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Lupita Nyong’o será protagonista de série baseada em livro de Chimamanda Ngozi Adichie

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Produção será exibida na HBO Max, futuro serviço de streaming da Warner Media

Publicado na Jovem Pan

“Americanah”, um dos livros de maior sucesso da escritora Chimamanda Ngozi Adichie, vai virar série. A informação foi divulgada neste sábado (14) pelo site “Deadline”, que afirma ainda que a protagonista será a atriz Lupita Nyong’o.

Segundo a publicação, a produção será exibida na HBO Max, futuro serviço de streaming da Warner Media. Danai Gurira — que também esteve em “Pantera Negra” — será a roteirista e produtora executiva.

“‘Americanah’ tem sido um projeto de paixão para mim desde que li o belo romance de Chimamanda em 2013. É um conto que é ao mesmo tempo oportuno e atemporal. A HBO Max é o parceiro perfeito para dar vida a essa história profunda e célebre, e estou emocionado que Danai traga ao projeto sua inteligência e compreensão das histórias e do mundo de ‘Americanah’”, disse Nyong’o sobre o projeto.

Os 4 livros que Bill Gates está lendo em setembro

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Foto: REUTERS/Charles Platiau

Publicado no Yahoo Finanças

Bill Gates, um dos homens mais ricos do mundo, líder de projetos de sustentabilidade e de filantropia e fundador da Microsoft, é também um amante da leitura, assim como outros bilionários mundo afora.

Em uma recente entrevista ao Wall Street Journal, Gates falou sobre seus hábitos de leitura. O bilionário diz que tenta ler um livro por semana, chegando a 50 títulos por ano, e que atualmente está lendo quatro obras ao mesmo tempo.

De trabalhos de não-ficção ao romancista David Foster Wallace, estes são os livros que Bill Gates está lendo em setembro.

Graça Infinita, de David Foster Wallace

Gates disse ao WSJ que pretende ler “todas as palavras” escritas pelo premiado David Foster Wallace antes de entrar em uma de suas obras mais famosas, “Graça Infinita”. “Eu não começo livros sem terminá-los, então começar um livro de 1.600 páginas com enormes notas de rodapé é assustador mesmo para um leitor ambicioso”, disse o bilionário.” Existem livros como esse que circulam pelo mundo várias vezes antes que eu chegue a abri-los.”

Prepared: What Kids Need for a Fulfilled Life, de Diane Tavenner

Os livros que mais despertam o interesse de Bill Gates são de não-ficção e focados em temas tratados pela Fundação Bill & Melinda Gates. “Prepared”, que ainda não foi lançado no Brasil, é um deles. O livro conta a histórias de um novo modelo de escola pública nos EUA que ensina crianças habilidades e conhecimentos úteis para o dia a dia, em vez de informações cobradas em vestibulares.

Loonshots, de Safi Bahcall

Acostumado com ideias “malucas”, como a de recriar os vasos sanitários e a de erradicar a malária, Bill Gates encontra em “Loonshots”, de Safi Bahcall, um estudo sobre como inovações jamais pensadas pela humanidade podem ser criadas da noite para o dia e cultivadas em um grupo de pessoas. O livro também não foi lançado no Brasil.

These Truths – A History of the United States, de Jill Lepore

Existem muitos livros sobre a história dos Estados Unidos e Bill Gates já leu muitos deles, mas sua atual referência é esta obra de escritora norte-americana Jill Lepore, conhecida no Brasil como a autora de uma biografia do criador da Mulher-Maravilha. “These Truths” tenta desmistificar momentos da história do País com uma análise crítica, da chegada de Cristóvão Colombo ao continente americano à política de imigração do governo estadunidense.

Rapper dos EUA cria Clube do Livro e estreia com obra clássica de Paulo Freire

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Vitor Paiva, no Hypeness

Enquanto um parte do Brasil persegue um de seus maiores e mais importantes pensadores sem sequer conhecer de fato sua obra, fora do país o educador Paulo Freire segue como um dos mais respeitados e celebrados intelectuais do mundo. E nas mais diversas frentes e esferas: além de ser o brasileiro mais homenageado na história, com pelo menos 35 títulos de doutor Honoris Causa em universidades das Américas e da Europa e depois de ser reconhecido como o terceiro teórico mais citado em trabalhos acadêmicos em todo o planeta, até a juventude do hip-hop estadunidense quer estudar sua obra: Paulo Freire será o primeiro autor do clube do livro virtual recém inaugurado pela rapper Noname.

