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Mapa literário monta cidade de Londres com nome de personagens

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Teca Machado, no BurnBook

Londres é uma cidade que aparece em muitíssimos livros e histórias. Muitos romances, thrillers e dramas já passaram por suas ruas. Por isso Dex, um artista londrino, resolveu fazer um intrincado mapa da capital com o nome de personagens do passado e do presente.

Temos aqui os famosos e os infames. E também os menos conhecidos. Cada personagem foi colocado nos recantos da cidade onde mais gosta de passar ou onde chama de casa”, explica Dex.

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Entre outros personagens, estão Sherlock Holmes, Bridget Jones, 007, Harry Potter, Peter Pan, Dorian Gray, Ebenezer Scrooge e muitos mais. É interessante passar um tempo tentando reconhecer os nomes no mapa.

O mapa literário de Londres foi feito pela primeira vez em 2012, mas uma nova edição foi lançada esse mês.

Via Telegraph UK

Este mapa incrível mostra os clássicos da literatura mundial

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Cada país é representado por sua principal obra

Publicado na Galileu

Qual é a principal obra literária de cada país? O usuário Backfoward24, do Reddit, tentou responder a essa pergunta de forma criativa: criando um mapa-múndi no qual cada parte do mundo é representada por um livro clássico ali produzido.

O Brasil, por exemplo, é representado por Dom Casmurro, de Machado de Assis. Já os Estados Unidos e o Canadá são ilustrados pelos livros O Sol é para Todos, de Harper Lee, e Anne de Green Gables, de Lucy Maud Montgomery, respectivamente. O escolhido para a Rússia foi Guerra e Paz, de Liev Tolstói, e o da França, Os Miseráveis, de Victor Hugo.

Claro que o mapa está sujeito a diferentes interpretações, já que cada país possui várias obras marcantes. O bacana do projeto de Backfoward24 é a possibilidade de conhecer novos títulos e autores de diferentes partes do mundo. Confira — e veja a imagem em alta resolução aqui:

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Mapa literário: o escritor mais importante de cada Estado

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(Se você tem alguma dúvida de que a literatura é um dos fatores mais importantes para definir a identidade de um povo, esse post é para você – caso esteja convencido disso, continue aqui mesmo assim)

Pamela Carbonari, na Superinteressante

Quando estava na escola, minha professora de Literatura pediu que escolhêssemos um livro do Érico Veríssimo para analisar ao longo do semestre. Ainda era abril e, apesar de já fazer algum frio nesta época do ano no Rio Grande do Sul, o termômetro naquele dia passava dos 25 graus. Lembro de ir à biblioteca em busca do primeiro volume de O Tempo e o Vento suando e poucas páginas depois de começar a leitura, sentir uma leve friagem ao ler as passagens em que Érico narra o vento Minuano cortando as noites na estância da família Terra – “Noite de ventos, noite de mortos”.

Algum tempo depois, essa mesma professora sugeriu que lêssemos Graciliano Ramos. Pedi o livro Vidas Secas a um amigo que me emprestou com a seguinte recomendação: “Até a metade você vai conseguir ler tranquilamente, mas depois é melhor ter uma garrafinha de água junto contigo”. De fato, durante a leitura senti a secura da cachorrinha Baleia e a apatia dos filhos de Fabiano dentro da boca, não deixando uma só gota de saliva descer pela garganta. Só consegui chegar ao fim seguindo o conselho do meu amigo.

Anos mais tarde, antes de visitar a Bahia, decidi que precisava ler Gabriela, Cravo e Canela. Em menos de 50 páginas, já tinha absorvido a cadência do sotaque mesmo sem ouvi-lo, sentia vontade de comer tapioca, acarajé, moqueca e de tomar uma(s) no bar do Nacib como se estivesse na Ilhéus do início do século.

Com ou sem cinestesias, os livros nos apresentam a lugares que, mesmo quando reais, talvez nunca visitaremos, nos transportam para enredos que não podemos mudar e nos deixam íntimos de personagens cujos sotaques, hábitos, personalidades e aparências são adaptações de alguém, releituras de várias pessoas coladas em um determinado tempo e espaço.

É essa junção de elementos que faz a obra de Jorge Amado ser sinônimo de Bahia e a de Érico Veríssimo de Rio Grande do Sul, é isso que faz a literatura ser um dos mais importantes símbolos para a formação da identidade cultural de um lugar.

