Ansiedade 3 - Ciúme

Polícia Civil afirma que sumiço de Bruno Borges se tratou de ‘jogada de marketing’

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Bruno Borges, o menino sumido do Acre

Bruno Borges, o menino sumido do Acre

Publicado no Giro Business

O sumiço de Bruno Borges, do Acre, foi uma estratégia de marketing para a venda do livro TAC – Teoria da Absorção de Conhecimentos. Essa é a conclusão da Polícia Civil, que encontrou vários pontos que apontam para uma tentativa de divulgação da obra.

“Bruno se ausenta, o livro é lançado. Então, eu acho que fica evidente que havia um plano de divulgação”, afirmou o delegado responsável pelo caso, Alcino Júnior.

A primeira tiragem do livro foi de 20 mil cópias e entrou para a lista “não ficção” dos mais vendidos da semana, entre 24 e 30 do mês passado.

A polícia descobriu que antes de sumir, Bruno assinou um contrato de publicação de livros, sendo que ficou acordado a divisão dos lucros entre dois amigos (19%), o primo (15%) e a editora (5%). Ele ficaria com o restante dos recursos. Até as datas de lançamentos foram previamente acordadas, segundo as investigações.

“A polícia entrou para verificar o motivo da ausência. Com as buscas, que é o segundo momento, a gente descobre que há um planejamento sim. Os contratos apreendidos demonstram sim um planejamento do Bruno com os amigos Márcio Gaiote e Marcelo Ferreira pra essa divulgação do livro, inclusive, com datas prefixadas para o lançamento”, pontua o delegado.

Bruno se defende: “Eu até entendo que as pessoas levem a pensar essas coisas por causa de todo esse acontecimento. Só que, ironicamente, o fato de eu ter feito contrato com eles é justamente porque não me importo com dinheiro, porque o trabalho deles nesse projeto foi muito importante pra realizar meu sonho”

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Jovem conta com ajuda de amigos e lança livro após ficar cego e enfrentar 4º câncer

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Gabriel Souza publicou primeiro livro após perder a visão e enfrentar o quarto câncer

Gabriel Souza publicou primeiro livro após perder a visão e enfrentar o quarto câncer

Lucas Borges Teixeira, no UOL

Gabriel Santos Souza sempre quis ser escritor. Aos 14 anos, o sul-mato-grossense conseguiu publicar seu primeiro livro depois de perder a visão e enfrentar o quarto câncer. O jovem morador de Colina, no interior de São Paulo, lançou a obra de terror “Magno, O Espantalho” em uma festa na escola no final de junho.

O interesse por histórias de terror vem desde muito novo. “Ele assistia aos filmes do Freddy Krueger, Jason… Sempre adorou o Halloween”, conta o pai, Daniel Souza, ao UOL. “E também sempre gostou de contar histórias. Ele costumava reunir os coleguinhas na escola com contos de terror.”

A ideia do livro surgiu há cerca de um ano com uma redação sobre um monstro com cabeça de abóbora. Um professor da escola, Gustavo, ouviu Gabriel falar sobre o conto e o incentivou a escrevê-lo. “Eu não tinha ideia de que poderia virar um livro, mas foi tomando outra proporção”, lembra o jovem escritor, em entrevista ao UOL.

Ideia do livro surgiu com uma redação sobre monstro com cabeça de abóbora

Ideia do livro surgiu com uma redação sobre monstro com cabeça de abóbora

De acordo com o autor, “Magno, O Espantalho” narra a história de “um espantalho assassino que aterroriza uma escola agrícola”.

Com a visão comprometida nos dois olhos há um ano e meio, Gabriel contou com a ajuda do professor e de colegas para terminar a obra. Ele ditava a história para Gustavo, que a escrevia. Depois, alunos da escola o ajudaram com ilustrações internas.

Gabriel sofre com problemas da visão desde os primeiros meses de vida. Quando ainda morava no Mato Grosso do Sul, a mãe notou uma mudança na cor de seus olhos. Ele foi diagnosticado com retinoblastoma, um câncer raro na retina. Teve de retirar o olho esquerdo.

“Ele enxergava muito bem com o direito até um ano e meio atrás, conseguia copiar tudo, ler superbem. Mas aí ele começou a ter baixa neste olho também”, lembra o pai. A doença, que tinha sido dada como curada há 12 anos havia retroagido. “Agora, ele enxerga apenas alguns vultos.”

