A História do Futuro de Glory O'brien

Harry Potter: Teoria de fã sugere que morte de Dumbledore tinha sido revelada em O Prisioneiro de Askaban

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Em profecia da Professora Trelawney, livro trazia pista de que diretor de Hogwarts morreria em Harry Potter e o Enigma do Príncipe.

Vitória Pratini, no Adoro Cinema

Uma das mortes mais marcantes da saga Harry Potter certamente é a de Dumbledore (e, por favor, isso não é spoiler há muito tempo!) – vivido nas telonas por Michael Gambon, Richard Harris e, em breve, por Jude Law na franquia Animais Fantásticos.

É sábido que J.K. Rowling deixou inúmeras pistas ao longo dos livros – e filmes – sobre alguns momentos-chave de Harry Potter, assim como o desfecho de alguns personagens. Em A Câmara Secreta, por exemplo, conhecemos o diário de Tom Riddle, que era uma horcruxe, termo do qual os fãs (e os protagonistas) nunca tinham ouvido falar e sua importância só foi revelada em O Enigma do Príncipe.

Por essa lógica, será que a autora poderia ter indicado a morte de Dumbledore bem antes de ele ser atingido por Severo Snape (Alan Rickman) e atirado da Torre de Astronomia em O Enigma do Príncipe? De acordo com uma teoria que anda circulando no Reddit, a resposta é sim.

O usuário xAnuq recentemente descobriu uma pista que sugere que Rowling insinuou a morte do diretor de Hogwarts no livro Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, através de uma previsão da professora Sibila Trelawney (interpretada nos cinemas por Emma Thompson).
Warner Bros.

A história é a seguinte: em seu terceiro ano na escola, Harry (Daniel Radcliffe) e Rony (Rupert Grint) decidem passar o Natal em Hogwarts. Então, eles são convidados para um jantar com Dumbledore, Trelawney e outros.

Quando a professora de Adivinhação se aproxima da mesa que tem 12 pessoas sentadas, ela surta e diz que se recusa a se unir a eles, “prevendo” o seguinte:

“Se eu me juntar à mesa, seremos treze! Nada poderia ser dasafortunado! Nunca se esqueça que, quando treze jantam juntos, o primeiro a se levantar, será o primeiro a morrer!”.

Na cena do livro, ninguém prestou muita atenção ao “ataque” de Trelawney, mas Dumbledore se levanta a fim de acalmar sua colega.
Warner Bros.

A teoria comenta um fato interessante: quando a professora de Adivinhação se aproxima, ninguém percebe que treze pessoas já estavam sentadas à mesa – mais tarde, no livro, descobriríamos que Pedro Pettigrew (vivido nas telas por Timothy Spall) estava no bolso de Rony o tempo todo, disfarçado como o rato Rabicho; afinal, o bruxo o carregava no bolso para todo canto.

A presença de Pettigrew aumentaria, então, o número de pessoas sentadas para treze. Logo, quando Dumbledore se levanta, ele cumpre a profecia de Trelawney. Esse pode ter sido o ponto que determinou o destino do diretor e as consequências da profecia da professora.

E você, o que acha dessa teoria?

Vale lembrar que Animais Fantásticos 2 chegará aos cinemas em novembro de 2018.

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Como ler mais e mais rápido

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Crédito: Reprodução

Crédito: Reprodução

 

Maria Confort, no Manual do Homem Moderno

Algumas pessoas conseguem ler mais de 100 livros por ano. Sim, elas existem. Mas como fazem isso? E como elas dizem que as outras pessoas também conseguem fazer se quiserem?

Isso parece impossível pra você? Bom, não é. Eu, por exemplo, costumo ler cerca de 50 livros por ano, e sei que se eu me dedicasse um pouco mais, conseguiria alcançar a meta de 100 livros em 365 dias.

Porém, um especialista em memória e concentração entrevistado pela revista GQ disse que o segredo não é dedicação. Na verdade, é o desprendimento. Como assim? Ele dá dicas infalíveis para você ler mais e mais rápido – um livro por semana, especificamente.

Não leia antes de dormir, leia antes de trabalhar

A maioria das pessoas decide ler antes de dormir. Se você lê à noite, você provavelmente só vai conseguir vencer algumas páginas antes de ficar sonolento. Em vez disso, a recomendação é cair na leitura na parte da manhã. Mesmo se você não é tipo de pessoa que levanta bem mais cedo do que o necessário, use o tempo que você gasta fuçando o Facebook ou no Instagram antes de sair para o trabalho para ler alguns capítulos. Você também pode ler no caminho, se for trabalhar de ônibus, ou durante o café da manhã.

