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Cristina Danuta

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Raízes do Mal, livro de Stranger Things, será lançado no Brasil este mês

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Myrna Ariel,no Desencaixados

Em 2019 é oficial que Stranger Things estará de volta, mas o público não irá ouvir o nome dessa série apenas na plataforma de streaming. Ampliando a história para além das telas, a Netflix e a editora Penquin Random House se uniram e estarão produzindo alguns livros ligados ao universo de Stranger Things, e o 1° título chama-se Raízes do Mal.

O livro abordar assuntos que não foram muito aprofundados na série, como por exemplo, a história da mãe da Eleven e a sua relação com o projeto MKUltra que será o enredo principal de Raízes do Mal. A obra foi escrita por Gwenda Bond, e nela teremos narrações de fatos que aconteceram antes da série.

Raízes do Mal (Suspicious Minds) foi lançado nos Estados Unidos em outubro de 2018, aqui no Brasil o livro será distribuído pela Editora Intrínseca com data de lançamento programada para dia 10 de maio. Outros livros já foram lançados nos EUA, um deles conta um passado traumático sobre Max e como sua família acabou parando em Hawkins, já outra obra conta a experiência realizada em uma cobaia antecessora da Eleven.

Stranger Things é uma série produzida pela Netflix e que está prestes a lançar a sua 3° temporada. Protagonizada por crianças, a trama principal da 1° temporada gira em torno de um grupo de amigos, onde um deles acaba desaparecendo em Montauk, Long Island. Todos da cidade se prontificaram em ajudar nas buscas pelo menino, porém ninguém conseguiu encontra-lo. Mas nada é tão simples, coisas estranhas acontecem em Montauk, até mesmo coisas sobrenaturais.

Em Londres, uma livraria singular

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Persephone Books em Londres: 20 anos de existência e foco nas escritoras (Charlotte Hadden/The New York Times)

A Persephone Books se dedica, especialmente, a divulgar as excelentes obras de autoras renegadas do século 20

Publicado na Exame

Por Sarah Lyall, do The New York Times

A Lamb’s Conduit Street é agradável demais para ser real, como se a velha Inglaterra dos seus sonhos, aquela que existe em sua cabeça, de repente criasse vida. Mas parece adequado que essa rua de paralelepípedos em Bloomsbury, com lojas idiossincráticas que vendem queijo artesanal, bolos caseiros e outros artigos raros, também seja o lar da Persephone Books, uma joia de lugar, dedicado principalmente a obras negligenciadas de escritoras de meados do século XX.

Ao entrar na livraria, por um momento parecemos voltar no tempo. Há pôsteres vintage pedindo às mulheres do tempo da guerra que, por exemplo, se juntem ao serviço naval feminino britânico. Mas o presente também está aqui. Na vitrine há uma imagem ampliada das observações desagradáveis que o senador americano Mitch McConnell fez sobre a senadora Elizabeth Warren em 2017, usando uma linguagem no estilo “Jane Eyre”: “Ela foi advertida. Ouviu a explicação. No entanto, persistiu.”

A persistência é uma maneira de descrever a filosofia da loja em si, que começou há 20 anos reimprimindo sob encomenda títulos esquecidos de uma época da ficção feminina amada por sua fundadora, Nicola Beauman. Ao receber uma pequena herança de seu pai, ela abriu o negócio com uma lista de 12 livros no primeiro ano.

Persephone Books, em Londres (Charlotte Hadden/The New York Times)

Aqui você vai encontrar livros de mulheres de que provavelmente nunca ouviu falar, como Oriel Malet e Isobel English, e outras que podem ser mais familiares, como Katherine Mansfield e Frances Hodgson Burnett. (Há alguns homens nas prateleiras.)

Também vai encontrar, em um lugar de destaque, “Miss Pettigrew Lives for a Day”, obra de 1938 escrita por Winifred Watson, que veio para a Persephone depois que uma cliente mencionou que este havia sido o livro favorito de sua mãe. Publicado pela Persephone em 2000, o livro – a história de uma governanta pobre e simples que é enviada erroneamente por sua agência de emprego para trabalhar para um cantora glamourosa – tornou-se um hit inesperado, foi transformado em filme e tem venda constante desde então.

O que há em um livro da Persephone?

“Sou consideravelmente alérgica à ideia egocêntrica de que tudo está de acordo com meu gosto, mas tenho de confessar que sempre tive esse grande interesse pela ficção feminina do início do século XX – o que os acadêmicos chamariam de um gosto mediano e eu chamaria de uma boa leitura”, disse Beauman.

