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Hugh Laurie desenvolverá série baseada em obra de Agatha Christie

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AMC/divulgação

História que será levada para a BBC ainda não foi revelada

Julia Sabbaga, no Omelete

Hugh Laurie, conhecido por seu papel na série House, está desenvolvendo o roteiro de uma série que adaptará uma obra de Agatha Christie para a BBC. Segundo a Variety, a história da autora que está sendo trabalhada ainda não foi revelada.

Laurie está adaptando o roteiro e ainda não divulgou planos de estrelar a série. Nenhum outro detalhe do projeto foi anunciado.

Recentemente, Laurie estrelou a adaptação da obra de Charles Dickens, The Personal Life of David Copperfield, além de ter atuado em séries como Vice e Catch-22.

A mais recente obra de Agatha Christie adaptada para a TV foi The ABC Murders, protagonizada por John Malkovich.

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Romance policial nacional que virará filme pode se tornar série da Globo

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Guilherme Rodrigues, no Observatório da Televisão

Autor nacional de livros de romance policial, Raphael Montes adaptará Uma Mulher No Escuro, uma das suas últimas obras, para o cinema. Além disso, existe a possibilidade do longa-metragem originar outra produção.

De acordo com a colunista Patrícia Kogut, o filme pode virar uma série de quatro episódios para serem exibidos pela TV Globo. Além disso, Montes é o responsável pela co-direção da produção, que será lançada nos cinemas em 2020.

Vale lembrar que Bom Dia, Verônica, romance escrito por Raphael e Ilana Casoy, vai virar série da Netflix. O formato está em fase de gravações e terá Tainá Müllher, Camila Morgado e Eduardo Moscovis como protagonistas.

Além das obras criadas pelo escritor, ele também trabalhou como colaborador das séries Espinosa (2015), do GNT, e Supermax (2016), da platinada. Também ajudou em A Regra do Jogo (2016), trama das 21h de João Emanuel Carneiro.

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A inspiração real para Moby Dick

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Reprodução

No aniversário de 168 anos da publicação do livro, conheça a história real da baleia assassina do século 19

Isabela Barreiros, na Aventuras na História

O escritor estadunidense Herman Melville publicou seu maior romance no ano de 1851. Moby Dick se tornou um dos maiores clássicos da literatura, contando a história do capitão Ahab que tem uma obsessão no mar: matar a baleia que arrancou fora sua perna, a famosa Moby Dick.

O que poucos sabem é que o autor teve uma inspiração da vida real para escrever o livro. Moby Dick foi influenciada pela história de Mocha Dick, uma baleia albina conhecida por destruir todos os barcos que passavam por seu caminho.

Ela provavelmente viveu durante o começo do século 19, nas águas da ilha de Mocha, perto da costa do Chile. O mais assustador do animal, além da destruição causada pela sua cauda, era sua aparência. Albina, Mocha Dick estava coberta por enormes cicatrizes em sua cabeça.

Crédito: Reprodução

O explorador Jeremiah N. Reynolds escreveu o artigo Mocha Dick or the white whale of the Pacific em 1839, descrevendo a baleia como “uma aberração da natureza, branca como a lã e com a cabeça coberta de cracas”. Ela também possuía uma maneira muito particular e agressiva de agir no mar.

“Ao invés de projetar sua cabeça obliquamente para frente e soprar com um esforço curto, acompanhado por um ruído de bufo, como de costume da sua espécie, ela arremessava a água da narina num volume alto e expandido, em intervalos regulares e um tanto distantes”, explicou o autor.

Estima-se que o animal tenha conseguido escapar de mais de cem armadilhas organizadas especificamente para assassiná-lo. Mas foi na década de 1830 que Mocha Dick foi morta por marinheiros.

A carcaça de aproximadamente 20 metros foi usada pelos baleeiros. Eles produziram mais de cem barris de óleo de baleia e de âmbar-cinzento – considerado uma das mais importantes substâncias para a elaboração de perfumes.

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7 perfis no Instagram para se apaixonar por novos livros

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Biblioteca Strahov, em Praga (Foto: Divulgação)

De HQs a livros de terror, contas na rede social reúnem indicação para todos os gostos

Jéssica Ferreira, na Galileu

Uma pesquisa da organização We Are Social sobre tendências globais do mundo digital, divulgada no início de 2019, revelou que as pessoas ficam mais de duas horas por dia fuçando as redes sociais. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil de 2016, feita pelo Instituto Pró-Livro, por sua vez, mostrou que 30% dos brasileiros nunca compraram um livro e que a média de obras lidas é de 2,43 por ano. Para tentar reverter o cenário e unir redes sociais à leitura, selecionamos sete perfis no Instagram que vão te dar vontade de largar o celular e correr para a livraria:

(Foto: Divulgação)

1. Leia Mulheres

O projeto #readwomen, criado em 2014 pela escritora britânica Joanna Walsh, procura incentivar a leitura de mais autoras mulheres. A ideia foi reproduzida no Brasil sob o nome Leia Mulheres, que conta com clubes espalhados em várias cidades do país. No site do projeto é possível consultar em quais cidades brasileiras ele está presente. O Instagram do Leia Mulheres, com mais de 55 mil seguidores, traz dicas de escritoras do mundo todo e divulga os encontros presenciais.

