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Beyoncé doará US$100 mil em bolsas de universidades para negros

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Beyoncé no Coachella (Foto: Divulgação / Site oficial da cantora)

Show de Beyoncé no Coachella no sábado foi uma homenagem à educação e à cultura dos negros nos EUA.

Publicado no G1

Capitalizando sua elogiada apresentação de duas horas no festival de música Coachella, Beyoncé anunciou nesta segunda-feira que está oferecendo 100 mil dólares em bolsas destinadas a estudantes de quatro faculdades e universidades dos Estados Unidos historicamente associadas aos negros.

O programa Homecoming Scholars Award para o ano acadêmico 2018-19 doará bolsas de 25 mil dólares a alunos da Universidade Xavier da Louisiana, da Universidade Wilberforce do Ohio, da Universidade Tuskegee do Alabama e da Universidade Bethune-Cookman da Flórida, informou a fundação da criadora do álbum “Lemonade”.

O show de Beyoncé no Coachella, realizado no deserto do sul da Califórnia no sábado, foi divulgado como uma homenagem à educação e à cultura negras norte-americana, e contou com uma banda marcial, artes performáticas, coro e dança. A cantora foi acompanhada por mais de 150 artistas no palco.

Foi a primeira vez que uma negra encerrou o festival de dois finais de semana, um dos maiores eventos musicais do ano no país.

“Homenageamos todas as instituições de ensino superior por manterem a cultura e criarem ambientes para um aprendizado ideal que amplie sonhos e os mares de possibilidades para os estudantes”, disse Ivy McGregor, que administra a fundação BeyGood da cantora, em um comunicado que anunciou o programa de bolsas.

As mais de 100 faculdades e universidades tradicionalmente negras dos EUA foram todas criadas antes da Lei de Direitos Civis de 1964, quando instituições de ensino superior dominadas por brancos podiam vetar alunos negros.

No ano passado a artista de 36 anos criou um programa de bolsas por mérito em apoio a jovens mulheres.

Red Hot Chili Peppers: autobiografia de Flea será lançada em setembro

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Foto: Anderson Carvalho

Publicado na Radio Rock

O baixista do Red Hot Chili Peppers, Flea, terá sua autobiografia, batizada de”Acid for the Children”, lançada no dia 25 de setembro.
“O icônico baixista e co-fundador do Red Hot Chili Peppers finalmente conta sua fascinante história de vida, que mostra como um rato de rua de Los Angeles transformou-se em uma estrela do rock mundial”, diz o material de divulgação da Grand Central.

O início da amizade entre Flea e Anthony Kiedis, pouco antes da formação dos Chili Peppers, promete ser um dos trechos mais interessantes da obra de 400 páginas, que também abordará suas experiências com drogas pesadas.

O baixista havia revelado em 2014, numa entrevista para a Time, que trabalhava num livro sobre sua vida. Flea lembrou, naquela ocasião, que a descoberta da música como um jovem problemático provavelmente salvou sua vida. “Eu estava correndo na rua, roubando, invadindo casas, usando drogas… A única coisa que me manteve num caminho correto foi a música. A única razão pela qual eu fui para a escola foi porque eu gostava de tocar na banda”, revelou.

A expectativa sobre o lançamento de “Acid for the Children” é muito grande, já que Anthony Kiedis lançou sua autobiografia, “Scar Tissue”, em 2004, que tornou-se um dos livros do gênero mais cultuados.

