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Cristina Danuta

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Grupo Companhia das Letras publicará livros de George R. R. Martin

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Capa da edição da Suma das Letras de “A guerra dos tronos”, de George R. R. Martin Foto: Divulgação

A partir de abril, os romances que deram origem à série “Game of Thrones” serão editados pela Suma, selo da Companhia das Letras

Publicado em O Globo

Abril será um mês animado para os fãs de “Game of Thrones”. A oitava e última temporada da série da HBO estreia no dia 14 e George R. R. Martin passa ser publicado pela Suma, selo do Grupo Companhia das Letras.

A edição da obra de Martin começará pelos três primeiros volumes de “As crônicas de gelo e fogo” (que inspirou a série televisiva): “A guerra dos tronos, “A fúria dos reis” e “A tormenta de espadas”. Os livros chegarão às livrarias com alterações pontuais no projeto gráfico. Ao todo, a Suma publicará 19 livros de Martin, incluindo a série de ficção científica “Wild Cards”. Martin era publicado no Brasil desde 2010 pela editora Leya.

A Suma já contava com um livro de Martin no catálogo: “Fogo & sangue”, publicado em novembro de 2018. O livro conta a história da Casa Targeryen, uma das famílias que lutam pelo trono na série da HBO.

Leia na íntegra o comunicado do Grupo Companhia das Letras:

“A Editora Suma, selo do Grupo Companhia das Letras, adquiriu os direitos de publicação da obra de George R. R. Martin no Brasil e passa a comercializar 19 títulos do autor a partir de abril, incluindo as séries As crônicas de gelo e fogo e Wild Cards. Os três livros iniciais de As Crônicas de Gelo e Fogo serão os primeiros a chegar às livrarias com alterações pontuais no projeto gráfico. Em novembro do ano passado, a Suma lançou no Brasil Fogo & sangue que se mantém desde a semana de estreia na lista dos mais vendidos do país. No Brasil, o autor era publicado desde 2010 pela Editora Leya, que fez de sua obra um dos maiores fenômenos de venda do país nessa década.”

Por que, aos 50 anos, ‘O gênio do crime’ ainda é um marco na literatura infanto-juvenil?

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Algumas das 76 edições do livro ‘O gênio do crime’, de João Carlos Marinho Foto: Reprodução

Livro de João Carlos Martins continua sendo adotado nas escolas e já vendeu mais de 1,2 milhão de exemplares

Paula Autran e Ruan de Sousa Gabriel, em O Globo

RIO — Quando começou a escrever o livro que o fez conhecido por gerações de crianças, João Carlos Marinho empacou num ponto. Era a história de como a turma de Gordo, Edmundo, Pituca e Berenice, da mesma idade de seus futuros leitores, ajudava o dono de uma fábrica de figurinhas de futebol a encontrar o falsário que imprimia os cromos mais difíceis do álbum. Ainda faltava uma ideia original que fizesse com que Gordo, o cérebro do grupo, desvendasse o caso que nenhum adulto conseguira: vencer o esquema dos cambistas para não serem seguidos. A história ficou engavetada por dez meses até que o autor, então um advogado de 30 e poucos anos estreante na literatura, tivesse a tal ideia que levaria o livro à frente. A chave para solucionar o mistério foi seguir o suspeito “pelo avesso”: em vez de ver aonde ele iria, observar de onde vinha.

A genialidade da investigação da turminha é apenas um dos atributos que fazem de “O gênio do crime”, 50 anos depois e 76 edições desde o seu lançamento, até hoje um dos quatro livros mais vendidos da editora Global (originalmente, ele saiu pela Brasiliense e já passou por outras casas).

A estimativa do autor é que o total de vendas esteja em torno de 1,2 milhão de exemplares — o título continua sendo adotado por escolas de todo o Brasil. Já foi publicada em espanhol (“El génio del crímen”) em 2006, e, em 1972, chegou a ser adaptada para o cinema com o título de “O detetive Bolacha contra o gênio do crime”, dirigido por Tito Teijido.

