Concurso Cultural Literário (65)

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capa senna

LEIA UM TRECHO

Considerado hoje um dos maiores pilotos de todos os tempos, Ayrton Senna era ainda um ilustre desconhecido até a largada do Grand Prix de Mônaco de 1984. Enquanto o principado está sob um dilúvio e a maior parte dos pilotos perde o controle do carro, o jovem brasileiro causa sensação no volante de um Fórmula 1 de segunda classe, e tem uma performance impressionante, que o leva à dianteira da corrida e a ameaçar o campeão Alain Prost. Esse dia marca o início da lenda que se escreveu nos dez anos seguintes, durante os quais Ayrton Senna trouxe emoção para o campeonato mundial de Fórmula 1, até sua morte trágica no Grand Prix de Ímola no dia 1º de maio de 1994.

Vamos sortear 3 exemplares de “Ayrton Senna – A trajetória de um mito“, superlançamento da Editora Nemo.

Para participar, responda na área de comentários qual a lição de Senna deve ser conhecida por aqueles que nasceram após a sua morte?

O resultado será divulgado dia 12/5 às 17h30 neste post.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe seu email de contato.

Boa sorte! :-)

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Inspirado em trilogia de best sellers, “Divergente” chega hoje aos cinemas

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Inspirado em trilogia de best sellers, "Divergente" chega aos cinemas Paris Filmes/Divulgação

Zoe Kravitz e Shailene Woodley em ação no longa Foto: Paris Filmes / Divulgação

Dois primeiros volumes da série já venderam 100 mil exemplares no Brasil

Alexandre Lucchese, no Zero Hora

Ter um livro na lista dos mais vendidos é um grande feito para qualquer jovem escritor. Que dirá três best-sellers em sequência, todos já com adaptação garantida para as telas.

Essa é a história da americana Veronica Roth, 25 anos, autora do fenômeno literário da vez, a trilogia Divergente, que estreia nesta quinta-feira nos cinemas. Iniciada em 2011, a série já vendeu mais de 10 milhões de exemplares em 15 países e agora tenta repetir o sucesso com o primeiro longa-metragem da franquia. Há cerca de um mês em cartaz nos Estados Unidos, o filme dirigido por Neil Burger (de O Ilusionista) arrecadou mais de US$ 125 milhões em ingressos – o que não é um recorde, mas uma boa performance. Também no Brasil a expectativa é que o filme repita a boa trajetória de Crepúsculo e Jogos Vorazes, sagas que conquistaram jovens leitores devotados, o que acabou se refletindo nas bilheterias.

– Já esperávamos que o livro fosse um sucesso. No entanto, fomos pegos de surpresa pela intensidade da recepção do público – afirma Ana Martins Bergin, gerente do departamento infantojuvenil da Rocco, editora da saga literária no país.

A série acompanha a vida da Beatrice Prior (interpretada no cinema por Shailene Woodley, de Os Descendentes), jovem que mora nos escombros de Chicago num futuro distópico, em que as cidades foram devastadas por uma guerra global. Na busca de uma paz perene, a sociedade se dividiu em cinco facções, conforme as qualidades que deveriam cultivar: Abnegação, Amizade, Audácia, Erudição e Franqueza. Aos 16 anos, cada habitante deve escolher entre permanecer na facção dos pais ou renunciá-la. No caso de renúncia, eles jamais deverão retornar ao lar. A trama do primeiro livro, Divergente, flagra Beatrice às vésperas de fazer sua escolha.

Formada em escrita criativa na Universidade Northwestern, Veronica Roth prova que sabe combinar os ingredientes de uma boa saga para jovens adultos: distopia, ação e uma personagem frágil, que precisa aprender a fazer escolhas adultas. E, claro, não falta uma boa dose de romance, já que Beatrice se apaixona por Quatro (interpretado por Theo James, de Anjos da Noite – O Despertar), um enigmático e experiente mentor de sua facção.

Com bons cenários criados a partir das descrições do livro, o filme traz boas cenas de ação, derrapando apenas nas enfadonhas pausas para o açucarado romance.