Estes não foram os únicos problemas médicos de Gabriel. Aos oito anos, ele teve de passar por outra cirurgia no GRAAC, em São Paulo. Desta vez, foi constatado um câncer ósseo no braço. “Os médicos até se assustaram”, lembra Daniel.

O câncer ósseo voltou a atacar neste ano. Como a família se mudou para Colina, os pais pediram a transferência do seu quadro médico para o Hospital do Câncer de Barretos, a pouco mais de 20 km da cidade. Agora, Gabriel enfrenta um tumor no fêmur da perna esquerda. De acordo com a família, ele reage bem. “Acabou o terceiro ciclo da quimioterapia na semana passada”, conta o pai.

Os problemas com a saúde não atrapalharam Gabriel. “Tive muita ajuda e apoio de todo mundo”, conta. No final de junho, o livro foi lançado em uma festa na Escola Técnica Agropecuária Municipal São Francisco de Assis, em que ele cursa a 8ª série, com a distribuição de 200 exemplares. A capa foi feita pelo cartunista Julinho Sertão, que já foi roteirista de Ziraldo. “Foi um dia inesquecível.”

Para estudar, Gabriel usa um notebook com ferramentas de áudio. “Ele é muito aplicado”, afirma o pai, orgulhoso.

No dia primeiro de setembro, a família viajará para Sertãzinho, também no interior paulista, a convite de Julinho Sertão, para expor “Magno, O Espantalho” na 13ª Feira do Livro da cidade. “Estamos muito animados”, afirma Daniel. O plano é lançar a segunda edição do livro, agora para venda, com 700 cópias.

Com registro de escritor desde o primeiro semestre deste ano, Gabriel já está trabalhando no seu segundo livro. Sem revelar detalhes da história, conta que será sobre zumbis e deverá se chamar “A Cidade Perdida”.

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10 livros que valem uma aula sobre ter sua própria empresa

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Livros para o sucesso: o melhor antídoto para o medo de empreender é a preparação (Archive/Thinkstock)

Livros para o sucesso: o melhor antídoto para o medo de empreender é a preparação (Archive/Thinkstock)

 

Empreendedores consultados por EXAME.com indicam obras com lições fundamentais sobre gerenciar um negócio. Confira a lista:

Mariana Fonseca, na Exame

São Paulo – O melhor jeito de sentir na pele como é ser um empreendedor é, claro, abrir seu próprio negócio. Mas, diante da possibilidade de cometer erros que podem ser fatais (para o coração e para o bolso), muitos desistem do sonho de ser o próprio chefe.

O melhor antídoto para esse medo de empreender é a preparação. Uma dica de aprendizagem econômica e que nunca envelhece é ler de tudo: dos clássicos do empreendedorismo aos livros mais atuais, com desafios contemporâneos da administração de negócios.

Por isso, EXAME.com consultou empreendedores brasileiros para conhecer quais obras são fundamentais sobre ter sua própria empresa, da boca de quem vivencia essa rotina de líder.

As indicações foram dadas por Diego Gomes, co-fundador da Rock Content; José Eduardo Mendes, fundador do Hotel Urbano; Renato Mendes, mentor Endeavor e sócio da aceleradora de startups Organica; e René Abe, CEO da Rakuten Digital Commerce.

Confira dez livros que valem uma aula sobre ter sua própria empresa:

1 — Criatividade S/A
Criatividade S/A, de Edwin Catmull

Criatividade S/A (“Creativity, Inc.”) é um livro sobre o sucesso do mais importante e lucrativo estúdio de animação da atualidade: a Pixar. A obra é assinada por Edwin Catmull, que co-fundou o estúdio junto a nomes como Steve Jobs e John Lasseter.

Dos encontros da equipe ás sessões de brainstorm, Catmull mostra como se constrói uma cultura da criatividade, num livro definitivo para quem busca inspiração para os próprios negócios. O autor mostra que o ingrediente essencial para uma história bem-sucedida é um ambiente empresarial que estimula a ousadia e renega a convenção.

René Abe, CEO da Rakuten Digital Commerce, reforça como Catmull cita o banco de cérebros da Pixar: esse grupo de profissionais qualificados faz críticas e propõe soluções para problemas nos projetos do estúdio, a partir de um trabalho em equipe.

“Já deu para perceber que o empreendedorismo não é um movimento isolado e depende de vários elementos. Como você tem trabalhado a comunicação, o trabalho em equipe e os feedbacks na sua empresa?”, indaga o empreendedor.

