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Posts tagged história

The House of Tomorrow | Drama adolescente com Asa Butterfield ganha primeiro trailer

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Baseado no livro de Peter Bognanni, o filme conta a história de um adolescente criado pela avó em um domo de vidro.

Marta Brod, no Cinema com Rapadura

A revolução não será televisionada, mas acontecerá nas telas do cinema. Ao menos, é o que o trailer de “The House of Tomorrow” (“A Casa do Amanhã“, em tradução livre), novo filme de ficção científica estrelado pelo ator Asa Butterfield (“O Espaço Entre Nós”), promete (via Entertainment Weekly). Assista ao vídeo abaixo (em inglês):

Dirigido pelo estreante Peter Livolsi (da série “Project Runway”), o filme, que é baseado no livro de Peter Bognanni, conta a história de Sebastian Prendergast (Butterfield), que é criado por sua avó, Josephine (interpretada por Ellen Burstyn, da série “House of Cards”). Os dois vivem em uma cúpula geodésica, uma estrutura resistente e que serve para cobrir grandes espaços. Essa “casa” foi criada originalmente pelo arquiteto futurista R. Buckminster Fuller, um personagem real e que, no filme, é a inspiração para a educação opressora que a avó aplica ao menino.

Um novo pôster da produção também foi revelado:

Como todo adolescente, Sebastian faz novos amigos e descobre um novo mundo para além do seu domo de vidro. A história fica mais intensa quando a sua avó sofre um derrame e ele precisa descobrir o mundo como ele realmente é. Em entrevista, Peter Livolsi falou sobre sua nova obra:

“O livro de Peter Bognanni é cheio de ótimos personagens, onde nenhum deles é Buckminster Fuller, um homem cujas ideias são tão espetaculares que elas parecem ficção. Ele fez as coisas do seu jeito igual os heróis punk que os meninos na história aspiram ser.”

O filme tem ainda em seu elenco Alex Wolff (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”), Nick Offerman (da série “Will and Grace”), Maude Apatow (da série “Girls”) e Michaela Watkins ( da série “Casual”).

“The House of Tomorrow” ainda não tem data de estreia definida.

‘Desventuras em série’ ganha novo teaser da segunda temporada

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A série vai até a terceira temporada
(foto: Netflix/Divulgação)

A data de estreia da segunda parte da história dos órfãos Baudelaire é 30 de março

Publicado no Correio Braziliense

A segunda temporada de Desveturas em série, da Netflix, ganhou um novo teaser. Os irmãos Klaus (Louis Hynes), Violet (Malina Weissman) e Sunny Baudelaire (Presley Smith) vivem, na segunda temporada, o equivalente aos livros de cinco a nove na sequência original.

O teaser é apresentado por Conde Olaf (Neil Patrick Harris), que garante que a segunda temporada será ainda pior que a primeira. Os órfãos Baudelaire continuam despistando o vilão para evitar que ele roube a fortuna deixada como herança após a morte misteriosa dos pais.

Nesta sequência, após saírem da escola, os três irmãos vão parar em um hospital. A temporada é a sequência adaptada dos livros Inferno no colégio interno, O elevador Erstatz, A cidade sinistra dos corvos, O hospital hostil e O espetáculo carnívoro. Os livros, de Lemony Snicket, heterônimo de Daniel Handler, publicados entre 2000 e 2002. A Netflix fará a terceira e última temporada com o restante da sequência dos 13 livros que compõem a história.

Filme

Os livros já haviam sido adaptados para cinema em 2004, quando foi lançado o filme dirigido por Brad Silberling e que contava com Jim Carrey no papel de Conde Olaf. Os irmãos Klaus, Violet e Sunny Baudelaire são representados respectivamente por Liam Aiken, Emily Browing, e Kara e Shelby Hoffman.