– Não tenho dúvida de que Divergente aponta uma tendência forte no mercado, aberta com Crepúsculo e seguida com Jogos Vorazes. São livros de grande identificação com o público jovem adulto, mas que foram, de certa forma, negligenciados pelos grandes estúdios e tiveram sucesso com as produtoras independentes. Acredito que isso esteja gerando uma busca por novos autores – avalia Pedro Butcher, crítico de cinema especializado em pesquisa e análise de mercado.

A saga

Divergente (Rocco, 504 páginas, R$ 39,90) > Em um futuro distópico, a jovem Beatrice Prior vive em um mundo dividido em facções. A versão cinematográfica estreou nos EUA em 21 de março e arrecadou mais de US$ 125 milhões.

Insurgente (Rocco, 512 páginas, R$ 39,90) > Beatrice começa a melhor compreender os conflitos políticos e ideológicos na disputa pelo poder. No Brasil, os dois primeiros livros da saga já venderam mais de 100 mil exemplares.

Convergente (Rocco, 528 páginas, R$ 39,50) > Com o sistema de facções em ruínas, Beatrice precisa fazer novas escolhas. Lançado no Brasil em março, com tiragem inicial de 30 mil exemplares, o volume explica como o mundo foi devastado. Nos cinemas, Convergente será dividido em dois filmes.

 

Quatro (Rocco, no prelo)> Contos narrados pelo ponto de vista de Quatro, o par romântico de Beatrice. Previsto para ser lançado no Brasil em outubro, o livro configura uma trama complementar para os fãs da saga da história.

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Fazer má literatura é difícil, diz escritor Leonardo Padura em debate

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Fabio Victor, na Folha de S.Paulo

Escrever mal é difícil, declarou um dos maiores escritores contemporâneos.

Durante debate anteontem à noite no Sesc Consolação, em São Paulo, para divulgar seu romance “O Homem que Amava os Cachorros”, o cubano Leonardo Padura, colunista da Folha, caçoou de autores best-sellers.

“Escrever livros como os de Paulo Coelho e Dan Brown não é fácil, não há muitos Dan Browns que possam escrever um romance tão horrível como ‘O Código Da Vinci’, que venda milhões de exemplares. Há que se saber fazer má literatura para poder escrever um livro desses”, disse, provocando risos na plateia.

O escritor cubano Leonardo Padura durante debate anteontem à noite em São Paulo / Jorge Araujo/Folhapress

O escritor cubano Leonardo Padura durante debate anteontem à noite em São Paulo / Jorge Araujo/Folhapress

Padura respondia a uma questão sobre como era possível que, mesmo sendo um “antibest-seller” (quase 600 páginas, vários narradores e tempos verbais e sobre um fato amplamente investigado, o assassinato de Leon Trótski por Ramón Mercader), “O Homem que Amava os Cachorros” virou um acontecimento literário.

O romance, que segundo a editora Boitempo já vendeu 12 mil exemplares no Brasil (um êxito para o país, onde livros do tipo têm tiragens médias de 3.000 cópias), foi aclamado pela crítica e recomendado por figuras como a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Padura respondeu a perguntas do público, do mediador Kim Doria (da Boitempo) e de três debatedores: o historiador e professor Gilberto Maringoni, o escritor Ricardo Lísias e a repórter especial da Folha Sylvia Colombo.

Nascido em 1955 em Havana, Padura notabilizou-se por seus romances policiais de estilo literário. É criador do detetive Mario Conde, protagonista de obras como “Ventos de Quaresma” e “Adeus, Hemingway”.

Jornalista e ensaísta, é também um leitor refinado da realidade cubana —faz críticas ao regime, mas também reconhece seus efeitos positivos, e continua a viver na ilha.

No debate de anteontem, ele disse que seus livros são “falsos romances policiais”. “São romances que qualquer leitor descobre desde o começo quem é o assassino e o que aconteceu. O importante é por que aconteceu algo e o que significa isso numa sociedade como a cubana.”

Padura fez críticas ao modelo de socialismo soviético que norteou regimes como o de Cuba (“Stálin perverteu a utopia de uma sociedade igualitária”) e explicou por que permanece morando na ilha mesmo tendo passaporte espanhol. “Porque sou um escritor cubano, nunca vou ser um escritor espanhol, e um escritor é resultado de sua cultura e de sua experiência.”

