Brasileira realiza o sonho de estudar em Harvard com apenas 15 anos

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Adolescente estuda Introdução à Relações Internacionais e Filosofia.
Programa faz parte de um curso de verão da instituição americana.

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Anna Gabriela Ribeiro Do G1

O sonho de estudar em Harvard, uma das instituições de ensino mais conceituadas do mundo, já foi realizado por uma jovem brasileira de apenas 15 anos. Moradora de Santos, no litoral de São Paulo, a adolescente estuda Introdução a Relações Internacionais e Filosofia em Harvard, nos Estados Unidos.

O programa faz parte de um curso de verão disponibilizado pela Universidade, mas pode abrir as portas para que a jovem Giovana Shammass, de 15 anos, realize a graduação na instituição. “A possibilidade de participar de um programa como este é construída ao longo da vida escolar. Durante o processo de admissão, eles solicitam bom histórico de notas, cartas de recomendação da escola e de professores, apresentação de trabalhos escritos, além de termos de comprovar proficiência em inglês. A escola onde estudo no Brasil mantém parceria com uma universidade americana, a Texas Tech, oferecendo a opção de formação complementar no High School (ensino Médio americano), que também estou cursando. Isso ajudou muito no processo de admissão”, explica Giovana.

A adolescente conta que estar em Harvard é a realização de um sonho. “Desde muito cedo tive vontade de estudar fora do meu país e conhecer o dia a dia de outros lugares. Esse assunto sempre foi tratado com muita atenção pela minha família. Já sabia que Harvard estava entre as melhores universidades e a possibilidade de fazer cursos lá, ainda nesta fase do Ensino Médio, foi citada dentro de uma palestra de orientação da escola. Harvard imediatamente tornou-se uma meta para a experiência que sempre sonhei”, afirma.

A rotina de estudos é intensa. Segundo Giovana, a preparação vai além das horas na sala de aula. “Em Harvard tenho aulas, duas vezes por semana, de cada um dos cursos que estou frequentando, mais os workshops sobre vários temas, alguns dos quais obrigatórios, outros facultativos, mas que procuro assistir. É esperado que você tenha se preparado para a aula que vai assistir. São apresentadas com antecedência as listas do material de leitura obrigatória e facultativa para cada curso. Me preparo fazendo as leituras indicadas e atividades complementares, o que me deixa sem muito tempo para outras atividades”, relata.

Apesar da correria, a garota procura fazer amizades e passear. “Nos fins de semana me dedico a lavar roupa e fazer a manutenção do dormitório, mas sempre é possível fazer passeios com os amigos que fiz aqui. É muito interessante conviver com tamanha diversidade cultural. As amizades criadas aqui serão um grande patrimônio conquistado para toda minha vida”, afirma Giovana.

Apesar das dificuldades enfrentadas, a adolescente diz que o esforço é compensador e que planeja fazer a graduação em uma instituição internacional. “O processo de admissão é rigoroso e não existe a certeza de que você será aceito no programa. Isso traz muita ansiedade. Enfrentar esta ansiedade foi um grande desafio. Graduar em Harvard ou em outra Universidade no exterior faz parte dos meus planos. Mas é certo que estar aqui hoje me ajuda a desmistificar as possibilidades que antes pareciam incrivelmente distantes de nossa realidade no Brasil. O sonho é possível, mas exige dedicação e foco”, finaliza.

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Bares e restaurantes literários que você pode conhecer!

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Diego Santos, no Literatortura

Imagine só, ter a oportunidade de poder viajar pelo mundo e provar a culinária de diversos países?!

Não, infelizmente não estamos oferecendo uma promoção pra isso.

A real intenção desse post é indicar alguns restaurantes bem interessantes que qualquer fã de literatura vai adorar visitar, caso esteja viajando por aí.

Tratam-se de restaurantes temáticos, inspirados em grandes clássicos literários ou artísticos.

Para conferir, basta clicar nas setas acima.

[Se não viu a parte 1, clique aqui.]

Onegin, em New York (EUA)

O design suntuoso desta fusão visual, foi baseado na obra de Pushkin, Eugene Onegin. O restaurante recria toda a opulência russa do século 19.

