Uma vida com prioridades

‘Maior poeta da história do Brasil’ ganha nova tradução para o inglês

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Tradução para “Quadrilha'', de Carlos Drummond de Andrade, no “New York Times''

Tradução para “Quadrilha”, de Carlos Drummond de Andrade, no “New York Times”

Publicado no Brasilianismo

O Brasil é “um país onde os poetas são levados a sério”, diz um texto publicado no “New York Times” para apresentar de forma muito elogiosa uma nova tradução para o inglês de textos de Carlos Drummond de Andrade, “amplamente considerado o maior poeta da história do Brasil”, segundo o jornal.

Crítica a livro com tradução de poesia de Drummond, no “New York Times''

Crítica a livro com tradução de poesia de Drummond, no “New York Times”

“Multitudinous Heart” (multitudinário coração) foi traduzido por Richard Zenith e reúne quase 400 páginas de versos do poeta brasileiro.

“Conhecemos um poeta sofisticado e cerebral (…) que se alterna entre melancolia e ironia, sentimental e auto-depreciativo, remoto e juvenil”, diz o jornal norte-americano.

A crítica publicada no “New York Times traz ainda trechos de algumas das mais famosas poesias de Drummond traduzidas (como os versos de “Quadrilha”, que vira “Square Dance” e que aparece no topo deste post).

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Garota de 15 anos conquista fãs ao escrever cinco livros, em Goiânia

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Keslley já escreveu cinco livro e tem outros dois em andamento (Foto: Arquivo Pessoal/Keslley Cremonezi)

Keslley já escreveu cinco livro e tem outros dois em andamento (Foto: Arquivo Pessoal/Keslley Cremonezi)

Um deles, ‘O sabor da vingança’, foi publicado e os outros, divulgados na web.
Romances se passam no século XIX e fazem críticas sociais durante história.

Vitor Santana, no G1

A estudante Keslley Michelly Cremonezi tem conquistado diversos fãs nas redes sociais por já ter escrito cinco livro com apenas 15 anos de idade, em Goiânia. Seus romances, divididos em uma trilogia e duas obras, se passam no século XIX e estão baseados em críticas sociais que se encaixam até mesmo nos tempos atuais. Um exemplo dessa temática é a busca constante e exagerada por dinheiro e poder. Além dos romances já finalizados, ela está escrevendo outros dois livros simultaneamente e os divulgando, parte por parte, na internet.

“As ideias surgem da análise das pessoas, da formação da sociedade. Gosto de fazer essas análises. Comecei com isso aos 10 anos, lendo grandes filósofos e livros iluministas”, diz a adolescente. Entre os autores que mais a influenciaram, Keslley cita Confúcio e Voltaire e explica que, ao ter contato com eles, começou a pesquisar suas vidas e ideias centrais de suas teorias.

Em seu primeiro livro publicado “O sabor da vingança”, escrito quando ainda tinha 13 anos, Keslley conta a história de um homem que não faz parte da elite social e se apaixona por uma jovem rica. Entretanto, ela o esnoba por não serem da mesma classe. Com raiva de tantas humilhações sofridas, o rapaz se muda para outra cidade, ganha poder e dinheiro e decide voltar para seu local de origem e se vingar de todos que o desprezaram.

“A história se passa em um lugar fictício, mas tem traços da história da sociedade brasileira”, explica. A escritora diz ainda que todos seus livros são de amor, mas cada um trabalha uma crítica diferente diante das mais variadas questões sociais.

Primeiro livro publicado trata de amor que se torna vingança(Foto: Arquivo Pessoal/Keslley Cremonezi)

Primeiro livro publicado trata de amor que se torna
vingança(Foto: Arquivo Pessoal/Keslley Cremonezi)

Orgulho
A mãe de Keslley, a vendedora Fabrícia Cremonezi disse que, no início, não desconfiava do potencial da filha. “Ela ficava até tarde no computador escrevendo. No início eu não dei muito valor. Quando ela terminou e eu fui ler, achei demais. Foi quando ela me falou que queria publicar”, lembra.

Ela também conta que a filha sempre se destacou na escola com boas notas. “É um orgulho para mim e uma surpresa toda essa inteligência e criatividade na escrita. Pelo que andei pesquisando, ela é a romancista mais nova do Brasil”, diz.

Com tamanha dedicação aos estudos, Keslley fez a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e, ainda no 1º ano do ensino médio, foi aprovada em duas faculdades particulares para administração e direito. Porém, por ainda não ter idade para entrar em um curso superior, ela continua estudando e, principalmente, escrevendo.

“Ela está com dois livros em andamento. E na internet, em um site, ela vai divulgando aos poucos, a medida que ela vai escrevendo as pessoas vão acompanhando. E tem muita gente que manda mensagem para ela, curiosos, querendo ler ainda mais, saber o que acontece com os personagens”, relata orgulhosa a mãe.

