Ruina e Ascensão

Professores de SP terão curso para identificar alunos superdotados

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Justificativa para a criação do curso foi divulgada hoje (3) no Diário Oficial do Município

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Publicado no R7

Os professores da rede municipal de São Paulo terão treinamento para identificar e trabalhar em sala de aula com estudantes com altas habilidades e superdotação. O curso é optativo e terá, inicialmente, 80 vagas.

O objetivo das aulas, que serão dadas em parceria com a APAHSD (Associação Paulista para Altas Habilidades/Superdotação), é de estimular as diferentes inteligências em sala de aula, identificar os alunos com superdotação e prevenir a discriminação.

Na justificativa do curso, publicada nesta terça-feira (3), no Diário Oficial do Município, apontou-se que “esta população ainda não é identificada de forma correta”.

— Estas crianças normalmente, por não se enquadrarem nos padrões de ensino, muitas vezes são confundidas como crianças com hiperatividade ou com distúrbios de aprendizagem. A orientação correta é fundamental, assim como a valorização do potencial dos alunos.

Poderão participar do curso professores de educação infantil, fundamental I e coordenadores pedagógicos que atuem na rede municipal.

No final de 2014, a Prefeitura regulamentou a lei nº 15.919, que dispõe sobre o atendimento educacional de alunos com altas habilidades ou superdotados em São Paulo. Eles devem ser atendidos em salas regulares, segundo a lei, onde podem receber auxílio para potencializar as habilidades por meio de enriquecimento curricular, expansão de recursos de tecnologia, materiais pedagógicos e bibliográficos da área de interesse.

O atendimento integra a Política de Atendimento de Educação Especial do Município de São Paulo. Aos alunos superdotados são assegurados “currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica para atender às suas necessidades”, de acordo com a lei.

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Jornalista e escritor Zuenir Ventura toma posse na ABL nesta sexta-feira

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Jornalista vai ocupar a cadeira 32, que era de Ariano Suassuna.
Zuenir Ventura tem 83 anos e foi eleito em 2014 com 35 votos.

Publicado no G1

Zuenir Ventura vai tomar posse na ABL nesta sexta (Foto: Reprodução/TV Globo)

Zuenir Ventura vai tomar posse na ABL nesta sexta
(Foto: Reprodução/TV Globo)

Zuenir Ventura vai tomar posse na cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras (ABL), no Rio, nesta sexta-feira (6), às 21h. O novo acadêmico foi eleito na sucessão do dramaturgo, poeta e romancista Ariano Suassuna, que morreu no dia 23 de julho de 2014. Ventura foi eleito no dia 30 de outubro o mesmo ano com 35 votos.

O jornalista e escritor mineiro tem 83 anos e há 51 é casado com Mary Ventura, com quem tem dois filhos: Elisa e Mauro.

Carreira
Bacharel e licenciado em Letras Neolatinas, Zuenir Ventura é jornalista, ex-professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Escola Superior de Desenho Industrial, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Colunista do jornal O Globo, ingressou no jornalismo como arquivista, em 1956. Nos anos 1960 e 1961 conquistou bolsa de estudos para o Centro de Formação dos Jornalistas de Paris. De 1963 a 1969, exerceu vários cargos em diversos veículos: foi editor internacional do Correio da Manhã, diretor de Redação da revista Fatos & Fotos, chefe de Reportagem da revista O Cruzeiro, editor-chefe da sucursal-Rio da revista Visão-Rio.

No fim de 1969, realizou para a Editora Abril uma série de 12 reportagens sobre “Os anos 60 – a década que mudou tudo”, posteriormente publicada em livro. Em 1971, voltou para a revista Visão, permanecendo como chefe de Redação da sucursal-Rio até 1977, quando se transferiu para a revista Veja, exercendo o mesmo cargo. Em 1981, transferiu-se para a revista IstoÉ, como diretor da sucursal. Em 1985, foi convidado a reformular a revista Domingo, do Jornal do Brasil, onde ocupou depois outras funções de chefia.

Em 1988, Zuenir Ventura lançou o livro 1968 – o ano que não terminou, cujas 48 edições já venderam mais de 400 mil exemplares. O livro serviu também de inspiração para a minissérie “Os anos rebeldes”, produzida pela TV Globo. O capítulo “Um herói solitário” inspirou o filme O homem que disse não, que o cineasta Olivier Horn realizou para a televisão francesa.