Em livro, Bruce Dickinson conta como virou cantor do Iron Maiden, esgrimista, piloto e empresário

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Imagem publicada no livro ‘Bruce Dickinson, uma autobiografia’ – Divulgação

 

Na autobiografia, inglês relata ainda sua vitória na batalha contra o câncer

Bernardo Araújo, em O Globo

RIO — Nascido em uma cidade mineradora da Inglaterra em 1958, quando a TV em preto e branco era atual, Paul Bruce Dickinson — que fala de suas origens na música “Born in ‘58” — já passou por quase tudo nessa vida. Saiu de Nottinghamshire, região central do país, para dezenas de turnês mundiais com o Iron Maiden, no qual canta desde 1981 (com “férias” entre 1993 e 1999). Nesse meio tempo, mergulhou em atividades como a esgrima, a aviação e a economia criativa (que o trará a São Paulo em maio, como headliner do VTEX, um evento de varejo multicanal). Pelo jeito, os 60 anos que ele completa em agosto devem ter valido uns 360.

— Acho que tenho vivido uma vida interessante — diz o cantor por telefone, da Noruega, onde estava promovendo o livro (ele promete tentar marcar uma leitura para São Paulo, aliás). — Algumas pessoas dizem “interessante demais”, mas não concordo. Eu gosto de me manter ativo, não ficar sentado sobre a minha bunda sem fazer nada. Minha mente não para, fico tentando aprender sobre assuntos diversos, gosto de conceitos, de criar alguma coisa e mostrar às pessoas.

Ele diz que amigos e fãs cobram o livro há décadas — já escreveu outros, como “The adventures of Lord Iffy Boatrace” (1990) e “Crowley”(2009, uma ficção com o bruxo Aleister Crowley como personagem) —, mas ele não achava que o momento havia chegado.

— O livro precisava ter um fim, e eu estou vivo, aqui, tenho muito o que fazer ainda — avalia. — Depois de anos pensando nisso, achei que a minha luta contra o câncer era um bom momento para encerrar a história.

DETALHES E HUMOR NEGRO NO BOLETIM MÉDICO

Bruce foi diagnosticado em dezembro de 2014, depois de encerrar as gravações de “The book of souls” (2015), um dos mais bem-sucedidos discos da história recente do Maiden. Todo o processo de descoberta e tratamento da doença (dois tumores na região da língua e da garganta) é descrito no livro com riqueza faraônica de detalhes e muito humor negro.

— Relatei diversos detalhes pessoais, porque câncer assusta muito as pessoas — diz ele. — Se você estiver em um bar bebendo uma cerveja e disser a alguém que tem a doença, a pessoa se afasta de você. Então, a minha maneira de lidar foi essa, pesquisando tudo o que podia, para entender como funcionava, e tentando ser prático. Quanto mais detalhes você aprende, melhor sabe avaliar as chances de cura (ele foi declarado livre do câncer em maio de 2015, e dez meses depois partiu para uma turnê de um ano e meio de promoção do disco). O humor também é uma forma de lidar com isso, né? Foi o que fiz.

A ironia e o sarcasmo são frequentes nas mais de 300 páginas de “Para que serve esse botão? — Bruce Dickinson: Uma autobiografia” (Intrínseca), em que o músico, se não deixa de reconhecer suas qualidades, não tenta posar de herói o tempo todo, lembrando do quanto apanhou na escola (uma tradição universal), o que o levou a praticar esportes como o rúgbi e a esgrima. Depois de treinar com campeões de várias nacionalidades, ele tem uma coleção de troféus e dúzias de histórias para contar, como das vezes em que aproveitou folgas em meio a turnês para fugir e esgrimir pela Europa.

— Acho que minha memória é bem razoável — diz. — Costumo me lembrar das coisas de forma muito visual. Não sou muito bom com nomes e datas, tenho que pesquisar. Mas quando tento recordar uma história, uso o YouTube da minha cabeça para colocar em palavras e escrever. Aí, faço comentários, piadinhas. Sou um cara sério, mas sei rir de mim mesmo.