João Carlos Marinho: ‘O gênio do crime’ mudou minha vida Foto: Divulgação

— Esse livro mudou minha vida. Até hoje, metade das vendas das minhas obras são de “O gênio do crime” — diz Marinho, 83 anos, que escreveu mais 12 títulos com os mesmos personagens. Em todos, a garotada sempre leva a melhor sobre os adultos. Em “Sangue fresco”, vencedor do Jabuti em 1982 e o segundo mais vendido do autor, elas abatem bandidos que contrabandeiam sangue de crianças. Já em “O caneco de prata”, de 1992, neutralizam uma guerra bacteriológica. O último, “O fantasma da alameda Santos”, foi lançado em 2015.
O protagonismo é sempre das crianças

Além da originalidade do tema, o caso da falsificação das figurinhas também trazia inovações na forma e na construção dos personagens. Especialista em literatura infanto-juvenil e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Regina Zilberman explica que, depois de um período de estagnação após a morte de Monteiro Lobato, em 1948, a literatura voltada para este público começava a se modernizar nos anos 1960. Com “O gênio do crime”, as crianças ganhavam protagonismo em um romance que tinha elementos dos quadrinhos, paródias e ironias com as narrativas policiais, além de tematizar questões como violência e consumismo.

— Que a inteligência da turma seja representada pelo Gordo é também muito importante: trata-se de um anti-herói pelo aspecto físico, mas de um “super-herói” do ponto de vista do uso do raciocínio e da sagacidade — diz Regina.
Referência para escritores ontem e hoje

Contemporâneas de Marinho na geração pós-Monteiro Lobato, Ruth Rocha , 88, e Ana Maria Machado, 77, são fãs da saga que levou à captura do anão detentor da tal genialidade do crime.

— Quando fui dona da Malasartes (a primeira livraria infanto-juvenil do Brasil, aberta em 1979, no Shopping da Gávea, no Rio) , e chegavam pais dizendo que as crianças não gostavam de ler, eu recomendava logo “O gênio do crime”. Eu mesma ficava esperando as aventuras da turma do Gordo. Era louca pela Berenice — conta Ana Maria, imortal da Academia Brasileira de Letras.

Ruth destaca o ineditismo do perfil do livro, com crianças que seguiam o bandido.

— O João foi o primeiro que fez. Depois outros fizeram. “O gênio do crime” é original, é novo. Por isso ele ficou. Ele influenciou muito a literatura que veio depois.

Para Flávia Lins e Silva , 47, roteirista da série de TV e do filme (além do livro, é claro)“Detetives do Prédio Azul”, o livro que ela leu aos nove anos segue sendo uma de suas referências:

— É um clássico. Para quem gosta de séries detetivescas como eu, é inesquecível. Numa era sem celulares, sem tantas tecnologias, eles tiveram que usar muita memória e massa cinzenta para chegar aos criminosos.

Capa comemorativa dos 40 anos do livro Foto: Divulgação

Entusiasta confesso da obra, que só leu depois de adulto, o escritor José Roberto Torero, 55, autor de “Nuno descobre o Brasil” (Companhia das Letrinhas) e outros, destaca a qualidade literária:

— O texto é ágil, o estilo é límpido, o ritmo é perfeito. Não há uma barriga na história, tirando a do Gordo, é claro. Em “O gênio do do crime” não temos um adulto ditando regras. A visão é a dos jovens. João Carlos Marinho consegue pensar como um pré-adolescente, e isso causa uma grande empatia nos leitores.

Pois até hoje Marinho não abre mão da convivência com seu público. Além de responder pessoalmente às mensagens que recebe nas redes sociais, volta e meia recebe excursões de estudantes no play de seu prédio para conversar e autografar livros, conta um de seus três filhos, o editor Beto Furquim. E, apesar das inovações tecnológicas e das novas gírias surgidas nas últimas décadas, o autor garante que praticamente nada foi mexido:

— Como são muitas edições, não posso acompanhar tudo que o revisor faz. Mas foram coisas mínimas. A base continua a mesma, inclusive a liberdade gramatical. Por uma questão de ritmo eu não coloco muitas vírgulas. E toda a gíria foi mantida.

3ª Edição do LER Salão Carioca do Livro será em maio, no Pier Mauá

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Cristina Danuta

A próxima edição do Ler Salão Carioca do Livro será entre os dias 16 à 19 de maio de 2019, nos armazéns 2 e 3, do Pier Mauá, no Centro do Rio de Janeiro.

A LER é, segundo o próprio site diz ” é um encontro sobre livros e ideias diferentes: acolhedor, estimulante e, sobretudo, aberto. Para tanto reunimos autores (de todas as vozes), livrarias, editoras (especialmente as novas e independente), juntamos com peças, exposições, tecnologia, música e convidamos os leitores para passar (e festejar) por toda a experiência da leitura, das oficinas de escrita às conversas com escritores. Tudo gratuito, aberto!”

A LER já está em sua 3ª edição. Ano passado o evento aconteceu na Biblioteca Parque Estadual, na Avenida Presidente Vargas, Centro da cidade e contou com a participação de 345 autores.

