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Livro de terror escrito há 40 anos previu epidemia de coronavírus em Wuhan?

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No livro “The Eyes of Darkness”, lançado em 1981, o autor Dean Koontz relata como um vírus ficcional, o Wuhan-400, se propaga pelo mundo inteiro em 2020 com uma taxa de mortalidade de 100%

Maria Barbosa, no Observador

As coincidências entre o livro “The Eyes of Darkness” (Os olhos da Escuridão, em português) lançado em 1981 pelo escritor Dean Koontz, e a epidemia do coronavírus, que já matou quase duas mil e oitocentas pessoas na China, estão a intrigar os internautas. Um dos primeiros a dar-se conta das coincidência foi o utilizador @DarrenPlymouth. Desde que fez um post no Twitter com a página do livro de Koontz , a publicação recebeu, em poucas horas, quase dois mil gostos e inúmeros comentários.

No livro, o autor americano especializado em livros de terror, descreve uma arma biológica, a que deu o nome de “Wuhan-400”, e que segundo o guião, foi desenvolvida num laboratório secreto perto de Wuhan, justamente a cidade que apresentou os primeiros casos da epidemia que assola a China e já fez várias vítimas em outros países. Na historia ficcionada, a mortalidade do “Wuhan 400” ronda os 100%, provocando a morte dos infetados em menos de 24 horas. Na realidade, os números são bem diferentes: o novo coronavírus (Covid 19) tirou a vida a 2,3% dos infetados, e mesmo em pessoas com mais de 80 anos a taxa não ultrapassa os 14,8%, de acordo com um estudo realizado pelo Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças, citado pela BBC.


Mas há mais coincidências. Li Chen, o nome do cientista que no livro parte para os Estados Unidos com o micro-organismo e uma disquete com informações sobre a “mais importante e perigosa arma biológica da China”, é também o nome de um “verdadeiro” cientista chinês que já publicou estudos sobre a epidemia do coronavírus.

Apesar do conteúdo intrigante, “Eyes of Darkness” é um livro de terror que conta a história de Tina Evans, uma mãe que tenta descobrir o que realmente aconteceu ao seu filho Danny, depois de receber uma misteriosa mensagem a dar conta de que a a sua morte não passará de uma mentira. Por enquanto, e apesar de já ter sido contactado por vários fãs nas redes sociais, o autor optou por não fazer qualquer comentário sobre as coincidências da sua obra com a realidade.

Dean Koontz já vendeu 355 milhões de exemplares dos seus livros, um valor que aumenta mais de 17 milhões de exemplares por ano. Catorze dos seus romances alcançaram o primeiro lugar de vendas na lista de bestsellers do New York Times.

Gatinhos circulam livremente em livraria no Canadá e podem ser adotados

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Publicado no Bonde

Fotos de gatinhos entre livros têm feito sucesso nas redes sociais nas últimas semanas. Isso porque a livraria Books and Coffee da Otis & Clementine, localizada na Nova Escócia, no Canadá, adotou uma estratégia inovadora – e fofa – para incentivar a adoção de animais: no local, os gatos circulam livremente e os leitores podem apreciar a presença dos felinos durante a leitura de um livro.

Nas fotos, é possível observar que existe um número muito grande de gatinhos entre os livros. Por isso, a livraria inova mais uma vez: os leitores podem adotar qualquer um dos felinos que encontrar no local.

De acordo com Ellen Helmke, dona da livraria, muitos gatinhos são recolhidos das ruas, mas outros são levados até o local pelo South Paw Conservation Nova Escócia, um abrigo para animais em situações vulneráveis. Apesar de parecer fácil, adotar os gatos da livraria apresenta certa burocracia: o processo todo é gerenciado pelo South Paw Conservation e tem o custo médio de 255 dólares canadenses, o que equivale a aproximadamente 820 reais. Pode parecer muito, mas esse custo já inclui tudo (até gastos médicos!).

Em entrevista para a Global News, Helmke afirmou que as pessoas vão à livraria para ver os gatos mais do que para ler os livros. Segundo o dono, outras pessoas vão até o local por conta dos livros e descobrem a presença dos felinos, o que as encanta. Helmke conta que a taxa de adoção da livraria é de 100%.

O programa de adoção foi implantado pelo dono da livraria no último ano e, até o momento, mais de 30 gatinhos já foram adotados.

(Com informações do site Catioro Reflexivo.)

*Sob supervisão de Larissa Ayumi Sato.

Governo de Rondônia proíbe ‘Macunaíma’, ‘Os Sertões’ e mais 41 livros nas escolas

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Grande Otelo no filme Macunaíma, baseado na obra clássica do modernista Mário de Andrade

Determinação também incluía obras de Kafka, Euclides da Cunha, Ferreira Gullar e Rubem Fonseca, entre outras

Publicado no HuffpostBrasil

A Secretaria de Educação de Rondônia (Seduc) determinou nesta quinta-feira (6) o recolhimento nas escolas estaduais de 43 livros por considerar “conteúdos inadequados às crianças e adolescentes”. Após o documento ser publicado nas redes sociais, a pasta voltou atrás.

A lista inclui clássicos como Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, Macunaíma, de Mário de Andrade, e Os sertões, de Euclides da Cunha.

Assinado pelo secretário de Educação, Suamy Vivecananda Lacerda de Abreu, o memorando 4/2020 constava no sistema interno da Secretaria de Educação de Rondônia e foi endereçado às coordenadorias regionais de educação de Rondônia.

