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Game of Thrones | Séries derivadas já terão orçamentos colossais logo de cara, afirma executiva da HBO

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Francesca Orsi garante que produções não funcionariam no custo dos anos iniciais do seriado original

Arthur Eloi, no Omelete

Os derivados de Game of Thrones continuam sendo um mistério, mas a HBO garantiu que eles não vão dever em nada ao programa original.

Falando durante um evento da INTV em Israel [via Hollywood Reporter], a executiva Francesca Orsi afirmou que os “sucessores” não funcionariam dentro do orçamento das primeiras temporadas de GoT. “$50 milhões por temporada não é o bastante para o que estamos tentando fazer. Queremos algo grande.”

Quanto a necessidade dos derivados, Orsi diz que a HBO ignorar o fenômeno de Thrones “seria conduta ilegal não continuar essa história.”

No começo de 2017, a HBO contratou quatro roteiristas diferentes para analisarem a mitologia dos livros e pensarem em diferentes seriados. São eles os roteiristas: Max Borenstein (Kong: Ilha da Caveira), Jane Goldman(Kingsman: O Círculo Dourado), Brian Helgeland (Lendas do Crime) e Carly Wray (Mad Men). Cada um trabalhará sozinho, com exceção de Goldman e Wray – ambos escreverão seus scripts com a assistência de Martin. Mais tarde, Bryan Cogman foi convidado para desenvolver o quinto projeto.

Vale lembrar que nem todos os projetos podem realmente se tornar séries, já que as produções estão em estágios iniciais. As séries derivadas não devem ser lançadas antes de 2020 – saiba mais.

Game of Thrones é exibida no Brasil pela HBO.

Séries de Flash e Supergirl vão virar livros

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Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

O The CW anunciou que vai produzir livros baseados nas séries de Flash e Supergirl.

The Flash: Hocus Pocus chega em 3 de outubro e vai ser escrito por Barry Lyga e mostrará o Velocista Escarlate enfrentando um vilão controlador de mentes. Já Supergirl: Age of Atlantis será lançado em 7 de novembro e fica nas mãos de Jo Whittemore e traz a Filha de Krypton investigando a captura de uma estranha criatura que permitiu que cidadãos comuns desenvolvessem super-poderes.. Confira as capas:

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The Flash e Supergirl são exibidas no Brasil pelo Warner Channel.

Iniciativa sincroniza cenas de novelas e minisséries com eBooks da literatura brasileira

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Publicado no 33Giga

Globo, Amazon.com.br e Companhia das Letras acabam de lançar a iniciativa “Assista a Esse Livro”. Na prática, os clássicos da literatura brasileira serão disponibilizados em eBook e certos trechos terão links que direcionam o leitor para vídeos de séries e novelas da Globo que reproduzem a cena. Os livros digitais estão disponíveis na Loja Kindle, na Amazon.com.br. Para assistir aos vídeos, o dispositivo do usuário deve estar conectado à internet.

“Assista a Esse Livro” é uma experiência de leitura única, que une obras literárias e produções televisivas. Clicando no ícone “Play”, leitores poderão assistir às cenas correspondentes da produção para a TV enquanto estão conectados à internet. Todas os vídeos selecionados estão reunidos em uma lista ao final de cada eBook

Cada livro digital contém links de vídeos com duração de até 1 minuto. “Dois Irmãos”, por exemplo, tem 19 cenas da minissérie transmitida este ano pela Globo, com renomados atores como Cauã Reymond, Antônio Fagundes e Eliane Giardini. O livro foi escrito por Milton Hatoum e sai por R$ 19,90 na loja da Amazon.com.br.

Outros títulos que já estão disponíveis na sessão “Assista a Esse Livro” são: “Gabriela Cravo e Canela” (R$ 20,50), escrito por Jorge Amado e transformado em série por Walcyr Carrasco, “As Relações Perigosas” (R$ 16,90), de Choderlos de Laclos e adaptado por Manoela Dias, e “O Canto da Sereia” (R$ 27,90), escrito por Nelson Motta e transformado em série por George Moura e Patrícia Andrade.

Os eBooks do “Assista a Esse Livro” podem ser lidos em smartphones, tablets e computadores usando o aplicativo de leitura gratuito Kindle, disponível para Android e iOS. Para mais informações sobre a iniciativa, clique aqui.