Gloria Maria na 2ª edição da LER Salão Carioca do Livro, em 2018

Para maiores informações sobre o evento, sigam a LER Salão Carioca no Instagram @lersalaocarioca, na página do Facebook @LERSalaoCariocadoLivro ou acessem o site www.lersalaocarioca.com.br

Chega logo, maio!

Leiturinha volta atrás, diz que cometeu erro e vai aceitar bruxas, fadas, duendes e outros seres mágicos

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Imagem: blog leiturinha

Cristina Danuta

 

A Leiturinha, maior clube de assinaturas dedicado a livros infantis, informou que houve um erro na divulgação de um edital que excluía livros que tivessem como tema fadas, bruxas, duendes e seres mágicos. No comunicado anterior, a Leiturinha havia informado que “não aceitaria a inscrição, por parte de editoras, de obras que apresentassem seres mágicos, como bruxas, fadas e duendes, como temática central na história”.

 

Em novo comunicado, foi informado que tudo não passou de um erro e que “inclusive eles já distribuiriam livros do gênero para seus assinantes”.

 

Veja abaixo o comunicado da Leiturinha:

“A Leiturinha, clube do livro infantil da PlayKids, vem se retratar, prestar esclarecimentos e se colocar à disposição em função do edital publicado em 04/02/2019.

Ao abordar a questão da exclusão de alguns temas em edital de projeto, a Leiturinha cometeu um erro. A curadoria não exclui bruxas, fadas e duendes, especialmente porque sabe-se da importância do imaginário e destes seres mágicos na literatura infantil. Inclusive, o clube já enviou livros como “Os Convidados de Senhora Olga”, “Os Moomins”, “Para Que Serve Um Livro?” e vários outros.

A intenção da Leiturinha é respeitar a diversidade de crenças, valores e culturas dentro de seleções surpresa enviada para milhares de famílias. Refletindo sobre a questão, foi publicada uma nova versão do edital, com a reformulação deste tópico.

Com todo respeito e compromisso que a Leiturinha tem com a liberdade de criação e expressão, o clube se coloca à escuta sensível para evolução do nosso trabalho na missão de enriquecer momentos em família e se coloca à disposição para esclarecimento de dúvidas.”

 

Com informações de Babel

Nobel da Literatura. Academia Sueca entrega dois prêmios este ano

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Este ano, serão entregues dois prêmios Nobel da Literatura. Isto depois de o prêmio de ano passado não ter sido entregue devido escândalo que assolou a academia sueca.

Publicado no Zap

“Haverá dois prêmios Nobel como esperávamos. Também será entregue o prêmio relativo ao ano passado”, declarou Anders Olsson, secretário provisório da Fundação Nobel ao site do jornal “Dagens Nyheter”.

Em maio do ano passado, a Academia Sueca anunciou o adiamento do Nobel de Literatura, algo que não acontecia há sete décadas. As razões foram a perda de “confiança” do mundo exterior na própria instituição e a crise que provocou a renúncia de alguns dos seus membros.

“Estou muito contente por receber esta mensagem hoje, uma vez que podemos trabalhar com tranquilidade e saber que todos os membros do comitê estarão mais motivados para o trabalho”, disse Olsson à agência sueca “TT”.

Ano passado, dezoito mulheres denunciaram ao “Dagens Nyheter” abusos de uma “personalidade cultural” próxima da Fundação Nobel, que depois foi identificada como o francês Jean-Claude Arnault, marido da membro da academia, Katarina Frostenson.

A instituição ordenou uma auditoria, que concluiu que houve fugas de informação e que o apoio económico recebido pelo clube literário que dirigia Arnault não cumpria as regras de imparcialidade, já que a sua esposa era co-proprietária.

A falta de um acordo sobre as medidas que deveriam ser tomadas e a situação de Frostenson desencadearam uma onda de renúncias, trocas de acusações entre dois grupos em conflito e o adiamento da entrega do Nobel de Literatura pela primeira vez em sete décadas.

Entre os nomes que deixaram a instituição está Sara Danius, ex-secretária que, na semana passada, anunciou sua saída definitiva, dez meses depois de deixar o cargo.

A Academia Sueca promoveu nos últimos meses várias reformas dos seus estatutos e elegeu cinco novos membros.

Arnault foi condenado pelo Tribunal de Apelação de Estocolmo a dois anos e meio de prisão, por dois casos de violação de uma mulher, em outubro de 2011, mas recorreu ao Supremo.

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