Contando e Cantando (Volume 2)

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Como organizar livros na estante

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Deixe os queridinhos por perto – e saiba como acomodar aqueles volumes que você está sem coragem de jogar fora.

Marcelo Testoni, na Superinteressante

1. NA PRATELEIRA MAIS ALTA

Coloque as obras que você já leu e não quer se desfazer na parte mais alta da estante. Elas não ocupam as áreas mais nobres, mas continuam acessíveis e organizadas para quando for preciso consultá-las.

2. NA ALTURA DOS OLHOS

Vão aqui os queridinhos: livros preferidos, edições caprichadas e aqueles com dedicatórias ou autógrafos especiais. Por serem tão precioso, devem ficar longe do alcance de crianças, animais de estimação etc.

3. NA TERCEIRA PRATELEIRA

Abaixo, reúna tudo o que ainda não leu e que faz questão de ler, para visualizar o tamanho da responsabilidade. O ideal é que os livros que você mais consulta fiquem entre a altura dos olhos e essa região intermediária.

4. PERTO DO CHÃO

No térreo da estante, acomode aqueles cujo destino é indefinido. Entram nessa lista os livros que ganhou, mas não vai ler e não criou coragem de se desfazer, ou então as obras que já foram lidas e perderam utilidade, como guias de viagem desatualizados.

5. SE FALTAR ESPAÇO

Se suas prateleiras estão repletas e você não tem espaço para instalar mais nenhuma, arrume as obras no sentido horizontal. A desvantagem é que retirar um livro da pilha fica mais difícil.

Flip 2018 homenageia Hilda Hilst e traz grandes nomes da literatura mundial

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Hilda Hilst será a homenageada deste edição
(foto: Cláudio Pedrosa/CB/D.A Press)

Foi divulgada a programação e o nome dos convidados que comparecerão nos cinco dias da Flip 2018

Publicado no Correio Braziliense

Entre 25 e 29 de julho será realizada em Paraty a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2018. A produção do evento divulgou, nesta terça-feira (5/6), a programação das mesas, dos debates temáticos com autores — os quais vão discutir temas como amor, sexo, morte e Deus. Nesta edição, a homenageada é Hilda Hilst, poetisa e cronista paulista, considerada uma das maiores ecritoras brasileiras.

O evento recebe 33 convidados, sendo 17 mulheres e 16 homens. No primeiro dia da Flip, a atriz Fernanda Montenegro e a pianista Jocy Oliveira fazem a sessão de abertura do evento.

Grandes nomes da literatura mundial estarão presentes no evento, como o ganhador do Pulitzer Colson Whitehead, escritor norte-americano responsável pelo livro The undergound railroad; e a russa Liudmila Petruchevskaia, que ficou conhecida mundialmente por meio de histórias assustadoras, como a da obra Era uma vez uma mulher que tentou matar o bebê da vizinha.

O escritor norte-americano Colson Whitehead é um dos convidados confirmados na Flip
(foto: Reprodução/Internet)

Também participam de mesas, a franco-marroquina Leïla Slimani; o norte-americano autor do livro Me chame pelo seu nome, que virou filme ano passado, Andre Aciman; e Alain Mabanckou, o franco-congolês considerado Samuel Beckett da África.

Confira a programação completa da Flip 2018

25/7

Mesa 1, às 20h. Sessão de abertura, com Fernanda Montenegro e Jocy Oliveira

26/7

Mesa 2, às 10h. Performance sonora, com Gabriela Greeb e Vasco Pimentel

Mesa 3, às 12h. Barco com asas, com Júlia de Carvalho Hansen, Laura Erber e Maria Teresa Horta

Mesa 4, às 15h30. Encontro com livros notáveis, com Christopher de Hamel

Mesa 5, às 17h30. Amada vida de perda, com com Djamila Ribeiro e Selva Almada

Mesa 6, às 20h. Animal agonizante, com Sergio Sant’Anna e Gustavo Pacheco

27/7

Mesa 7, às 10h. Poera na torre de capim, com Ligia Fonseca Ferreira e Ricardo Domeneck

Mesa 8, às 12h. Minha casa, com Fabio Pusterla e Igiaba Scego

Mesa 9, às 15h30. Memórias de porco-espinho, com Alain Mabanckou

Mesa 10, às 17h30. Interdito, com André Aciman e Leila Slimani

Mesa 11, às 20h. A santa e a serpente, com Eliane Robert Moraes e Iara Jamra

28/7

Mesa 12, às 10h. Som e fúria, com Jocy de Oliveira e Vasco Pimentel

Mesa 13, às 12h. O poder na alcova, com Simon Sebag Montefiore

Mesa 14, às 15h30. Obscena, de tão lúcida, com Isabela Figueiredo e Juliano Garcia Pessanha

