Mapa online mostra livrarias abertas no Brasil durante a quarentena

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Publicado no UOL

Um mapa online criado pela gerente de vendas Beatriz Alves conecta leitores e livrarias físicas próximas em todo o Brasil. A ideia é mostrar quais lojas estão funcionando durante a quarentena causada pelo novo coronavírus.

O mapa é colaborativo, o que significa que ele está em constante construção e pode receber novas livrarias de outros internautas em qualquer região do País.

A Ideia de Beatriz é que o consumidor possa encontrar livrarias próximas a ele e que estejam fazendo entregas.

Ela conta ao site Publish News que “pelas redes sociais, tenho visto o tremendo esforço de livrarias como a Livraria Simples, de São Paulo, e a Realejo, de Santos, que se arriscam pelas ruas para entregar livros a seus leitores. Por outro lado, estou farta de ler tantas notícias ruins sobre o setor”.

Cuidados

Com a covid-19 tirando vidas no Brasil, é importante adotar as medidas necessárias para impedir a proliferação do vírus; uma delas é lavar a mão com frequência, especialmente quando houver contato com objetos externos, como encomendas:

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5 livros que narraram epidemias como a do coronavírus

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Nove anos depois de estrear nos cinemas, o filme Contágio, de Steven Soderbergh, voltou a ser um dos 10 filmes mais buscados no iTunes em janeiro. Os números são consequência do surto de coronavírus.

No entanto, o cinema não é o único que retratou de forma bem semelhante a nova pandemia. Além de Contágio, o livro A Peste(1947), de Albert Camus, no momento faz sucesso na Europa e no Japão, de acordo com o Estadão.

Esse é apenas um exemplo dentre outras obras que contaram sobre histórias parecidas com a do COVID-19. O Estadão selecinou 5 livros que narraram epidemias como a do coronavírus. Confira a lista:

O Último Homem (1826), de Mary Shelley

A autora de Frankstein escreveu este livro de ficção científica focada no mundo apocalíptico. Na obra, um território é destruído por uma praga.

Eu Sou a Lenda (1954), de Richard Matheson

Antes de ser protagonizada nos cinemas por Will Smith, a história foi contada em livro. Depois de uma terrível pandemia que transforma as vítimas em zumbis, o único sobrevivente precisa achar uma cura.

A Dança da Morte (1978), de Stephen King

Stephen King, o maior escritor de terror da atualidade, não poderia estar de fora da lista. O livro mostra um mundo apocalíptico, dizimado por uma praga.

Ensaio Sobre a Cegueira (1995), de José Saramago

Na obra acompanhamos um grupo de pessoas afetados por uma epidemia que deixa os infectados cegos.

Guerra Mundial Z (2006), de Max Brooks

A história do livro mostra uma pandemia que assolou a humanidade e transformou todos os infectados em zumbis incontroláveis e sedentos por sangue.

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Alta em venda de luvas e busca por obras que falam sobre epidemias: os efeitos inesperados do coronavírus

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Pessoas têm buscado livros como ‘A Peste’, de Albert Camus, e ‘Ensaio Sobre a Cegueira’, de José Saramago, em meio à pandemia de coronavírus — Foto: Getty Images via BBC

Queda em procura por marca de cerveja, sucesso de jogo de videogame que simula surto de uma doença e alta em ações da Netflix também estão em lista.

Publicado no G1

A epidemia de coronavírus tem efeitos inesperados e até mesmo insólitos, como o sucesso de vendas de livros, filmes e videogames com temáticas de surtos mundiais de doenças, ou a queda abrupta do consumo da cerveja Corona, associada pela população ao novo vírus.

A lista das consequências surpreendentes do surto da doença é feita pelo jornal Le Parisien. A exemplo da rainha da Inglaterra, Elizabeth II, que na terça-feira (3) usou luvas pela primeira vez desde 1954 durante uma cerimônia no Palácio de Buckingham, a venda de luvas está em forte alta, mas os efeitos inesperados não param por aí.

Pelo jeito, os temas que dominam o noticiário incitam à leitura de clássicos da literatura, escreve o diário. Em 2015, após os atentados na capital francesa, as vendas de “Paris é uma festa”, de Ernest Hemingway, explodiram. Agora é “A Peste”, de Alberto Camus, que de repente integra a lista dos mais vendidos, tanto na França quanto na Itália, o país europeu mais atingido pela epidemia.

Mesmo sucesso extraordinário registra o videogame Plague Inc, que simula o surto de uma doença, ou o filme “Contágio”, de 2011. A obra do diretor Steven Soderbergh, está no top 10 dos longas mais baixados no Itunes e um dos mais populares da Netflix.

Aliás, a plataforma global de filmes e séries de TV via streaming, muito procurada atualmente pelas pessoas que, com medo do Covid-19, preferem ficar em casa, viu suas ações na bolsa subirem 5%.

