar a família da falência. A obra esgotada no Brasil vai ganhar uma nova edição no ano que vem.

 

Vulgo Grace

Em 1843, um fazendeiro e sua governanta foram assassinados em Richmond Hill, Ontario, no Canadá. Ele, com um tiro à queima-roupa; ela, estrangulada e, em seguida, atingida com uma machadada na cabeça. Os suspeitos eram empregados da casa: James McDermott, 20, e Grace Marks, 16, que tentaram fugir depois do assassinato. McDermott foi condenado à morte. Já Grace manipulou o júri a seu favor, conseguindo uma sentença de prisão em vez da forca. A história real é explorada de forma astuciosa por Margaret, que joga os holofotes no modo de agir de Grace, amparada por sua beleza e fragilidade, e em sua difícil história de vida antes do caso — passado contado por ela a um alienista que tenta descobrir se ela é culpada ou inocente. O livro se tornou uma minissérie, Alias Grace, disponível na Netflix. A produção da TV é bem fiel à obra escrita – que, por sua vez, oferece mais nuances que a versão enxuta em seis episódios.

 

A Odisseia de Penélope

Com um tom ácido e por vezes cômico, Margaret revê a Odisseia de Homero a partir do ponto de vista de Penélope, esposa de Odisseu. No livro curto e direto, Penélope já está morta há 3 000 anos nos Campos Elísios, local onde vivem os virtuosos no Hades. Ela então relembra as intrigas com a prima Helena e a culpa (com razão) pela Guerra de Troia, que levou seu marido ao combate e o manteve quase 30 anos longe do palácio de Ítaca. Penélope, então, começa a ser rondada por nobres pretendentes que querem o trono de Odisseu, dado como morto. Margaret observa e amplia as ações de Penélope, detalhando sua personalidade melancólica e sua astúcia para manter de pé o palácio, mesmo não tendo sido treinada para um papel de liderança.

 

Dicas da Imensidão

A autora é uma exímia contista que, para os brasileiros, às vezes faz lembrar os textos de Clarice Lispector – recortes demasiadamente humanos, com viradas surpreendentes, conduzem as tramas curtas em realidades mais próximas do cotidiano do que as famosas distopias da autora. O livro Dicas da Imensidão (Rocco) é um bom exemplo. Nele, dez contos de Margaret perscrutam fases da vida, da adolescência à velhice, com personagens que lidam com dramas como romances inadequados, desejos reprimidos, doenças que tiram o sono, os receios da maternidade, e a morte que se aproxima.

Três livros aterrorizantes para o Dia das Bruxas

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Pixabay

De histórias reais a monstros lendários, a literatura tem várias opções para quem curte levar uns sustinhos

Publicado na Gaucha Zh

O 31 de outubro é marcado pelo Halloween ou Dia das Bruxas. Celebração tradicional nos Estados Unidos, a data vem ganhando força também no Brasil. Para marcar este dia arrepiante, confira três livros que vão fazer você entrar no clima de terror.

No filme de Stanley Kubrick, Jack Nicholson viveu o atormentado Jack TorranceDivulgação

“O ILUMINADO” (STEPHEN KING)

Neste clássico do Mestre do Terror, que já virou filme em duas adaptações, uma família cheia de traumas do passado fica confinada no assustador Hotel Overlook. O pequeno Danny, então, começa a presenciar muitas situações arrepiantes. As descrições de King levam o leitor para dentro da história. Fica quase impossível piscar a cada página. Vale também a leitura da continuação, Doutor Sono, com filme previsto para estrear no dia 7 de novembro.

Bela Lugosi estrelou uma das adaptações mais conhecidas, em 1931Divulgação


“DRÁCULA” (BRAM STOCKER)

Não poderia faltar nesta lista a mais conhecida história de vampiros de todos os tempos. A narrativa, em forma de cartas e supostas gravações, dá a impressão de que os fatos contados ocorreram de verdade. Drácula foi o princípio de todas as lendas do gênero que surgiram desde sua publicação, em 1897. Foi nessa obra que apareceram as melhores descrições dos monstros e as principais maneiras de destruí-lo – estacas, cruzes e água benta.

Divulgação

“ED & LORRAINE WARREN: DEMONOLOGISTAS” (GERALD BRITTLE)

O famoso casal de “caça-fantasmas” existiu de verdade e ficou conhecido por resolver diversos eventos sobrenaturais pelo mundo. Casos célebres, como a maldição de Amityville e a boneca Annabelle, foram resolvidos por eles, que mantinham até um “museu sobrenatural” com artefatos amaldiçoados. Neste livro, relatos minuciosos e fotos dão veracidade às histórias e podem render algumas noites em claro. Lorraine, falecida em abril deste ano, aos 92 anos, já foi até entrevistada pelo Fantástico.

HBO anuncia oficialmente House of the Dragons, spin-off de Game of Thrones

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House of the Dragons (Fonte: Reprodução)

 

Rodrigo Yao, no Observatório de Séries

Uma prequel de Game of Thrones acabou de morrer. Mas outro spin-off recebeu o presente da vida pela HBO nesta terça-feira (29). House of the Dragons está chegando ao canal!