Mesa 15, às 17h30. Atravessar o sol, com Colson Whitehead e Geovani Martins

Mesa 16, às 20h. No pomar do incomum, com Liudmila Petruchevskáia

29/7

Mesa Zé Kleber, às 10h. De malassombros, com Franklin Carvalho e Thereza Maia

Mesa 17, às 12h. Sessão de encerramento O escritos e seus múltiplos, com Eder Chiodetto, Iara Jamra e Zeca Baleiro

Mesa 18, às 15h30. Livro de cabeceira, conduzida por Liz Calder, nessa mesa os autores da Flip vão ler trechos dos livros preferidos.

Que tal uma festa inspirada nos livros preferidos do aniversariante?

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Ideias para uma festa educativa cheia de charme

Ana Carolina Castro, na Revista Claudia

Para os pais que buscam temas educativos e sem personagens, uma boa alternativa pode ser organizar a festa inspirando-se nas histórias preferidas do aniversariante.

Criativo, o tema ajuda a estimular o hábito da leitura desde a infância e pode ser uma ótima oportunidade de trocas entre as crianças. Em festas menores, uma boa ideia é pedir no convite que cada criança leve seu livro preferido. Assim, eles podem contar detalhes da história para os colegas, e conhecer também obras diferentes.

Use a criatividade para dar ao ambiente a temática da festa. Utilize livros antigos como suportes para arranjos de flores, doces e bonecos de personagens.

A festa pode ter como tema “livros”, abrangendo, assim, toda a coleção do aniversariante. Outra alternativa é escolher uma única obra como tema. Neste caso, a decoração ganha detalhes do enredo e apresenta aos convidados a história preferida do anfitrião.

Clubes de Assinatura movimentam 1 bilhão por ano no Brasil

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Segundo Rodolfo Reis, número alto de assinantes permite que o Clube Leiturinha entregue livros exclusivos
(foto: Divulgação)

Número de empresas quase triplica em 4 anos. Livros dominam as vendas, mas há artigos para todos os gostos e idades

Lino Rodrigues, no Correio Braziliense

São Paulo — Receber uma caixa cheia de produtos selecionados mensalmente em casa não parece má ideia. É com esse apelo que os chamados Clubes de Assinatura estão se multiplicando, ganhando mercado e movimentando R$ 1 bilhão por ano no Brasil. O modelo de negócio não é novo, sendo similar ao tradicional sistema de venda de assinaturas de jornais e revistas. A diferença é a gama de produtos oferecida.

As ofertas vão de livros a itens de higiene e beleza, de produtos para animais de estimação a cervejas especiais e vinhos. Dados da Abcom, associação que reúne as empresas de comércio eletrônico, mostram que mais de 800 empresas estão ativas nesse mercado. Em 2014, eram 300 empresas. O crescimento comprova que o negócio é promissor. Nos Estados Unidos, os clubes já faturam US$ 10 bilhões por ano.

O Tag Livros é um dos exemplos brasileiros de sucesso. Criado em julho de 2014, o clube já reuniu 24 mil clientes. Pagando mensalidade de R$ 60, o usuário recebe um livro por mês em sua casa. A curadoria das obras é feita por autor de renome. No mês passado, por exemplo, a escolha do livro foi feita pelo escritor gaúcho Luis Fernando Veríssimo. Vargas Llosa, Drauzio Varella e vários outros nomes da literatura brasileira e internacional já participaram da seleção de títulos para o clube.

“A gente surpreende o assinante levando até a casa dele um título ou um autor que talvez ele nunca tenha pensado em ler. Nós, por exemplo, vamos no caminho oposto da leitura de dados da Amazon (que sugere títulos de acordo com as compras já feitas pelo consumidor)”, diz Arthur Dambros, jovem de 26 anos que, ao lado de dois colegas de faculdade, Gustavo Lembert e Tomás Susin, montou a Tag Livros.

Dambros é apaixonado por leitura desde criança. O hábito foi intensificado com a abertura da empresa e ele chega a ler 25 livros por ano. Os curadores dos títulos não são remunerados, mas convidados a indicar seus livros preferidos. “Indicar um livro é algo que quem gosta de ler adora fazer. É pelo amor à literatura”, diz Dambros.

O crescimento da Tag Livros foi tão surpreendente que o trio de amigos lançou em fevereiro um perfil de assinatura, chamado Tag Inéditos, e no qual a proposta é levar aos leitores best-sellers que ainda não chegaram ao mercado nacional. Nesste caso, os títulos são de leitura mais fácil do que o modelo da Tag Livros.