Criatividade S/A (“Creativity Inc.”)
Autor: Ed Catmull
Editora: Rocco

2 — Elon Musk
Elon Musk – Como o CEO Bilionário da Spacex e da Tesla Está Moldando Nosso Futur, de Ashlee Vance

“Elon Musk – Como o CEO Bilionário da Spacex e da Tesla Está Moldando Nosso Futuro” é um livro sobre um dos empreendedores mais excêntricos e visionários da atualidade: o sul-africano Elon Musk.

Ele é o homem por trás dos cobiçados esportivos elétricos da Tesla Motors, dos painéis e baterias de energia solar popularizados pela SolarCity e dos foguetes espaciais da SpaceX, construídos do zero com recursos privados e muito mais baratos que qualquer versão já lançada pelas agências governamentais. Entre as próximas metas de Musk, consta nada menos que a colonização de Marte.

No livro, o jornalista de tecnologia Ashlee Vance apresenta um olhar inédito sobre a vida e as realizações inacreditáveis do “homem mais audacioso do Vale do Silício”.

“É quase impossível falar em inovação e empreendedorismo e não citá-lo. Musk quer transformar as formas como nos locomovemos, nos comunicamos e utilizamos a tecnologia para tornar nosso dia a dia mais prático”, afirma Abe, da Rakuten Digital Commerce. “É um banho de motivação para empreendedores que estão sempre dispostos a surpreender.”

Elon Musk
Autor: Ashlee Vance
Editora: Intrínseca

3 — “High Output Management”
High Output Management, de Andrew Grove

“High Output Management”, livro ainda não traduzido para o português, é um guia para a arte e a ciência da administração. Seu autor, Andrew Grove, é fundador da gigante de tecnologia Intel. O livro ensina quais técnicas e indicadores você pode usar para fazer um recrutamento preciso; como tornar seus funcionários e colegas de trabalho em um time altamente produtivo; e, basicamente, revoluciona a maneira pela qual trabalhamos. Recrutamento certeiro: Veja 7 ações para contratação de pessoas incríveis, elencadas pela ContaAzul Patrocinado

“O ex-CEO da Intel costumava dar lições de gestão para sua equipe. Esses ensinamentos são preciosíssimos e me inspiraram muito sobre o desafio de liderar pessoas. Mudou minha vida!”, afirma Diego Gomes, fundador da Rock Content.

“High Output Management”
Autor: Andrew Grove
Editora: Vintage

4 — O Lado Difícil das Situações Difíceis
O Lado Difícil das Situações Difíceis, de Ben Horowitz

Em “O Lado Difícil das Situações Difíceis – Como Construir Um Negócio Quando Não Existem Respostas Prontas”, Ben Horowitz, um dos empreendedores mais respeitados e experientes do Vale do Silício, conta a história de como ele mesmo fundou, dirigiu, vendeu, comprou, geriu e investiu em empresas de tecnologia, oferecendo conselhos essenciais e normas de sabedoria prática para ajudar os empreendedores a resolver os problemas mais difíceis – aqueles de que as faculdades de administração não tratam.

Horowitz, grande fã de rap, ilustra as lições empresariais com letras de suas músicas favoritas e fala a verdade nua e crua sobre os assuntos mais espinhosos, desde como demitir um amigo até saber o melhor momento para vender a empresa.

“A grande sacada é que um livro muito duro e realista”, afirma Renato Mendes, da Organica. “Costumamos ouvir os empreendedores enfatizando a boa parte de ter um negócio, mas esse livro mostra o lado contrário. Você aprende muito, porque é uma obra muito real, com o lado cruel do empreendedorismo.”

O Lado Difícil das Situações Difíceis (“The Hard Thing about Hard Things”)
Autor: Ben Horowitz
Editora: Martins Fontes

5 — A Marca da Vitória
A Marca da Vitória, de Phil Knight

Aos 24 anos, depois de se formar e viajar como mochileiro pelo mundo, o empreendedor Phil Knight decidiu que não seguiria um caminho convencional. Em vez de trabalhar para uma grande corporação, iria à luta para criar algo próprio, dinâmico e diferente.

Com 50 dólares emprestados pelo pai, ele abriu em 1963 uma empresa com uma missão simples: importar do Japão tênis de alta qualidade e baixo custo. E mal acreditou quando conseguiu vender rapidamente todos os calçados de suas primeiras encomendas.