“O que os une é que eles foram esquecidos e que são muito bem escritos. Gosto muito de histórias que prendem a atenção. Quando termino de ler um livro, gosto de me sentir absolutamente perturbada pelo que li, de estar em um mundo diferente.”

A cada ano, cerca de seis obras se juntam à lista, de modo que agora há 132 ao todo. Todas ainda são impressas, e ainda estão à venda, por 13 libras cada; sempre que os novos títulos chegam, os livros antigos são movidos um pouco e as prateleiras são reorganizadas para dar espaço.

Depois de algumas temporadas apenas como editora, a Persephone se tornou uma livraria, deixando seu antigo escritório em Clerkenwell e vindo para seu espaço atual. O local é escritório e loja, dividido em duas salas que parecem se misturar.

A autora mais popular da loja se chama Dorothy Whipple, que tem impressionantes dez livros na lista, Persephones nº 3, 19, 40, 56, 74, 85, 95, 110, 118 e 127. Suas histórias são engraçadas, espirituosas e cheias de ponderações sobre a vida de pessoas reais.

“Gosto de livros que me contam como vivíamos. Eu me interesso muito pelo livro como história social.” E acrescentou: “A boa escrita é importante para mim, e é por isso que só temos 132 títulos.”

Nicola Beauman, fundadora da Persephone Books (Charlotte Hadden/The New York Times)

Os livros são elegantes, encadernados com papel cinza-claro e sem adornos, exceto pelo título em um retângulo branco na capa. Beauman se inspirou nas capas simples dos livros da Penguin de 1930 e no costume francês de publicar livros com capas brancas e letras vermelhas, disse ela, enquanto que as cores são um tipo de homenagem às velhas canecas de café Dean & Deluca.

“Pensei: ‘Por que um livro não pode ser parecido com isso?’”, disse ela.

Ou, como diz o site da empresa: “Os livros Persephone são todos cinza porque – bem –realmente gostamos de cinza. Imaginamos também uma mulher que chega em casa cansada do trabalho, e há um livro esperando por ela, e não importa sua aparência, porque ela sabe que vai gostar dele.”

No interior, porém, os livros são coloridos. Cada um tem uma contracapa diferente, inspirada em estampas ou tecidos associados ao ano de sua publicação original. Alguns vêm do Museu Victoria & Albert; outros podem ser tecidos cedidos por clientes. “Uma vez, uma pessoa trouxe um lenço do tempo da guerra, e você podia literalmente sentir o cheiro do pó de arroz da mãe dela”, disse Beauman.

A Persephone tem seguidores dedicados e apaixonados. Cerca de 30 mil pessoas assinam sua revista gratuita, a “Persephone Biannually”, que inclui artigos sobre os livros mais novos e outros assuntos. Seu site contém reflexões espirituosamente eruditas de Beauman, que ultimamente assumiram um tom preocupado por causa da incerteza sobre o destino das pequenas empresas com o Brexit, ou a saída do Reino Unido da União Europeia.

Em março, a empresa comemorou seu 20º aniversário com sanduíches de salmão defumado, chá, champanhe e bolo em uma festa que durou o dia todo, com o fluxo constante de visitantes dando lugar a um grupo maior à noite.

Beauman disse: “A ideia no início era que, se você gosta de um de nossos livros, vai gostar de todos eles, Isso funcionou quase totalmente. É muito raro alguém não gostar de um dos livros. Não gosto de usar a palavra ‘marca’, mas somos um tipo de marca.”

Game of Thrones: George R. R. Martin diz que spin-off será gravado em 2019 e outros dois estão a caminho

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George R. R. Martin está envolvido em três novas séries baseadas no universo de Game of Thrones (Foto: Evan Agostini / AP)

Enquanto a HBO ainda não confirma quais serão as continuações de Game of Thrones, o criador dos livros traz importante atualização

Publicado na Rolling Stone

A série Game of Thrones está perto do fim, mas possivelmente a saudade não vai existir por muito tempo. De acordo com uma nova notícia publicada pela CNN, pelo menos três spin-offs, ou séries derivadas, estão sendo trabalhadas pela HBO.

Quem confirmou foi o próprio George R. R. Martin, criador dos livros As Crônicas de Gelo e Fogo, que deram origem à série Game of Thrones. A diferença é que Martin não chama as novas produções de spin-offs e, sim, de “séries sucessoras”.