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Gogol, em São Petersburgo

Na São Petersburgo de Gogol, enfeitada como um apartamento do século 19, uma grande sobretudo preto dependurado na porta de entrada e os menus são salpicadas com a escrita de Gogol e também divide-se em capítulos como romances. É uma ironia cruel criar um restaurante baseado no nome de um escritor que morreu de fome.

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Alice in Magic World, em Toquio (Japão)

Tenha cuidado com as camadas de sua comida quando comer na Alice in Magic World, restaurante temático criado pela Fantastic Design Works Co. Cada ambiente recria uma cena diferente do livro.

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Les Éditeurs, em Paris (França)

Restaurante-biblioteca ou biblioteca-restaurante? Quem consulta o website da Les Éditeurs, é uma biblioteca -restaurante tomada por livros, situado no Quartier Latin. Mas não importa como a chamam, está sempre cheia de boa comida e bons livros doados pelas editoras que a frequentam.

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Club Verne, em Budapest (Hungria)

Você não precisa percorrer 20.000 léguas submarinas para encontrar o restaurante dedicado a Jules Verne. Mas terá que ir para a Hungria. Considere também conhecer a Le Jules Verne, a meio caminho da Torre Eiffel.[Photos via]

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Biblio, no Brooklyn (New York – EUA)

Onde é mais provável encontrar um restaurante literário do que em Brooklyn? O restaurante de Williamsburg, Biblio, encanta os visitantes com um menu anunciado como um “Sumário” e repleto de alusões literárias.

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Bookbar, em Denver

Além da obviedade do nome “Bookbar” , que já diz que é uma livraria e bar,servem café e muito mais. Se você o encontrar, provavelmente nunca irá sair (por que você precisa?). [Photos via]

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Café Kafka, em Barcelona (Espanha)

Este café boêmio e literário em Barcelona, tem o nome de um dos maiores escritores de todos os tempos. É preocupante, no entanto, ao ouvir os toaletes, de todas as coisas, descritos como kafkiano. [Photos via]

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Hugo Café, em Dubai

Com cadeiras e fachadas no estilo parisiense, juntamente com uma salpicos de referências visuais do próprio escritor Victor Hugo, faz desse restaurante único. Supostamente, há também alguns “materiais audiovisuais.” Literários.[Photos via]

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Café du Livre, em Marrakesh

Os proprietários deste restaurante-livraria dizem que foi com a intenção de criar um lugar onde os amigos internacionais poderiam se unir para o prazer, falar e troca de idéias. Café du Livre é abastecido com poltronas de pelúcia, comida deliciosa, e cerca de 2.000 volumes em vários idiomas para leitura ou compra. Nada melhor para estimular a conversa literária.[Photos via]

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The Winding Stair, em Dublin (Irlanda)

Este estabelecimento, livraria / café / restaurante, foi nomeado por causa da sua escada em caracol, e também devido ao famoso poema de Yeats. Enquanto leem os livros disponíveis, o restaurante serve o melhor combustível para enfrentar um romance complexo.

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Para além dos livros: a literatura infantojuvenil do século XXI

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O adolescente do século XXI é preguiçoso, viciado em smartphones, redes sociais, aplicativos e sem grandes ambições. Será? Novas observações sobre o mercado literário direcionado a tal público mostram uma alta gritante nos números de venda de livros infantojuvenis, desconstruindo a dissociação entre a literatura e os jovens.

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Sofia Alves, no Homo Literatus

A maioria dos livros que fazem parte de listas que selecionam os livros mais vendidos da semana ou do mês são de autores infantojuvenis. John Green e Cassandra Clare são dois nomes muito poderosos entre a garotada, arrastando legiões de fãs pelo mundo que se identificam e criam vínculos afetivos com seus personagens.

Os livros têm se difundido entre essa faixa de idade com tal força graças a um conjunto de fatores interessantes e observáveis no cotidiano. A internet torna-se meio de conhecimento e troca de informações sobre os exemplares por abranger uma grande quantidade de pessoas interessadas em determinados assuntos, o que agiliza a busca por novos títulos e apimenta a discussão sobre os enredos, etc. Com isso, o número de blogs que postam resenhas dos últimos lançamentos literários para o público jovem tem crescido exponencialmente e se difundido com uma velocidade impressionante, caracterizando assim uma geração de leitores extremamente ativos e informados sobre seus livros favoritos.