Mas o caminho até tornar a Nike uma das marcas mais emblemáticas, inovadoras e rentáveis do mundo não foi fácil, e Knight fala em detalhes dos riscos que enfrentou, dos concorrentes implacáveis e de seus muitos triunfos e golpes de sorte no livro “A Marca da Vitória – A Autobiografia do Criador da Nike”.

“Nessa obra, o leitor confirma que toda operação comercial tem seus altos e baixos, além de concluir que a vitória é resultado de persistência e gestão de valores”, afirma Abe, da Rakuten Digital Commerce.

“O autor também ressalta os pilares do sucesso: ter líderes fortes, investir em algo que se ama fazer, vislumbrar as oportunidades acima das perdas e não temer o erro são alguns deles.”

A Marca da Vitória (“Shoe Dog”)
Autor: Phil Knight
Editora: Sextante

6 — Nada Easy
Nada Easy, de Tallis Gomes

Tirar uma ideia do papel é uma arte; fazer isso em um cenário hostil como o mercado brasileiro, é quase impossível. Escalar seu negócio, crescer exponencialmente é o sonho de todo empreendedor, porém, como fazer isso?

No livro “Nada Easy”, Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi e da Singu, apresenta o passo a passo das etapas para validar de forma correta a sua ideia, abrir seu empreendimento e fazê-lo crescer, sem desperdiçar tempo e recurso produzindo algo pelo qual as pessoas não pagariam. Tallis já foi listado pela revista Forbes como um dos 30 jovens mais transformadores do Brasil, eleito o Young Leader of The Year nos EUA e eleito pelo MIT um dos jovens mais inovadores do país.

“A maior qualidade de um empreendedor é não ter medo de errar, tomar riscos e de eventuais fracassos. Quando observo o Tallis [Gomes], percebo nele essas qualidades”, afirma José Mendes, fundador do Hotel Urbano.

Nada Easy
Autor: Tallis Gomes
Editora: Gente

7 — Organizações Exponenciais
Organizações Exponenciais, de Michael S. Malone, Salim Ismail e Yuri Van Geest

Os autores Michael S. Malone, Salim Ismail e Yuri Van Geest, da Singularity University, pesquisaram exaustivamente os padrões das empresas exponenciais mais importantes do mundo nos últimos seis anos, tais como Waze, Tesla, Airbnb, Uber, Xiaomi, Netflix, Valve, Google (Ventures), GitHub, Quirky e 60 outras empresas, incluindo empresas de sucesso, como GE, Haier, Coca Cola, Amazon, Citibank e ING Bank.

Entrevistando mais de 70 líderes globais e pensadores, trazem uma nova e ampla visão sobre as tendências organizacionais e tecnológicas essenciais, que podem ser aplicadas nas startups, nas empresas de médio porte e nas grandes organizações.

“O livro é base para quem quer entender o mindset da nova economia. Mostra por dentro o funcionamento de startups de alto impacto, como os seus empreendedores pensam, como se organizam e como atuam”, explica Mendes, da Organica.

Organizações Exponenciais (“Exponential Organizations”)
Autores: Michael S. Malone, Salim Ismail e Yuri Van Geest
Editora: HSM

8 — Sem Limites – A História da Netshoes
Sem Limites – A História da Netshoes, de José Eduardo Costa

 

O livro “Sem Limites – A História da Netshoes” conta a história de dois primos de ascendência armênia, Marcio Kumruian e Hagop Chabab, que em 2000 abriram uma loja de calçados na rua Maria Antônia, na capital paulista, e a transformaram na maior varejista digital de itens esportivos da América Latina.

A Netshoes fatura hoje mais de 2 bilhões de reais e emprega mais de 2 mil colaboradores. O livro conta como se deu a migração da loja de rua para o comércio eletrônico, os sucessivos desafios superados pelos primos, das conversas para a compra da plataforma de e-commerce com os americanos, sem que nenhum dos sócios falasse inglês, à montagem do primeiro centro de distribuição automatizado. Da loja física para a virtual: Veja com a Tray 6 dicas para a transição Patrocinado

“É inspirador ver o quão longe um empreendedor brasileiro pode chegar”, afirma Gomes, da Rock Content. “O livro e a trajetória da Netshoes são o maior case recente de uma empresa brasileira que cresceu e escalou em alta velocidade, resultando no seu IPO.”

