William Douglas

França quer banir Pokémon Go das escolas

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As invasões de estranhos no perímetro escolar representam um risco à segurança

As invasões de estranhos no perímetro escolar representam um risco à segurança

 

Aplicativo atrai pessoas estranhas às escolas, o que, segundo ministra, traz riscos à segurança. Na Bélgica, diretor cria alternativa chamada “caçadores de livros”, atraindo dezenas de milhares de jogadores

Publicado no Correio do Brasil

A ministra francesa da Educação, Najat Vallaud-Belkacem, afirmou nesta terça-feira que vai pedir aos idealizadores do aplicativo para celulares Pokémon Go que não façam das escolas francesas locais de busca para caçadores dos personagens virtuais do desenho animado japonês.

Vallaud-Belkacem disse que deverá se reunir com representantes da empresa californiana Niantic, parceira da Nintendo e da Pokémon Company na criação do jogo, para explicar que o aplicativo leva pessoas alheias a vagar pelas escolas.

Em sua opinião, as invasões de estranhos no perímetro escolar representam um risco à segurança. Ela disse que os diretores já podem requerer à Niantic, através da Internet, que suas escolas sejam removidas do mapa global do jogo.

“Caçadores de livros”

Na Bélgica, um diretor de uma escola primária na cidade de Farciennes encontrou uma alternativa criativa ao Pokémon Go. Ele criou um jogo onde os “caçadores”, em vez de tentar capturar as criaturas virtuais, saem em busca de livros, numa versão que pode ser jogada através de um grupo do Facebook chamado Chasseurs de livres (Caçadores de livros).

Os jogadores adicionam ao grupo fotos dos livros com dicas de onde estariam escondidos, para que os demais possam procurá-los. Após os “caçadores” terminarem a leitura dos mesmos, eles devem novamente escondê-los para que outros possam buscá-los. Mais de 55 mil pessoas já aderiram ao grupo na rede social.

Whatsapp

A manobra do Facebook para afrouxar a política de privacidade do Whatsapp, aplicativo de mensagens mais popular do mundo, vai ser minuciosamente avaliado, disse o presidente do principal grupo europeu de reguladores de privacidade nesta segunda-feira.

O Whatsapp, que tem mais de um bilhão de usuários no planeta, disse na quinta-feira que vai começar a compartilhar o número de celular dos usuários com o Facebook, ajudando a rede social a colocar anúncios e recomendações de amizade.

A empresa disse o usuários do Whatsapp poderiam optar por não compartilhar as informações de sua conta com o Facebook.

– Cada autoridade europeia vai acompanhar as mudanças feitas na política de privacidade do Whatsapp com muita vigilância – disseram o CNIL, comissão francesa de proteção de dados, e atual presidência do G29, de reguladores de privacidade europeus, em comunicado em nome do grupo que abrange a região.

– O que está em jogo é o controle de usuários individuais sobre seus próprios dados quando eles são combinados por grandes figuras da Internet.

O Facebook pagou mais de US$ 19 bilhões para comprar o Whatsapp, um serviço livre de anúncios para enviar mensagens, fotos e vídeos com contatos. No momento do acordo em 2014, o fundador do Whatsapp Jan Koum se comprometeu em proteger os dados de seus usuários e disse que o acordo não afetaria a política de privacidade.

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Capítulos de Harry Potter e o Cálice de Fogo recriados em LEGO

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A magia de Harry Potter e o Cálice de Fogo foi capturada na forma de LEGO.

Abilio Rodrigues, no IGN Portugal

Thorston Bonsch reuniu momentos chave de todos os capítulos do quarto livro de Harry Potter, do Capítulo 1 (The Riddle House) ao Capítulo 37 (The Beginning), e recriou-os usando LEGO’s, construindo, ocasionalmente, duas cenas, quando os capítulos mais longos exigiam peças extra. Podes ver em baixo uma galeria do trabalho de Bonsch:

Bonsch detalhou algum do seu trabalho para a série na sua página de Twitter, onde mostra alguns dos pormenores individuais que podem ser perdidos quando se olha para a totalidade das cenas.

Projetos semelhantes foram também executados para os primeiros três livros de Harry Potter – Pedra Filosofal, Câmara Secreta e Prisioneiro de Azkaban – como foi destacado pelo The Brothers Brick.

Apesar de J.K. Rowling ter dito, no início deste ano, que a história da personagem Harry Potter “está agora concluída,” o mundo de feitiçaria continua a expandir-se, com três novos eBooks a chegar já em setembro, e uma nova peça de teatro, Harry Potter and the Cursed Child, que estreou em Londres, no início deste ano.

O trabalho de Rowling vai também regressar aos cinemas, no final deste ano, com Animais Fantásticos e Onde Habitam, que estreia em novembro, e já tem uma sequencia programada.