Há também o Clube Leiturinha, versão do Tag Livro para crianças. Por cerca de R$ 60 ao mês, dependendo do tipo de assinatura, as crianças recebem em casa livros de acordo com a faixa etária. Pioneiro no atendimento a crianças, o Leiturinha, fundado em 2014, tem hoje cerca de 100 mil assinaturas. “Como nosso número de assinantes é muito alto, conseguimos comprar uma edição inteira, o que nos possibilita entregar livros exclusivos aos assinantes do Clube Leiturinha”, diz Rodolfo Reis, um dos fundadores e diretor da empresa.

Cards mágicos
Clubes de Assinatura estão se tornando uma febre para crianças. A Play Kids oferece, também por R$ 60 mensais, a remessa de kits de atividades educacionais. “O cliente recebe um livro personalizado com o avatar e o nome da criança, que propõem atividades tanto para serem feitas no livro quanto no aplicativo on-line que temos”, afirma Breno Masi, diretor da Play Kids, que contabiliza 20 mil assinaturas. Neste caso, o uso da tecnologia é uma forma de conquistar as crianças. O kit leva também cards mágicos que, com o uso do celular, proporcionam uma experiência de realidade aumentada aos assinantes.

O mercado não é formado apenas por livros. A Horganópolis entrega em casa cestas de produtos orgânicos certificados, mas o serviço está restrito ao Rio de Janeiro e a São Paulo. “Este é um projeto sustentável com objetivo de melhorar a vida das pessoas. Além disso, resgatamos o prazer de cozinhar”, afirma Roberta Salvador, nutricionista e social-fundadora da Horganópolis.

Curadoria é o segredo
Os Clubes de Assinatura existem há muito tempo, desde que os vendedores de revistinhas passavam de casa em casa oferecendo o produto. Com a popularização da internet, eles viralizaram como um produto dos sites de comércio eletrônico. A facilidade para escolher e programar a compra on-line e receber o produto em casa — e uma espécie de curadoria oferecida pelas empresas — é o principal atrativo desse serviço.

Pessoas que leem são melhores amantes, diz estudo

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Cena do filme "Um lugar chamado Notting Hill": a atriz Anna Scott (Julia Roberts) apaixona-se pelo livreiro William Thacker (Hugh Grant) - Divulgação

Cena do filme “Um lugar chamado Notting Hill”: a atriz Anna Scott (Julia Roberts) apaixona-se pelo livreiro William Thacker (Hugh Grant) – Divulgação

 

Mulheres se interessam por homens empreendedores; eles preferem leitoras de ficção

Publicado em O Globo

RIO — Há uma razão pela qual tantos filmes e programas de TV retratam os primeiros encontros de um casal em livrarias ou enquanto leem no parque. De acordo com um estudo do site de relacionamentos eHarmony, este cenário não é apenas sonhador e romântico. Quem menciona a leitura como um hobby em seu perfil na rede chama mais atenção do sexo oposto.

Os homens que se interessam por leitura recebem 19% mais mensagens; entre as mulheres, o crescimento é de 3%.

Os usuários acostumados com livros são considerados “mais curiosos intelectuamente do que a maioria e têm mais facilidade para estabelecer relacionamentos abertos e de confiança”.

Há, no entanto, uma ressalva: nem todos os livros têm o mesmo efeito.

A leitura mais indicada para os homens é de dois livros do empresário Richard Branson, fundador do grupo Virgin: “Acredite em você e vá em frente” e “Like a Virgin – os segredos do empresário mais excêntrico do mundo”. Quem se debruça sobre estas obras atraem 74% mais atenção do que os outros usuários.

Outros livros indicados para os homens são “A garota com tatuagem de dragão” (que rende 36% mais mensagens do que os outros internautas), de Stieg Larsson, “1984”, de George Orwell (21%) e “O Código da Vinci”, de Dan Brown (5%).

Entre as mulheres, o número de mensagens é maior para quem lista, entre seus livros preferidos, “Jogos Vorazes”, de Suzanne Collins (44%), “A garota com tatuagem de dragão” (31%) e “Game of Thrones”, de George R. R. Martin (30%).

Mas alguns livros servem como verdadeiros repelentes. Homens que dizem gostar da série “Harry Potter” recebem 55% menos mensagens do que outros usuários. E as mulheres devem esconder a série “Cinquenta tons de cinza”, que diminui a cobiça masculina em 16%. A Bíblia faz usuários de ambos os sexos perderem interesse.

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