Para incentivar leitura, ação ‘espalha’ livros por locais inusitados de Manaus

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Iniciativa teve início neste sábado (30) em shopping na Zona Centro-Sul.
Obras são deixadas com marca página do projeto ‘Leve este livro para você’.

livromarina

Jamile Alves, no G1

“Leve este livro para você”. Esta é a mensagem deixada dentro de obras espalhadas por diversos pontos da capital amazonense a partir deste sábado (30). Realizado por 15 jovens da Comunidade Global Shapers Manaus, o projeto consiste em deixar livros em locais diferentes, como em bancos de praça, restaurantes e ônibus, por exemplo, com um objetivo simples, mas de grande impacto: incentivar o hábito da leitura diária nos manauenses.

O projeto foi posto em prática pela primeira vez na tarde deste sábado (30), em um shopping da Zona Centro-Sul da cidade. Ao mesmo tempo em que passeava pelo centro de compras, o grupo deixou livros espalhados por diferentes locais. Quem visitar o banheiro, lojas ou decidir descansar em um banco, por exemplo, poderá ‘ganhar’ um livro. Ao todo, 30 obras da literatura nacional e estrangeira foram colocadas a disposição, de forma gratuita, para quem os quisesse ler.

O curador do Global Shapers Manaus, iniciativa do Fórum Econômico Mundial, Glauber Gomes, de 27 anos, explica o propósito da ação. “Nós queremos transformar a cidade, tornando os manauenses um pouco mais fãs de livros. Tudo começa pelo compartilhamento. Uma pessoa deixa um livro em qualquer lugar com um ‘marca páginas’ explicando o projeto, como se fosse uma dedicatória. A ideia é que essa pessoa também use o marca páginas para doar outro livro seu, se tornando um grande movimento”, contou.

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O marca página deixado dentro das obras convida o leitor a prosseguir com a corrente. “Este livro foi muito importante para alguém, que decidiu compartilhar com você, deixando-o aqui. Leve-o para casa, leia e assim que acabar, compartilhe-o também!”, diz trecho da dedicatória. No verso, cada ‘dono’ do livro anota seu nome e a data em que deixou a obra em um lugar público.

Os idealizadores pensam agora em “viralizar” a brincadeira. “O bacana é encontrar lugares divertidos de compartilhar, como dentro de um táxi. Vai da criatividade de cada um”, acrescentou Glauber. Para espalhar a ideia, o grupo sugere que os “presenteados” tirem fotos das obras deixadas em um local e as publiquem nas redes sociais com a hashtag “#leveestelivro”. Quem quiser fazer parte do projeto poderá imprimir o marca páginas oficial da iniciativa disponível no Facebook do grupo.

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Quadrinhos para barbados. Ou não

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Telio Navega, no Gibizada

Toda semana um papo descontraído sobre HQs. Essa é a ideia do programa “Quadrinhos para barbados”, que acaba de surgir, na internet. No primeiro episódio da série, que é curtinha e tem cerca de quatro minutos de duração, o paraibano Shiko fala de fanzines – sua inspiração no início de carreira – e de sua HQ “O azul indiferente do céu” (Marca de Fantasia). O editor Lobo, um dos criadores do projeto, diz como surgiu o “Quadrinhos para barbados”:

- A ideia surgiu num papo de bar, ali na Adega Portuguesa, em Copacabana, logo após dois chopes, de colarinho caprichado, e uma porção de sardinhas. Em volta da mesa, estavam Victor Marcello e Priscila Midori, criadores do Projeto Nosotros, e Glauco Kuhnert e Daniele Pimentel, da Fato Produtora.

Segundo Lobo, o trabalho é em equipe, mas Daniele edita o programa, Glauco dirige e o roteiro fica por conta do próprio Lobo, com Priscila e Victor. O desta semana, que você confere antes aqui, é com Fábio Moon e Gabriel Bá, e foi gravado no Festival Internacional de Quadrinhos, em Belo Horizonte.

- Os próximos personagens serão Julie Maroh (“Azul é a cor mais quente”) e Ricardo Leite, que fala de sua trajetória e da graphic novel autobiográfica que está produzindo – explica Victor. – Vamos lançar um vídeo por semana, sempre às quintas. E, às vezes, liberar também algum conteúdo extra que não coube na edição, como no caso do Shiko. Estamos nos divertindo muito com o processo e fazendo o programa que gostaríamos de assistir.