A grande pergunta é: se essa geração utiliza tanto da tecnologia para se informar sobre novos títulos e buscar mais informações sobre aqueles que já tem simpatia, por que o consumo de e-books ainda não é tão alto quanto se estima? Simples: porque nessa faixa de idade há a necessidade da autopromoção. O processo de leitura vai para além da assimilação das palavras. O leitor infantojuvenil precisa mostrar aos seus colegas o que está lendo e o progresso que está tendo, preferindo então a compra de livros físicos. Essa exibição gera uma identificação e, consequentemente, uma aproximação entre pessoas com gostos afins, formando-se então as famosas “tribos”.

Cada um desses grandes escritores queridos pelos adolescentes assume um papel social de grande importância e que acaba por aproximar sua imagem da personalidade dos fãs. O norte-americano John Green, por exemplo, é uma das personalidades mais influentes nas redes sociais da atualidade. Dono de vlogs no Youtube, contas no Twitter e de grandes doações, o autor ganhou o carinho da molecada por seu perfil simples e deslocado, típico dos adolescentes que leem suas obras.

Alguns estudiosos no ramo gostam de atribuir o começo dessa era de fanatismo literário com a explosão do fenômeno Harry Potter, onde milhões de crianças e adolescentes ao redor do mundo devoravam exemplares de 300 a 500 páginas em dias.

O grande questionamento que fica é sobre a qualidade dos livros. Há alguns anos atrás essa mesma faixa de idade lia títulos recomendados por professores e pais, o que trazia às histórias uma moral educacional. No século XXI a leitura está mais associada à diversão, com personagens leves e histórias com uma proximidade emocional de seu público.

A leitura deve ser um processo de crescimento tal como o desenvolvimento biológico de um ser humano. Primeiro deve-se deleitar de histórias mais simples para depois então partir para enredos mais densos e complexos. A fixação nos dois extremos é prejudicial visto que limita as possibilidades de leitura da vida, um dos grandes objetivos da leitura. O ser humano (quase) perfeito é aquele que encontra equilibro entre o que ama e o que detesta.

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Morre aos 87 anos o escritor Ariano Suassuna, o cavaleiro do sertão

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Autor paraibano foi vítima de uma parada cardíaca, em Recife, onde viveu a maior parte de sua vida

O escritor Ariano Suassuna, em foto de 2007 - (Foto: Leonardo Aversa / Agência O Globo)

O escritor Ariano Suassuna, em foto de 2007 – (Foto: Leonardo Aversa / Agência O Globo)

Publicado em O Globo

O escritor paraibano Ariano Suassuna morreu às 17h28m desta quarta-feira, aos 87 anos, vítima de uma parada cardíaca provocada pela hipertensão intracraniana. Ele estava internado no Real Hospital Português, em Recife, Pernambuco, desde segunda-feira, depois de sofrer um acidente vascular cerebral hemorrágico. O autor passou por uma cirurgia de emergência, acabou entrando em coma e não resistiu. Integrante da Academia Brasileira de Letras, Suassuna teve seis filhos e 15 netos. Defensor da cultura popular brasileira, era um dos maiores dramaturgos do país, além de autor de romances e poemas.

No dia 21 de agosto do ano passado, ele foi atendido no mesmo hospital por causa de um infarto, “com comprometimento cardíaco de pequenas proporções”. Uma semana depois, passou mal e voltou a ser internado, sendo submetido a uma arteriografia para corrigir um aneurisma que vinha lhe provocando fortes dores de cabeça.

Nascido em 16 de junho de 1927 em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, capital da Paraíba, Ariano Vilar Suassuna era filho de João Suassuna, então governador de seu estado natal. Com o fim do mandato, um ano depois, toda a família se mudou para o interior.

O velho contador de histórias do sertão tinha apenas 3 anos quando um fato trágico marcou sua infância. No desenrolar da Revolução de 1930, um pistoleiro de aluguel assassinou seu pai com um tiro pelas costas, numa rua do Rio de Janeiro.

O assassinato foi motivado por boatos que apontavam o patriarca da família Suassuna como mandante da morte de João Pessoa, seu sucessor no governo, fato que serviu de estopim para a revolução. Um ambiente assim, com dívidas de sangue e rivalidade entre famílias, cobrava dos órfãos a vingança. Mas, um dia antes de ser assassinado, João Suassuna deixou uma carta aos nove filhos pedindo que eles não se tornassem assassinos por sua causa.