Sunny, a irmã caçula, foi interpretada por duas irmãs gêmeas idênticas. A equipe optou por esta estratégia para tornar o trabalho menos cansativo para as crianças. O filme venceu o Oscar de melhor maquiagem e cabelo. Além disso, Jim Carrey ganhou o prêmio de melhor vilão em filmes no Teen Choice Awards. Ao todo, o filme faturou sete prêmios.

Desafio literário | 12 clássicos para ler em 2018

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Rachel Guarino, no Cabana do Leitor

Começamos 2018 com o pensamento de ano novo, vida nova, com novas metas e desejos a serem cumpridos. Então que tal incluir nas metas de leitura, alguns clássicos da literatura, afinal, cada livro tem sua história e sua importância para a sociedade, e que até hoje, fazem muito sucesso. Pensando nisso, separamos 12 clássicos para você ler nesse novo ano que se segue. Encontre o que mais combina com você e boa leitura.

1.Uma Dobra no Tempo, Madeleine L’Engle (1963)

Esse clássico de fantasia e de ficção científica, escrita pela autora norte-americana Madeleine L’Engle, publicado em 1963, conta a história da família Murry, que embarca em uma aventura que pode ameaçar todo o nosso universo. Por que ler esse livro? Porque ele ganhará adaptação cinematográfica pelos estúdios Disney, em março desse ano.

2.O Cortiço, Aluísio Azevedo (1890)

Romance escrito por Aluísio Azevedo em 1890 e até hoje faz sucesso entre os amantes da literatura nacional. O livro se baseia no cortiço São Romão, uma habitação coletiva do Rio de Janeiro no final do século XIX. A obra chama atenção por denunciar a exploração e as péssimas condições de vida dos que viviam no cortiço. Se ainda não leu, vale a pena incluir na sua leitura.

3.Memórias póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis (1880)

Esse clássico da literatura brasileira narra a história de Brás Cubas depois de morto. De forma irônica, Machado de Assis expõe os privilégios da elite da época. Se ainda não leu, vale a pena conferir.

4.It: A Coisa, Stephen King (1986)

Um dos filmes de terror mais comentados de 2017 foi a adaptação de It, baseado no clássico terror de Stephen King. A continuação será apenas em 2019, mas enquanto isso, você pode se aventurar na obra que conta a história de sete pessoas que, quando crianças, enfrentaram uma criatura centenária que se alimentava do medo e mudava de forma.

5.Uma breve história do Tempo, Stephen Hawking (1988)

Desde sua publicação em 1988, o livro já vendeu mais de 10 milhões de exemplares em todo o mundo e ficou 237 semanas na lista dos mais vendidos do Sunday Times. A obra de Stephen Hawking guia o leitor pelos segredos mais profundos da criação, respondendo os conceitos mais complexos da humanidade através de uma maneira criativa e fácil de entender.

6.1984, George Orwell (1949)

Se até hoje você não leu, coloque na sua lista de livros para 2018, pois os anos podem ter se passado, mas a obra de George Orwell continua sendo uma poderosa reflexão ficcional de qualquer forma de poder dominante. O protagonista Winston vive preso dentro de uma sociedade totalitária dominada pelo Estado, no qual tudo é feito de forma coletiva, mas cada um vive sozinho.

7.O Alquimista, Paulo Coelho (1988)

Por mais polêmico que Paulo Coelho seja, O Alquimista o colocou em evidência no cenário literário, tanto nacional quanto internacional, pois o livro já foi traduzido para dezenas de idiomas. A obra gira em torno de um jovem pastor chamado Santiago, que depois de ter por diversas noites o mesmo sonho, decide embargar em uma jornada de esclarecimentos sobre os grandes mistérios que acompanham a humanidade desde o início dos tempos.

8.Lucíola, José de Alencar (1862)

Lucíola é um tradicional romance de José de Alencar que mesmo depois de anos da sua primeira publicação, ainda faz sucesso entre os amantes dos clássicos. A obra narra a história de Lúcia e Paulo, de classes sociais totalmente diferentes. Um romance que sacudiu a sociedade da época.