Depois de cantar em pequenas bandas — tendo Ian Gillan, vocalista do Deep Purple, como maior ídolo —, Bruce acabou no Samson, grupo de boa repercussão na Europa no fim dos anos 1970 e início dos 1980. Um dia, quando estava para prestar os exames finais na universidade (onde estudava História e Inglês), foi abordado pelos integrantes da banda, liderados pelo guitarrista Paul Samson, com o convite (o quarteto contava também com o baterista Thunderstick, que tocava com uma máscara de couro no estilo sadomasô e instalava sua bateria no interior de uma jaula). Em dois anos, gravou os três primeiros discos da banda, até ser convidado, após um encontro em um festival, a integrar o ascendente Iron Maiden, e o resto é história. O disco traz detalhes dos 37 anos, milhões de discos e diversas voltas ao mundo, inclusive com ele mesmo ao manche. O interesse pela aviação (do qual os fãs começaram a desconfiar com “Flight of Icarus”, sucesso do disco “Piece of mind”, de 1983) e a dedicação a cursos de pilotagem compõem umas das facetas mais interessantes do livro — e possivelmente a mais apaixonada.

Depois de tantos anos e territórios conquistados, será que o Iron Maiden pensa em seguir o caminho de outras bandas de sua geração, como Judas Priest e Scorpions?

— Não! — exclama Bruce, com uma risada maligna. — Nunca vamos nos aposentar. Jamais faremos uma turnê de despedida. Ou você viaja por aí tocando como se a sua vida dependesse disso, ou é melhor nem sair de casa.

NOVA TURNÊ COMEÇA EM MAIO, NA ESTÔNIA

Ele diz não se arrepender de ter deixado a banda, em 1993, ou de ter voltado, em 1999.

— Acho que vejo isso de forma bem realista — afirma. — Eu poderia ter continuado como artista solo. Não teria a menor chance de ser tão grande quanto o Maiden, não chegaria a 20%, mas tudo bem. Aliás, estou indo encontrar (o produtor) Roy Z para começarmos a compor para o meu próximo disco solo. O último foi “Tyranny of souls”, em 2005, tem muito tempo, né? Acho que vamos nos divertir, mas o Maiden é a prioridade, sempre.

O gigante se prepara para a turnê “Legacy of the Beast”, que destacará sucessos de décadas passadas, com uma produção visual que remeterá às capas de discos antigos.

— Vai ser espetacular! — empolga-se Bruce sobre a excursão que começa no dia 26 de maio, em Tálin, na Estônia. — Temos ideias muito loucas, até porque será difícil superar o sucesso de “Book of souls”.

Como sempre, em breve (possivelmente 2019), Bruce pedirá autorização para aterrissar o Voo 666 no Brasil. As memórias do país estão por todo o livro, desde o Rock in Rio de 1985, com uma confirmação histórica: ele de fato abriu um corte na testa ao cantar “Revelations” naquele 11 de janeiro. O sangue não era cenográfico (relembre no vídeo acima, a partir dos 2m).

— Rod (Smallwood, empresário) me pediu para espremer o corte e provocar mais sangramento, porque “ficava ótimo na TV” — lembra ele, sempre consciente de seu business.

Gisele Bündchen lançará livro de memórias

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(Luiza Ferraz / VIvara/Divulgação)

Publicação falará sobre sua trajetória e chegará ao Brasil no dia 2 de outubro.

Publicado na Elle

Gisele Bündchen acaba de anunciar que lançará um livro de memórias em breve! Nomeado “Lessons: my path to a meaningful life”, a autobiografia chegará nas livrarias no dia 2 de outubro — mas a pré-venda já está acontecendo na Amazon por U$ 27.

Ela contou a novidade em seu Instagram: “animada para dividir com vocês o meu livro. Resgatar algumas histórias que vivi, o que aprendi nestes meus 37 anos, assim como os valores e as ferramentas que me guiaram para chegar onde cheguei tem sido uma experiência profunda e transformadora. Fico feliz em poder compartilhar um pouco desta jornada de altos e baixos que me trouxeram até aqui”, escreveu como legenda da foto de parte da capa do livro.