No documento, o argumento era de que os os livros apresentavam “conteúdos inadequados às crianças e adolescentes”. O memorando ressalta a importância de os educadores “estarem atentos as demais literaturas já existentes ou que chegam nas escolas” (sic) de modo que “sejam analisadas e assegurados os direitos do estudante de usufruir do mesmo com a intervenção do professor ou sozinho sem constrangimentos e desconfortos”.

Após imagens da lista serem divulgadas na internet, a secretaria tornou o processo secreto no início da tarde desta quinta. Em seguida, a Coordenação Regional de Educação da pasta encaminhou uma nova mensagem para os coordenadores abortando o recolhimento dos livros.

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação de Rondônia afirmou que “recebeu uma denúncia que nas bibliotecas das escolas estaduais havia livros paradidáticos com conteúdos inapropriados para o público alvo, alunos do ensino médio” e que o recolhimento foi descartado após a equipe técnica analisar as informações.

“Sendo assim, o processo eletrônico que contém a análise técnica foi encerrado imediatamente sem ordem de tramitação para quaisquer órgãos externos, secretarias ou escolas públicas”, diz o texto.

O procurador da República Raphael Bevilaqua informou na tarde desta quinta-feira (6) que um procedimento administrativo de investigação deve ser aberto para apurar o assunto.

Rondônia é governada pelo coronel Marcos Rocha (PSL-RO). Aliado do presidente Jair Bolsonaro, deve ser o primeiro governador a deixar a sigla para se filiar à Aliança pelo Brasil, partido ainda em processo de formação.

Tanto o presidente quanto aliados afirmam quem há doutrinação nas escolas e nos livros didáticos e paradidáticos. Em janeiro, Bolsonaro chamou os livros escolares de “lixo” e disse que a partir de 2021, o material será reelaborado e contará com a bandeira do Brasil e o hino nacional.

“Os livros hoje em dia, como regra, são um montão de amontoado de muita coisa escrita. Tem que suavizar aquilo. Falar em suavizar, estudei na cartilha ‘Caminho Suave’, você nunca esquece. Não esse lixo que, como regra, está aí. Essa ideologia de Paulo Freire”, disse o presidente.

Matilda | Sony e Netflix fecham parceria para realizar uma nova adaptação do livro infantil

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Nova versão será baseada no musical da Broadway.

Raphael Teodoro, no Cinema com Rapadura

O Hollywood Reporter noticiou que a Netflix e a Sony Pictures estão firmando uma parceria para uma nova adaptação de “Matilda”. O filme seria baseado no musical que é inspirado no livro infantil de Roald Dahl.

De acordo com a publicação, o longa vai ser exibido inicialmente no Reino Unido e depois distribuído pela Netflix, via streaming, para todo o mundo. Não foi informado como as empresas dividirão os custos da produção.

Matilda segue a história de uma jovem prodígio que adora livros que é ignorada pelos pais e estuda em uma escola dirigida por uma diretora abusiva. Ela encontra em sua professora, Miss Honey, alguém para se espelhar e inspirar.

Em 1996, a personagem criada por Dahl ganhou uma adaptação cinematográfica, dirigida por Danny DeVito e com Mara Wilson no papel principal. O musical de “Matilda” estreou nos teatros britânicos em 2011, e em 2013, chegou à Broadway e ganhou quatro prêmios Tony.

A nova versão de “Matilda” será dirigida por Matthew Warchus (“Orgulho e Esperança”). Dennis Kelly (da série “Utopia”) assina o roteiro. Nenhum nome foi vinculado ao elenco.

O filme não tem previsão de estreia nos cinemas e nem na Netflix.

Magazine Luiza arremata Estante Virtual por R$ 31 milhões

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Publicado no Diário de Pernambuco

O Magazine Luiza arrematou da Livraria Cultura -que está recuperação judicial desde o ano passado- a Estante Virtual, por R$ 31,1 milhões. A varejista foi a única a apresentar proposta pela compra da plataforma online de livros usados.

A audiência para abertura de propostas foi realizada em leilão perante a 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais. A operação tem cinco dias para ser impugnada.
Em laudo de novembro de 2019, a consultoria MS Cardim e & Associados avaliou a Estante Virtual em R$ 42,5 milhões. Com passivo financeiro de curto e longo prazo de R$ 11,3 milhões, o valor total ficou em R$ 31,1 milhões.

A Estante Virtual foi lançada em 2005 e, até 2018, vendeu 20 milhões de livros. Com cerca de 40% de livros novos e 60% usados, o canal consegue ofertar preços mais baixos.

A Cultura comprou o site em 2017 durante projeto de expansão.

Em outubro de 2018, sem conseguir quitar dívidas de cerca de R$ 285,4 milhões, a Livraria Cultura pediu recuperação judicial para evitar a falência. A compra da Estante Virtual faz parte de um dos pilares do plano de diversificação do portfólio de vendas do Magalu, apresentado a investidores em sua oferta subsequente de ações (follow-on) em novembro do ano passado.

A estratégia da rede é ampliar o catálogo de produtos no ecommerce, indo além da venda de eletroeletrônicos e de produtos para casa, que foram os responsáveis pela consolidação da rede no mercado brasileiro. Desde abril do ano passado, a empresa passou a comercializar livros, comprando de editoras e colocando à venda no ecommerce. A aquisição da Estante Virtual indica uma aposta no marketplace -quando terceiros vendem por meio da plataforma do Magalu.
O ecommerce da marca tem 14 mil vendedores de livros. Com os 6 mil da Estante Virtual, passa a ofertar itens de 20 mil comerciantes, aumentando sua participação no mercado e acirrando a disputa com a Amazon nesse setor.

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