UMA BIBLIOTECA DE HERANÇA

Matheus Nachtergaele e Selton Mello na versão de “Auto da Compadecida” para o cinema dirigida por Guel Arraes no ano 2000 – Divulgação/Nelson di Rago

Ariano Suassuna obedeceu. Em vez disso, dizia estar perto de perdoar os criminosos que mataram seu pai. A mãe e viúva também ajudou, ao dizer que o pistoleiro responsável pelo crime já havia morrido (era mentira). Com a tragédia, a família mudou-se para a pequena cidade de Taperoá, no interior da Paraíba. E Ariano herdou a biblioteca do pai, onde encontrou livros importantes para sua formação. Um dos mais importantes, sem dúvida, foi “Os sertões”, de Euclides da Cunha. A obra lhe apresentou um dos personagens que mais marcaram sua vida: Antônio Conselheiro, profeta e líder de Canudos.

Em 1942, Suassuna foi para Recife concluir o ensino básico. Anos depois, na faculdade de Direito, ajudou a fundar o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, encenou sua primeira peça: “Uma mulher vestida de sol”. Nove anos depois, levaria aos palcos seu texto mais conhecido, “Auto da Compadecida”, que ganharia adaptações na TV e no cinema.

Por causa do teatro, deixou o Direito de lado seis anos após ter se formado. O romance surgiu mais tarde em sua vida. Em 1971, Ariano Suassuna lançou seu “Romance d’a pedra do reino e o príncipe do sangue vai-e-volta”, com nome comprido como seus cordéis tão adorados e pensado para ser uma trilogia. Com o livro, o escritor avança em relação à literatura regionalista dos anos 1930, representada por João Guimarães Rosa e José Lins do Rego. Mais tarde, Ariano Suassuna diria que “A pedra do reino” era, de certa forma, uma tentativa de trazer seu pai de volta à vida.

Havia quem acusasse o escritor de lutar contra moinhos de vento: o escritor se apresentava como um defensor da cultura popular brasileira, contra a invasão da indústria cultural norte-americana. Falava mal de Madonna e Michael Jackson. Não à toa, quando foi secretário de Cultura do governo Miguel Arraes, nos anos 1990, tornou-se um ferrenho opositor do maracatu eletrônico e do manguebeat. Ele se recusava, por exemplo, a chamar Chico Science, o vocalista da Nação Zumbi, pelo nome artístico. Dizia “Chico Ciência”.

A defesa da cultura nacional, que muitas vezes lhe rendeu o rótulo de xenófobo, já vinha no sangue e no nome da família. Na onda nacionalista depois da Independência, em 1822, vários brasileiros adotaram nomes indígenas. Seu bisavô Raimundo Sales Cavalcanti de Albuquerque escolheu Suassuna, de origem tupi, e nome de um riacho da região onde a família vivia. Nos anos 1970, fazendo jus ao nacionalismo da linhagem, Ariano fundou o Movimento Armorial, que defendia a criação de uma cultura erudita com bases na cultura popular — e toda a sua obra orbita em torno desse ideal.

Em 1989, o sertanejo foi eleito para a cadeira de número 32 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono era Araújo Porto-Alegre. Sexto ocupante da cadeira, Suassuna nunca foi um imortal de frequentar os eventos da instituição. Era uma espécie de filho pródigo da ABL.

NOVA OBRA VINHA SENDO ESCRITA HÁ MAIS DE 20 ANOS

Para além de sua obra, o escritor paraibano ficou famoso também por dar aulas em que dissecava a cultura brasileira, as suas origens ibéricas, a tradição dos violeiros, dos cantadores, das rabecas, dos cordéis. Eram aulas-espetáculo. E a última foi na sexta-feira passada, no 24º Festival de Inverno de Garanhuns, a 230 quilômetros de Recife. O Teatro Luiz Souto Dourado ficou lotado, como sempre acontecia nesses eventos. Um dos motivos de tanto sucesso era o bom humor do escritor, uma de suas marcas. Não que tenha sido sempre assim. Suassuna atribuía o aparecimento do humor em sua vida ao encontro com Zélia, sua mulher há mais de 50 anos. Para Suassuna, ela havia “desatado alguma coisa” dentro dele. “O riso a cavalo e o galope do sonho são as duas armas de que disponho para enfrentar a dura tarefa de viver”, escreveu em “A pedra do reino”.