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(mais…)

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Obras raras da Biblioteca Nacional ganham forma inédita de exibição

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A mostra Gabinete de Obras Máximas e Singulares, da Biblioteca Nacional, integra à arquitetura do prédio 18 vitrines, especialmente construídas e climatizadas para abrigar o acervo (Imagem: Jaime Acioli)

A mostra Gabinete de Obras Máximas e Singulares, da Biblioteca Nacional, integra à arquitetura do prédio 18 vitrines, especialmente construídas e climatizadas para abrigar o acervo (Imagem: Jaime Acioli)

 

Publicado no Portal Comunique-se

Com cerca de nove milhões de volumes, a Biblioteca Nacional é a oitava do mundo e a maior da América Latina. Possui valioso acervo que inclui raridades bibliográficas, entre elas as 60 mil peças que chegaram ao Brasil no início do século 19, trazidas por Dom João VI e a corte portuguesa, para constituir o núcleo original do que é hoje a biblioteca sediada no centro do Rio de Janeiro.

Uma proposta expográfica inédita permite que 507 obras originais desse acervo possam ser vistas pelo público, na mostra Gabinete de Obras Máximas e Singulares, que a Biblioteca Nacional inaugurou na semana passada. A exposição integra à arquitetura dos corredores do 3° e 4° andares 18 vitrines, especialmente construídas e climatizadas para abrigar o acervo.

São obras que exigem muito cuidado para a sua preservação, o que inviabilizava sua exibição, a não ser por meio de fac-símiles, nas tradicionais vitrines expositoras horizontais. A solução encontrada pela curadora Claudia Fares e pelo arquiteto Temer Neder foi a verticalização, ideia que buscou inspiração nos gabinetes de curiosidades, comuns nos séculos 16 e 17 na Europa.

Obras da antiguidade clássica, animais empalhados, autômatos, minerais, fósseis, fragmentos de meteoritos, esculturas, sementes, plantas conservadas em frascos, instrumentos musicais são exemplos das peças que compunham os gabinetes de curiosidades. Organizados por eruditos, naturalistas, profissionais liberais e nobres interessados pela ciência e pela arte, os gabinetes eram originalmente locais de estudos, periodicamente abertos ao público, e tiveram seu apogeu com a descoberta do Novo Mundo e a curiosidade em torno dos itens então considerados exóticos.

“Eles tinham forma de expor muito fascinante e rica. A maneira de associar as obras era sincrética, eles juntavam as coisas da natureza e as da cultura, as de Deus e as dos homens”, explica Claudia Fares. Os mesmos critérios dos eruditos e naturalistas dos séculos 16 e 17 foram utilizados pela curadoria na disposição das obras na exposição.

De acordo com a curadoria, as obras selecionadas são máximas, “por serem superlativas em significado, e singulares por serem, em si mesmas, únicas, o que as qualifica, todas, como raras”. Exibidas pela primeira vez, essas obras raras incluem até mesmo os catálogos dos gabinetes de curiosidades, que vieram de Lisboa como parte da biblioteca real.

“Não tenho dúvida de que essa forma de apresentar as obras vai tornar mais atrativas as exposições na Biblioteca Nacional”, aposta Cláudia Fares. Além dos estudantes e pesquisadores que frequentam suas salas de leitura, a instituição recebe visitantes, nacionais e estrangeiros, interessados em conhecer o acervo, a arquitetura imponente e as obras de arte do prédio.

A exposição Gabinete de Obras Máximas e Singulares fica em cartaz até 31 de outubro e pode ser vista de terça a sexta-feira, das 10h às 17h e aos sábados, das 10h30 às 14h. A entrada é grátis e a Biblioteca Nacional fica na Avenida Rio Branco, 219, na Cinelândia, no centro do Rio de Janeiro.

*Edição: Jorge Wamburg

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Como Asimov ajudou a popularizar a ficção científica

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no Play Replay

A ficção científica tem muitos pais, mas dificilmente você encontrará um apreciador do gênero que não cite Isaac Asimov como inspiração. Nascido Isaak Judah Ozimov, o autor russo nasceu quase 100 anos atrás, mas seu legado certamente ainda será contemplado por décadas a fio.

Em 1958 o autor percebeu que estava ganhando mais dinheiro com seus livros do que com seu trabalho de professor na Boston University, se tornado escritor em tempo integral. Sorte nossa, já que foram quase 500 livros publicados entre mistérios, não ficção e, principalmente, ficção científica.

As séries Império Galático e Fundação já devem estar na estante de todo leitor do PlayReplay que se preze, mas os geeks de plantão também podem curtir a leitura de As Cavernas de Aço, Os Robôs, Os Robôs e o Amanhecer e Os Robôs e o Império, que formam a série Os Robôs; ou mesmo romances como Fim da Eternidade, Viagem Fantástica e Os Próprios Deuses.

