Orgulho & Preconceito

Editora Record vai lançar obra completa de Anne Frank

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Publicado na Veja

Em 2017, a editora Record vai lançar pela primeira vez no mercado brasileiro um volume único com todas as versões de O Diário de Anne Frank. Complete Works reúne tanto os textos originais incompletos de Anne como a versão final do diário, editada por seu pai, Otto Frank.

Há também pequenas histórias e cartas assinadas pela garota, como a mensagem da jovem para a avó, em 1936, mostrada na imagem ao lado. O volume também traz textos complementares, tabelas de cronologia, documentos e fotos. A obra será traduzida para o português diretamente do holandês.

No mesmo ano, a editora promete publicar no país O Diário de Anne Frank em quadrinhos. O projeto será lançado simultaneamente em vários países, com ilustrações de David Polonsky, um dos autores da graphic novel Valsa com Bashir. A ideia é aproximar o texto clássico da atual geração de jovens.

A Record detém os direitos sobre a obra de Anne Frank desde 1976, quando o próprio Otto assinou com a editora no Brasil. A adolescente, morta no campo de concentração, na II Guerra Mundial, escreveu duas versões originais do seu diário, ambas consideradas incompletas após o fim da guerra. Otto foi o responsável por unir o material na edição que hoje se conhece como O Diário de Anne Frank.

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10 livros interessantes para conhecer o mundo melhor

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publicado na Exame

Os próximos dias prometem ser de descanso intenso para muitos brasileiros com a chegada do feriadão. E que tal aproveitar os momentos de tranquilidade para colocar a leitura em dia com lançamentos imperdíveis?

Com isso em mente, EXAME.com selecionou dez livros, alguns já à venda no Brasil e outros facilmente encontrados para compra na internet, que tratam de temas globais e que podem lhe ajudar a desenvolver ainda mais a sua visão de mundo.

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“Um de nós”

Preço sugerido? 54,90 reais
À venda no Brasil? Pode ser encontrado nas principais livrarias

Lançado pela Editora Record no mês passado, esse é o novo livro da consagrada escritora e jornalista norueguesa Asne Seierstad, autora do best-seller “O Livreiro de Cabul” (2006).

Em “Um de nós”, Asne se propõe a investigar Anders Breivik, o extremista norueguês responsável pelo maior massacre na Noruega em tempos de paz. A obra tem como pano de fundo os atentados cometidos por ele em 2011 e que deixaram ao menos 77 mortos, mas se debruça em sua trajetória da infância até os dias de hoje.

Lançado há poucos meses, o livro foi comparado pelos críticos do jornal The New York Times às obras “A Canção do Carrasco” (1979), de Norman Mailer e vencedora do Prêmio Pulitzer em 1980, e “A Sangue Frio” (1966), de Truman Capote, e é um retrato do novo extremismo político europeu.

“Missoula”

Preço sugerido? Cerca de 50 reais
À venda no Brasil? Pode ser encontrado nas principais livrarias

O novo trabalho do consagrado escritor Jon Krakauer, de “No ar rarefeito – Um relato da tragédia no Everest” (1996) e “Na Natureza Selvagem” (1998), trata de um tema delicado: os casos de violência sexual nas universidades americanas.

Só na cidade de Missoula, que fica no estado de Montana, entre 2008 e 2012, 350 casos desse tipo de agressão foram investigados e descobriu-se que grande parte dos acusados eram do time de futebol americano da universidade local.

Lançado no início do ano nos EUA e trazido ao Brasil pela editora Companhia das Letras, o livro foi classificado pela crítica do jornal americano USA Today como “uma reportagem meticulosa, fascinante e perturbadora”. Para a revista Newsweek, “Krakauer prestou um excelente serviço ao tratar sobre esse tema”.

“Sapiens – Uma breve história da humanidade”

Preço sugerido? Cerca de 40 reais
À venda no Brasil? Pode ser encontrado nas principais livrarias

Título imperdível para aqueles que gostam de ler sobre a história da humanidade, esse livro de Yuval Noah Harari relaciona o passado com os fatos do presente e se propõe a interpretá-los sob diferentes perspectivas. O livro foi lançado no Brasil pela editora L&PM.

