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Sequência de “Bird Box” vai retomar ideia deixada de lado no primeiro livro

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Lello Lopes, no UOL

Josh Malerman é um escritor prolífico. Desde que lançou “Bird Box” (que ganhou o nome de “Caixa de Pássaros” no Brasil) em 2014 ele já publicou outros sete livros. Em outubro chega mais um: “Malorie”, sequência da história que virou sucesso na Netflix em filme lançado no final do ano passado.

Josh Malerman, autor de “Bird Box” Imagem: Chris Stranad Photography

Em entrevista ao UOL, por email, Malerman contou um pouco de “Malorie” e falou sobre o sucesso de “Bird Box”, visto por mais de 80 milhões de pessoas segundo a Netflix.

O escritor, que esteve no Brasil em 2015, voltará ao país para a Bienal do Rio, entre o final de agosto e o começo da setembro, para divulgar um outro livro lançado em 2019, “Inspection”.

Veja a entrevista:

Você esperava o enorme sucesso de “Bird Box” na Netflix?

Eu acho que ninguém poderia prever que o filme faria o que fez. Não estou dizendo que eu não tinha confiança ou esperança, mas ele explodiu de uma maneira que nenhum de nós previu. Que jornada, hein? Incrível.

O que você acha sobre o Desafio Bird Box (com as pessoas fazendo atividades cotidianas de olhos vendados) que muita gente fez após ver o filme?
Bem, no começo eu amei. Até pensei em eu mesmo fazer um. Então isso ficou esquisito quando uma garota dirigiu daquele jeito e bateu o carro. Graças a Deus ela ficou bem, mas a partir daquilo nós tivemos que dizer, tipo, ‘hey, em vez disso tente fazer um sanduíche de olhos vendados. É tão emocionante!'”.

Por que escrever uma sequência de “Bird Box”? Que tipo de história você vai nos contar?

O rascunho de “Bird Box” era duas vezes maior que a versão que acabou sendo publicada e lá tinha uma trama que eu tirei, uma trama que eu realmente gostava. Eu pensava nela frequentemente e imaginei que algum dia a faria.

O sucesso do filme, e consequentemente o do livro, meio que definiu que, se eu fosse escrever “Malorie”, agora seria a hora certa. Então no final eu consegui incluir essa trama perdida nesse segundo livro e é ótimo porque essa foi uma ideia que nasceu praticamente ao mesmo tempo do livro original.

O que você sabe sobre a adaptação de “Piano Vermelho” para o cinema?

Eu sei que os produtores são pessoas incríveis. Scott Free e Atlas Industries têm grandes pensadores que estão procurando por histórias originais e empolgantes, e eu me sinto completamente em casa falando e trabalhando com eles. Também sei que o roteirista, Barnett Brettler, é um cara incrível e brilhante, e eu amo a sua visão para a história. Bom, vamos ver como isso se desenvolve, mas no momento eu me sinto ótimo sobre como está.

Capa de “Malorie” Imagem: Reprodução/Esquire… – Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2019/05/12/sequencia-de-bird-box-vai-retomar-ideia-deixada-de-lado-no-primeiro-livro.htm?cmpid=copiaecola

O seu novo livro, “Inspection”, promete uma discussão sobre gêneros. Como você vê o debate sobre o assunto nos dias de hoje?

Eu escrevi o rascunho de “Inspection” em 2007, então reescrevi completamente nos últimos anos. Meu publisher conhecia a ideia e meu editor achou que era o momento perfeito para lançar uma história como essa, com o tema de igualdade de gênero. Ela é intencionalmente fria, sem sexo e sombria. Mas, de alguma forma, apesar desses fatores, eu acho que o livro é quente ao dizer que você pode tentar empurrar a natureza dentro de uma caixa, mas ela achará um jeito de escapar, não importa o que você faça.

Você conhece alguma coisa da literatura brasileira? Tem algum autor favorito?

Eu amo o Rapahel Montes e a Janda Montenegro. Mentes brilhantes, pessoas brilhantes.

