20 testamentos engraçados e últimos desejos absurdos deixados neste mundo

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Tatiane do Amaral Ribeiro, no Mega Curioso

Muita gente certamente tem aquele objeto favorito e já deve ter pensado: “Para quem eu vou deixar isso quando eu morrer?”. Pode ser na brincadeira ou até um pensamento sério, a verdade é que a gente quer deixar alguma coisa que nos lembre com alguém que amamos (ou nem tanto, como veremos mais abaixo).

Seja um simples último desejo ou até mesmo um complexo testamento, existem aqueles pedidos inusitados, estranhos e até mesmo divertidos deixados por pessoas no mundo inteiro. É claro que não temos acesso a todos eles, mas alguns famosos tornaram públicas suas vontades finais bizarras e agora você vai conhecer 20 delas.

01 – William Shakespeare

Último desejo: deixar sua “segunda melhor cama” para a esposa

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Esse não foi somente um último pedido de Shakespeare, pois ele até registrou como testamento. Naquela época, ter uma boa cama, sem pulgas ou vermes, era muito caro e muito valorizado. Os melhores móveis foram deixados para as filhas. Esse desejo de deixar a segunda melhor cama para a mulher fez aumentar as especulações a respeito de seu casamento.

Quando as pessoas leram o epitáfio que o escritor deixou para o seu túmulo, quase todos tiveram certeza de que ele e a esposa não estavam bem. Ele escreveu: “Bendito seja o homem que poupa essas pedras, e amaldiçoado quem move meus ossos”. Quando a mulher morreu, sete anos mais tarde, ninguém permitiu que seu corpo fosse colocado na mesma sepultura.

02 – Charles Dickens

Último desejo: que as pessoas que fossem ao seu funeral não usassem cachecol, casaco, laço preto, sobretudo ou qualquer tipo de vestimenta de luto

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Além disso, o escritor também não queria ter um funeral público e nem que fossem divulgados hora e local do velório e sepultamento. Ele pediu um funeral barato e simples, com o mínimo de pessoas possível. Mas, como era de se esperar para um autor tão importante, é óbvio que os seus pedidos foram todos ignorados.

Ele foi homenageado com um enorme cortejo fúnebre, com todos os amigos, familiares e fãs presentes em um funeral completo, que até mesmo se tornou um acontecimento nacional. O homem que estava acostumado a conseguir tudo o que queria em vida não teve o que desejada na sua morte.

03 – Benjamin Franklin

Último desejo: que sua filha não tivesse o passatempo caro e inútil de usar joias

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Benjamin Franklin foi um dos homens mais admirados do mundo ocidental no final do século 18. A razão do seu estranho pedido foi porque o ex-embaixador da França deu a Franklin um retrato do Rei Louis XVI em uma moldura cravejada com 408 diamantes.

Ele adorou o quadro e foi um dos seus objetos preferidos até a sua morte. Benjamin o deixou como herança para a sua filha, Sarah, mas com a condição acima mencionada, para impedi-la de remover os diamantes do quadro para fazer joias. (mais…)

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Editoras mais populares no Instagram (6)

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Sérgio Pavarini

Disponível na América do Norte, no Reino Unido e na Irlanda, o Figure 1 é uma rede social para médicos que funciona como um “Instagram”.

O aplicativo foi desenvolvido para que médicos possam discutir e trocar ideias entre si e com outros estudantes de medicina. Até agora, mais de 150 mil profissionais da saúde enviaram fotos usando a rede.

Ao contrário da disputa comum nas redes sociais, é bem interessante o objetivo de cooperação no Figure 1. A publicação do ranking de popularidade das editoras em redes sociais não deve acirrar a competição num mercado em que há espaço para todas crescerem.

A ideia é mostrar quais empresas estão usando estratégias bem-sucedidas e que possam servir de inspiração. No dialeto marqueteiro, o famoso “benchmarking”. O desafio de construir o país com homens e livros requer foco, força e fé. Não nos desviemos dele.  :-)

A nova lista de popularidade no Instagram tem apenas uma novidade. A Madras Editora agora também faz parte do ranking. Welcome!

Até novembro.

Ranking Outubro

#1:   46.300 Intrínseca intrínseca

#2:   35.500 Rocco editorarocco

#3:   34.900 Panelinha editorapanelinha

#4:   25.100 Casa dos Espíritos casadosespiritos

#5:   22.300 Novo Conceito novo_conceito

#6:   10.600 Cia das Letras companhiadasletras

#7:   10.300 Arqueiro editoraarqueiro

#8:     9.300 Galera Record galerarecord

#9:     8.000 Gutenberg editoragutenberg

#10:   7.800 Mundo Cristão mundocristao

#11:   6.400 Editorial Record grupoeditorialrecord

#12:   5.200 Sextante editorasextante

#13:   4.400 Central Gospel editora_centralgospel

#14:   4.000 Cosac Naify cosacnaify

#15:   3.500 WMF Martins Fontes editorawmfmartinsfontes

#16:   2.700 Saraiva editora_saraiva

#17:   2.400 CPAD editora_cpad

#18:   2.300 Univdoslivros universodoslivros

#19:   2.100 Editorazahar editorazahar

#20:   1.900 Madras Editora madraseditora

Ranking atualizado em 20/9/14

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A hora e a vez do ensino fundamental

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José Goldemberg, Estadão

As universidades públicas do Estado de São Paulo – USP, Unicamp e Unesp – passaram nos últimos meses por uma greve e uma crise que se pode chamar de “conjuntural”, mas não pode ser considerada um problema permanente ou “estrutural”. Apesar dos problemas, elas são universidades de Primeiro Mundo, por qualquer critério que se use para medir o seu desempenho: são comparáveis às universidades da Europa e da América do Norte e se encontram entre as 200 melhores universidades do mundo, onde existem 10 mil universidades.