Pensando nisso, selecionamos os 26 autores mais representativos de cada estado brasileiro. Nossa seleção se baseou em número de prêmios ganhos, participações em Academia de Letras de suas respectivas federações, cobrança nos vestibulares locais, número de traduções para línguas estrangeiras e, é claro, se o autor é reconhecido por sintetizar a identidade de cada estado — não sendo determinante seu local de nascimento.

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Plataforma mapeia obras literárias pelo Brasil

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Interativa, página permite filtrar livros, escritores e movimentos por região, temas e outros critérios

Publicado no Carta Educação

Um olhar sobre o Brasil por meio de sua Literatura. É isso que propõe o colaborativo Mapa da Literatura Brasileira, que reúne contos, poemas, crônicas, romances de autores atuais e do passado, originários de diversas regiões do país.

O mapa permite filtrar obras por público-alvo (adulto ou infanto-juvenil), nível de escolaridade (Educação Infantil, Fundamental I, Fundamental II, Ensino Médio, EJA), linguagem (prosa, poesia e teatro), regiões, além do critério por temática como literatura indígena, periférica, homoafetiva, entre outras.

Para isso, a plataforma traz um mapa interativo do Brasil que mostra por meio de marcadores a distribuição dessas categorias. Ao clicar sobre o marcador, uma resenha sobre o escritor e as características da obra escolhida aparecem para o internauta. Há também informações adicionais disponíveis na rede como vídeos e entrevistas.

O visitante pode também contribuir para o mapeamento com indicações de livros e autores. Para isso, basta preencher um cadastro com dados pessoais e informações sobre a obra e o autor que gostaria de sugerir.

Outra funcionalidade é a navegação por meio de uma linha do tempo que se inicia em 1500 e vai até os dias de hoje. A espécie de “bússola histórica” correlaciona os principais fatos históricos do Brasil aos marcos da Literatura nacional.

Em 1698, por exemplo, temos o início do ciclo do ouro em Minas Gerais e, algumas décadas depois, vemos o florescimento na região de Vila Rica (atual Ouro Preto, à época a mais rica e populosa da colônia) do “Grupo Mineiro” ou “Plêiade Mineira”, formado pela elite intelectual mineira e peça-chave para a autonomia literária e política que ali nasceria.

Além disso, a plataforma traz um quiz por meio do qual o internauta pode testar seus conhecimentos sobre literatura brasileira e uma seção com sugestões e atividades para auxiliar o professor a trabalhar o tema na escola.

Mapa explica política brasileira através de Game of Thrones

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FOTO: Reprodução

 

A Guerra dos Tronos local traz ‘casas’ de políticos brasileiros e o Trono de Ferro ocupado por Dilma Rousseff

Camilo Rocha, no Link

SÃO PAULO – O cenário político brasileiro já sofreu comparações com o seriado House of Cards, mas uma empresa de marketing acredita que ele lembra mesmo outra atração, Game of Thrones.

A Ahead Marketing, especializada em marketing político, acaba de publicar uma nova edição de um mapa que procura ilustrar o contexto político nacional a partir de referências da popular série da HBO. Os principais grupos políticos aparecem renomeados como as “casas” de Game of Thrones que disputam o Trono de Ferro, ocupado pela presidente Dilma Rousseff na versão adaptada.

O primeiro mapa da Ahead saiu em 2013 e necessitava de uma atualização. Na versão deste ano, foram incluídas novas casas como Cunha, Calheiros e Alckmin, enquanto as casas de Sarney e Arraes foram retiradas.

FOTO: Reprodução

FOTO: Reprodução

As casas aparecem enfileiradas no topo do mapa, como mostra a imagem que abre o post. O mapa dispõe as casas e suas relações em um território que lembra o da série. Em relação ao Trono de Ferro da presidente Dilma, por exemplo, a casa do ex-presidente Lula aparece ligada a ele como “união p0lítica”, a do ministro das cidades Gilberto Kassab como “união política” e “aliança de governabilidade” e a do presidente da câmara Eduardo Cunha com “relação conflituosa” e “apoio circunstancial”, apoiado pelo “exército do baixo clero”.

De acordo com Gabriel Cecilio, da Ahead, a intenção do mapa, além de promover a empresa de marketing, é usar uma linguagem pop para explicar o contexto político brasileiro. “O objetivo é tornar o assunto acessível para muitas pessoas que não costumam acompanhar a cobertura tradicional”, disse.

Acesse aqui o mapa.

dica da Malu Vieira

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