Harari é professor de História da Universidade Hebraica de Jerusalém e lançou “Sapiens – Uma breve história da humanidade” no início do ano passado. A obra se tornou um best-seller quase que imediatamente.

Para o escritor Jared Diamond, responsável pelo clássico “Armas, Germes e Aço” (1997), o livro de Harari “trata das maiores questões da história e do mundo moderno e é escrito numa linguagem inesquecivelmente vivída”.

“Guerra Secreta – A CIA, um exército invisível e o combate nas sombras”

Preço sugerido? Cerca de 40 reais
À venda no Brasil? Pode ser encontrado nas principais livrarias

Enquanto o mundo observa as guerras que devastam alguns países, outra guerra, tão intensa quanto essas, se desenrola às margens do conhecimento do público e de autoridades globais, com o aval da Casa Branca e por meio de operações da CIA.

Escrito pelo repórter do jornal The New York Times e ganhador do Prêmio Pulitzer Mark Mazzetti, esse livro se propõe a analisar as consequências do atentado de 11 de setembro em solo americano para a rede de inteligência e as transformações sofridas pela CIA, que foi de serviço de espionagem a uma espécie de força armada paralela cujo objetivo hoje é o de caçar indivíduos específicos considerados inimigos dos EUA. E isso, sustenta o autor, não é necessariamente uma coisa boa.

Lançado originalmente em 2014 e agora no Brasil pela Editora Record, “Guerra Secreta – A CIA, um exército invisível e o combate nas sombras” foi classificado pela Foreign Policy, a maior revista de relações internacionais do mundo, como “indispensável”.

“As vozes de Tchernóbil – a história oral do desastre nuclear”

Preço sugerido? Cerca de 40 reais
À venda no Brasil? Pode ser encontrado nas principais livrarias

No ano em que a tragédia de Chernobyl completa 30 anos, finalmente chega ao Brasil pela editora Companhia das Letras um dos mais importantes registros dessa catástrofe pelas mãos da consagrada autora ucraniana Svetlana Aleksiévitch, que o lançou originalmente em 1997 e ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 2015.

A obra conta com relatos de pessoas que viveram na pele as consequências desse incidente e trata também da postura das autoridades soviéticas da época, que não imaginavam que estariam enfrentando os últimos dias da União Soviética.

“The New Odissey – The Story of Europe’s Refugee Crisis”

Preço sugerido? Cerca de 15 dólares
À venda no Brasil? Ainda não foi lançado no país, mas pode ser facilmente encontrado em sites especializados como a Amazon.

Escrito pelas mãos de Patrick Kingsley, correspondente internacional do The Guardian, esse livro trata de uma das questões mais urgentes da humanidade hoje: a crise de refugiados que já é a maior enfrentada no mundo desde a Segunda Guerra Mundial.

Kinglsey viajou por dezenas de países para testemunhar os dramas e os perigos enfrentados por essas pessoas e se propôs a montar um retrato fiel sobre quem, afinal, são os refugiados que transitam mundo afora em busca de uma vida mais segura.

Eleito pela Foreign Policy, a maior revista de relações internacionais do mundo, como Jornalista do Ano em 2015, Kinglsey pretende doar parte do dinheiro das vendas dessa obra, que ainda não está disponível no Brasil, mas pode ser comprada em inglês, para as causas relacionadas aos refugiados.

“Guantanamo Diary”

Preço sugerido? Cerca de 15 dólares
À venda no Brasil? Ainda não foi lançado no país, mas pode ser facilmente encontrado em sites especializados como a Amazon.

Esse livro é fruto dos relatos diários de Mohamedou Ould Slahi, preso pelos Estados Unidos em Guantanamo (Cuba) desde 2002 sem que tenha sido acusado formalmente. Nele, o mauritano Slahi, hoje com 45 anos, conta a história de sua vida, dos tempos de liberdade até o momento em que foi levado por autoridades americanas sob a acusação de ser parte da rede global terrorista Al Qaeda. Acusação essa que ele nega ser verdadeira.