Jogo The Lord of the Rings: Gollum é anunciado

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The Lord of the Rings: Gollum trará história baseada no estranho personagem de O Senhor dos Anéis — Foto: Reprodução/PC Gamer

Novo game baseado no universo de O Senhor dos Anéis tem como foco história de Gollum e conta eventos anteriores aos livros

Rafael Monteiro, no Tech Tudo

The Lord of the Rings: Gollum é novo jogo baseado na série clássica de livros O Senhor dos Anéis, do escritor J. R. R. Tolkien, focado especificamente na história do personagem Gollum. O desenvolvimento está nas mãos da Daedaelic, em parceria com a Middle-earth Enterprises, e não vai seguir a versão dos filmes e sim o personagem retratado nos livros.

Por enquanto, foi divulgada apenas uma marca do jogo, sem imagens ou vídeos. O lançamento está planejado para 2021 nos consoles e PC, sem detalhar plataformas, mas é de se esperar que PS4 e Xbox One serão considerados.

O game será de ação e aventura, com uma história original sobre o personagem principal que se passa antes dos eventos dos livros. Segundo o CEO da Daedaelic, Carsten Fichtelmann, o jogador terá que lidar com as múltiplas personalidades de Gollum e em momentos de decisão vai ouvir as vozes conflitantes que o aconselharão. Não foram dados detalhes sobre a jogabilidade, porém, como Gollum não é um exímio lutador, presume-se que haverá elementos de stealth – quando o jogador deve atingir seu objetivo sem buscar o conflito direto, de forma furtiva.

Originalmente Gollum era um Hobbit chamado Sméagol que acidentalmente obtém o “Um Anel”, um poderoso anel capaz de dominar o mundo e que se torna motivo de diversos conflitos. Gollum tem sua mente corrompida pelo anel, mata seu primo com medo de que ele o roube e após ser mandado embora de seu vilarejo acaba isolado nas Montanhas Sombrias. Este período de reclusão o deixa ainda mais enlouquecido e deformado fisicamente, enquanto alimentava-se de peixes crus e ocasionalmente orcs que conseguia abater nas sombras.

Uma curiosidade é que os direitos dos filmes e dos livros de O Senhor dos Anéis são negociados separadamente para criar os jogos. A Warner Bros. tem os direitos dos filmes e lançou nos últimos anos games como Terra-média: Sombras de Mordor e Terra-média: Sombras da Guerra. Enquanto outras empresas lançaram títulos como The Lord of the Rings Online e The Lord of the Rings Living Card Game.

6 motivos para ler livros de papel – com base no que diz a ciência

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(Hemera Technologies/Thinkstock)

 

Do vocabulário à memória, a leitura traz bem-estar. E os resultados são melhores quando você lê livros à moda antiga.

Raquel Drehmer, no M de Mulher

E-books são práticos e ocupam um mínimo de espaço, audiobooks facilitam a vida de quem não consegue se dar o tempo necessário para parar e ler. Mas os livros de papel, mesmo não tendo estas conveniências todas, têm seu charme e ainda cativam muita gente.

E tem mais: estudos acadêmicos indicam que manter o hábito de segurar um livro à moda antiga e lê-lo virando as páginas, voltando para recapitular algum detalhe e sentindo aquele cheirinho de papel traz muito bem-estar.

Vamos a oito motivos científicos para não abandonar os velhos e bons livros de papel.

Ler livros de papel aumenta o vocabulário…

Um estudo conduzido pela Universidade da Califórnia (EUA) mostrou que leitores de livros de papel assimilaram 50% mais palavras novas do que os leitores das mesmas obras em e-book. Paralelamente, observou que as crianças que têm o interesse por livros infantis estimulado pelos pais conseguem construir frases completas mais cedo que as crianças que só veem TV.

… E evita o desgaste da memória

Assim como fazer atividades físicas trabalha os músculos e o sistema cardiovascular, ler exercita o cérebro. E, em vez de músculos definidos, o que se nota é a memória preservada. Pesquisadores da Universidade Tufts (Massachusetts, EUA) acompanharam por cinco anos voluntários que tinham acabado de entrar na terceira idade e constataram que os que mantiveram o hábito de ler livros e jornais de papel não tiveram perda de memória como aqueles que simplesmente deixaram a leitura de lado.

Ler também é um aliado na luta conta o Alzheimer

Oito professores da Case Western Reserve University (Ohio, EUA) analisou que idosos com os hábitos de ler, jogar xadrez ou montar quebra-cabeças têm 2,5 vezes menos risco de desenvolver Alzheimer do que aqueles que optam por ficar apenas em frente à TV.