Romances históricos, como ‘Crônicas Saxônicas’, guiam produções de TV

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Ricardo Bonalume Neto, na Folha de S.Paulo

Exibida no canal de TV a cabo Fox Action e com três temporadas disponíveis na Netflix, a série “Vikings” (2013-) narra a saga de dois famosos guerreiros dinamarqueses, Ragnar Lothbrok e seu irmão Rollo. Eles teriam iniciado a sequência de incursões dos nórdicos nas ilhas britânicas.

A série se passa poucos anos antes do início das “Crônicas Saxônicas” do escritor britânico/americano Bernard Cornwell, 72. Embora não seja vinculado aos livros de Cornwell, o seriado claramente foi inspirado por ele e pela série de livros e de TV “O Último Reino”.

O país que se chamou depois Inglaterra era então constituído por quatro reinos –Wessex, Nortúmbria, Mércia e Ânglia Oriental. O rei Alfredo, o Grande, o pioneiro na unificação do país, é um personagem-chave das “Crônicas” e aparece como bebê em “Vikings”. Cornwell é hoje, sem a menor dúvida, o principal autor dos chamados “romances históricos”. O termo é no mínimo curioso.

“O romance histórico, como eu descobri com alguma preocupação depois de ter escrito dois ou três, pertence a um gênero desprezado”, escreveu o autor inglês Patrick O’Brian (1914-2000), pseudônimo de Richard Patrick Russ.

O’Brian produziu uma obra de 20 livros entre 1970 e 1999 contando as aventuras de um capitão da Marinha Real britânica durante as Guerras Napoleônicas, Jack Aubrey, e seu amigo médico, naturalista e espião, Stephen Maturin (um 21º livro, incompleto, foi publicado postumamente em 2004, com o curioso título “21”, já que o autor ainda não tinha criado um).

Dois dos romances serviram de base ao filme de Peter Weir de 2003, “Mestre dos Mares – O Lado Mais Distante do Mundo”, com Russell Crowe no papel de Aubrey.

Os livros foram classificados como os “melhores romances históricos já escritos” pelo escritor e editor da revista “American Heritage”, Richard Snow, em resenha de capa do suplemento literário do jornal “The New York Times” em 1991.

Apesar de todo esse pedigree, O’Brian reclamava do desprezo –em geral acadêmico– pelo romance histórico.

A categoria só foi reconhecida como um gênero “menor” da literatura no século 20, o mesmo que aconteceu com o romance policial.

CLÁSSICOS MUNDIAIS

Mas é algo que existia há mais tempo, e antes era tratado com louvor. Dois exemplos bastam. O escritor russo Lev Tolstói (1828-1910) escreveu “Guerra e Paz”, sobre a campanha de Napoleão na Rússia em 1812.

O escritor americano James Fenimore Cooper (1789-1851) escreveu “O Último dos Moicanos” baseado em fatos da guerra entre britânicos, franceses e índios de 1754-1763.

Os dois livros são clássicos da literatura mundial. Mas não costumam ser chamados de “romances históricos”, apesar de seus autores escreverem sobre fatos que aconteceram antes de nascerem. Tecnicamente, deveriam ser.

Cornwell sem dúvida é um dos autores mais produtivos do gênero. Produziu cinco séries de romances, além de outros com temas individualizados. A mais conhecida narra as aventuras de um soldado britânico nas Guerras Napoleônicas, Richard Sharpe, também transformada em filmes de TV.

Talvez o detalhe mais interessante nos seus livros seja uma nota final, um posfácio, comentando as fontes históricas da obra, e as “licenças” que ele tomou para produzir sua narrativa. Fica clara a enorme erudição do autor, dando confiança ao leitor de que muitos dos fatos e detalhes correspondem ao melhor conhecimento existente sobre o tema.

Cornwell é admirador daquele que pode ser considerado o pioneiro entre os romancistas históricos do século 20, o escritor inglês Cecil Scott Forester (1899-1966).

