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Crianças ganham livros em vez de brinquedos em McDonald’s de outros países

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Bruno Molinero, na Folha de S.Paulo

Em vez de receber um cacareco da Barbie ou da Hot Wheels, crianças recebem livros quando compram o McLanche Feliz em diferentes países do mundo.

Na Nova Zelândia, elas recebem uma obra do britânico Roald Dahl. O autor não tem o nome muito conhecido no Brasil nem é um sucesso editorial por aqui, mas certamente quase todo mundo já teve contato com alguma de suas histórias –são de Dahl clássicos como “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e “Matilda”, por exemplo.

Os seis títulos que fazem parte da iniciativa são versões resumidas ou adaptadas, publicadas em edições criadas especialmente para o programa da empresa Happy Meal Readers, de incentivo à leitura. Como não podia ser diferente, as obras têm um quê de brinquedo e vêm acompanhadas de adesivos e atividades.

Serão distribuídos “Fantabulous BFG” e “Brave Little Sophie” (inspirados em “O Bom Gigante Amigo”), “Lucky Charlie Bucket” e “Wonderful Mr. Willy Wonka” (de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”), “Amazing Matilda” e “Marvellous Miss Honey” (ambos de “Matilda”).

De acordo com o jornal Atlanta Journal-Constitution, a empresa planeja distribuir 800 mil livretos ao longo de seis semanas no país.

A iniciativa é uma parceria com a editora Penguin Random House que existe desde 2015, quando a mesma distribuição ocorreu no Reino Unido. Na época, 15,5 milhões de livros com trechos de histórias de Dahl foram entregues pelo fast-food.

O programa Happy Meal Readers, porém, é global. Segundo números da empresa, já foram distribuídos cerca de 450 milhões de livros no mundo inteiro desde 2001 –a Suécia foi o primeiro lugar a implementar a iniciativa.

Atualmente, ela está em curso em outros países, entre eles Malásia e Portugal, onde crianças podem ganhar títulos da inglesa Cressida Cowell (a autora de “Como Treinar o seu Dragão”).

Mas, em vez de dragões, são dinossauros as estrelas da série “The Treetop Twins Adventures”, especialmente escrita para a campanha. São 12 livros, sobre crianças que encontram um dinossauro na vida real.

Cada título traz informações sobre os bichos pré-históricos, com sons, animações e um QR code com material extra. A expectativa é que as obras sejam traduzidas para 40 idiomas.

No Brasil, a iniciativa não ocorre há dois anos –livros foram distribuídos em 2013, 2014, 2015 e 2017. No primeiro ano, os títulos eram sobre dinossauros, oceanos e predadores. Em 2014, foi a vez de histórias de escritores brasileiros como Vinicius de Moraes e Ana Maria Machado. No ano seguinte, o combo infantil veio com histórias de Ziraldo, Irmãos Grimm e Júlio Verne.

Já em 2017, seis livros da Turma da Mônica foram entregues com o McLanche Feliz. Cada um continha duas histórias dos personagens de Mauricio de Sousa, além de atividades para serem feitas.

A companhia afirma que algo parecido está previsto para o fim de fevereiro, mas não confirmou o livro nem o autor que participará.

A Torre Negra | Saiba quando começam as gravações da série baseada nos livros de Stephen King

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Alexandre Guglielmelli, no Observatório do Cinema

A saga A Torre Negra, de Stephen King, foi adaptada para o cinema em 2017, em um filme protagonizado por Idris Elba e Matthew McCounaughey. O longa não foi bem recebido pelo público, e pouco depois do lançamento, a Amazon adquiriu os direitos sobre os livros para a produção de uma série de TV.

De acordo com o site The Hashtag Show, as gravações da série vão começar em abril, na Croácia. A primeira temporada deve contar com 13 episódios.

Pouco se sabe sobre o projeto, mas a diretora de programação da Amazon garantiu que o roteiro já está pronto.

“Alguns roteiros ainda não foram revisados por mim. Eu os verei nas próximas semanas. O projeto está vivo”, afirmou Jennifer Salke em entrevista ao site Deadline.

Ainda não se sabe se Idris Elba e Matthew McConaughey vão reprisar seus papéis do filme na série.

A série A Torre Negra ainda não tem previsão de estreia.

A adaptação cinematográfica de Dumplin’ chega esta semana na Netflix

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Victor Tadeu, no Desencaixados

Nesta sexta-feira a adaptação cinematográfica de Dumplin’ chega ao catálogo da Netflix. O filme já foi lançado em território internacional e agora chegou o momento ser estreado para os brasileiros assinantes da Netflix.