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Plataforma de ensino adaptativo Knewton prepara chegada ao Brasil

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 Knewton

Empresa americana usa recursos de big data para propiciar a alunos e professores ferramentas de ensino mais avançadas

Thiago Jansen, em O Globo

RIO — Em casa, em seu computador, o estudante faz o dever de casa referente ao conteúdo que lhe foi passado pelo professor mais cedo, na escola. A partir das respostas que registra, recebe digitalmente uma orientação para estudar melhor um determinado aspecto da disciplina. Essas informações são repassadas automaticamente ao seu professor, que, no dia seguinte, pode auxiliá-lo de forma mais atenta. Apesar de parecer parte da ficção, essa integração entre tecnologia e ensino já é realidade graças à empresas como a Knewton, representante do chamado ensino adaptativo, e que se prepara para chegar ao país esse ano.

Criada em 2008 pelo empreendedor americano Jose Ferreira, a Knewton trata-se de uma plataforma digital que faz uso das tecnologias de análise e processamento de dados em volume massivo, e velocidade exorbitante, — o celebrado big data — para oferecer a estudantes e professores a possibilidade de um ensino focado nas fragilidades individuais de cada aluno.

— Para os estudantes, isso significa ter acesso a ferramentas de aprendizado customizadas às suas necessidades, aos seus pontos fortes e fragilidades. Nossa plataforma consegue, em tempo real, perceber exatamente o que o estudante já sabe bem, e o que ele precisa aprender melhor, sugerindo conteúdos específicos para isso — afirmou Ferreira, em passagem pelo Brasil nesta semana. — Já para os professores, isso representa a possibilidade de preparar melhor as suas aulas, encontrando conteúdos mais adequados para as suas turmas, além de acompanhar mais atentamento o desempenho de cada aluno.

Em associação com tradicionais editoras de materiais didáticos no exterior, como MacMillan Education e a Pearson, tem expandido a sua presença para além dos EUA, com escritórios na Europa, e, até o final do ano, no Brasil:

— Temos conversado com algumas instituições de ensino e editoras por aqui. Até o final do ano estaremos com um escritório em São Paulo. Em alguns locais, o Brasil tem iniciativas educacionais bastante inovadoras, mais do que em diversos outros países. Achamos que é um mercado com potencial interessante.

Para ele, a Knewton faz parte de uma revolução muito mais ampla na educação, e que inclui também plataformas digitais como a Khan Academy, que focam seus recursos em ampliar o alcance de aulas e do acesso ao conhecimento.

— A educação nunca passou por uma grande revolução tecnológica como, por exemplo, a medicina. Agora, no entanto, o setor educacional está tendo a oportunidade disso, graças às possibilidades do big data. Toda essa tecnologia vai eventualmente ser integrada às estruturas tradicionais de ensino, o que fará com que elas se tornem mais modernas e poderosas. Desafios existem, mas é um caminho sem volta — acredita o executivo.

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7 Trilogias que merecem a sua atenção

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

As vezes eu me pergunto como os autores decidem que o trabalho que estão escrevendo no momento, será uma trilogia quando estiver pronto. Tolkien por exemplo, inicialmente planejou O Senhor dos Anéis para ser o primeiro livro de dois volumes que sucederiam O Hobbit, sendo que o segundo volume seria o Silmarillion. Seu editor, de forma sensata, bateu o martelo e decidiu dividir LOTR em uma trilogia que virou um clássico. Já Peter Jackson levou o singelo O Hobbit para as telas do cinema e transformou um livro relativamente pequeno, em três filmes recheados de cenas de ação. Aproveitando o exemplo do cinema, Star Wars foi originalmente um filme independente que pretendia contar a jornada do herói perfeito, ele não havia sido concebido como uma trilogia, até o filme quebrar recordes de bilheteria. Tanto que não tínhamos spoilers sobre Luke ser filho de Darth Vader em Uma Nova Esperança.

O mais comum é que a construção de uma trilogia exija um arco central na história que conecte os três livros. O que acaba incumbindo o segundo livro de, muitas vezes, conter algumas importantes cenas de suspense frustrantes que precisam esperar durante um longo tempo para serem concluídas no final do terceiro livro.
Algumas pessoas podem encarar esse formato como uma manobra deliberada para prender os leitores e obrigá-los a comprar mais livros. Bem, é claro que a editora quer que você compre seu próximo lançamento, mas se o trabalho do autor for realmente bom, você não vai querer ler a sequência de uma série seja ela composta por dois livros, uma trilogia, ou uma saga incerta como Guerra dos Tronos, de qualquer forma? Então, que seja.
 
Todo esse questionamento me levou a selecionar aqui algumas trilogias que ainda não alcançaram o status de um O Senhor dos Anéis, mas possuem seus méritos e encantos, seja pelo universo ou personagens apresentados.
Vale ressaltar que essa é apenas uma lista limitada pelos meus conhecimentos, fique a vontade para sugerir e adicionar outras trilogias em nossos comentários.
 