Em 1989, publicou no Jornal do Brasil a série de reportagens “O Acre de Chico Mendes”, que lhe valeu o Prêmio Esso de Jornalismo e o Prêmio Vladimir Herzog. Em 1994, lançou Cidade partida, um livro-reportagem sobre a violência no Rio de Janeiro, traduzido na Itália, com o qual ganhou o Prêmio Jabuti de Reportagem. Em fins de 1998, publicou O Rio de J. Carlos e Inveja – Mal Secreto, que foi lançado depois em Portugal e na Itália. Já vendeu cerca de 150 mil exemplares. Em 2003, lançou Chico Mendes – Crime e Castigo.

Seus livros seguintes foram Crônicas de um fim de século e 70/80 Cultura em trânsito – da repressão à abertura, com Heloísa Buarque e Elio Gaspari. No cinema, codirigiu o documentário Um dia qualquer e foi roteirista de outro, Paulinho da Viola: meu tempo é hoje, de Izabel Jaguaribe. Suas obras mais recentes são Minhas histórias dos outros, 1968 – o que fizemos de nós e Conversa sobre o tempo, com Luis Fernando Verissimo. Seu livro mais recente é o romance Sagrada Família.

Em 2008, Zuenir Ventura recebeu da ONU um troféu especial por ter sido um dos cinco jornalistas que “mais contribuíram para a defesa dos direitos humanos no país nos últimos 30 anos”. Em 2010, foi eleito “O jornalista do ano” pela Associação dos Correspondentes Estrangeiros.

Ao comentar sua série de reportagens sobre Chico Mendes e a Amazônia, The New York Review of Books classificou o autor como “um dos maiores jornalistas do Brasil”. A revista inglesa The Economist definiu-o como “um dos jornalistas que melhor observam o Brasil”.

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Os estudantes que desafiam a universidade mais rica do mundo

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Além da ação judicial, os estudantes promoveram uma invasão da reitoria de Harvard (Foto: Divulgação/Harvard/BBC)

Além da ação judicial, os estudantes promoveram uma invasão da reitoria de Harvard (Foto: Divulgação/Harvard/BBC)

Grupo entra com ação e promove uma série de protestos pedindo que Harvard reconsidere política de investimentos em companhias de gás e petróleo.

Thomas Sparrow, no G1

Além da ação judicial, os estudantes promoveram uma invasão da reitoria de Harvard

Harvard, a universidade americana que é também uma das mais prestigiadas instituições de ensino do mundo, tem mais de 20 mil alunos.

Mas sete deles se tornaram uma pedra no sapato para os administradores.

Em novembro do ano passado, eles entraram com uma ação na Justiça com a qual pretendem pressionar a universidade a deixar de investir em empresas de gás e petróleo, sob a alegação de que Harvard estaria contribuindo para mudanças climáticas.

Como muitas outras universidades, Harvard tem o que inglês é conhecido como um endowment, capital formado basicamente por doações de ex-alunos ao longo da história e que é investido em áreas distintas para gerar mais receita.

Persuasão x interferência
Harvard tem um fundo estimado em US$ 36,4 bilhões. Se fosse um país, seria a 90ª economia do mundo.

Para o grupo de estudantes, ao financiar operações de empresas petrolíferas, por exemplo, Harvard está afetando a vida de seus estudantes e de gerações vindouras. E precisa se distanciar dessas indústrias.

São poucos, mas fazem barulho: por meio das redes sociais, convocaram o corpo universitário para eventos de protesto e “desobediência civil”, incluindo uma ocupação da reitoria de Harvard.

Mais de 200 professores já se juntaram à causa por meio de uma carta aberta em que cobram da universidade uma “responsabilidade ética”.

Harvard, num comunicado enviado à BBC Mundo, afirmou respeitar o ponto de vista dos manifestantes, mas criticou as ocupações como uma “forma altamente perturbadora de promover suas opiniões”.

“Essas táticas cruzam a linha entre persuasão e um interferência desrespeitosa e coerciva”, dizia o texto.

A universidade tem reservas que passam de US$ 36 bilhões, maior do que a economia de muitos países

Para os estudantes e professores, a universidade não seria afetada financeiramente se interrompesse os investimentos nessas companhias.

Eles argumentam que a instituição mandaria uma importante mensagem política e moral graças a seu prestígio internacional.

Desenvestimentos
“Harvard está dando respaldo a um modelo de indústria que está extraindo e queimando combustíveis fósseis em níveis que ameaçam o futuro do planeta e as pessoas que nele vivem”, disse à BBC Mundo um dos sete estudantes responsáveis pela ação judicial.