O spin-off foi oficializado na apresentação de investidores da HBO Max, que trouxe novidades da WarnerMedia. Saltando além do piloto, a história de George R.R. Martin e do co-criador e showrunner Ryan Condal, recebeu um sólido pedido direto para virar série.

Embora a narrativa do projeto não tenha sido especificada, ele será baseado no livro de Martin, Fogo & Sangue, que conta a história da Casa Targaryen em Westeros. Assim, House of the Dragons certamente será rico nos detalhes sobre os ancestrais de Daenerys Targaryen, os senhores dos dragões.

Segundo o Deadline, a guerra civil de Westeros conhecida como Dança dos Dragões, que é mencionada na série da HBO e melhor explorada (embora não completamente) na saga literária As Crônicas de Gelo e Fogo parece constituir uma grande parte da história desta prequel. O show remonta 300 anos para se centrar no início do fim da dinastia que, outrora toda poderosa, dominou os Sete Reinos.

Este projeto é um dos quatro spin-offs restantes de GoT em andamento para a HBO e seus senhores corporativos na AT&T. Com o lançamento da HBO Max no próximo outono, o projeto House of the Dragons vem da primeira parte da série de livros pré-GoT, publicada em novembro de 2018. Explorando ainda mais o reinado da antiga Casa, espera-se o segundo livro de Fire & Blood saia no próximo ano, mais ou menos, segundo o Deadline.

De fato, o que é bem a tempo para uma segunda temporada, não é mesmo? E sim, sabemos que Martin não é o cara mais rápido com prazos. E não, não queremos ver esse livro sair antes de Os Ventos do Inverno.

Menina de 12 anos lê 231 livros em menos de um ano em ‘desafio literário’

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A gaúcha Kamila Rabello mostrou todo o desafio no seu Instagram

Felipe Goldenberg, no Terra

Ela tem apenas 12 anos, mas já leu mais livros que a maior parte dos brasileiros em menos de um ano. A gaúcha Kamila Wagner Rabello se desafiou a ler 231 livros em até 365 dias — a média nacional é de 2 livros por ano, segundo o Instituto Pró-Livro. Estudante da 6ª série do Ensino Fundamental, ela lançou a meta em janeiro deste ano e a cumpriu na última segunda-feira, 28, véspera do Dia Nacional do Livro.

Ao mesmo tempo, ela compartilhava em seu Instagram os bastidores do que chamava de “Desafio Literário”. A moradora de Tramandaí, no litoral do Rio Grande do Sul, mostrava quais os livros lidos, fazia comentários sobre eles e selecionava alguns dos melhores trechos. Atualmente, ela tem mais de 6 mil seguidores no seu perfil da rede social, que é controlado pelos pais.

“No fim do ano passado, meu pai me mostrou uma reportagem sobre um menino do Amapá que leu 230 livros em um ano. Ele [o pai] perguntou: ‘o que tu acha de bater o recorde dele?’, e eu aceitei”, explica Kamila. Na época, o também estudante Kauê Capiberibe, de 11 anos, foi homenageado pela sua escola onde estudava, na capital Macapá, pela alta quantidade de leituras.

Kamila se descreve como fã de fantasia, suspense e terror. Leitora assídua desde criança, recebia em casa incentivo dos pais, um corretor de imóveis e uma atendente de farmácia. “Deixávamos ela com lápis e caneta na mão para ficar rabiscando. Quando ela foi alfabetizada, aos 7 anos, demos de presente um gibi da Turma da Mônica. Ela lia um gibi por semana”, conta o pai, Augusto César Rabello. Já a mãe, Daiana Wagner, lembra que sempre teve o hábito de “contar histórias para ela”.

Eles afirmam que já perderam a conta da quantidade de livros guardados em casa. Augusto, porém, estima que eles tenham cerca de 300 títulos. A maior parte deles foi comprada em promoções de lojas virtuais; outros foram presentes dos próprios seguidores de Kamila. A ideia é repassar todas as obras para os irmãos mais novos, de sete e três anos de idade, que já começaram a vasculhar os gibis da irmã mais velha. “Depois, a Kamila vai definir o que fazer com os livros. Se ela quiser doar, vamos ajudar”, conta o pai.

De 231 lidos, o livro mais marcante até agora foi O Pequeno Príncipe, escrito pelo francês Antoine de Saint-Exupéry. “Tem uma parte em que eles vêm para a Terra e começam a conversar com uma raposa, que fala que os homens estão sempre caçando, que vivem sozinhos”, lembra. “Uma lição que aprendi é que as pessoas sempre precisam de mais amigos, estar mais juntas umas das outras”.

Além da leitura, Kamila também cultiva o hábito da escrita: ela mantém um blog de crônicas na internet. A inspiração vem das próprias leituras: “misturo algumas partes da minha história com coisas que já li antes. Consigo escrever um texto em 10 ou 15 minutos”. Engana-se, entretanto, que ela ser seguir carreira de escritora. O objetivo dela é ser psicóloga e “seguir o exemplo de Augusto Cury, que trabalha com psicologia e também escreve”.

O segredo para manter ler e escrever tanto? A dica de Kamila é desativar as notificações do celular (as de redes sociais principalmente) e procurar um ambiente sem distrações, como computador e televisão. “Eu fico com meu celular junto comigo para anotar alguns pontos do livro, mas desativo tudo para ficar concentrada”. Fica a dica!

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