No entretanto, elas custam ao Estado de São Paulo cerca de 10% dos impostos estaduais. O custo por aluno é próximo de R$ 50 mil por ano, que é o custo típico da anuidade dos estudantes nas universidades pagas no exterior. Os salários dos professores das universidades do Estado são também comparáveis aos de seus colegas em muitos países desenvolvidos.

Esses números são extraordinários para um país em desenvolvimento e um testemunho claro da mentalidade esclarecida do governo do nosso Estado desde 1934, quando foi criada a Universidade de São Paulo (USP). São poucos os países onde a elite dirigente decidiu conscientemente investir tão pesadamente no ensino superior.

Apesar desse esforço, só há lugar nas universidades públicas para cerca de 20% dos alunos que completam o ensino médio. Universidades privadas suprem as demais vagas, cobrando anuidades dos estudantes. Apesar de existirem mecanismos de financiamento governamental, como o Programa Universidade para Todos (ProUni), para atenuar esse problema, há ainda muito a fazer. Na França, que é um país rico, os estudantes que concluem o curso secundário têm acesso automático a uma universidade pública.

Em contraste, no ensino fundamental em São Paulo gastam-se cerca de R$ 5 mil por ano por aluno, os salários dos professores são inferiores aos de várias profissões da mesma escolaridade e aproximadamente a metade dos salários correspondentes nas escolas europeias.

Não é de surpreender, portanto, que haja enormes carências em prédios escolares, bibliotecas e laboratórios. Simplesmente não há recursos para atender a todas as demandas, apesar de o Estado gastar cerca de 20% de todo seu orçamento no ensino fundamental e médio.

Existe uma falta de clareza sobre a verdadeira natureza dos problemas da educação no Brasil. A abundância de “reformas do ensino”, de leis e regulamentos baixados teve historicamente muito menos impacto do que o aumento gradativo dos recursos orçamentários aplicados na área – um exemplo foi a criação da Universidade de São Paulo em 1934.

O Brasil gasta hoje cerca de 5% do seu produto interno bruto (PIB) em educação, que é aproximadamente o mesmo nível de dispêndio da maioria dos países industrializados da Europa e também dos Estados Unidos. Uma das razões pelas quais o ensino fundamental é bom nesses países é que neles o produto bruto nacional é muito maior que o do Brasil, de modo que os mesmos 5% representam muito mais recursos. Só para dar um exemplo, enquanto o Brasil gasta cerca de R$ 5 mil por aluno por ano em educação fundamental, países da Europa gastam cerca de R$ 20 mil, isto é, quatro vezes mais.

Não é de surpreender, portanto, que tenhamos problemas sérios no País nessa área e, do ponto de vista financeiro, só existem duas soluções para eles: ou aumentar o produto bruto nacional ou a fração dedicada à educação acima de 5%. Para fazer isso seria necessário retirar recursos de outras áreas que são tão ou mais carentes do que a educação, como saúde e segurança pública.

É bem verdade, contudo, que não são apenas considerações econômicas que definem a qualidade do ensino. Tradições culturais arraigadas, como as que existem em certos países ou grupos sociais, levam a uma valorização da educação muito maior do que em outros. Este é o caso da Finlândia, onde os gastos com a educação não são muito elevados, mas o desempenho escolar é um dos melhores do mundo.

Já no nosso país, apesar de as escolas públicas serem gratuitas, muitos jovens precisam abandoná-las para trabalhar e ajudar sua família. No Brasil como um todo, a taxa de evasão do ensino fundamental é de 25%, isto é, um de cada quatro alunos que iniciam o ensino fundamental não chega ao fim desse ciclo.

É por essa razão que apenas cerca de 50% da população do País tem ensino médio completo. Na Alemanha, por exemplo, a taxa de evasão é baixa e 96% da população completa o ensino fundamental. A escolaridade média dos brasileiros é de aproximadamente 7,2 anos, quando idealmente seriam 15. O Chile e a Argentina têm mais de 9 anos de escolaridade.

É difícil imaginar a quantidade de talento e de esperanças que se perde todos os anos quando milhões de jovens abandonam a escola e nem chegam às portas da universidade, que lhes daria oportunidades para um futuro melhor. Essa evasão é muito mais perversa que os vestibulares das universidades públicas, que simplesmente selecionam os mais preparados que batem às suas portas dando a todos igual oportunidade.