Ariano Suassuna e sua mulher, Zélia, em março de 2000 – Agência O Globo/Josenildo Tenório/6-3-2000

 

Ariano Suassuna trabalhava em um novo livro havia mais de 20 anos, e dizia estar longe de terminar. Não era para menos. Seu processo de criação era lento: escrevia e reescrevia, várias vezes, à mão. Depois, copiava para a máquina de escrever e, só então, corrigia. Era aí que o escritor passava tudo a limpo, novamente à mão. Às vezes, descartava todo o material e voltava ao começo do processo. Como ilustrava os próprios livros e ainda parava para dar suas famosas aulas-espetáculo pelo país, demorava mais ainda. Sem título, o romance seria a continuação de “A pedra do reino”.

Além do amor pela literatura, havia espaço para o futebol: seu time do coração era o Sport Club do Recife, que até o homenageou em seu uniforme em 2013 com uma frase que ele costumava repetir: “Felicidade é ser Sport”. Suassuna tinha fama de pé quente.

Entre as muitas homenagens que recebeu, uma das que mais o marcaram foi o desfile da escola de samba Império Serrano, que levou para a avenida o enredo “Aclamação e coroação do imperador da pedra do reino Ariano Suassuna”, em 2002. “Um escritor que ama o seu país não pode querer homenagem maior que esta”, disse.

Em 2007, ele assumiu a secretaria de Cultura de Pernambuco a convite do governador Eduardo Campos, e chegou a ocupar outros cargos até deixar o governo recentemente, em abril de 2014.

O ano de 2007 também foi marcado pela celebração dos 80 anos do escritor em todo o Brasil. As homenagens o levaram a viajar de Norte a Sul do país. Uma epopeia para um homem que, além de apreciar o sossego, detestava avião. Mesmo assim, o apaixonado e muitas vezes polêmico defensor da cultura popular brasileira seguia adiante. Mas brincava: se soubesse que chegar aos 80 anos daria tanto trabalho, teria ficado nos 79.

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90 livros para ler antes de morrer

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Publicado por Catraca Livre

1Até o último dia em que você viver, haverá uma lista imensa de livros que podem ser lidos. No site Universia Brasil existem mais de 90 clássicos da literatura mundial. Tudo de graça, prontos para o download.

Na lista, obras como “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert; “Fausto”, de Goethe; “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri e muito mais. Veja a lista completa no site da Universia

