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Polícia Civil afirma que sumiço de Bruno Borges se tratou de ‘jogada de marketing’

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Bruno Borges, o menino sumido do Acre

Bruno Borges, o menino sumido do Acre

Publicado no Giro Business

O sumiço de Bruno Borges, do Acre, foi uma estratégia de marketing para a venda do livro TAC – Teoria da Absorção de Conhecimentos. Essa é a conclusão da Polícia Civil, que encontrou vários pontos que apontam para uma tentativa de divulgação da obra.

“Bruno se ausenta, o livro é lançado. Então, eu acho que fica evidente que havia um plano de divulgação”, afirmou o delegado responsável pelo caso, Alcino Júnior.

A primeira tiragem do livro foi de 20 mil cópias e entrou para a lista “não ficção” dos mais vendidos da semana, entre 24 e 30 do mês passado.

A polícia descobriu que antes de sumir, Bruno assinou um contrato de publicação de livros, sendo que ficou acordado a divisão dos lucros entre dois amigos (19%), o primo (15%) e a editora (5%). Ele ficaria com o restante dos recursos. Até as datas de lançamentos foram previamente acordadas, segundo as investigações.

“A polícia entrou para verificar o motivo da ausência. Com as buscas, que é o segundo momento, a gente descobre que há um planejamento sim. Os contratos apreendidos demonstram sim um planejamento do Bruno com os amigos Márcio Gaiote e Marcelo Ferreira pra essa divulgação do livro, inclusive, com datas prefixadas para o lançamento”, pontua o delegado.

Bruno se defende: “Eu até entendo que as pessoas levem a pensar essas coisas por causa de todo esse acontecimento. Só que, ironicamente, o fato de eu ter feito contrato com eles é justamente porque não me importo com dinheiro, porque o trabalho deles nesse projeto foi muito importante pra realizar meu sonho”

Desaparecimento de estudante no Acre pode estar envolvido em marketing para venda de livros

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Publicado na Folha Nobre

Em cumprimento a um mandado de busca e apreensão nesta quarta-feira, 31, na casa de Marcelo Ferreira, no bairro Pedro Roseno, amigo de Bruno Borges, o estudante desparecido desde o dia 27 de março deste ano, agentes da Polícia Civil encontraram um contrato registrado em cartório que comprova que houve uma ação planejada em torno do desaparecimento do acadêmico de Psicologia da Uninorte. O plano seria promover a venda e repartir o lucro entre o autor da obra [Bruno], Márcio Gaiote, que já prestou depoimento à polícia, e Marcelo. Na residência, agentes também encontraram uma porção de maconha.

O contrato foi assinado no dia 10 de março, 17 dias antes do desaparecimento de Bruno Borges.

O delegado Alcino Júnior informou que as buscas tiveram como objetivo informações não só “quanto a localização do Bruno, mas como a documentos que viesse a trazer informação sobre os livros que foram deixados. A forma como o Bruno desapareceu pudesse se tratar de um plano de marketing bolado por ele próprio e por pessoas que o circulavam. Essas pessoas são: Márcio Gaiote, que hoje se encontra fora do estado, e Marcelo Ferreira, que ajudou ele a escrever no teto, todo aquele quarto lá onde acabou tendo a divulgação toda daquele material e os livros também”.
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A polícia continua as investigações. O Delegado lembrou que a “Polícia Civil tem a obrigação também de fazer essa busca por desaparecidos, é uma atribuição nossa”, e acrescentou: “A gente vai verificar cada ponto em que houve uma comunicação da família, do desaparecimento, até que ponto esses contratos geraram que tipo de gastos, e verificar que consequência isso teve”.

Sobre Bruno Borges o delegado disse que “acredita que dentro desse planejamento, ele esteja aguardando essa publicação pra atingir o objetivo que era a venda desses livros”.
Fonte:Ac 24 horas

Acreanos criam aplicativo para promover venda de livros usados

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BookStop foi criado durante ‘maratona de programação’ em Rio Branco.
Aplicativo ainda não está disponível para dowload, diz empreendedor.