Mas, informa o Le Parisien, um fenômeno inverso acontece com um outro produto, a cerveja Corona. Pode parecer brincadeira, ressalta o texto, mas por causa do nome parecido ela passou a ser associada à doença. Internautas do mundo inteiro fazem busca no Google sobre a “cerveja vírus”. Em consequência, a cervejaria mexicana espera uma perda de lucros da ordem de 10% no primeiro trimestre de 2020.

Crise inédita

Les Echos detalha tudo que é necessário saber sobre essa crise inédita. Apesar da corrida aos supermercados para estocar produtos por medo de um eventual confinamento da população na França, a grande distribuição francesa exclui a penúria de alimentos no país.

Entre as empresas, a companhias aéreas mundiais serão as mais impactadas pela epidemia, com perdas de mais de 100 bilhões de euros e falências de alguns grupos, como a britânica Flybe. Em editorial, o diário afirma que esta crise é muito mais econômica do que sanitária e que o coronavírus vai matar mais pequenas e médias empresas do que humanos.

Le Figaro frisa que o preço do petróleo também é fortemente afetado e que a Opep, com a ajuda da Rússia, quer reduzir a produção mundial para frear a queda da cotação do barril, provocada pela paralisação da economia chinesa e pela ameaça de uma pandemia mundial do Covid-19.

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”’A Peste”’, de Albert Camus, vira best-seller em meio à pandemia de coronavírus

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Livros de ficção que se passam em situações de epidemias ou pandemias, como Ensaio Sobre a Cegueira 1995 , do português José Saramago, e de não-ficção que descrevem a disseminação de doenças no passado estão constantemente nas listas de mais vendido

Publicado no Folhago

Numa pequena cidade da costa argelina, na década de 1940, a vida dos habitantes segue sua rotina até que milhares de ratos começam a surgir do subterrâneo e morrer aos milhares. Logo as pessoas também começam a pegar a doença — e seu destino é, em muitos casos, o mesmo.

Essa narrativa, escrita em 1947 pelo franco-argelino Albert Camus, tem atraído muitos leitores em diversos países da Europa, em meio à pandemia de coronavírus.

Não só ela — livros de ficção que se passam em situações de epidemias ou pandemias, como “Ensaio Sobre a Cegueira” (1995), do português José Saramago, e de não-ficção que descrevem a disseminação de doenças no passado estão constantemente nas listas de mais vendidos.

No Brasil, isso ainda não está acontecendo. A editora Record, que publica a versão brasileira mais recente de “A Peste”, diz que ainda não viu aumento na procura. A Livraria da Vila, uma das principais de São Paulo, informou à BBC que, por enquanto, não notou aumento nas vendas ou na procura por títulos do gênero.

“Encaramos com naturalidade que os europeus estejam procurando se informar por meio de obras com a temática, uma vez que a Europa já passou por grandes epidemias ao longo dos séculos e é uma das regiões mais atingidas pelo coronavírus. No entanto, a situação no Brasil é distinta e não há como prever os próximos cenários”, disse a administração da livraria, por e-mail.

A livraria afirma que, por ser um fenômeno recente no Brasil, ainda não está preparando ações específicas, como pedidos às editoras de livros sobre o tema, mas pode recomendar alguns livros, como “História da Humanidade Contada Pelo Vírus”, de Stefan Cunha Ujvari; “Cidade Febril- Cortiços e epidemias na corte imperial”, de Sidney Chalahoub e “Peste e Cólera”, de Patrick Deville.

A BBC procurou outras grandes livrarias, como Cultura, Travessa e Martins Fontes, mas não teve resposta.

Se não no Brasil, esses livros estão vendendo mais? Do que tratam? O que têm a ver com a realidade do surto de coronavírus? Que lições nos oferecem sobre como lidar com o surto? Por que as pessoas buscam esses livros?

Na opinião do pesquisador de Camus Raphael Luiz de Araújo, doutor em letras pela Universidade de São Paulo e tradutor de Os primeiros Cadernos de Albert Camus, “diante da doença precisamos nos repensar — quem somos, o que estamos enfrentando. Por falarem da condição humana (esses livros ganham interesse)”.

Além disso, pensa ele, serve como um espelho e uma maneira de não nos sentirmos sozinhos em meio à incerteza da epidemia. “E é também uma forma de buscar esclarecimento, tem um potencial didático, que é pensar como foi para pessoas que viveram e pensaram nisso”, palpita Araújo.

“É uma busca por dar forma à experiência, o que o (crítico) Antonio Candido chamava de fabulação. A Peste e outros clássicos trazem explicações de princípios sem que a gente entre na religião, oferecem caminhos para a nossa busca ética”, resume ele.