Relata ainda o medo, a violência e a humilhação sofrida nas mãos de oficiais do país mais poderoso do mundo. Um comitê do exército americano encontrou evidências de que todas as informações obtidas de Slahi em seus interrogatórios eram fruto de sessões de tortura.

Classificado pelos críticos do jornal The New York Times como “um relato profundo e perturbador”, o livro se tornou um best-seller. Para a revista literária The New Yorker, Slahi conseguiu “se humanizar e humanizar seus guardas e interrogadores”.

Os abusos de Guantanamo são bem documentados em relatórios da CIA e esse não é o primeiro livro a tratar do tema, mas é o primeiro a ser escrito por alguém que testemunhou na pele as amargas consequências da desenfreada luta contra o terror dos EUA.

“Sophia: princess, sufragette, revolutionary”

Preço sugerido? Em torno de 20 dólares
À venda no Brasil? Ainda não foi lançado no país, mas pode ser facilmente encontrado em sites especializados como a Amazon

Nascida em uma família da realeza indiana em 1876, Sophia Duleep Singh foi criada no Reino Unido, era afilhada da Rainha Vitória e tinha tudo para se tornar um modelo da aristocracia inglesa. Não fosse o fato de que ela se tornou uma das maiores vozes da luta pelos direitos das mulheres no Reino Unido e ferrenha defensora da independência da Índia. E é a sua história o ponto central desse livro da escritora britânica Anita Anand.

Lançado em 2015, o livro foi descrito pela revista literária americana The New Yorker como um “raro olhar aos efeitos do imperialismo” e a história de Sophia foi chamada de “extraordinária” pelo jornal britânico The Guardian. É, sem dúvidas, um retrato das políticas coloniais da época, bem como das lutas pela igualdade de gênero.

“How did we get into this mess?”

Preço sugerido? Em torno de 20 dólares
À venda no Brasil? Ainda não foi lançado no país, mas pode ser facilmente encontrado em sites especializados como a Amazon.

Colunista do jornal britânico The Guardian, George Monbiot se dispôs a uma tarefa grandiosa nesse livro ao propor um questionamento do estado atual das coisas, passando pela crise de desigualdade que assola o mundo e incluindo a devastação do meio ambiente.

Para o jornal britânico The Times, “o que mais impressiona na escrita inteligente e elegante de Monbiot é a forma como ele pensa além do protesto e em direção às soluções realistas e representativas para os problemas da política e comércio internacional. ”

Lançado neste ano, o livro ainda não tem previsão de estreia no Brasil. Quem desejar, poderá encontra-lo para compra em inglês na internet.

“Connectography”

Preço sugerido? Em torno de 20 dólares
À venda no Brasil? Sua versão física ainda não, mas a versão eletrônica, em inglês, pode ser encontrada no comércio eletrônico do país. O título pode ser adquirido o em sites especializados como a Amazon.

A partir da tese de que a conectividade é a força mais revolucionária do século XXI, o livro quer explicar como a humanidade está reorganizando o mundo ao aproximar as megacidades por meio de rotas de transportes, energia e a infraestrutura de comunicações. A ideia é a de traçar as consequências disso para a geografia mundial, a economia, o meio ambiente.

Escrito pelo analista Parag Khanna, também conhecido pela obra “O segundo mundo: impérios e influência na nova ordem global” (2008), esse livro foi lançado em 2016 e foi descrito pelo jornal The Washington Post como “incrível” e classificado como “ousado” pela maior revista de relações internacionais do mundo, a Foreign Affairs.

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Ainda há o que se escrever sobre ‘A Metamorfose’, de Kafka?

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Silvano Filho, no Homo Literatus

Embora resenhada e comentada inúmeras vezes pelas mais diversas pessoas, a obra A Metamorfose, de Franz Kafka, sempre deixa novas impressões e reflexões aos seus leitores

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Ilustração: John Foster Dyess

Há quem torça o nariz quando encontra nas páginas literárias da internet ou em revistas alguma matéria ou resenha sobre A Metamorfose, a obra mais famosa do escritor tcheco Franz Kafka. Muito já se escreveu sobre essa história simples, sem floreios, que economiza páginas ao se apresentar sem rodeios narrativos desnecessários. O leitor mergulha na história e já nem lhe interessam as causas dessa metamorfose, mas o que acontecerá dali para frente.