✔ A Ferro E Fogo, de Henryk Sienkiewicz

Os volumes 1 e 2 de A ferro e fogo constituem a primeira parte da consagrada trilogia de Henryk Sienkiewicz, conhecido no Brasil como autor de Quo Vadis, obra que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Literatura.

A obra narra as aventuras e peripécias de cavaleiros ao longo das guerras que a Polônia travava no século XVII – a guerra com os cossacos da Ucrânia, que sob o comando de Chmielnicki se revoltaram contra a Polônia; a guerra contra a invasão sueca e a guerra com a Turquia. Relatando as vitórias nas guerras e as façanhas de seus heróis, o autor reforça a identidade nacional no país subjugado pelas potências vizinhas. Os romances nem sempre são fiéis aos fatos históricos, mas a visão da época, costumes, mentalidade, linguagem e topografia, são realistas e correspondem às fontes.

 

✔ Fronteiras do Universo, de Philip Pullman

O primeiro volume da trilogia Fronteiras do Universo, de Philip Pullman, se passa em um mundo muito parecido com o nosso — mas com algumas curiosas diferenças. Ciência e religião se confundem. Todo ser humano possui um dimon, um animal inseparável que na infância toma várias formas. E existe um raríssimo objeto que aponta a verdade, mas ninguém sabe fazê-lo funcionar. Lyra é uma menina levada que vive na tranqüila cidade universitária de Oxford, na Inglaterra. Lá, crianças começam a desaparecer. E quando seu grande amigo Roger, some, Lyra parte em sua busca, disposta a desafiar seus próprios temores. Na paisagem árida do Norte, onde tenta encontrar Roger, Lyra enfrenta uma terrível conspiração que faz uso de crianças-cobaias em sinistras experiências. Entre ursos usando armadura e bruxas que sobrevoam as sombrias geleiras, Lyra terá que fazer alianças inesperadas se quiser salvar o amigo de seu trágico destino.

 

✔ Mago Negro, de Trudi Canavan

Todos os anos, os magos de Imardin reúnem-se para purificar as ruas da cidade dos pedintes, criminosos e vagabundos. Mestres das disciplinas de magia, sabem que ninguém pode opor-se a eles. No entanto, seu escudo protetor não é tão impenetrável quanto acreditam. Enquanto a multidão é expurgada da cidade, uma jovem garota de rua, furiosa com o tratamento dispensado pelas autoridades a sua família e amigos, atira uma pedra ao escudo protetor, colocando nisso toda a raiva que sente. Para o espanto de todos que testemunham a ação, a pedra atravessa sem dificuldades a barreira e deixa um dos mágicos inconsciente. Trata-se de um ato inconcebível, e o maior medo da Clã de repente se concretiza: uma maga não treinada está à solta pelas ruas. Ela deve ser encontrada, e rápido, antes que seus poderes fiquem fora de controle e destruam todos.
 

✔ Trilogia dos Templários, de Jack Whyte

Jack Whyte, um dos maiores autores britânicos de ficção histórica, célebre por seus romances arturianos, estréia com o primeiro volume da Trilogia dos Templários. Nesse livro, é narrada a iniciação do cavaleiro Hugh de Payens na Ordem do Renascimento no Sião, e sua ida a Jerusalém em busca de um valioso tesouro.
Na sequência, três membros da família St. Clair são convocados para a batalha sem saber se estão lutando contra seu verdadeiro inimigo ou ao lado dele. O jovem André St. Clair, seu pai, Sir Henry e o primo, Alexander Sinclair se encontram em uma terra estranha e cheia de ameaças. A trajetória desses três cavaleiros é conduzida pelas intrigas pessoais e políticas dos líderes cruzados, levando a família e a Ordem à beira do desastre.
 

✔ A Mão Esquerda de Deus, de Paul Hoffman

O cenário da trilogia iniciada com a A Mão Esquerda de Deus é desolador. Habitado por meninos que foram levados para lá muito novos e geralmente contra a sua vontade, o Santuário dos Redentores é uma mistura de prisão, monastério e campo de treinamento militar. Lá, ilhares de garotos são submetidos a uma sádica preparação para lutar contra hereges que vivem nas redondezas. A intenção dos Lordes Opressores, os monges que protegem o lugar, é fortalecer os internos tanto física quanto emocionalmente, preparando-os para uma monstruosa guerra entre o bem e o mal. Entre os jovens está Thomas Cale. Não se sabe ao certo se ele tem 14 ou 15 anos ou como foi parar ali. O que se sabe é que ele tem uma capacidade incomum de matar pessoas e organizar estratégias de combate. E que o seu treinamento militar brutal tinha um único propósito: destruir o maior erro de Deus, a humanidade. Desde que descobriu esta verdade, Cale é assombrado pelo homem que o transformou em Anjo da Morte: o Redentor Bosco.
 