2. Literature-se

A leitora assídua e professora de literatura Mell Ferraz é dona do canal de YouTube Literature-se, com mais de 117 mil inscritos. No Instagram, seus 46 mil seguidores conferem as sugestões literárias de Ferraz e as dicas de bibliotecas e sebos para conhecer. As recomendações de livros vão de clássicos brasileiros a HQs e bestsellers.

3. Ler Antes de Morrer

Criado pela também booktuber Isabella Lubrano, o Ler antes de Morrer tem clube do livro, canal no YouTube e perfil no Instagram, este com quase 60 mil seguidores. A meta de Lubrano é ler e resenhar 1001 livros, incentivando o público a ler junto, sejam livros de terror e fantasia estrangeiros ou livros-reportagens brasileiros.

4. Livros e Pessoas (Olha nós aqui!!😀😎)

Nesta conta de 41 mil seguidores, não só são as capas de livros que ganham visibilidade. Ela tem de tudo um pouco, incluindo dicas de adaptações de livros para filmes, feiras e festas literárias, passeios turísticos e lugares imperdíveis para os leitores.

5. Belletrist

Criado pela atriz norte-americana Emma Roberts, fã assumida de literatura, o Belletrist é um clube de leitura com mais de 213 mil seguidores. A cada mês, ele seleciona um livro para o público ler e opinar. Nem sempre as sugestões têm tradução no Brasil (já que muitas são lançamentos), mas é possível encontrar alguns dos escolhidos mais antigos em português, como Os Imortalistas, de Chloe Benjamin, que abriu as leituras de 2018.

6. Objeto Livro

Além de compartilhar as impressões das leituras, o Objeto Livro, de 14 mil seguidores, traz uma proposta diferente: o livro é fotografado junto a um objeto que remeta à história lida. As pouco mais de 80 postagens da conta trazem diversas sugestões leituras brasileiras, assim como clássicos de Sylvia Plath e Valter Hugo Mãe.

7. LiteraTamy

A criadora do LiteraTamy entende a leitura como um ato solitário. Foi na internet que ela achou seu espaço para dividir impressões de leituras e trocar ideias. Hoje são mais de 17 mil seguidores que também compartilham essas experiências literárias, que vão dos quadrinhos argentinos de Liniers à tetralogia de Elena Ferrante.

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Margaret Atwood, de ‘O Conto da Aia’, ganha prêmio Booker Prize

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A escritora canadense Margaret Atwood (//Getty Images)

Pela primeira vez em 27 anos, jurados decidiram quebrar as regras e eleger duas vencedoras

Publicado na Veja

Pela primeira vez em 27 anos, o prêmio literário The Booker Prize não teve uma vencedora, mas duas: a canadense Margaret Atwood, com Os Testamentos, e a britânica Bernardine Evaristo, com Girl, Woman, Other. As escritoras foram declaradas as vencedoras da honraria nesta segunda-feira, 14, e vão dividir igualmente o prêmio de 50.000 libras esterlinas.

“Fomos informados com firmeza de que as regras permitiam apenas um vencedor. Nosso consenso foi de que era nossa decisão quebrar as regras e dividir o prêmio deste ano”, disse Peter Florence, um dos jurados do prêmio, ao jornal The Guardian. “Quantos mais falávamos sobre os dois livros, mais os valorizávamos e queríamos as duas (autoras) como vencedoras.”

De acordo com o júri, ambos os livros são “romances completamente engajados”, “linguisticamente inventivos” e “aventureiros de todas as maneiras, dando insights sobre o mundo atual e criando personagens que soam como nós e vão soar por muito tempo”.

A obra Os Testamentos, de Margaret Atwood, é a esperada continuação do best-seller O Conto da Aia. O romance distópico avança 15 anos no tempo e narra três histórias de mulheres que estão embrenhadas com a República de Gilead. Duas narradoras são jovens adolescentes, uma cresceu na ditadura teocrática, e a outra no Canadá, para onde os refugiados do que antes era os Estados Unidos vão. A terceira narradora é ninguém menos que tia Lydia, personagem famosa no livro e na série inspirada na trama, The Handmaid’s Tale. O livro chega ao Brasil em novembro, pela editora Rocco.

Já Girl, Woman, Other, de Bernardine Evaristo, narra a vida de doze mulheres negras e britânicas, cujas histórias se cruzam ao levantar questões importantes sobre machismo, preconceito e raça.

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