A inexistência de cotas que garantam o acesso dos menos privilegiados economicamente à universidade não se compara com os milhões de estudantes que são eliminados antes disso por questões socioeconômicas. Não há sistema de cotas que possa corrigir a discriminação econômica que é a causa básica da evasão no ensino fundamental. O que as universidades estaduais de São Paulo têm feito é introduzir bônus para os candidatos mais carentes que concorrem aos vestibulares, tentando corrigir em parte esses problemas.

É por essa razão que esta seria uma boa hora para dedicar ao ensino fundamental a atenção que as elites dirigentes do Estado de São Paulo deram 80 anos atrás à criação das universidades públicas.

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O Teste (Joelle Charbonneau)

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Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Se tem uma coisa que os romances distópicos fazem com uma grande maestria, é desenvolver incríveis variações de um mesmo tema. Por mais que a gente perceba, logo no início de uma leitura, os nítidos sinais de que estamos lendo uma distopia (embora hoje em dia o gênero já venha bem definido nas capas), os sinuosos detalhes que diferenciam e tornam cada história única entre si são sempre imbuídos de uma criatividade espetacular, o que me faz pensar se acaso esse não seja o segredo do recente sucesso deste estilo literário.

A cada novo lançamento do gênero instala-se um tipo de competição para que a obra recente tenha cenas, ou conceitos, ainda mais chocantes que o anterior. E é inegável que tudo isso parece funcionar muito bem junto ao público. Desde a distopia mais famosa, 1984 de George Orwell, as torturas infligidas pelos sistemas autoritários retratados nesses livros vêm acompanhando a violência do nosso tempo e evoluindo de suplícios psicológicos, para martírios físicos. Tudo isso me ocorreu enquanto lia O Teste (Editora Única, 318 páginas), o primeiro volume de uma trilogia da autora Joelle Charbonneau.

o-testeEm uma primeira vista apressada, essa obra pode passar despercebida dentre outras similares, mas as cores vivas da sua capa escondem uma história habilidosa que propõe estimulantes desafios à mente do leitor.

Apesar de usar elementos conhecidos do formato, como uma jovem protagonista feminina, um cenário de provações e outros fatores típicos, O Teste consegue imprimir o seu próprio ritmo na narrativa ao utilizar o suspense com excelência dentro do seu enredo. Dessa maneira o livro te prende em uma cadeia de acontecimentos sequenciais que torna difícil para o leitor desviar os olhos de suas páginas por conta de uma curiosa sensação de que pode acabar perdendo alguma coisa.

Outra tendência que a autora soube conduzir muito bem são as constantes e repentinas mortes de personagens, um estilo popularizado por George R.R. Martin e aclamado pelo público que parece gostar de sofrer com a agonia de perder seu herói (ou nesse caso, heroína) a qualquer capítulo.

Está claro que O Teste soube explorar todos os ingredientes certos para formar uma história afinada com a sua geração. O tipo de leitura que se encaixa perfeitamente naqueles momentos entressafra em que você está esperando sair o próximo livro da sua saga favorita, e uma oportunidade de conhecer um universo diferente.

Recentemente, em um trabalho primoroso, a Única Editora fechou a trilogia com o lançamento do terceiro volume da série, nos poupando do sofrimento de esperar longos meses pelo desfecho desta grande história.

Abaixo você confere o book trailer da obra, e pode sentir um pouco do clima tenso que ela traz em seu conteúdo:

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Livro dará R$ 1,2 milhão ao primeiro leitor que desvendar seu mistério

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À agência de notícias EFE, o autor não esconde o propósito da ação. “Não tenho vergonha de dizer que espero vender milhões de cópias com este livro”

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada, inclusive no Brasil (Divulgação)

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada, inclusive no Brasil (Divulgação)

Luiza Belloni Veronesi, no InfoMoney

SÃO PAULO – Com o mercado editorial em crise, o escritor James Frey decidiu explorar o lado
“Sherlock Holmes” dos leitores para alavancar as vendas de sua mais nova obra. Frey acabou de lançar o
projeto “Endgame: O Chamado”, “um romance do século 21”, que esconde pistas que levarão a um
prêmio de US$ 500 mil (ou R$ 1,2 milhão) para o primeiro leitor que resolver seu mistério.

À agência de notícias EFE, o autor não esconde o propósito da ação. “Não tenho vergonha de dizer que
espero vender milhões de cópias com este livro e que ele tem uma vocação comercial”, disse Frey. “Isso
não significa que eu seja um cínico que escreve pensando em uma ideia milionária. Simplesmente tentei
oferecer ao leito a coisa mais legal que veio na minha cabeça.”

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada,
inclusive no Brasil. Ele garante que o mistério presente na obra é “incrivelmente difícil” de ser
solucionado. A editora estima que, no melhor dos casos, levará cerca de nove meses para relacionar as
provas.

“Não importa os motivos que levarão as pessoas a lerem meu livro, desde que o leiam e desfrutem da história”, disse Frey. A obra conta a história de 12 linhagens milenárias que lutam entre si para sobreviver, escolhendo um representante que esteja preparado para uma catástrofe iminente.

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