Forester escreveu 11 livros da série “Hornblower”, um comandante naval durante as Guerras Napoleônicas, publicados de 1937 a 1967. O primeiro-ministro britânico Winston Churchill leu alguns desses livros ao longo de uma travessia do Atlântico para encontrar o presidente americano Franklin Roosevelt, durante a Segunda Guerra. Churchill adorou os livros.

Cornwell também. Mas, em vez imitar Forester criando um outro capitão da Marinha Real –como foi feito por autores como O’Brian, Dudley Pope ou Victor Suthren, Richard Woodman ou James Nelson–, ele preferiu criar um personagem diferente. Assim surgiu Sharpe, protagonista de 24 romances. Históricos.

Professor faz ‘CSI’ em escola e desafia estudantes a resolverem ‘crimes’

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Estudantes montam cenários e solucionam homicídios cenográficos (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

Estudantes montam cenários e solucionam homicídios cenográficos (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

 

Estudantes montam cenários e solucionam ‘homicídios’ em Jundiaí.
Gosto de alunos por séries policiais virou assunto em aula de biologia.

Jomar Bellini, no G1

Marcas de “sangue” espalhadas pelas paredes e um “corpo” jogado no chão com supostas marcas de tiros nas costas. A cena, que até então poderia ser de um crime ou seriado policial como CSI: Crime Scene Investigation, nada mais é do que um dia de aula para estudantes de 14 anos de uma escola em Jundiaí (SP). O gosto deles por programas de TV fez um professor de ciências biológicas levar o assunto para o ambiente escolar, desafiando os alunos a resolverem os “homicídios” cenográficos.

Alunos analisaram pistas para desvendar 'cenas de crimes' (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

Alunos analisaram pistas para desvendar ‘cenas de crimes’ (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

“A ideia surgiu quando comecei a discutir sobre o corpo humano, dentro do conteúdo curricular, onde quis investigar os conhecimentos prévios que os alunos tinham sobre os órgãos e os sistemas que formam o nosso corpo. Fiz perguntas para eles – como, por exemplo, em lado do corpo humano fica o fígado – e, para minha surpresa, muitos alunos tinham uma boa noção sobre a anatomia humana por serem fãs ávidos de séries como ‘CSI’, ‘Dr House’, ‘Monk’ e ‘Law & Order'”, conta o professor Erivaldo Ribeiro Júnior.

O professor lançou então a ideia de montar o projeto em que os estudantes seriam os próprios construtores e investigadores de uma série criada por eles. Júnior conta que a proposta, até então considerada ousada, causou estranheza, mas empolgou os estudantes. “O objetivo era conhecer o corpo humano e desenvolver habilidades de observação e crítica.”

Crimes cenográficos
Divididos em grupos, os alunos montaram os cenários usando a criatividade junto com as dicas em sala de aula e o que já viram na televisão. Eles usaram lupas, microscópio, sangue falso vendidos em lojas de fantasias, corda, algodão e perucas para construção das vítimas, além de tecnologias para gravar e simular os cenários.

Em cada aula, uma equipe apresentava o crime que deveria ser investigado pelos outros estudantes. Após isto, deveriam fazer entrevistas com funcionários de escola e agir como verdadeiros peritos policiais, coletando pistas e analisando os detalhe dos corpos.

Tudo isso para preencher um questionário e fazer uma apresentação respondendo perguntas sobre a identidade da “vítima”, os motivos da “morte” e como o crime teria acontecido, além de explicar como poderiam testar as hipóteses e as evidências encontradas.

“Na área de Ciências Biológicas, já estamos acostumados a tratar de assuntos polêmicos, como o aborto, a eutanásia, clonagem, sexualidade, origem da vida, evolução humana, entre outros temas. Esse foi mais um desafio que valeu a pena”, diz ao afirmar que a proposta também contou com ajuda de professores de disciplinas como geografia, língua portuguesa, história, artes e educação física.

O projeto, que foi desenvolvido na forma de um piloto, teve duração de dois meses, mas já empolgou a direção da escola. No ano que vem, o “CSI na sala de aula” deve agregar ainda outras disciplinas da grade curricular e ser realizado por um período maior.

Professor desafia estudantes a resolverem crimes cenográficos (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

Professor desafia estudantes a resolverem crimes cenográficos (Foto: Erivaldo Junior/Arquivo Pessoal)

 

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