Abuse do transporte público

Além de economizar, ler no transporte público vai te fazer avançar bastante na leitura e te manter mais concentrado na história. Aliás, leve o livro para tudo quanto é canto.

Aliás, é importante levar o livro para tudo quanto é canto: consulta médica, shopping, enfim, qualquer lugar. Ter um livro por perto vai te fazer gastar aqueles minutos que você normalmente gasta no celular, lendo.

Se o livro estiver uma droga, pare

Não se sinta obrigado a terminar um livro porque já começou. Tem livros que não funcionam para determinadas pessoas, histórias que não cativam, tipos de leitura que não prendem. Enfim, se o livro estiver realmente chato ou ruim, largue. Vá ler outra coisa.

As livrarias ainda existem – pegue livros emprestados

Pegar um livro em uma livraria vai te obrigar a ler o livro mais rápido, afinal, você vai precisar devolver em um prazo, certo? Outra dica é pegar livros emprestados e pedir para a pessoa que te emprestou cobrar a devolução.

Leia mais de um livro ao mesmo tempo

Parece loucura, mas é uma boa tática. Leia mais de um livro ao mesmo tempo: um romance, um livro de “não ficção”, um quadrinho…Não importa.

Dessa forma, quando você se sentar para ler, vai sempre encontrar algo que se encaixe com o seu humor do momento. Se você, por exemplo, tiver muito tempo disponível, parta para o romance. Se o seu dia foi chato e cansativo, leia quadrinhos.

Mantenha um histórico do que você leu

Registrar o que você leu em aplicativos específicos ou até mesmo nas suas redes sociais vai te fazer se sentir mais realizado e também incentivado a continuar lendo. Pode apostar.

Dito isso: divirta-se. Ler não deve ser uma obrigação chata, deve ser algo que te dê prazer.

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São Paulo abriga 13 bibliotecas temáticas que você precisa conhecer

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Biblioteca Temática Paulo Setúbal

Biblioteca Temática Paulo Setúbal

 

As bibliotecas temáticas são espaços públicos dedicados a segumentos específicos. Tem biblioteca de poesia, biblioteca de cinema, e muitas outras em SP.

Luiz Paulo Pachella, no Vá de Cultura

A cidade de São Paulo abriga hoje 13 bibliotecas temáticas. São bibliotecas que, além do acervo tradicional de livros, oferecem, em cada unidade, publicações específicas sobre um determinado tema. Tem uma biblioteca focada só em poesia, por exemplo, e outra focada só em música. Outra em cinema, e por aí vai. Todas essas bibliotecas são públicas, e mantidas pela Secretaria Municipal de Cultura da capital.


O acervo das Bibliotecas Temáticas de SP

Um detalhe interessante é que além dos livros, cada biblioteca temática desenvolve programas e eventos ligados ao tema correspondente. Na biblioteca Cassiano Ricardo, que fica no Tatuapé e é dedicada à música, acontecem shows e, além disso, há um acervo de discos e CD’s, com alguns títulos raros.

Já no Ipiranga, na biblioteca Roberto Santos, dedicada ao cinema, há uma sala onde são exibidos filmes a preços populares. A sala SPCINE tem o mesmo nome do projeto que organiza as exibições. Os ingressos para assistir a um filme em cartaz na biblioteca custam R$ 4, com opção de meia entrada.

13 Bibliotecas Temáticas

Esses são só dois exemplos que ilustram de forma rápida como as bibliotecas temáticas de São Paulo funcionam. Há outras 11 bibliotecas em atividade, que funcionam da mesma forma, mas que têm temas diferentes e, alguns deles mais voltados às questões sociais atuais mais importantes, como a causa feminista e a cultura afro-brasileira.

Olha só a lista que a gente preparou, dividida por temas, com links para você conhecer cada uma delas:

 

Saber da existência dessas bibliotecas temáticas te possibilita uma nova experiência literária. Nos últimos anos criou-se, principalmente entre os cidadãos das grandes metrópoles, o hábito de frequentar as grandes livrarias. As bibliotecas quase são deixadas de lado na rotina do dia-a-dia.

Opinião

Se traçarmos um paralelo entre o hábito citado acima, e questões como a sustentabilidade, o consumo consciente e a relação entre os cidadãos, veremos que a própria literatura está fadada aos anseios e imposições do marketing e do consumismo. Nas bibliotecas públicas, e não só nas bibliotecas temáticas, em todas elas, o acesso à leitura é gratuito.

Esse acesso gratuito fomenta ainda o compartilhamento de obras e de experiências entre os leitores. O mais importante, porém, é que essas bibliotecas estão repletas de livros alternativos e outros ricos materiais exclusivos, que você não vê nas prateleiras de uma livraria. Então deixo aqui a dica: Visite as bibliotecas públicas! Conheça as bibliotecas temáticas. Além de ser uma experiência cultural diferente na sua agenda, é de graça.