A peste

O romance “A Peste” foi publicado em 1947, pouco após o fim da Segunda Guerra Mundial, e conta a história da chegada de uma epidemia à cidade argelina de Orã. O personagem principal é um médico, Rieux, que combate a doença até o momento em que ela se dissipa, depois de muitas mortes. O narrador descreve como a população reage, indo da apatia à ação, e como alguns se expõem a risco para enfrentar a disseminação da peste. Há aproveitadores, como um personagem que lucra com um mercado paralelo de produtos. Num primeiro momento, as autoridades hesitam em publicizar a doença, algo que Camus veria de forma crítica, diz Araújo — sua obra sempre volta ao tema da importância de nomear as coisas.

Nos anos 1940, diz Araújo, Camus vinha pesquisando sobre como se deram algumas epidemias na Argélia e na Europa. Ele próprio sofrera com doenças, a tuberculose, e privações, por ser de uma família argelina pobre.

Logo após sua publicação, o livro foi lido como uma analogia sobre a ocupação alemã em Paris durante a Segunda Guerra, em parte por causa da epígrafe do livro, uma frase do escritor Daniel Defoe: “É tão válido representar um modo de aprisionamento por outro quanto representar qualquer coisa que de fato existe por alguma coisa que não existe”. Araújo lembra que, numa carta a Roland Barthes de 1955, Camus afirma que a obra descreve “a luta da resistência europeia contra o nazismo”.

Araújo aponta alguns paralelos com o momento atual: “a questão do conhecimento. Vivemos um momento em que há desinformação, fatos vêm sendo contestados. Em “A Peste” há um cuidado de mostrar as coisas como são de fato. O livro fala que existe (na história) um problema de abstração. A desinformação, a abstração, geram histeria, comportamentos levianos ou xenofóbicos, como temos visto”, interpreta ele.

Outra coincidência é a questão de burocratização das informações sobre as mortes, que pode gerar certa desumanização dos casos, opina ele. Na ficção, o número de mortes é anunciado diariamente numa rádio. Por outro lado, o narrador descreve algumas das mortes, o que faz o leitor senti-las de uma forma mais direta.

Para Araújo, uma lição a ser tirada do romance é a do reconhecimento da coletividade. A cidade passa a se reconhecer como um grupo em sua luta contra a doença. “Neste momento em que temos divisões muito marcadas no Brasil, é um convite a pensar sobre nós como coletivo. O que atravessarmos vamos atravessar juntos. Não é ‘cada um que se salve’. Como diz o Camus, a peste vira assunto de todos. Os problemas que nos atingem são de todos, não é só de quem apoia um ou outro governo. Ninguém está acima de ninguém”, diz o acadêmico.

Livros que estão vendendo bem

Na França, as vendas de “A Peste” chegaram a mais que dobrar nas primeiras oito semanas de 2020, comparado ao mesmo período de 2019, segundo a publicação de estatísticas de mercado editorial Edistat. O país registrava 30 mortes pelo vírus até terça-feira.

Na Itália, o segundo país mais impactado pelo vírus depois da China, o aumento de vendas colocou o romance na lista dos dez mais vendidos, segundo a revista literária francesa Actuallité.

Todo o país está sob medidas de emergência, determinadas pelo governo, para conter a contaminação da população pelo vírus.

A Amazon italiana tem entre seus 100 livros mais vendidos diversos exemplos de narrativas de ficção e não-ficção sobre epidemias, como “Virus, La Grande Sfida” (Vírus, o grande desafio, em tradução livre), do virologista Roberto Burioni. O livro, segundo a sinopse, “descreve a natureza e o funcionamento dos vírus, sua transmissão de animais para seres humanos, a evolução de nosso conhecimento científico sobre ele, os efeitos devastadores das epidemias na história da humanidade e as batalhas travadas no último século contra elas”.

“Ensaio sobre a Cegueira”, do romancista português José Saramago, também anda nos altos postos da lista. O livro conta a história de uma “treva branca” que vai deixando cegos, um a um, os habitantes de uma cidade.

No Reino Unido, leitores também vêm procurando “A Peste”, que deve ser reimpresso pela editora Penguin, já que já quase não há mais exemplares em estoque na Amazon.

O livro “The Great Influenza: The Story of the Deadliest Pandemic in History” (A grande gripe: a história da pandemia mais mortal da história, em tradução livre) estava entre os 100 mais lidos na versão britânica do site.

A narrativa de não ficção fala sobre “o vírus da gripe mais letal da história”, segundo a sinopse. “No auge da Primeira Guerra Mundial, irrompeu em um acampamento do exército no Kansas, expandiu para o leste com tropas americanas e depois explodiu, matando até 100 milhões de pessoas em todo o mundo. Matou mais pessoas em 24 meses do que a AIDS matou em 24 anos, mais em um ano do que a Peste Negra matou em um século.”