O título conta a história de uma adolescente plus size chamada Willowdean, ela é apaixonada por Dolly Parton, e para irritar sua mãe decide entrar em um concurso de beleza do Texas. Inicialmente o seu intuito era protestar contra a ditadura do corpo magro, porém a sua coragem acaba sendo um gancho para um grupo de meninas desajustadas entrarem no mesmo ramo.

Dumplin’ pode ser mais um filme de sucesso da Netflix, já que Anne Fletcher (A Proposta e Vestida Para Casar) está responsável pela direção, por outro lado, Jennifer Aniston e Danielle MacDonald fazem parte do elenco.

A obra foi escrita por Julie Murphy, no Brasil o livro foi publicado pela Editora Valentina e carrega um grande número de fãs e todos eles demonstram ansiedade para conferir a adaptação da história. A avaliação de público do livro e do filme são similares, carregando ótimas críticas.

Dumplin’ foi lançado nos Estados Unidos dia 07 de dezembro.

Filme sobre ‘cura gay’ com Nicole Kidman é cancelado no Brasil

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Nicole Kidman e Lucas Hedges em ‘Boy Erased’ (foto: Universal Pictures/Divulgação)

 

‘Boy Erased’ será lançado somente em home video. Autor do livro que deu origem ao longa chamou de ‘censura’ a decisão

Publicado no UAI [via Estadão]

O drama Boy Erased: Uma verdade anulada tinha estreia anunciada no Brasil para o dia 31 de janeiro pela Universal Pictures. A empresa, porém, cancelou o lançamento e deve divulgar o filme no país apenas para home video. A decisão pegou mal e o próprio Garrard Conley, ativista cujo livro inspirou o filme, falou em “censura”. A empresa alega que a decisão foi tomada “única e exclusivamente por uma questão comercial baseada no custo de campanha de lançamento versus estimativa de bilheteria”.

Baseado no livro de memórias do ativista americano e dirigido por Joel Edgerton, o longa foi indicado para o Globo de Ouro nas categorias melhor ator de drama, pela atuação de Lucas Hedges, e melhor música para filmes (e acabou não levando nenhum dos dois, e também não levou nenhuma das esperadas indicações ao Oscar). Russel Crowe e Nicole Kidman completam o elenco.

A trama conta a história do jovem gay Jared Eamons (Hedges), filho de Marshall Eamons (Crowe), pastor de uma cidade conservadora do Arkansas, e da religiosa Nancy Eamons (Kidman). Segundo sinopse divulgada pela própria Universal, em dezembro de 2018, “quando confrontado pela família sobre sua sexualidade, (o personagem) se vê pressionado a escolher entre perder seus familiares e amigos ou se submeter a um programa de terapia que busca a ‘cura’ da homossexualidade”.

Garrard Conley – cujo livro Boy Erased foi lançado agora no Brasil pela editora Intrínseca – se mostrou descontente nas redes sociais com o ocorrido. “Boy Erased censurado no Brasil. Sentia que isso poderia acontecer e é muito triste que esse tipo de coisa esteja acontecendo num país tão maravilhoso”, escreveu.

Barbeiro dá desconto para crianças que lerem livro em voz alta

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Foto: Keith Jason

A sala de espera também fica cheia de pequenos leitores. A ideia é estimular o hábito da leitura

Lidiane Barros, em O Livre

Nada de celular, nesta barbearia do Estado americano de Michigan, os pequenos clientes são estimulados a lerem livros. Para incentivar o hábito da leitura, o barbeiro Ryan Griffin dá desconto de US$ 2 (cerca de R$ 8,00) para as crianças que lerem um livro em voz alta enquanto cortam o cabelo.

A sala de espera da barbearia também fica repleta de pequenos leitores que aguardam por sua vez. Eles recebem lições de leitura, autoestima e leem também publicações sobre a história afro-americana. E não é só ler. As crianças também têm são estimuladas a discutir sobre o conteúdo que leram e ainda, responder a algumas perguntas.

Griffin conta que se inspirou por outras experiências que viu no Harlem, em Nova York, em Tampa, Flórida e Iowa e espera que outras barbearias se inspirem por esse modelo.

À ABC News, Griffin disse que uma barbearia também é um pilar da comunidade. “O objetivo é que as crianças da cidade tenham um livro à mão, que elas achem legal ler”.

A ideia bem que podia inspirar barbearias por aqui, não é mesmo?

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