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Lázaro Ramos e Lilia Schwarcz abrirão a Flip 2017

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Lázaro Ramos: leitura de trechos da obra de Lima Barreto - Bia Lefevre / Divulgação

Lázaro Ramos: leitura de trechos da obra de Lima Barreto – Bia Lefevre / Divulgação

 

Ator lançará livro sobre sua trajetória de ator e historiadora apresenta sua biografia de Lima Barreto

Publicado em O Globo

RIO – As atrações da abertura da 15ª Festa Literária de Paraty, que acontece entre os dias 26 e 30 de julho, foram anunciadas hoje pela organização do evento. Lima Barreto, o autor homenageado da festa, estará presente na voz do ator Lázaro Ramos, que lerá trechos de suas obras, durante uma apresentação ilustrada pela historiadora Lilia Schwarcz. A direção de cena ficará a cargo de Felipe Hirsch, responsável por espetáculos como “Puzzle” e “A tragédia latino-americana”.

Conhecido por interpretar personagens marcados por suas condições sociais e raciais, como Zumbi do Palmares e Madame Satã, Lázaro Ramos também lançará no festa o seu livro “Na minha pele”, no qual aborda a sua trajetória como ator negro.

Lilia Schwarcz levará a Paraty seu novo olhar sobre o autor homenageado, resultado de pesquisa de mais de uma década que gerou a biografia “Lima Barreto, triste visionário”, que será lançada em junho.

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Autora cria universo feminino macabro e vê seu 1º livro virar filme de Hollywood

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Renata Nogueira, no UOL

Uma garota desaparecida misteriosamente há 11 anos e uma impostora que se passa por ela para escapar de uma situação em que seria presa. Uma família obscura, mas acolhedora. Um desfecho surpreendente. Este é o enredo que levou “Única Filha”, livro de estreia de Anna Snoekstra, uma australiana de 28 anos, a cair nas graças de Hollywood.

Anna Snoekstra, autora de "Única Filha" Imagem: Heather Lighton

Anna Snoekstra, autora de “Única Filha” Imagem: Heather Lighton

 

A história macabra é uma costura de fábulas e situações reais, mas surgiu na cabeça da jovem escritora depois de um susto com o barulho de vidro estilhaçado em um furto durante a madrugada. Com o livro publicado nos Estados Unidos quase ao mesmo tempo em que foi lançado na Austrália, a Universal Studios se interessou pelo suspense da autora desconhecida e logo comprou os direitos para transformar a obra em filme.

“Única Filha” já tem até roteirista escalada, Erin Cressida Wilson, a mesma do filme “A Garota no Trem”, que também surgiu de um livro adaptado e fez barulho nas bilheterias no ano passado com Emily Blunt como protagonista.

“São livros de suspense, escritos por mulheres, e suas protagonistas têm segredos. Mas as semelhanças param por aí”, esclarece Anna, em entrevista ao UOL. Sobre as possíveis comparações com o romance de Paula Hawkins? “A protagonista do meu livro é mais jovem e a trama central não envolve marido e mulher, e sim duas mulheres.”

Mas o cinema não é ambiente desconhecido para a autora. Antes de tomar coragem para botar no papel a história que martelava em sua cabeça desde os “vinte e poucos anos”, Anna assinou direção, roteiro e produção de três curtas-metragens.

“Quando eu comecei a escrever o livro, estava trabalhando em um cinema à noite e escrevendo durante o dia. Eu sempre amei filmes, então quando a Universal me procurou para conversar sobre uma adaptação, fiquei chocada”, relembra.

“Achei que só a minha família iria ler”

Mas a escrita não era o plano B na vida dela. Anna deixou a capital Canberra aos 17 anos para estudar escrita criativa e cinema em Melbourne. Na faculdade, os próprios professores a alertaram sobre as dificuldades de se publicar um livro na Austrália. “Eu sempre me policiei para manter minhas expectativas bem baixas […] A maioria dos autores precisa manter um segundo emprego para pagar as contas.”

Ela então adiou os planos de seu primeiro livro, mas não conseguiu guardar a história por muito tempo, com os personagens martelando em sua cabeça. “Quando eu decidi que iria mesmo escrever, já estava conformada que provavelmente só a minha família leria. O fato de ter feito tanto sucesso e tão rápido ainda é inacreditável.”