Além boa aluna e promissora escritora, Keslley também é uma inspiração para os irmão. “Tenho outros dois filhos, de 13 e 14 anos que viram ela escrevendo e também começaram, então a família toda está sendo contagiada e virando escritora graças à Keslley”, finalizou.

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4 hábitos de estudo que podem se tornar armadilhas para você

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Publicado no Amo Direito

Existem muitas técnicas estudo disponíveis para os alunos que pretendem melhorar seu desempenho, desde as mais tradicionais até técnicas de leitura dinâmica mais modernas. No entanto, alguns métodos tradicionais podem ser mal interpretados e gerar consequências negativas, prejudicando o estudante.

Um deles, por exemplo, é o hábito de ler sobre a matéria antes da aula. A ideia de que ter conhecimentos sobre determinado assunto ajuda a compreender melhor a nova aula faz sentido, porém, existe um limite para quão efetiva a revisão será. Basicamente, não adianta rever todos os tópicos ensinados até o momento de uma vez porque o cérebro não conseguirá assimilar a enorme quantidade de informação. O ideal é ler a matéria apenas uma vez antes da aula e, antes de começar o novo tópico, testar o quanto você efetivamente aprendeu.

A ideia de estudar em grupo também é bastante difundida e, de fato, tem seus benefícios. Além de aumentar a motivação – afinal, outras pessoas estando te apoiando – existe a troca de conhecimentos, sistema valioso para o aprendizado. No entanto, se tornar dependente do grupo de estudos é um grande erro. De tanto estudar acompanhado, tendo a chance de recorrer à ajuda dos amigos em qualquer necessidade, é fácil se acostumar, no fim das contas, não saber resolver as questões das provas sozinho. O ideal é equilibrar as sessões de estudo individuais e as em grupo, para aproveitar o melhor de cada método.

Porém, tome cuidado com outra armadilha quando for estudar por conta própria: a revisão de anotações. Apenas ler aquilo que você anotou em sala de aula não é suficiente para consolidar a memória. O ideal é passá-las a limpo, criando o próprio sistema de resumos e testar seus conhecimentos refazendo questões para comprovar o que foi assimilado ou não.

Variar o ambiente em que se estuda pode ser também mais benéfico que o velho hábito de estudar sempre no mesmo local, por exemplo, o quarto. Conforme se cria o costume, fica fácil associar o estudo ao ambiente e, dessa maneira, facilitar o esquecimento na hora da prova. Estudar em locais diferentes ajuda também o cérebro a se concentrar com variados níveis de barulho, temperaturas e luminosidade.

Agora que você já sabe como evitar os maus hábitos, renove sua rotina de estudos e consiga ótimas notas!

Fonte: noticias.universia.com.br

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Concurso Cultural Literário (126)

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1228-20150601161613Entre o amor e a vingança

Sarah MacLean

O que um canalha quer, um canalha consegue

Uma década atrás, o marquês de Bourne perdeu tudo o que possuía em uma mesa de jogo e foi expulso do lugar onde vivia com nada além de seu título. Agora, sócio da mais exclusiva casa de jogos de Londres, o frio e cruel Bourne quer vingança e vai fazer o que for preciso para recuperar sua herança, mesmo que para isso tenha que se casar com a perfeita e respeitável Lady Penélope Marbury.

Após um noivado rompido e vários pretendentes decepcionantes, Penélope ficou com pouco interesse em um casamento tranquilo e confortável, e passou a desejar algo mais em sua vida. Sua sorte é que seu novo marido, o marquês de Bourne, pode proporcionar a ela o acesso a um mundo inexplorado de prazeres.

Apesar de Bourne ser um príncipe do submundo de Londres, sua intenção é manter Penélope intocada por sua sede de vingança – o que parece ser um desafio cada vez maior, pois a esposa começa a mostrar seus próprios desejos e está disposta a apostar qualquer coisa por eles…

…até mesmo seu coração.

***

Vamos sortear 3 exemplares de “Entre o amor e a vingança“, lançamento da Gutenberg.

Para concorrer, responda à pergunta abaixo na área de comentários.

Você estaria disposto(a) a apostar qualquer coisa para realizar seus desejos?

Se participar via Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos neste concurso cultural:

O resultado será divulgado dia 6/8 neste post.

Boa sorte! :-)

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Confira 10 momentos marcantes da Flip 2015 em 10 palavras

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Evento teve palco invadido, Machado ‘psicografado’ e poesia com pandeiro.
13ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty acabou neste domingo.