9.Cristianismo puro e simples, C. S. Lewis (1952)

Durante a Segunda Guerra Mundial, o autor de “As Crônicas de Nárnia” foi convidado pela BBC para realizar uma série de palestras sobre a fé cristã pelo rádio. C. S. Lewis então reunião suas ideias e transformou no livro “O Cristianismo puro e simples”. No ano passado, a editora Thomas Nelson Brasil lançou novamente esse livro em edição especial. Vale a pena conferir.

10.Morte no Nilo, Agatha Christie (1937)

Se você é fã dos livros de Agatha Christie e assistiu a adaptação, “Assassinato no Expresso do Oriente”, você precisa ler “Morte no Nilo”. A sequência foi publicada em 1937 e mostra o detetive Hercule Poirot desvendando um assassinato em pleno Egito.

11.O pequeno Principe, Antoine de Saint-Exupéry (1943)

Esse clássico definitivamente marcou a vida de gerações de leitores em todo o mundo, sendo a terceira obra mais traduzida no mundo. O enredo gira em torno de um piloto que cai com seu avião no deserto do Saara e lá encontro um pequeno príncipe, o levando em uma jornada filosófica e poética. Se ainda não leu, coloque-o na sua lista, e se já leu, sempre bom ler novamente.

12.Dom Quixote de La Mancha, Miguel de Cervantes (1605)

O livro é considerado pela crítica atual como o melhor livro de todos os tempos, sendo também um dos mais importantes romances que ajudaram a firmar o gênero na literatura. A obra gira em torno de um fidalgo que perdeu o juízo depois de ler muitos romances de cavalaria, se permitindo imitar seus heróis.

5 livros para entender o Brasil por autores negros

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Foto: Arquivo Pessoal

Publicado no Nexo

O professor de sociologia da Unicamp Mário Medeiros faz uma seleção de 5 autores negros contemporâneos que, à sua maneira, explicam o Brasil

Como todas as listas, essa é igualmente difícil e problemática. Trata-se de uma seleção em que a dificuldade maior foi selecionar excelentes trabalhos para ficarem de fora. Livros de intelectuais negras e negros que tratem do Brasil existem há muito tempo em nossa história social e literária, mesmo que ignorados sistematicamente ou conhecidos apenas de um público especializado. Assim, selecionei trabalhos de intelectuais negras e negros contemporâneos, fáceis de encontrar em livrarias ou sebos, que se encontram em atividade de pesquisa e/ou que produziram há poucos anos resultados de pesquisas que eu considero como referências importantes para compreender aspectos da história social do Brasil, rever temas sobre o múltiplo mundo negro no Brasil e no exterior, que permitam revisitar trabalhos clássicos de autores negros e não negros, que avancem nas e tensionem criticamente as interpretações sobre o Brasil e sobre os negros em nosso país.

O mundo negro: relações raciais e a constituição do movimento negro contemporâneo no Brasil

Amílcar Araújo Pereira

O historiador Amílcar Pereira publicou sua tese de doutoramento defendida na Universidade Federal Fluminense, uma rigorosa pesquisa que revisita os estudos sobre relações raciais no Brasil. Ele faz um debate sobre a ideia de democracia racial, propondo interpretações alternativas em que intelectuais, ativistas e movimentos negros brasileiros aparecem como protagonistas, articulados com um complexo mundo negro nos Estados Unidos e em países africanos. Além disso, aproveitando os dados e as entrevistas de pesquisa anterior realizada em parceria com Verena Alberti (“Histórias do movimento negro no Brasil”, citada na lista de ‘Favoritos’ do próprio Amilcar, aqui no Nexo), o autor analisa a atuação de homens e mulheres negros na constituição dos movimentos negros no Brasil dos últimos 40 anos, importantes para a luta antirracista, mas também para a luta pela democracia política, contra a ditadura civil-militar, pela ampliação dos sentidos da cidadania contemporânea, com a valorização histórica e cultural da população negra, pelas leis de ensino de história afro-brasileira e contra o racismo, num debate que interessa a todos aqueles que lutam pela igualdade de direitos.