A universidade alega que seus investimentos fazem parte de sua política educacional e não acredita que “deixar a indústria de combustíveis fósseis seja a resposta apropriada”.

A Universidade de Stanford foi uma instituição que parou de investir na indústria petrolífera. Harvard, porém, reconhece que o aquecimento global é um dos “problemas mais urgentes e sérios do mundo”, mas explica que prefere combatê-lo com a investigação científica, a educação e a redução de sua “pegada de carbono”.

A recusa de Harvard vai na contramão de uma tendência de desenvestimentos adotadas nos últimos anos por uma série de organizações, incluindo a família Rockfeller, que fez fortuna com o petróleo, e outra prestigiada universidade americana, Stanford, que em 2014 anunciou o fim de investimentos em 100 companhias ligadas à “indústria do carbono”.

Entretanto, já houve ocasiões em que Harvard cancelou investimentos. Nos anos 80 e 90, por exemplo, deixou de investir em companhias sul-africanas, por causa do apartheid, e na indústria tabagista.

Já o movimento contra combustíveis fósseis teve início em 2011 em algumas universidades americanas e hoje teria chegado a a mais de 500 instituições em todo o mundo, segundo a campanha US Fossil Free.

E uma pesquisa da Universidade de Oxford afirma que o lobby contra combustíveis fósseis está avançando de maneira mais rápida que campanhas contra o tabaco, as armas de fogo e a pornografia, por exemplo.

A ação contra Harvard está sendo julgada numa corte do estado americano de Massachussetts.

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Autor de best-seller “O Milionário Mora ao Lado” morre em acidente de carro nos EUA

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Thomas J. Stanley utilizou suas pesquisas para desmascarar a percepção de que a maioria dos milionários é gastadora de dinheiro

Rick McKay, no Administradores

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escritor Thomas J. Stanley

ATLANTA (Reuters) – O escritor Thomas J. Stanley, autor do best-seller “O Milionário Mora ao Lado – Os Surpreendentes Segredos dos Ricaços Americanos”, morreu em um acidente de carro perto de casa nos arredores de Atlanta, nos Estados Unidos, informou a polícia nesta segunda-feira. Ele tinha 71 anos.

Stanley, cuja série de livros sobre milionários ajudou a definir uma geração de pessoas ricas nos Estados Unidos, morreu no sábado à tarde quando um carro bateu em seu veículo perto da casa dele em Marietta, no Estado da Georgia, cerca de 30 quilômetros ao norte de Atlanta, disse a sargento Dana Pierce.

Professor aposentado de marketing na Universidade Georgia State, Stanley utilizou suas pesquisas para desmascarar a percepção de que a maioria dos milionários é gastadora de dinheiro.

Seu livro de 1996 “O Milionário Mora ao Lado”, escrito em parceria com William D. Danko, descreve os milionários como pessoas econômicas e ainda é um livro recomendado como um bom aconselhador financeiro.

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Autora de “Divergente” está escrevendo série “nos moldes de Star Wars”

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Annie I. Bang/ Invision/AP

Escritora Veronica Roth Foto: Annie I. Bang/ Invision/AP

Renato Hermsdorff, no Adoro Cinema

A autora da trilogia “Divergente”, Veronica Roth, está escrevendo uma série de dois livros “nos moldes de Star Wars”, previstos para serem publicados em 2017 e 2018, um representante da editora HarperCollins Children’s Books revelou à agência The Associated Press.

O que ele/ ela não disse exatamente foi do que se trata a trama, apenas que a obra, ainda sem título, terá como foco um aliança “incomum” entre um garoto e seu pai seu inimigo. “Desesperados para escapar de suas vidas oprimidas, eles ajudam um ao outro a alcançar o que mais desejam: a redenção, para um; a vingança, para o outro”.

Roth, por sua vez, comentou que a ideia “começou com um personagem e todos os demais elementos – como a ambiência, o ‘universo’, e até mesmo uma parte importante da trama –, vieram na sequência”. A autora garantiu ter um “esboço detalhado” dos livros, mas que acabou de começar a escrita. “Por isso estou sendo tão vaga”, justificou.

Vale lembrar que a trilogia Divergente (composta pelos livros “Divergente”, “Insurgente” e “Convergente”) vendeu mais de 30 milhões de cópias. E que o primeiro filme, lançado em abril de 2014, faturou US$ 288 milhões no mundo todo. Protagonizada por Shailene Woodley, como Tris Prior, a versão cinematográfica terá sequência em 19 de março, quando está prevista a estreia de A Série Divergente: Insurgente. E mais dois longas virão depois.

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