Iryá Rodrigues,no G1

Dois desenvolvedores do Acre criaram um aplicativo para promover a venda de livros usados na internet. Batizado de BookStop, o programa surgiu enquanto os idealizadores, Daniel Henrique e Giocondo Grotti, participaram do Hackathon, conhecido como “maratona de programação”, na última sexta-feira (26), em Rio Branco.

Aplicativo que promove venda de livros usados deve ficar disponível dowload em um mês (Foto: Reprodução)

Aplicativo que promove venda de livros usados deve
ficar disponível dowload em um mês
(Foto: Reprodução)

A ideia do aplicativo precisou ser apresentada e posta em prática em 24h, que foi o período em que o evento foi realizado, e a dupla ficou em primeiro lugar na competição.

Um dos idealizadores, Henrique, afirma que o aplicativo ainda está em processo de conclusão e, portanto, não pode ser feito o dowload.

“Já fizemos o mais difícil, que era organizar o banco de dados. Essa parte de estrutura era o que o evento exigia que fosse apresentado na competição. Mas, o aplicativo deve ficar pronto para dowload em no máximo um mês”, diz Henrique.

Ele conta que vendia livros usados na internet, por meio das redes sociais e tinha uma livraria, mas afirma que tinha problemas para negociar e apresentar os produtos para venda. A ideia do aplicativo veio da necessidade de organizar melhor o processo de venda. Os desenvolvedores salientam ainda o apoio do antropólogo paulista Daniel Belik no projeto.

O BookStop é como uma rede social, em que o usuário faz o seu perfil e cadastra os livros que pretende vender. Henrique explica que é possível ainda fazer a descrição do livro e inserir foto, nome do autor, título e o preço do livro. A expectativa dos empreendedores é ganhar dinheiro com a iniciativa.

Hackathon
O Hackathon é um evento onde programadores, designers e demais profissionais ligados a área de desenvolvimento se reúnem para criar um projeto que apresente melhorias para Rio Branco. A secretária de Ciência e Tecnologia no estado, Renata Souza, afirma que maratona de programação deve ter cinco etapas até o final do ano.

A terceira etapa ocorre, nesta sexta-feira (2), na Faculdade da Amazônia Ocidental (FAAO). O evento dá 24 horas para os participantes desenvolverem os projetos e colocarem em prática.

O primeiro evento foi feito no ano passado na Universidade Federal do Acre (Ufac). “O Hackathon tem o formato de incentivar os jovens e estudantes universitários que queiram desenvolver e ser jovens empreendedores. Nosso objetivo é incentivar o empreendedorismo nos jovens”, afirma a secretária.

Motel no Acre se inspira em ’50 Tons de Cinza’ e abre suíte com jaula

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Quarto tem grades e cadeados; em São Paulo, outro motel abriu a “suíte da dor”.

Publicado no Almanaque

Um motel na cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre, lançou uma suíte inspirada no filme “Cinquenta Tons de Cinza” (2014). O ambiente lembra uma prisão, com grade e cadeados.

O proprietário do motel, José Davi, disse ao site “G1″ que o faturamento aumentou 40% depois que abriu o novo quarto.

“Tivemos a necessidade de mudanças, de criatividade, de sair da mesmice. Você não pode fazer nada melhor porque aí onera preço e fica complicado”, afirmou o empresário.

Em São Paulo, o motel Classe A abriu a “suíte da dor”, que teve inspiração na franquia de livros da autora E.L. James.

A mobília é inteiramente vermelha e o estabelecimento disponibiliza chicotes, algemas e máscaras aos clientes.

O filme dirigido por Sam Taylor-Johnson segue em cartaz nos cinemas brasileiros. Até o último domingo (29), o longa arrecadou R$ 87,1 mil na bilheteria nacional.

“Cinquenta Tons de Cinza” é a produção mais assistida em 2015 no País, de acordo com os dados do site “Filme B”.