Sem Limites – A História da Netshoes
Autor: José Eduardo Costa
Editora: Gente

9 — A Startup Enxuta
A Startup Enxuta, de Eric Ries

Eric Ries criou uma abordagem revolucionária de administração, que transformou a maneira pela qual os novos produtos são criados, desenvolvidos e lançados. “A Startup Enxuta” ensina administradores, empreendedores e líderes empresariais a serem mais bem-sucedidos na condução de seus negócios sem, contudo, desperdiçar tempo e recursos.

“Indicado em todos os círculos acadêmicos quando o assunto é empreendedorismo, esse livro é leitura indispensável se você quer tirar um projeto do papel. O autor criou um grande movimento que vem ajudando diferentes tipos de negócios tecnológicos a decolarem”, diz Abe, da Rakuten Digital Commerce. “Não deixe de conferir as dicas de um dos gurus do Vale do Silício.”

A Startup Enxuta (“The Lean Startup”)
Autor: Eric Ries
Editora: Casa da Palavra

10 – Supere o Não: Negociando Com Pessoas Difíceis
Supere o Não: Negociando Com Pessoas Difíceis, de William Ury

Todos querem chegar ao “sim” em uma negociação. Mas e se o outro repetidamente diz “não” para você? Como negociar com sucesso com um chefe obstinado, um cliente irritado ou um colega de trabalho malandro?

O especialista William L. Ury apresenta no livro “Supere o Não” táticas infalíveis para negociar com qualquer tipo de pessoa. A obra dá estratégias para todas as situações de negociação possíveis, apontando alternativas eficientes e maneiras de identificar e neutralizar os truques de seu oponente.

“Um clássico no mundo das negociações, este livro de William L. Ury reúne técnicas práticas para que você consiga lidar com diferentes interlocutores, defendendo seus argumentos de forma organizada e aumentando suas chances de sucesso”, diz Abe, da Rakuten Digital Commerce.

“É um guia apurado de como reverter os ‘nãos’ que todo empreendedor encontra em sua jornada para ingressar ou mesmo crescer em seu ramo de atuação.”

Supere o Não: Negociando Com Pessoas Difíceis
Autor: William L. Ury
Editora: Best Seller

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Conheça truques que ajudam bastante a melhorar a sua compreensão de textos

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Publicado no Amo Direito

Durante o ano, não é raro encontrar universitários sobrecarregados com a carga de leitura dos cursos. Por causa do cansaço e do volume de conteúdos, é natural que os estudantes sintam mais dificuldade em compreender os textos e, consequentemente acabem demorando mais para ler. No entanto, existem técnicas eficazes que otimizam a compreensão dos leitores e podem ajudar quem está estudando para as provas e trabalhos finais. Confira abaixo ótimas dicas, e boa sorte!

Leia o prefácio e a introdução
Por mais que se queira ganhar tempo, pular o prefácio e a introdução do texto não é uma boa ideia. O motivo? Lá estão informações importantes sobre o conteúdo do texto, como a opinião do autor sobre o tema e os principais tópicos que serão abordados. Ao ler essas duas partes, o estudante já terá uma visão do assunto e ficará mais atento nos pontos importantes do livro.

Faça anotações
Enquanto lê, é importante guardar suas impressões, fazendo anotações quando encontrar uma frase ou parágrafo relevante. A ideia é que sejam notas breves e concisas, que simplifiquem os conceitos. Depois de finalizar a leitura, faça um resumo com essas notas para reforçar a compreensão do conteúdo.

Não grife mais do que o necessário
Não abuse do marca-textos! Ao sublinhar as páginas, destaque palavras-chave ou frases curtas. Grife apenas o que for extremamente importante, caso contrário, o destaque perderá o efeito de síntese.

Leia antes de ir para a aula
Tente adiantar a leitura para já estar familiarizado com os conceitos antes da aula. Dessa forma, se você tiver dúvidas, não precisa esperar mais tempo para resolvê-las. A técnica também otimiza o aprendizado, pois ler de acordo com o ritmo da turma faz com que o estudante esteja atualizado em relação ao conteúdo, sem contar que a carga de leitura não se acumula.

Fonte: noticias universia

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Plágio também vale? Decorar frases prontas vira estratégia para redação do Enem

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Marlene Bergamo/Folhapress

Marlene Bergamo/Folhapress

Ana Carla Bermúdez, no UOL

O formato previsível e a importância que a redação tem para a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) estão fazendo candidatos recorrerem a fórmulas prontas e até decorarem trechos de textos de professores para usar em suas redações. Mas essa prática abre um debate: existe limite entre inspiração e plágio?