✔ Millenium, de Stieg Larsson

Vem da Suécia um dos maiores êxitos no gênero de mistério dos últimos anos: a trilogia Millennium. Seu autor, Stieg Larsson, jornalista e ativista político muito respeitado na Suécia, morreu subitamente em 2004, aos cinqüenta anos, vítima de enfarte, e não pôde desfrutar do sucesso estrondoso de sua obra. Seus livros não só alcançaram o topo das vendas nos países em que foram lançados (além da própria Suécia -onde uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série -, a Alemanha, a Noruega, a Itália, a Dinamarca, a França, a Espanha e a Inglaterra), como receberam críticas entusiasmadas. 
Um dos segredos de tanto sucesso é a forma original com que Larsson engendra a trama, conduzindo-a por variados aspectos da vida contemporânea: do universo muitas vezes corrupto do mercado financeiro à invasão de privacidade, da violência sexual contra as mulheres aos movimentos neofascistas e ao abuso de poder de uma maneira geral. 
Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada – o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. 

 

✔ Coração de Tinta, de Cornelia Funke

Mortimer tem a capacidade de trazer à vida os personagens de livros quando os lê em voz alta. Ao ler o livro Inkherat para sua filha, ele acaba fazendo com que vários dos personagens maus literalmente ganhem vida e de alguma forma, sua esposa, Resa, e mãe de Meggie, sua filha, entre na história acidentalmente. Anos depois Meggie não conhece o talento singular de seu pai e não entende por que ele não lê mais histórias. Quando um dos personagens liberados vai atrás de Mortimer para usar deu dom para seu próprio benefício, uma série de eventos ocorre, e Meggie é sequestrada. Mortimer deve lutar contra seus medos para salvar sua filha e aprisionar os personagens que ele libertou dos livros.

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Contos violentos devem ser lidos por crianças?

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Ilustração de "O Pequeno Polegar", do livro "Contos de Fadas" (ed. Zahar)

Ilustração de “O Pequeno Polegar”, do livro “Contos de Fadas” (ed. Zahar)

Guilherme Brendler, na Folha de S.Paulo

Todo mundo sabe que a vida de príncipes e princesas nos contos de fadas não é fácil, até chegar o final feliz. Mas já foi muito pior.

As histórias originais de Branca de Neve e cia. eram bem mais violentas do que as que conhecemos hoje.

Contos de fadas não foram criados para crianças. Surgiram por causa do desejo dos homens de se comunicar. Com o passar dos séculos, eram contados por adultos na hora do lazer.

Até que vieram as publicações em papel, e os contos começaram a aparecer em livros. A partir daí, escritores passaram a fazer adaptações das histórias.

Uma dupla famosa, dois irmãos alemães, Jacob e Wilhelm Grimm, pôs no papel algumas delas, como “Chapeuzinho Vermelho” e “A Bela Adormecida”. O francês Charles Perrault e o dinamarquês Hans Christian Andersen também são famosos por adaptações.

Elas narravam cenas de violência, falavam de abandono, de rivalidade, inveja e vingança. O lado mais sombrio dos originais, abandonado nas últimas décadas, está de volta em séries de TV, filmes, livros e exposição. Muitos desses textos estão no livro “Contos de Fadas” (ed. Zahar).

Em “Rapunzel”, o pai entrega a filha à feiticeira em troca de uma verdura. A madrasta da Branca de Neve manda matá-la e pede como prova seus pulmões e o fígado para comê-los (em versões mais antigas, é a mãe quem faz isso). Em “João e Maria” e em “O Pequeno Polegar”, filhos são abandonados pelos pais.

A VIDA ERA ASSIM

“O lado sombrio dos contos de fadas sempre existiu. É um registro do que ocorria na época em que surgiram”, diz a pesquisadora e escritora Katia Canton. “Competição entre mãe e filha, homens violentos com mulheres, abandono dos filhos pelos pais eram fatos frequentes”, diz Katia, autora de livros infantis.

Katia conta que os contos de fadas ressurgiram na cultura moderna com as adaptações da Disney, no final dos anos 1930, em versões que não traziam os detalhes mais cruéis.

“Contos de fadas são fundamentais para a formação. Histórias dramáticas devem ser contadas às crianças para o desenvolvimento delas”, diz Katia.

Junto do lado sombrio, os textos apresentam lições às crianças. São uma introdução do mundo real da vida adulta. Mas elas não vão sentir medo ao ouvirem histórias assim? “E daí?”, responde a escritora. “Sentir medo é importante para formação da criança.”

PARA LER JUNTO

Além de histórias originais, “Contos de Fadas” (Zahar, R$ 64,90) traz comentários sobre elas.

Direcionados aos mais velhos, explicam os contos e a época em que foram criados. É ideal para adultos e crianças lerem juntos.

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