Imprensa negra no Brasil do século XIX

Ana Flávia Magalhães Pinto

A historiadora Ana Flávia M. Pinto realizou, em sua dissertação de mestrado defendida na Universidade de Brasília (UnB), uma pesquisa de fôlego. Que se tornou um livro de enorme importância, tanto por publicizar a existência de jornais negros em cidades como Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo ainda no século 19, como também por colocar em xeque, para os especialistas no assunto, questões como a cronologia da imprensa negra no Brasil, os lugares onde ela existiu, os sentidos da associação de ativistas, intelectuais negros em meio à escravidão e após a abolição. Seu livro ainda tem a qualidade da fluidez da linguagem, tornando-o bastante acessível para iniciantes no assunto, permitindo rever percepções do senso comum acerca da história brasileira e ação de homens e mulheres negros nela, nos primórdios da luta por igualdade de direitos entre as pessoas em nosso país, em que os negros, com suas demandas, são protagonistas.

Vozes marginais na literatura

Érica Peçanha do Nascimento

A antropóloga Érica Peçanha do Nascimento foi a pesquisadora pioneira nos estudos sobre a literatura marginal e periférica dos anos 2000 (estética e movimentos criados em torno do escritor Ferréz e suas obras, das edições Caros Amigos: Literatura Marginal e de saraus pioneiros, como a Cooperifa). “Vozes marginais” é resultado de sua dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo, mapeando a produção cultural de intelectuais e ativistas periféricos nas periferias paulistanas, seus projetos coletivos, entrevistando protagonistas de uma cena cultural e política iniciada em São Paulo e que hoje é uma realidade incontornável para a compreensão da história cultural, política e literária brasileira contemporânea para qualquer interessado ou pesquisador comprometido com o assunto. Livro igualmente incontornável como referência do assunto.

A negação do Brasil: o negro na telenovela brasileira

Joel Zito Araújo

Para além de um produto comercial, a telenovela tem sido importante, desde a segunda metade do século 20, na construção de uma imagem de si para o Brasil, por meio de personagens e narrativas que procuram espelhar o cotidiano urbano e rural, do passado e do presente, de valores e costumes tradicionais ou em mudança. O livro do cineasta Joel Zito Araújo, originado de pesquisa na Universidade de São Paulo e que também gerou um documentário homônimo, enfrenta a discussão dessa mídia como produtora de identidade nacional, seu papel na construção e explicitação de hábitos de diferentes classes sociais e também da manutenção de preconceitos e discriminações, em particular sobre os negros. Num minucioso trabalho de pesquisa em arquivos de redes de televisão (como Tupi e Globo), além de uma bela publicização de cenas de telenovelas e de personagens vividos por atores negros e não negros em nossas telas, o autor coloca em discussão um tema contemporâneo da realidade de milhares de telespectadores e os sentidos atribuídos e construídos de sua autopercepção como brasileiros.

Angola Janga: uma história de Palmares

Marcelo d’Salete

“Angola Janga” é um ponto alto em muitos sentidos. Alto numa carreira cheia de cumes, do desenhista de “Noite Luz, Encruzilhada e Cumbe”. Alto na construção de uma história coletiva com protagonistas negros e suas vidas cheias de emoção, desejos, heroísmos, fracassos e lutas pela liberdade humana. Marcelo D’ Salete, mestre em história da arte pela Universidade de São Paulo e professor da Escola de Aplicação da USP, enfrentou o desafio de construir graficamente uma história de Palmares, alicerçada em pesquisa de fontes históricas, ainda disputáveis nos dias correntes. O processo de construção da história é também reconstrução, nos lembra o autor. Palmares vive como memória coletiva negra e uma história de complexa resistência na experiência brasileira. D’Salete interpreta essas memórias e histórias, tão acionadas em diferentes momentos do século 20 para o século 21, para uma nova geração de leitores, com a beleza, rigor e dignidade que ela requer.