Cauê Muraro, Letícia Mendes e Shin Oliva Suzuki, no G1

A Festa Literária Internacional de Paraty encerrou a 13ª edição neste domingo (5) com diversos momentos marcantes, mesmo perdendo sua atração mais esperada pouco antes do início e com a cidade com menos turistas do que em outros anos.

O cancelamento da ida de Roberto Saviano deixou a Flip sem uma grande estrela internacional dos livros, mas a maior parte dos debates conseguiu empolgar o público.

Não foi uma edição tão política quanto a de 2013, que adaptou sua programação ao momento de protestos pelo país. Mas neste ano, nas vezes em que o tema foi evocado, a efervescência no público era perceptível.

O erotismo também esteve presente em diversos momentos desta Flip. Foi destaque também o interesse pelas mesas de ciência: em 2015, o cérebro e a matemática foram temas que atraíram uma grande multidão à tenda da festa.

Confira abaixo dez momentos marcantes da Flip em dez palavras:

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O salve (Foto: Editoria de Arte/G1) Roberto Saviano fala sobre sua ausência na Flip 2015 (Foto: Divulgação/Flip)

O salve (Foto: Editoria de Arte/G1)
Roberto Saviano fala sobre sua ausência na Flip 2015 (Foto: Divulgação/Flip)

Ele não veio. Mas esteve presente. Roberto Saviano, jurado de morte pela Máfia italiana, cancelou sua participação alegando questões de segurança. Mas emocionou o público com um vídeo de pouco mais de 11 minutos bastante contundente em que abordou sua condição de constante ameaça e atacou as conexões que possibilitam à indústria do narcotráfico uma condição cada vez mais forte.

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a invasão (Foto: Editoria de Arte/G1) O ator Pascoal da Conceição invade o palco vestido de Mário de Andrade na mesa de abertura da Flip (Foto: Divulgação/Flip)

a invasão (Foto: Editoria de Arte/G1)
O ator Pascoal da Conceição invade o palco vestido de Mário de Andrade na mesa de abertura da Flip (Foto: Divulgação/Flip)

O ator Pascoal da Conceição, que interpretou Mário de Andrade na minissérie da Globo “Um só coração” (2004), em peças e performances, resolveu voltar ao papel na conferência de abertura e invadiu o palco da Flip 2015. Nada combinado. Ele andou pela plateia, segurando um buquê de flores e caracterizado como Mário de Andrade, e declamou um poema. Ao G1, falou: “Eu sinto, como ator, quase uma obrigação artística de estar presente”. Disse ainda que arcou sozinho com os custos da iniciativa, inclusive com os R$ 1,8 mil do terno.

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a psicografia (Foto: Editoria de Arte/G1) Reinaldo Moraes participa de mesa sobre erotismo da 13ª Flip (Foto: Divulgação/Flip)

a psicografia (Foto: Editoria de Arte/G1)
Reinaldo Moraes participa de mesa sobre erotismo da 13ª Flip (Foto: Divulgação/Flip)

O escritor Reinaldo Moraes “psicografou” Machado de Assis, acrescentou sexo – oral, inclusive – em “Memórias póstumas de Brás Cubas” e arrancou muitas risadas (e aplausos) do público da Flip. Em mesa sobre literatura erótica, ele leu em voz alta dois textos, feitos especialmente para o evento, em que crivou cenas pornográficas envolvendo os protagonistas do clássico de Machado. Fã de um trocadilho (nem sempre sofisticado), Reinaldo dividiu a mesa com Eliane Robert Moraes, especialista em Sade. Foi o encontro mais debochado do evento. E algum recorde de termos de duplo sentido mencionados por segundo deve ter sido quebrado.

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a comoção (Foto: Editoria de Arte/G1) O crítico literário, ensaísta e músico José Miguel Wisnik em conferência na Flip (Foto: Divulgação/Flip)

a comoção (Foto: Editoria de Arte/G1)
O crítico literário, ensaísta e músico José Miguel Wisnik em conferência na Flip (Foto: Divulgação/Flip)

Foi arrebatadora a conferência de encerramento da Flip 2015, ministrada pelo professor, ensaísta e músico José Miguel Wisnik. Na “aula”, ele juntou Mário de Andrade e política emocionando a plateia. Foi aplaudido de pé ao dizer que o Brasil não trata a cultura e educação como se fosse “um luxo [acessível] para todos” e “faz de tudo para jogar a juventude pobre e negra no esgoto das prisões”. Também cantou, comovido, o poema “Garoa do meu São Paulo”, do próprio Mário de Andrade, homenageado do evento: “Garoa do meu São Paulo / Timbre triste de martírios / Um negro vem vindo, é branco / Só bem perto fica negro / Passa e torna a ficar branco”. Terminou com voz embargada o último verso: “Garoa sai dos meus olhos”.

(mais…)

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