Se a técnica literária dessa novela já foi tão explorada e até se reconhece sua inovação e importância para a literatura mundial, o que ainda há para se escrever sobre A Metamorfose? Eu prefiro comentar sobre as impressões e reflexões que esta obra provoca. Confesso que o final da leitura me impressionou mais que o início. É uma versão da parábola da vaca no penhasco.

Esta parábola que citei conta a história de um mestre que recebe abrigo numa casinha velha no alto de um penhasco. A comida era escassa e a família não tinha dinheiro para nada. O dono da casa revelou que a fonte de alimentação provinha de uma única vaca da qual tiravam leite e seus subprodutos e o excedente era usado para trocar por comida no vilarejo vizinho.

Quando foi embora, o mestre voltou de noite e empurrou a vaca do penhasco. Alguns anos depois, o mestre retornou àquela mesma casa e a situação que encontrou foi outra. A casa estava reformada e ampliada e ninguém passava fome. O mestre quis saber como se deu a mudança e o dono da casa disse que numa manhã a vaquinha tinha caído do penhasco e sem ter com o que se sustentar, todos procuraram trabalho, desenvolveram suas capacidades e hoje a família vivia melhor do que quando dependiam da vaquinha.

Basta ler A Metamorfose para ver como ela se encaixa nessa história. Gregor era a vaquinha leiteira em que sua família se encostava. Ele não caiu de um penhasco, mas acordou no corpo de um inseto gigante e não conseguiu mais trabalhar. Quando sua família percebeu que a vaca foi chutada do penhasco, ou melhor, transformou-se num inseto, saíram para trabalhar e tal qual a parábola, se descobriram vivendo melhor que antes. Dá para sentir dó da vaca que se esborrachou do alto do penhasco, mas senti ainda mais dó de Gregor. Eu não esperava que o final dele fosse o que foi.

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Brasil: um país de leitores… de Bíblia

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Rodrigo Casarin, no Página Cinco

Bastante já foi dito sobre os resultados da 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, promovida pelo Instituto Pró-livro e realizada pelo Ibope. Já mostrei aqui no blog mesmo que o país anda lendo mais do que há quatro anos – exceto nossa elite econômica – e que os leitores são pessoas mais ativas do que os não leitores. No entanto, ainda é preciso jogar luz sobre um dos dados que o estudo revela: quando lê, o brasileiro lê principalmente a Bíblia.

Ao perguntar quais tipos de livros os leitores tinham lido no último ano, a pesquisa constatou que 42% deles leram a Bíblia, seguida por livros religiosos, de contos e romances – cada um citado por 22% dos entrevistados, que podiam indicar mais de uma opção. Curioso aqui notar que a Bíblia sequer entrou no gênero de religiosos. Claro que o livro pode ser lido de maneiras diversas – com viés histórico, sociológico, filosófico.. -, mas é evidente que a esmagadora maioria dos leitores que leem a Bíblia o fazem por questões ligadas à religião.

A Bíblia também encabeça os gêneros preferidos de pessoas de todas as faixas etárias (5 a 10, 11 a 13, 14 a 17, 18 a 24, 25 a 29, 30 a 39, 40 a 49, 50 a 69 e 70 e mais) e níveis de escolaridade (Fundamentai I, Fundamental II, Ensino Médio e Superior) abarcados pelo estudo. Foi ainda o título mais citado como última leitura dos entrevistados – 225 menções, seguido por “Diário de um Banana” e “Casamento Blindado”, ambos lembrados 11 vezes – e é a obra mais marcante da vida de 482 pessoas ouvidas – a segunda posição aqui ficou com “A Culpa é Das Estrelas”, mencionado em 56 oportunidades. Não bastasse, é diretamente responsável por uma das curiosidades da pesquisa: ao indicarem o autor do último livro que estavam lendo, alguns entrevistados (1%) citaram entidades religiosas normalmente ligas à Bíblia, como Jesus e Moisés.