Poder virar as páginas do livro ajuda na compreensão da história

Quem lê e-books tende a passar por cima de pedaços da história que não tenha entendido, alegadamente por preguiça de rolar a tela até encontrar o que tenha ficado no ar, enquanto os leitores de livros de papel não apenas voltam às páginas que ajudem a entender algo como também fazem anotações por escrito para fixar ainda melhor algum detalhe. Esta foi a conclusão de pesquisadores da Universidade de Karlstads (Suécia) após acompanhar o comportamento de leitura de 232 alunos voluntários.

Livros de papel ajudam a relaxar

Chegar em casa, tomar um banho e começar a ler um livro de papel x chegar em casa, tomar um banho e ir para a frente da TV: o que será melhor para relaxar? De acordo com um estudo da Universidade de Sussex (Reino Unido), a primeira opção funciona melhor para 68% da população. Os neuropsicólogos que desenvolveram a pesquisa entenderam que mergulhar na ficção ajuda na produção de hormônios do prazer (endorfina e dopamina), enquanto assistir à TV eleva os níveis de estresse.

Crianças que veem adultos lendo livros de papel gostam mais de ler

Quer que seus filhos gostem de ler? Leia livros de papel perto deles. Um estudo da Universidade de Montreal (Canadá) cravou que 75% das crianças que têm o exemplo de pais leitores em casa tomam a iniciativa de procurar livros para elas, seja em bibliotecas ou em lojas. Aproveite esses momentos de leitura em família para incentivar que os pequenos contem as histórias que estão acompanhando nos livros; além de ser uma ótima técnica de união, trabalha a oratória deles.

Man Booker Prize anuncia finalistas de 2018

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Man Booker 2018 tem autora mais jovem a entrar na disputa – Agência O Globo

Lista dominada por mulheres tem autora mais jovem da história do prêmio

Publicado em O Globo

RIO — Os finalistas do Man Booker Prize, um dos mais prestigiados prêmios literários do mundo, foram anunciados nesta quinta-feira. A lista, dominada por mulheres, é formada por quatro escritoras e dois escritores.

Entre os concorrentes estão a britânica Daisy Johnson, de 27 anos, que se tornou a autora mais jovem a concorrer ao prêmio com o livro “Everything Under”; e o também britânico Robin Peterson, concorrendo com “The long take”, primeiro romance escrito em versos a disputar a premiação.

Completam a lista o canadense Esi Edugyan (“Washington Black”); a americana Rachel Kushner (“The mars room”); o americano Richard Powers (“The overstory’); e a britânica Anna Burns (“Milkman”).

Segundo o comunicado do prêmio, as obras abrangem uma ampla gama de assuntos, desde um escravo de 11 anos que escapou de uma plantação de açúcar em Barbados, até um veterano do “Dia D” que vive com transtorno de estresse pós-traumático.

O vencedor, que será anunciado no dia 16 de outubro, se tornará o sucessor de George Saunders (“Lincoln no limbo”).

O Man Booker é aberto a escritores de qualquer nacionalidade que escrevam em inglês e tenham publicado no Reino Unido e na Irlanda.

 

Livro de George R.R. Martin sobre Targaryens chega ao Brasil em novembro

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No Brasil, ele será publicado pela Companhia das Letras (foto: Cia das Letras / Reprodução )

A obra, intitulada Fogo & sangue, conta a história da Casa Targaryen, que na série ‘Game of thrones’ é retratada pela figura da personagem Daenerys

Publicado no UAI

O escritor George R.R. Martin continua adiando o lançamento do próximo livro da saga As crônicas de gelo e fogo, The winds of winter, o sexto da franquia. Enquanto isso, o autor tem lançado outros projetos ligados ao universo de Game of thrones, como a obra Fire & blood.

O livro chega ao Brasil em novembro, pela Companhia de Letras, sob o título Fogo & sangue. A trama se passa três séculos antes dos eventos da saga dos outros livros e conta a história oficial da família Targaryen, uma das mais importantes do universo de Game of thrones e que na série da HBO é retratada pela figura da personagem Daenerys, papel da atriz Emilia Clarke.

O lançamento no Brasil será na mesma data que nos EUA e no Reino Unido: 20 de novembro. A versão em inglês tem 989 páginas. Algumas livrarias nacionais já fazem a pré-venda do livro, por R$ 145.

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