Noname, a rapper de Chicago, uma das mais celebradas da atualidade

A obra de Freire que irá inaugurar o Noname’s Book Club será seu título mais famoso: “Pedagogia do Oprimido” – que em inglês é publicado em sua tradução literal, “Pedagogy of the Opressed”. O livro inicia o clube junto de outra obra, “We Are Never Meeting in Real Life” (“Não estamos nos encontrando na vida real”, em tradução livre) da autora e comediante estadunidense Samantha Irby. Segundo a rapper a ideia do clube é “dar luz ao trabalho progressista de autores ‘de cor’ e de dentro da comunidade LGBTQ”.

Paulo Freire

Dona de uma poética densa e cheia de força literária e política, Noname, segundo suas próprias declarações, foi uma estudante com dificuldade de leitura ainda na escola em Chicago, onde nasceu. Conseguir mergulhar nos livros foi, para ela, porém, o divisor de águas de sua vida.

Seu clube é virtual, e já possui cerca de 20 mil seguidores no Twitter. A ideia é ler juntos, recomendar e debater através das redes a leitura. Em 2018 a rapper lançou o disco Room 25, considerado um dos melhores do ano em diversas listas.

Fabiula Nascimento e elenco de ‘Bom sucesso’ revelam os livros que estão lendo

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Paulo Victor Mafrans, no Extra

Um livro sempre salta aos olhos da leitora voraz Paloma, personagem de Grazi Massafera, que se transporta para contos de fadas quando dá um tempo na costura para ler. Além disso, ‘Bom sucesso’ tem como um dos núcleos principais o da editora Prado Monteiro. Mas o que será que os atores da novela e de outras produções andam lendo?

Rafael Infante – “Hoje estou lendo ‘A última tentação’, de Nikos Kazanizakis. Eu realmente fiquei surpreso com a maneira que ele conduz a história. Sou viciado em ir a livrarias e sempre estou fuxicando. Meu livro favorito é sempre o último que li, porque abre ainda mais meus horizontes. A leitura relaxa, proporciona criatividade e um momento gostoso comigo mesmo. É um processo de autoconhecimento”.

Armando Babaioff – “Estou lendo ‘Tribunal da quinta-feira’, de Michel Laub. Acho fabuloso ter um novela que mostra a crise literária que vivemos no Brasil. A média de leitura de um brasileiro é um livro e meio por ano. Só em Buenos Aires, há mais livrarias do que em todo o Brasil. Meus pais sempre me incentivaram a ler”.

Fabiula Nascimento – “Estou lendo ‘Sapiens: uma breve história da humanidade’, de Yuval Harari. Eu desejo que o Brasil seja um país mais culto, com educação, com pessoas sempre com um livro na mão. Por isso, deixo alguns exemplares no metrô ou em locais públicos. Curiosamente, não fui incentivada a ler, mas tomei gosto pela leitura por volta dos 17 anos. E acho muito importante mostrar esse hábito na novela”.

Yasmin Gomlevsky -“Por muitos anos, meu livro preferido foi ‘O amor é um cão dos diabos’, de Charles Bukowski. Hoje, busco um novo favorito. Estou lendo ‘21 lições para o século 21’, de Yuval Noah Harari. Minha família, de maneira geral, lê muito. A leitura me mantém mais reflexiva. Acho que fico mais inteligente quando a rotina da leitura está em dia”.

Felipe Haiut – “Esse livro, ‘A morte é um dia que vale a pena viver’, me ajudou a atravessar o luto da perda de uma grande amiga. Lembro que com ‘Ensaio sobre a cegueira’ (José Saramago) foi a primeira vez em que tive uma sensação lendo. Me senti cego realmente, envolvido com a história. Ler abre a nossa cabeça, nos tira da ignorância. Costumo ler mais de um livro por vez, tenho prazer em saber que estou lendo muita coisa ao mesmo tempo”.

Giullia Buscacio
– “Estou lendo “O alquimista” e gosto muito de pegar dicas num perfil do Instagram chamado “book.ster. Desde muito nova minha mãe introduziu os gibis na minha vida e, apartir daí, fui tomando gosto pela leitura e, inicialmente, por livros de terror (risos). Acho que a leitura contribui muito para que possamos ter diálogos mais bem elaborados”.

Lola Fanucchi – “No momento, estou lendo “A glória e seu cortejo de horrores”, de Fernanda Torres, por indicação de uma amiga. Lembro de ter lido “o guia dos curiosos” quando era criança e ter gostado muito. Até hoje tenho guardado como lembrança daquela época”.