O modelo de redação cobrado pelo Enem ao longo dos anos costuma ser sempre o mesmo: um texto dissertativo-argumentativo, de até 30 linhas, com introdução, desenvolvimento e conclusão, que deve propor uma solução ao problema apresentado.

Saber lidar bem com esse formato e garantir uma boa nota na redação pode ser algo decisivo para o aluno na hora de obter uma boa colocação no Enem — o exame que avalia os estudantes que estão concluindo o ensino médio e pode garantir vagas nas principais universidades do país.

Uma das redações que tirou nota mil (a nota máxima) na última edição do Enem, por exemplo, tinha partes praticamente idênticas a outros dois textos: uma redação nota mil do Enem 2015 e um texto feito para o Enem de 2014 pelo professor Rafael Cunha, do curso de educação à distância Descomplica.

“É absolutamente normal que alguém se inspire em algo que já deu certo”, diz Cunha. O professor afirma, no entanto, que existe um limite para isso: “ele me parece ser ultrapassado quando são utilizadas exatamente as mesmas palavras que o autor original. Mas, ao mesmo tempo, as regras permitem que isso aconteça, então não vejo maiores problemas”, diz.

“É claro que, em um mundo utópico, o ideal seria o aluno fazer um texto autoral, tendo plena autonomia para exercitar aquilo ali que é pedido. Mas, na realidade, não é o que acontece”, afirma Gabriela Carvalho, coordenadora de redação do curso Poliedro.

“Quando vou tentar convencer meus alunos a não copiarem, eu pergunto: como vocês vão decorar e lembrar dessa frase? E como vão ter certeza de que ela vai caber no tema que cair?”, afirma Gabriela.

Ela conta que a cópia é uma tática recorrente entre os alunos, que têm o hábito de fazer redações ao estilo “Frankenstein”: ou seja, pegando trechos de um ou mais textos diferentes. “Eles estudam a redação acima da média como fórmula e realmente decoram as frases”, afirma.

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Modelo “mecânico”

Para o professor Cunha, é preciso questionar o modelo de redação proposto no Enem, que é “quase uma receita de bolo a ser seguida”. Segundo ele, isso faz com que os alunos acabem refletindo menos, o que levaria a um preparo mais “mecânico”.

Eduardo Calbucci, professor do curso Anglo, afirma que “o texto não pode ser uma colagem de partes feitas por outras pessoas”, mas defende: “o aluno inevitavelmente vai (fazer o exame) com uma estrutura mais ou menos pensada, porque senão seria impossível fazer a redação em quarenta minutos, uma hora. Não é receita de bolo, é apenas um ponto de partida”.

Para Gabriela, o problema vem de uma estrutura ainda maior. “Você tem corretores que estão fazendo uma correção mecânica porque precisam de dinheiro e, ao mesmo tempo, um aluno que está em uma sociedade com poucas vagas universitárias e quer se livrar dessa desgraça que é prestar vestibular”, afirma.

A professora diz que o aluno acaba repetindo a maneira com que estuda as outras matérias, como química ou matemática, por exemplo, nas quais a forma mais comum de se ensinar seria copiando e resolvendo exercícios. “Ele (aluno) está muito habituado à ideia de fórmula pronta e cópia. Então, ele acaba não percebendo nenhum problema moral ou educacional”, afirma.

Cópia da cópia da cópia

O plágio, segundo os professores ouvidos pelo UOL, acontece há muito tempo e em muitos vestibulares. “Eu aposto que existem centenas, talvez milhares de redações feitas no Brasil feitas por professores que vão conter trechos que vão ser copiados por alunos”, afirma Cunha.

Mas, para Gabriela, a origem do problema é social. “As pessoas ficam chocadas, mas elas não percebem que nos próprios comentários que fazem no dia a dia elas são incapazes de produzir pensamentos e argumentos próprios”, afirma.

O plágio nos vestibulares, segundo ela, tende a não ser notado, pois é bastante difícil que o corretor consiga conferir se há cópia em um texto desse tipo.

Mas Calbucci afirma: “se isso escapa às vezes no Enem, é sinal de que os corretores são muito pressionados a corrigir muitas redações em pouco tempo”.

“Isso vai dar problemas mais para a frente, quando a pessoa já estiver na faculdade, por exemplo. Ela vai ter que escrever muito e aí vai perceber a importância desse processo de fazer um texto”, afirma Gabriela.

Ela ressalta: “se a gente tem a possibilidade de ajudar o aluno, só sendo muito honesto com ele. É dizer: você faz parte do problema, mas também da solução”.

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