Mário Medeiros é professor e pesquisador do departamento de sociologia do IFCH-Unicamp. Autor do livro “A descoberta do insólito: literatura negra e literatura marginal no Brasil (1960-2000)”, publicado pela Aeroplano Editora em 2013.

Extraordinário – filme baseado no livro best-seller do escritor R. J. Palacio dá vida nova a filmes do gênero

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Filme conta a história de Auggie (Jacob Tremblay), menino que nasceu com uma deformidade facial. Foto: Lionsgate Films/Divulgação

Filme conta a história de Auggie (Jacob Tremblay), menino que nasceu com uma deformidade facial. Foto: Lionsgate Films/Divulgação

Filme de Stephen Chbosky passa longe dos clichês ao tratar da história de um garoto com deformidade facial

Daniel Bydlowski, Diário de Pernambuco

O filme conta a história de Auggie (Jacob Tremblay), um menino que nasceu com uma deformidade facial devido a um raro gene que ambos os seus pais possuem. Acreditando que é hora de seu filho aprender a enfrentar a realidade e as outras pessoas, seu pai (Owen Wilson) convence sua mãe (Julia Roberts) de que Auggie precisa ingressar no ginásio. O maior conflito do enredo fica então claro: Auggie precisa lidar com o bullying de muitos jovens da escola para tentar fazer amigos. Ao mesmo tempo, seus pais e sua irmã (Izabela Vidovic) tentam colocar suas vidas pessoais em ordem.

Vendo o trailer, pode-se acreditar que se trata mais uma vez de um clichê que mostra como a vida de tal pessoa é triste e como é difícil para a família. Porém, a obra está longe disso e caminha muito inteligentemente sem cair nas famosas armadilhas já batidas. O aspecto mais importante é o modo com que Auggie é retratado: como uma criança comum, que tem desejos e medos regulares. Além disso, sua aparência física é compensada por seu humor e inteligência. Assim, todos os espectadores imediatamente gostam do personagem e, ao invés de ter pena, se identificam com ele. Afinal, como seu melhor amigo afirma, esquecemos de sua deformidade ao longo do tempo, e focamos principalmente em suas qualidades positivas.

'Extraordinário' é a estreia da semana do cinema de Vilhena (Foto: Reprodução)

‘Extraordinário’ é a estreia da semana do cinema de Vilhena (Foto: Reprodução)

A produção ainda usa elementos da cultura Nerd para dar mais vida ao enredo. Por exemplo, Star Wars é citado várias vezes como algo querido por Auggie, o que também dá grande humor à obra (com direito à participação dos próprios personagens da saga de ficção científica na escola). Além disso, estas referências são usadas de modo eficaz. Qual é a pior coisa para uma criança do que ter seus próprios ídolos voltados contra ela? Quando um dos meninos que caçoam de Auggie usa o vilão deformado de Star Wars (Imperador Palpatine) para se referir ao protagonista, todos sentimos sua dor.

O filme evita colocar Auggie sempre como centro da atenção e foca também em sua irmã Via, que se sente muito solitária já que toda a atenção de seus pais está com seu irmão. E o modo que Extraordinário faz isso é com a criação de capítulos que mostram o ponto de vida de personagens diferentes, como o próprio Auggie, sua irmã e até mesmo seus amigos.

Tanto a presença da cultura popular e Nerd, quanto a possibilidade de vermos os diferentes pontos de vista de diversos personagens, dão ao filme uma leveza muito rara para este tipo de obra. O resultado é que, ao invés de levar à depressão, Extraordinário simplesmente faz com que todos lembremos e voltemos para a época do ginásio, com lembranças contentes e tristes, amigos inesquecíveis e um futuro pela frente.

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