"Única Filha" é o primeiro livro de Anna Snoekstra Imagem: Divulgação... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2017/04/20/com-suspense-macabro-autora-novata-chega-a-19-paises-e-vira-filme-de-hollywood.h... - Veja mais em https://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2017/04/20/com-suspense-macabro-autora-novata-chega-a-19-paises-e-vira-filme-de-hollywood.htm?cmpid=copiaecola

“Única Filha” é o primeiro livro de Anna Snoekstra Imagem: Divulgação

 

Os pais e sua irmã realmente leram “Única Filha”, mas não foram só eles. O livro foi traduzido e lançado em quatro continentes. No Brasil, é o grande lançamento de abril da editora HarperCollins. E enquanto não tem sua data de estreia no cinema anunciada, Anna segue trocando ideias com a roteirista.

“Enviei vários textos para ela, a maioria sobre a fábula do Barba Azul”, conta, sobre uma de suas referências para a história do sumiço da adolescente e as descobertas da impostora que se passa por ela 11 anos depois. A roteirista retribuiu com referências visuais para a adaptação, que será americanizada para facilitar o trabalho do estúdio. A história original se passa em Canberra, cidade em que a autora nasceu e cresceu.

A mudança não a incomoda. “Penso que é sim possível fazer com que ‘Única Filha’ se passe em um lugar diferente. Me inspirei em histórias de impostores que aconteceram ao redor do mundo: Anastásia da Rússia, Martin Guerre na França no século 16, Walter Collins em Seattle nos anos 20 e Nicholas Barclay nos anos 1990 no Texas. Isso me faz pensar que a história contada ali é universal.”

Contos macabros e desaparecidos como referência

Não foi só a ficção que inspirou Anna a criar o enredo sobre as duas meninas ruivas e sardentas que de tão parecidas driblam até a polícia. Pitadas de histórias reais e de várias épocas diferentes temperam o suspense de “Única Filha”.

Veja as histórias que mais inspiraram a autora:

O Barba Azul
O Barba Azul é personagem de um famoso conto infantil escrito pelo francês Charles Perrault em 1697. Ele é um nobre que carrega uma horrível barba azul e vive em um castelo isolado. Apesar da feiúra, foi casado com seis mulheres diferentes que desapareceram em circunstâncias misteriosas. O aristocrata consegue convencer outra mulher a se casar com ele e entrega para ela as chaves de todos os cômodos do castelo. Curiosa, ela abre o único local que ele havia proibido de explorar, e a mulher acaba descobrindo o grande segredo do marido. O final da história ganhou várias versões depois do conto original ser adaptado por outros escritores pelo mundo.

Anastásia
Oficialmente, Anastásia Nikolaevna morreu aos 17 anos assassinada por soldados bolcheviques junto com os demais membros da família imperial russa, em 1918. Ela era filha do czar Nicolau 2º e da czarina Alexandra Feodorovna, os últimos governantes autocráticos da Rússia Imperial. Como seus restos mortais desaparecidos por décadas de governo comunista, rumores apontavam que ela estava viva. Por isso, várias mulheres começaram a se passar por ela. Anna Anderson é a mais conhecida entre as impostoras e chegou a ser capa de jornais e revistas se passando por Anastásia. Ela só foi desmascarada 25 anos depois de sua morte, em 2009, com a descoberta de restos mortais e finalização de exames de DNA de todos os membros da realeza.

Martin Guerre
Martin Guerre é um caso de roubo de identidade julgado em Toulouse em 1560. A história virou livro em 1561 nas palavras de Jean de Coras. Martin Guerre era um camponês que sumiu de sua aldeia e “reapareceu” anos depois na pele do impostor, que enganou até mesmo a família e viveu com sua mulher e filho por três anos.

Walter Collins
Em 1928, o menino Walter Collins, 9, sumiu em Los Angeles. Pressionada pela mídia, a polícia então capturou um pequeno fugitivo e entregou à mãe solteira do menino como se ele fosse Walter. A mãe não aceitou a resolução bizarra encontrada e acabou internada dada como louca ao ir contra os oficiais. Mais tarde se descobriu que o verdadeiro Walter Collins havia sido assassinado por um psicopata que torturava, abusava e matava crianças em um galinheiro.

Nicholas Barclay
Em 1994, um menino de 13 anos chamado Nicholas Barclay sumiu quando voltava a pé para sua casa na cidade de San Antonio, no Texas. Quatro anos depois, um rapaz vindo da França bateu à porta da família alegando ser Nicholas. Mesmo com sotaque francês e olhos castanhos (Nicholas tinha olhos azuis), ele conseguiu convencer a família ao dizer que havia sido sequestrado por uma gangue francesa de prostituição infantil que teria trocado a cor de seus olhos. O vigarista era Frédéric Bourdin, descoberto por um investigador cinco meses depois da farsa. Ele ficou preso por seis anos. Depois de solto e deportado dos Estados Unidos, Bourdin ainda aplicou o mesmo golpe em diversos países europeus. A história inspirou o filme “O Impostor”, de 2012.

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