“Como o autor sabia?”

“Não costumo ler esse tipo de livro, mas tive que lê-lo porque estamos 2020 e no meio do avanço do coronavírus. Como o autor sabia?”, se pergunta um leitor no site britânico da Amazon sobre o romance The Eyes of Darkness (Os olhos da escuridão, em tradução livre), de 1981, escrito pelo americano Dean Koontz.

Assim como ele, muitos se perguntaram, em redes sociais, se o autor havia “previsto” a expansão da doença. Koontz de fato descreve no livro um vírus fictício que se chama “Wuhan-400” e cujo nome refere-se à cidade chinesa onde começou o surto de coronavírus. No entanto, o vírus, no romance fictício, é uma arma biológica da China, desenvolvida em laboratório, e não um micróbio que se espalha espontaneamente pelo mundo. Além disso, o vírus do livro é mais letal e se espalha mais rapidamente.

Em sua primeira versão, publicada em 1981, o vírus fictício não vinha da China, mas sim da Rússia, e se chamava Gorki-400, segundo a agência de notícias Reuters. A segunda versão saiu em 1989.

Não apenas livros

O filme “Contágio” esteve entre os mais vistos nas plataformas iTunes e Google Play, algo que pode ser considerado um marco para um filme que não é estreia.

No enredo, Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow) retorna ao Estado de Minnesota (Estados Unidos) após uma viagem de negócios em Hong Kong e começa a se sentir mal. Emhoff atribui seus sintomas ao fuso horário.

No entanto, dois dias depois ela morre, sem que os médicos encontrem a causa. Logo depois, outras pessoas começam a manifestar os mesmos sintomas e, logo, é desencadeada uma pandemia que as autoridades de saúde tentam conter.

Em menos de um mês, o número de mortos na história chega a 2,5 milhões nos EUA e 26 milhões em todo o mundo.

No momento de seu lançamento, alguns especialistas elogiaram a maneira como o filme refletia a situação de uma pandemia.

Mas o que a realidade do coronavírus chinês realmente tem em comum com a ficção do filme de Soderbergh?

Um tema comum é que ambos os vírus se originam na China e os morcegos parecem desempenhar um papel preponderante.

Especialistas da Organização Mundial da Saúde apontam que é muito provável que o novo coronavírus venha de morcegos. Eles estimam que ele teve que pular primeiro para um grupo de animais não identificado antes de poder infectar humanos.

O filme mostra imagens de cidades em quarentena, aeroportos fechados, profissionais de saúde com trajes especiais, pessoas com máscaras, cidades vazias, lojas fechadas… Essas cenas vêm se tornando mais comuns, com China e Itália sob medidas de emergência para conter a disseminação do vírus.

No filme, entretanto, a doença tem contágio mais rápido e é mais letal.

Na história, pesquisadores conseguem produzir e distribuir uma quantidade limitada de vacinas em apenas 90 dias.

A realidade do coronavírus é diferente, ainda que, diferentemente dos surtos de vírus anteriores em que as vacinas para proteger a população levavam anos para serem desenvolvidas, a busca por um medicamento para controlar a disseminação da pneumonia de Wuhan tenha começado poucas horas após a identificação do vírus.

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Feira do Livro de Paris é cancelada por surto de coronavírus

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Sindicato de editores seguiu proibição do governo de realizar eventos com mais de 5 mil pessoas em um espaço fechado.

Publicado na Folhago

A Feira do Livro de Paris, que deveria ocorrer neste mês, foi cancelada devido a medidas tomadas pelo governo francês para conter o surto de coronavírus, informou o sindicato de editores do país em um comunicado.

“Seguindo a decisão do governo de proibir qualquer reunião de mais de 5 mil pessoas em um espaço fechado, é com pesar que decidimos cancelar a edição de 2020 da Feira de Livros de Paris”, justificou o sindicato.

Até o momento, o coronavírus matou duas pessoas na França e infectou cerca de 130.

O Museu do Louvre não abriu para visitação no domingo (1º) e nesta segunda (2), depois dos funcionários decidirem em assembleia que não iria trabalhar.

Shows e gravações também foram cancelados

Não é só na França que atividades culturais foram canceladas por conta do vírus. As gravações do novo filme “Missão Impossível” foram interrompidas na Itália e o plano de filmar em Veneza foi adiado sem previsão de uma nova data.

A banda californiana Green Day estava com turnê marcada para Ásia em março, mas preferiu cancelar os shows que aconteceriam em Singapura, Tailândia, Filipinas, Taiwan, Hong Kong, Coreia do Sul e Japão.

O DJ brasileiro Alok também tinha um show marcado na China, mas cancelou a apresentação.

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