Ao responder sobre sua atividade como jornalista, menos conhecida que a de escritor, ele comparou o jornalismo atual a redes de fast-food. “Está se convertendo num ofício em que tudo sai igual e todos têm o mesmo aspecto.”

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Concurso Cultural Literário (64)

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capa ed. vestígio 1

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Algumas garotas escondem terríveis segredos…

Sarah Kent é uma estudante brilhante e leva uma vida tranquila em meio à elite da universidade de River Falls, uma cidadezinha perto das Rochosas, no estado norte-americano de Washington. Mas tudo muda numa manhã de primavera: Amy Paich e Lucy Barton, as duas melhores amigas de Sarah em sua cidade natal, são encontradas no fundo de um lago, terrivelmente mutiladas. As duas não falavam mais com Sarah, mas tinham mandado um estranho convite para a amiga dois dias antes dessa tragédia.

A vida de Sarah se transforma num pesadelo. Seria ela a próxima vítima do assassino? A garota parece esconder um terrível segredo, como se um laço misterioso ainda a ligasse a Amy e Lucy… Mistérios que o xerife Mike Logan tentará resolver, com a ajuda de Jessica Hurley, sua ex-namorada e famosa profiler do FBI. Eles pensam estar na pista certa, mas seu adversário é perverso e os manipula com facilidade…

capa ed. vestígio 2

LEIA UM TRECHO

Nesse início de outono, dois assassinatos cometidos um após o outro vêm perturbar a relativa tranquilidade de River Falls, que começava a se restabelecer da sórdida sequência de crimes de alguns meses antes.

O primeiro assassinato causa estardalhaço: Robert Gordon, um advogado brilhante, conhecido por sua filantropia, é encontrado eletrocutado na banheira
de sua luxuosa mansão em Golden Hill, o bairro rico da cidade. Tudo indica que o assassino tentou disfarçar o crime em suicídio, mas de maneira descuidada. No mesmo dia, o corpo de um mendigo, coberto de hematomas e encontrado no rio, chega ao necrotério, sem causar maior comoção. A priori, nenhuma ligação entre os dois casos.

O xerife Mike Logan, com a ajuda de sua companheira, a célebre profiler Jessica Hurley, terá de elucidar
os assassinatos.

Tem início um inquietante mergulho nas regiões obscuras da alma humana que revelará segredos devastadores.

Vamos sortear 2 kits com os sucessos Alexis Aubenque: “Sete dias em River Falls” e “Um outono em River Falls“, publicados da Vestígio.

Para participar, use a área de comentários para completar a frase: “Curto ler romances policiais porque…” (use no máximo 3 linhas).

Se usar o Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 8/5 às 17h30 neste post.

Participe! :-)

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Trajetória de Ayrton Senna vai para os quadrinhos

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Tricampeão de Fórmula 1 tem sua vida contada por meio de HQ, que já está nas livrarias

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Publicado por Diário do Grande ABC

Das primeiras curvas no kart ao acidente fatal no GP de Ímola. A trajetória de Ayrton Senna ganhou traços diferentes e virou história em quadrinhos, os famosos HQs. Os primeiros exemplares de Ayrton Senna: A Trajetória de um Mito já podem ser encontradas nas livrarias por R$ 29,90.

Seu primeiro GP de Mônaco, com desempenho notório a bordo de uma Toleman, a rivalidade com o francês Alain Prost, sua vitória em Interlagos em 1991 – quando sofreu problemas na transmissão – e os fatos marcantes que envolveram os três títulos de melhor piloto do mundo na Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991) estão presentes na obra roteirizada pelo jornalista francês Lionel Froissart e desenhada por Christian Papazoglakis e Robert Paquet.

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Senna já foi protagonista de diversas homenagens em 2014, quando completaria 54 anos. Em uma delas, Senna virou enredo da escola da samba Unidos da Tijuca, que tornou-se campeã do Carnaval do Rio de Janeiro. Também foi lembrado pela home do site de pesquisas Google.

A morte do piloto completa 20 anos no dia 1º de maio.

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