Em seus livros o autor adota um estilo meticuloso e detalhista, profundo o suficiente para intrigar as grandes mentes de nossa era, mas ao mesmo tempo acessível o bastante para que leigos possam se divertir, compreender as ideias e viajar pelo mundo da ciência.

E que viagem ele nos proporcionou! Tudo bem que algumas de suas previsões (ainda) não viraram realidade, como carros voadores cortando os céus das cidades, mas, mesmo sem dar nomes, Asimov vislumbrou muitas das invenções que utilizamos diariamente, como microchips, televisores de tela plana, fibra ótica e até mesmo a internet e a Wikipedia, descrita no romance Escolha a Catástrofe como “Biblioteca Computada Global”.

Naturalmente, isso aproximou o autor de outras mídias. Gene Roddenberry, amigo próximo e criador de Jornada nas Estrelas, creditou Asimov com agradecimentos e conselhos no primeiro longa da franquia.

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Percebendo o potencial comercial das grandes obras do autor, não demorou para os estúdios se interessarem em adaptar alguns de seus trabalhos para o cinema, como Eu, Robô. Apesar de compartilhar o nome da coletânea escrita por Asimov, sua principal inspiração vem dos contos Little Lost Robot, Runaround e das três leis da robótica. Estranhamente, apesar de pegar inspiração em tanto material bacana, o filme não agradou devido ao seu foco exagerado na ação e propaganda de diversos produtos.

Melhor sorte teve o longa O Homem Bicentenário. Adaptado do livro The Positronic Man (que, por sua vez, é uma adaptação do conto The Bicentennial Man, de 1976), o filme estrelado por Robin Williams conseguiu capturar bem a essência do autor, levantando questões éticas e morais bem interessantes numa ficção científica de primeira.

Então da próxima vez que assistir um filme ou ler um livro que envolva robôs, leis da robótica, humanismo relacionado às questões éticas e morais do avanço científico, tire um momentinho e agradeça ao mestre Asimov. E, claro, aproveite para mergulhar em sua obra. É certeza de boa leitura!

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Plataforma para encontrar ótimos professores online já conta com mais de 1.000 aulas dadas para alunos brasileiros

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preply-770x425Plataforma Preply chegou há pouco tempo e já conquistou o público brasileiro.

Publicado no TecheNet

Aprender um novo idioma nunca foi uma tarefa fácil, mas até pouco tempo atrás o grande problema para quem queria estudar idiomas era a acessibilidade. Com a chegada da internet essa barreira foi quebrada e, hoje, não existem fronteiras para quem quer atingir a fluência no inglês ou no espanhol, bem como dedicar-se a alguma matéria escolar ou aprender um novo instrumento musical. Através da plataforma Preply é possível ensinar e aprender com apenas alguns cliques. O que antes só era transmitido através das instituições de ensino e exigia tempo de deslocamento e esforço, hoje pode ser feito de sua própria casa. A Preply tornou o ensino de idiomas e matérias muito mais democrático e qualquer aluno tem a chance de estudar, de forma presencial ou on-line, através de aulas individuais.

Como funciona a plataforma?

Para começar a ter aulas você só precisa acessar o site da Preply e digitar o tema preferível, como por exemplo “matemática” ou “inglês”. Em seguida, o aluno deve escolher seu professor e enviar-lhe uma solicitação para agendar as aulas. Os valores podem variar de acordo com o professor, partindo de 5 dólares. Através dos filtros de busca você pode pesquisar por professores em sua região ou por matéria, especialização e preço por hora. Como temos milhares de professores não só do Brasil, mas de todo o mundo, o aluno tem uma grande variedade de opções à sua disposição e pode trocar de tutor a qualquer momento, caso não se sinta satisfeito com as aulas. Veja abaixo outras vantagens em apostar na Preply.

Aulas presenciais

As aulas presenciais também são destaque na Preply e o aluno, além de ter uma grande variedade de opções, pode ter a garantia de um bom investimento. O contato humano e a interação com o professor nas aulas torna o conteúdo mais dinâmico, o que ajuda a motivar o aluno e aumentar sua concentração. O método clássico de ensino também é vantajoso na Preply e o número de professores é grande. Seja qual for o seu perfil de aluno, a plataforma pode ajudá-lo a chegar lá.

E as aulas on-line?

As vantagens das aulas via Skype são inúmeras, desde a redução dos custos ou a economia de tempo e dinheiro com transporte até a possibilidade de estudar sem qualquer compromisso ou preocupação com horários e mensalidades. Com a Preply você terá praticidade e comodidade em seus estudos. Não importa se você mora no Brasil e quer ter aulas com um professor de inglês americano ou australiano, por exemplo. Você pode estudar em casa ou em cafeterias, no trabalho, durante suas viagens ou mesmo em hotéis. As aulas podem ser dadas com a ajuda de um smartphone, tablet ou computador que tenha conexão com a internet e Skype. O material deve ser acordado com o professor responsável.

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