Em uma publicação no seu blog pessoal, Martin revelou o seguinte: “Nós tivemos cinco diferentes sucessores de Game of Thrones em desenvolvimento com a HBO. E três delas estão seguindo em frente.””

“Um deles, que eu não não posso chamar de THE LONG NIGHT [Martin escreveu desta forma, em letras maiúsculas, algo como “A Longa Noite”] será filmado ainda neste ano. Outros dois ainda estão na fase de construção de roteiro, mas estamos chegando perto do fim.”

A HBO há tempos diz que quer usufruir do sucesso de Game of Thrones o máximo possível. O fato de dividir uma temporada em duas, a sétima e a oitava, já mostrava isso.

“Estão dizendo na imprensa, todo mundo, que temos três ou quatro spin-offs e eles todos supõem que todos eles vão acontecer e que nós teremos um show novo de Game of Thrones por trimestre”, disse Casey Bloys, presidente de programação da HBO, dois anos atrás.

“Não é isso que vai acontecer. A ideia não é fazer as quatro séries. O nível estabelecido por Game of Thrones é tão alto que espero que pelo menos um desses novos seriados faça justiça à original.

Ao questionado sobre a viabilidade das novas séries, Martin diz:

“Talvez alguns de vocês [jornalistas] deveria pegar uma cópia de Fogo & Sangue [lançado recentemente por Martin, que conta a história da família Targaryen] e criar as suas próprias teorias”, ele diz, sobre o livro recente, lançado em 2018.

André Aciman divulga Find Me, sequência de Me Chame Pelo Seu Nome

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Diego Barbarossa, no Cosmonerd

O livro que dará sequência a história de Me Chame Pelo Seu Nome teve sua capa e nome relevados. André Aciman, autor da obra, divulgou, através de seu Twitter, a capa de seu próximo romance Find Me. Confira abaixo.

Com previsão de lançamento para outubro deste ano, a publicação ainda não tem título em português. A nova história se passará em Roma, Nova Iorque e Paris.

O livro deverá focar mais no pai de Elio, Samuel, agora divorciado e em uma viagem de Florença à Roma para visitar o filho. Elio se tornou um pianista clássico, enquanto Oliver está casado e lecionando em uma universidade em New England.

Me Chame Pelo Seu Nome (2007) se passa no verão de 1983, no Norte da Itália em, e traz Elio Perlman, um garoto ítalo-americano de 17 anos, que passa seus dias na casa de campo de sua família. Um dia, Oliver, um charmoso pesquisador americano de 24 anos, que está fazendo doutorado, chega na cidade para trabalhar como estagiário de verão, encarregado de ajudar o pai de Elio, um renomado professor especializado em cultura greco-romana. É nesse cenário que Elio e Oliver descobrem a beleza inebriante do desejo despertado ao longo de um verão que mudará suas vidas para sempre.

O filme, lançado 2018, tem Luca Guadagnino na direção, e conta com Tymothée Chalamet, Armie Hammer e Michael Sthulbarg no elenco, a brasileira RT Features na produção do filme.

Game of Thrones | George R.R. Martin conta como HQ dos Vingadores influenciou os livros

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História girava em torno do Magnum

Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

Antes de ser um autor conhecido mundialmente, George R.R. Martin é um nerd inveterado. Em uma entrevista à Fast Company, o escritor contou como uma HQ dos Vingadores influenciou os livros das Crônicas de Gelo e Fogo, principalmente no quesito de personagens importantes morrerem e no fato de que, em Westeros, ninguém é exatamente bom ou mau:

O Magnum era um cara que se juntava aos Vingadores como um super-herói, mas ele é, na verdade, um vilão que foi criado para fingir que é um herói. Ele deveria se juntar e destruir os Vingadores quando confiassem nele, mas no momento que ele ia fazer isso, ele tem uma crise de consciência e não consegue. Ele sacrifica a própria vida e morre. Eu amo essa HQ. Olhando para trás, eu fiz isso na minha carreira inteira, antes mesmo de eu ter uma carreira.

Confira a entrevista completa:

Além da HQ dos Vingadores, Martin lista J.R.R. Tolkien como uma de suas grandes inspirações.

Martin atualmente está trabalhando em The Winds of Winter, sexto livro da saga. Posteriormente, ele ainda tem que escrever A Dream of Spring, que encerra toda a história.

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