Alex Morenno – “O Vampiro Lestat”, de Anne Rice, tem tomados meu tempo de leitura. Estou gostando muito do livro porque o universo dos vampiros me interessa muito. Tenho alguns livros preferidos, mas “O filho de mil homens”, Valter Hugo Mãe, me tocou forte. Acho que porque o personagem central está em uma faixa etária muito próxima da minha. Por isso, comecei a refletir sobre a passagem do tempo.

Hugo Bonemer – “Meu livro de cabeceira é “O código da alma”, que fala de causas psicológicas de males físicos. A leitura ajuda a me acalmar. Tenho o hábito de ler um bloco de páginas e, no fim dele, fazer um resumos de tudo que li. Tenho o hábito de ler sempre. todos. Tenho muitos livros inacabados”.

Bárbara Reis – “Eu estou lendo o livro ‘Sapiens: uma breve história da humanidade’, por indicação de uma amiga, porque percebi que na época de escola eu estudava para passar de ano. Por isso, muitas coisas passaram por mim e não absorvi. Com o tempo, passei a me interessar em saber algumas coisas sobre nossa história. Lembro, também, que o livro que mudou muito minha percepção foi “Nunca desista dos seus sonhos”, do Augusto Cury. Teve um mês que consegui ler quatro livros, tenho um compromisso com esse ritual.

Antonio Fagundes vive dono de editora em ‘Bom Sucesso’ e dá dica: trocar WhatsApp por livros

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Antonio Fagundes em ‘Bom Sucesso’ — Foto: Globo/João Cotta

 

Ator de 70 anos contracena com Grazi Massafera na nova novela das 19h da Globo.

Patrícia Teixeira, no G1

Antonio Fagundes será Alberto Prado Monteiro, dono de uma grande editora, em “Bom Sucesso”. A nova novela das 19h da Globo estreia em 29 de julho.

O personagem começou vendendo enciclopédias de porta em porta, comprou uma editora e foi crescendo. O mercado muda, mas ele não altera sua linha editorial. A novela começa quando ele está passando por problemas com a editora, além do diagnóstico de uma doença terminal.

Prático e ranzinza, Alberto é pai de Marcos (Romulo Estrela) e Nana (Fabiula Nascimento), bem diferentes entre si. Ele passa a viver melhor quando conhece Paloma (Grazi Massafera), que o ensina a redescobrir os pequenos prazeres da vida. Eles se conhecem a partir de uma situação inusitada.

“O grande problema é que nessa troca de exames o personagem da Grazi recebe o exame dele, dizendo que ela tem seis meses de vida”, explica Fagundes.

“Mas logo que eles descobrem essa troca… Esse é o grande interesse da novela, porque aborda esse aspecto da vida e da morte de uma forma diferenciada, com um certo frescor. É uma coisa que a gente quase nunca fala.”

Fagundes diz que é natural e até um pouco engraçado não querer falar da velhice e da morte. “Se a velhice chegar é porque nós não morremos. Se não chegar é porque morremos antes. Essas duas coisas são bastante presentes na vida da gente a partir dos 20 anos.”

Antonio Fagundes e Grazi Massafera em ‘Bom Sucesso’ — Foto: Globo/João Cotta

O ator de 70 anos elogia Grazi: “Ela é uma gracinha de pessoa e uma atriz ótima.”

Mas além do elenco, chama atenção também o cenário da novela. “Eu já falei que vai ficar um buraco [nas estantes], porque vou roubar uns livrinhos de vez em quando”, diz, rindo um pouco.

“Tudo está na cabeça. Temos tudo ao alcance das mãos, inclusive esses aparelhinhos [risos]. Se parar para pensar, o tempo que você leva limpando o WhatsApp, e tem que fazer senão fica muito carregado, mais ou menos, dá umas duas ou três horas por dia. Se você ler durante duas ou três horas por dia qualquer livro, você vai ler dois ou três livros por semana.”

Mas como cuidar da sua saúde e do seu bem-estar? “Eu confesso que sempre fui muito preguiçoso, nunca fiz exercícios. Mas agora comecei a fazer um pouquinho, porque começou a dor nas costas. Tem uma frase do Oscar Wilde que eu adoro, ele dizia assim: ‘tudo com moderação, inclusive a moderação’. Essa frase define o que eu quero para a minha vida.”

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