De acordo com a sinopse, o livro falará sobre “a verdadeira Gisele, uma mulher cuja vida privada tem contraste dramático com sua imagem pública.” A editora afirma que o livro é um trabalho sobre suas vulnerabilidades, coragem e honestidade, e que ele ajudará mulheres a descobrirem seu poder e propósito.

Ainda sem nome traduzido, ele será veiculado aqui no Brasil pela editora BestSeller — e claro que a presença da modelo no país para divulgação de seus escritos está confirmada.

Gisele já lançou um livro anteriormente, que focava em seus trabalhos ao longo dos 20 anos de carreira. Dessa vez, no entanto, a publicação tem tons confessionais, e conta inclusive sobre casos de bullying na infância e sua trajetória como modelo.

Bill Gates tem um novo livro preferido “de toda a vida”

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Livro favorito do fundador da Microdoft indica que QI médio global está subindo cerca de 3 pontos por década

Suria Barbosa, na Exame

Por anos, Bill Gates, fundador da Microsoft, indicou The Better Angels of Our Nature (em português, “Os anjos bons da nossa natureza”), de Steven Pinker, como seu livro preferido. Ele costumava dizer que se pudesse recomendar apenas um leitura para qualquer pessoa, seria esta.

Em The Better Angels, Pinker mostra resultados de pesquisas detalhadas para argumentar que a humanidade vive a época mais pacífica. “Eu nunca tinha visto uma explicação tão clara sobre o progresso”, declara Gates.

Porém, em 2018, o magnata anunciou em seu site pessoal, Gates Notes, que o seu novo livro favorito “de toda a vida”, mudou. Enlightenment Now (ainda sem tradução), também de Steven Pinker, utiliza a mesma abordagem com a qual a violência foi investigada no primeiro livro.

No entanto, no mais novo, o autor trata de outros 15 medidores de progresso. Entre eles, qualidade de vida, conhecimento e segurança. “O resultado é uma imagem holística de como e porque o mundo está melhorando”, diz Gates.

Seus fatos favoritos de Enlightenment Now

Para ilustrar sua premissa de que o mundo está em sua melhor fase, Pinker descreve acontecimentos históricos e os contextualiza com dados. Gates listou 5 dos seus fatos preferidos que o livro traz:

*Você tem 37 vezes menos chance de ser morto por um raio do que tinha na virada do século.
*O tempo gasto lavando roupa caiu de 11,5 horas por semana, em 1920, para 1,5, em 2014.
*É menos provável que você morra no trabalho.
*O QI médio global está subindo cerca de 3 pontos por década.
*A guerra é ilegal.

Crítica de Bill Gates

Além dos indicadores usuais de evolução – como redução nas taxas de morte infantil e de pobreza, em geral – Gates aprecia que Pinker traz à tona tópicos mais ignorados.

A explicação psicológica da desconexão entre o progresso real e a percepção que as pessoas têm dele também impressiona Gates. Isso porque ele sempre tentou entender a questão:

Pessoas de todo o mundo vivem vidas mais longas, saudáveis ​​e mais felizes, então por que muitos pensam que as coisas estão piorando?

Segundo o magnata, o autor, que é psicólogo, faz um bom trabalho esclarecendo o assunto. Pinker detalha como a humanidade é mais atraída para o pessimismo e como isso influencia na abordagem do progresso.

Apesar de Gates concordar com a maioria dos argumentos de Pinker, ele critica o otimismo do autor em relação à inteligência artificial. Embora ele próprio “não pense que estamos em perigo de viver um cenário estilo O Exterminador do Futuro”, considera que, em algum momento, o assunto deverá ser discutido pelas instituições globais.

“Os grandes problemas acerca da automação são a prova de que o progresso pode ser uma coisa bagunçada e difícil – mas isso não significa que estamos indo na direção errada”, diz o magnata.

Este artigo foi originalmente publicado pelo Na prática, portal da Fundação Estudar

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