1. Baixe o livro O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde (em Inglês) 

2. Baixe o livro Recordações da Casa dos Mortos, de Fiódor Dostoievski (em Inglês)

3. Baixe o livro Os Irmãos Karamazov, de Fiódor Dostoievski (em Inglês)

4. Baixe o livro Guerra e Paz, de Leon Tolstoi (em Inglês)

5. Baixe o livro A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo

6. Baixe o livro Assim Falava Zaratustra, de Nietzsche (em Inglês)

7. Baixe o livro Orgulho e Preconceito, de Jane Austen

8. Baixe o livro Os Miseráveis, de Victor Hugo

9. Baixe o livro Hamlet, de William Shakespeare

10. Baixe o livro Coração das Trevas, de Joseph Conrad

11. Baixe o livro Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski

12. Baixe o livro O Processo, de Franz Kafka

13. Baixe o livro Moby Dick, de Herman Melville

14. Baixe o livro Robinson Crusoé, de Daniel Defoe

15. Baixe o livro Dom Quixote – (Volume II), de Miguel de Cervantes

16. Baixe o livro Dom Quixote – (Volume I), de Miguel de Cervantes

17. Baixe o livro As Viagens de Guliver, de Jonathan Swift 

18. Baixe o livro O Príncipe, de Maquiavel

19. Baixe o livro Os Sertões, de Euclides da Cunha

20. Baixe o livro Madame Bovary, de Gustave Flaubert

21. Baixe o livro Fausto, de Goethe

22. Baixe o livro Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis

23. Baixe o livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri

25. Baixe o livro Do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa

26. Baixe o livro Os Maias, de Eça de Queirós

27. Baixe o livro Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida

28. Baixe o livro o livro Utopia, de Thomas More

29. Baixe o livro Senhora, de José de Alencar 

30. Baixe o livro Poesias Inéditas, de Fernando Pessoa

31. Baixe o livro Poemas Traduzidos, de Fernando Pessoa

32.  Baixe o livro Poemas de Álvaro de Campos, de Fernando Pessoa

33. Baixe o livro Pai Contra Mãe, de Machado de Assis

34. Baixe o livro O Pastor Amoroso, de Fernando Pessoa

35. Baixe o livro O Mercador de Veneza, de William Shakespeare

36. Baixe o livro O Guardador de Rebanhos, de Fernando Pessoa

37. Baixe o livro O Guarani, de José de Alencar

38. Baixe o livro O Eu Profundo e os Outros Eus, de Fernando Pessoa

39. Baixe o livro O Espelho, de Machado de Assis

40. Baixe o livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo

41. Baixe o livro O Alienista, de Machado de Assis

42. Baixe o livro Iracema, de José de Alencar

43. Baixe o livro Este Mundo da Injustiça Globalizada, de José Saramago

44. Baixe o livro Édipo-Rei, de Sófocles

45. Baixe o livro Dom Casmurro, de Machado de Assis

46. Baixe o livro Cancioneiro, de Fernando Pessoa

47. Baixe o livro Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente

48. Baixe o livro Arte Poética, de Aristóteles

49. Baixe o livro A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Julio Verne

50. Baixe o livro A Igreja do Diabo, de Machado de Assis

51. Baixe o livro A Esfinge sem Segredo, de Oscar Wilde

52. Baixe o livro A Carta, de Pero Vaz Caminha

53. Baixe o livro A Cartomante, Machado de Assis

54. Baixe o livro A Alma Encantadora das Ruas, de João do Rio

55.Baixe o livro Reliquiae, de Florbela Espanca 

56. Baixe o livro Poemas Selecionados, de Florbela Espanca 

57. Baixe O Livro d’Ele, de Florbela Espanca 

58. Baixe o Livro de Sóror Saudade, de Florbela Espanca

59. Baixe o Livro de Mágoas, de Florbela Espanca

60. Baixe o livro Charneca em Flor, de Florbela Espanca 

62. Baixe o livro A Mensageira das Violetas, de Florbela Espanca 

63. Baixe grátis o livro Grimm’s Fairy Stories, Irmãos Grimm

64. Baixe o livro The Happy Prince and Other Tales, Oscar Wilde 

65. Faça o download grátis do livro Three Sermons, Three Prayer, de Jonathan Swift

66. Faça o download grátis do livro A Tale of a Tub, de Jonathan Swift

67. Baixe grátis o livro Til, de José de Alencar

68. Baixe o livro Viagens na minha terra, de Almeida Garrett

69. Baixe o livro Projeto Comédia Popular Brasileira da Fraternal Campanha de Artes e Malas-Artes (1993-2008), de Roberta Cristina Ninin

70. Baixe o livro Lira Dissonante, de Fabiano Rodrigo da Silva Santos

71. Circos e Palhaços Brasileiros, de Mário Fernando Bolognesi

72. Baixe o livro Tarde, de Olavo Bilac 

73. Baixe o livro O Caçador de Esmeraldas, de Olavo Bilac 

74. Baixe o livro As Viagens, de Olavo Bilac

75. Baixe o livro Alma Inquieta, de Olavo Bilac 

76.  Baixe o livro O triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto

77. Faça o download grátis do livro Ilíada, de Homero

78. Baixe grátis o livro Esaú e Jacó, de Machado de Assis

79. Baixe o livro O Navio Negreiro, de Castro Alves

80. Baixe o livro Macbeth, de William Shakespeare

81. Baixe o livro Drácula, de Bram Stoker

82. Baixe o livro A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães

83. Baixe o livro Brás, Bexiga e Barra Funda, de Antônio de Alcântara Machado

84. Baixe o livro Um coração simples, de Gustave Flaubert

85. Baixe o livro Lucíola, de José de Alencar

86. Baixe o livro Anna Karenina, de Liev Tolstoi

87. Baixe o livro O Anticristo, de Friederich Nietzsche

88. Baixe o livro A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas

89. Baixe o livro Mágico de Oz, de L. Frank Baum

90. Baixe o livro Os Lusíadas, de Luis de Camões

dica da Marjory Albuquerque e João Marcos

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