Até professores preferem a Bíblia

A Retratos da Leitura no Brasil também apresenta alguns recortes específicos sobre o hábito de leitura dos professores e profissionais da educação. Nessa categoria, a Bíblia também se destaca: ela que lidera, por exemplo, a lista dos 11 títulos mais citados pelos educadores, com 22 menções – “Esperança” está na segunda posição, com 5 citações.

Sobre esses profissionais, há ainda uma contradição nos números: 84% deles garantem que são leitores, no entanto, metade dos entrevistados não citou nenhum título ao ser indagado a respeito de qual era o último livro que havia lido. Estranho tantos professores não recordarem o que leram recentemente, não?

Tendo em vista esse panorama, parece que a frase escolhida pelos organizadores da pesquisa para servir de epílogo à apresentação dos números está um tanto deslocada. Diz ela, que é de autoria do peruano Mario Vargas Llosa: “Um público comprometido com a leitura é crítico, rebelde, inquieto, pouco manipulável e não crê em lemas que, alguns, fazem passar por ideias”. Será mesmo que tantas pessoas adquirem essas características ao lerem a Bíblia. Ou será que, encarando a obra de maneira dogmática, tal leitura não acaba gerando um resultado exatamente oposto àquele desejado pelo Nobel de Literatura de 2010?

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Alguns hábitos podem atrapalhar seus estudos: veja 4 atitudes ERRADAS na hora de estudar

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Publicado no Amo Direito

A revisão de todo o conteúdo da matéria pode ser um momento de nervosismo para muitos estudantes, tendo em vista a ansiedade e a expectativa em relação à prova. À medida que a data dos exames se aproxima, muitos alunos sentem que algumas matérias ainda precisam ser retomadas, para que o conteúdo seja fixado melhor. Entretanto, é preciso que o aluno saiba fazer a revisão da maneira correta, para evitar a sensação de que toda a matéria está se acumulando a sua frente.

Sabendo disso, separamos a seguir 4 atitudes que deve evitar na hora de estudar. Confira abaixo e melhore o seu desempenho para as provas:

1 – Anotar todo o conteúdo
Fazer anotações sobre a matéria é uma ótima estratégia de estudos. No entanto, não é recomendado escrever todo o conteúdo do livro, sem sintetizar o que for mais relevante. É importante saber resumir os assuntos principais, de uma maneira personalizada, para que você mantenha o seu foco naquilo que merece mais atenção para a prova. Isso também pode facilitar a sua organização.

2 – Abusar da “marca-texto”
Na hora de ler, muitos estudantes costumam abusar das canetas marca-texto, sublinhando frases e palavras em excesso. Contudo, isso não costuma ser eficiente, tendo em vista que o aluno precisa focar no conteúdo mais importante. Ao invés disso, você pode usar a técnica de uma maneira mais eficiente, como por exemplo, marcar aquelas palavras novas, cujo significado você ainda não sabe.

3 – Reescrever demais as anotações
Alguns alunos costumam achar que reescrevendo continuamente suas anotações irão absorver melhor o conteúdo. Contudo, simplesmente escrever de forma repetida o que está no caderno pode não ser tão efetivo assim, pois você só estará reproduzindo sempre a mesma coisa. Você pode buscar outra alternativa, como por exemplo compartilhar suas anotações com um colega e pedir as dele. Em seguida, tente explicar a ele o conteúdo que leu, pois isso pode facilitar a sua memorização.

4 – Apenas decorar os conteúdos
Alguns estudantes podem acreditar que memorizar fórmulas e definições já pode garantir um bom desempenho no vestibular. Entretanto, é importante certificar-se, primeiro, de que os assuntos memorizados podem ser colocados em prática. Para ter um bom desempenho na prova, é preciso ter compreendido o conteúdo de fato, sabendo aplicá-lo em qualquer situação.

Fonte: Universia Brasil

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