Ácre, encino… 10 erros e polêmicas de livros didáticos

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Falhas nos textos vão de cálculos matemáticos a fatos históricos

 De falhas matemáticas a gramaticais, relembre 10 casos marcantes no Dia Nacional do Livro Didático Foto: Getty Images / Terra

De falhas matemáticas a gramaticais, relembre 10 casos marcantes no Dia Nacional do Livro Didático
Foto: Getty Images / Terra

Publicado no Terra

O livro didático é uma fonte de pesquisa em que os alunos, geralmente, podem confiar. Mas e quando o livro está errado? Há casos em que as próprias publicações estão incorretas e precisam ser recolhidas e substituídas. Em outros, o conteúdo é que gera polêmica. De falhas matemáticas a gramaticais, relembre dez histórias marcantes no Dia Nacional do Livro Didático.

1. Ácre, Espíritu Santo e Minas Gertais
Ao abrir o livro didático, estudantes da rede municipal de Jundiaí (SP) encontraram alguns estados brasileiros com a grafia incorreta – e outros, da região Nordeste, sequer constavam no mapa. O Brasil representado no livro Projeto Ciranda mostra os
Estados “Ácre”, “Espíritu Santo” e “Minas Gertais”, além de ignorar a existência do Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas e Sergipe. A história virou notícia em abril de 2014. A Prefeitura da cidade multou a editora em R$ 23 mil, e as páginas com erros foram substituídas. Segundo a Secretaria de Educação de Jundiaí, quatro mil exemplares incorretos tinha sido distribuídos.

2. Dez menos sete é igual a quatro?
Em junho de 2014, escolas da rede rural do Estado de São Paulo receberam livros didáticos com a seguinte conta: 10 – 7 = 4. Sim, quatro! A resposta certa é três, mas ainda assim os livros foram distribuídos para cerca 1,3 milhão de alunos. O Ministério da Educação reconheceu os erros e o uso do material foi suspenso.

3. Dois Paraguais
América do Sul sem Equador e com dois Paraguais
. Isso foi o que alunos da sexta série do ensino fundamental da rede pública do Estado de São Paulo encontraram no livro de geografia, em março de 2009. Foram 500 mil livros distribuídos com o erro. A fabricante alegou que o problema foi na diagramação, e a secretaria de educação do Estado determinou a troca dos exemplares.

4. Quando Colombo descobriu a América?
Na mesma série de livros distribuída no sistema de ensino paulista, a apostila de história dizia que Cristóvão Colombo descobriu a América em 1942. Isso mesmo, o continente teria sido descoberto no meio da Segunda Guerra Mundial, de acordo com o livro. O erro foi encontrado em abril de 2009 e, por ser em uma apostila bimestral que já estava em uso, não foi corrigido.

5. Sem Piauí
Em 1998, o Piauí foi esquecido em um mapa do Brasil do livro didático “Geografia”, editado pela Módulo Editora e Desenvolvimento Educacional, de Curitiba. Os alunos da primeira série de uma escola particular de Teresina repararam no erro do material. A empresa responsável pela publicação informou ter enviado páginas para corrigir os mapas incorretos. Outros erros foram encontrados no mesmo mapa. Fernando de Noronha não estava no lugar certo e Sergipe fazia fronteira com Pernambuco, o que não ocorre.

6. Propaganda eleitoral
Em 2007, o livro didático de história do Projeto Araribá foi distribuído com um texto sobre o programa Fome Zero, no capítulo sobre a história recente do País. O diretor-executivo da editora admitiu que a existência do texto sobre o programa social naquela edição, vendida para o ano letivo de 2008, foi um erro. Ele disse que a primeira edição da obra foi elaborada em 2003, quando o assunto estava em alta. À época, alguns veículos acusaram a publicação de fazer propaganda político-partidária favorável ao Partido dos Trabalhadores (PT).

7. Encino
Para cada livro didático, há a versão feita para os alunos e outra, com orientações para o professor. A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo entregou aos professores exemplares com a palavra encino, grafada assim mesmo, com “C”, apesar de o correto ser com “S”. A assessoria de comunicação do órgão informou ser um erro de digitação e não houve recolhimento dos livros, pois eles não eram entregues aos alunos.

8. Nem o hino nacional escapou
Alunos de Vespasiano (MG) receberam um hino nacional um pouquinho diferente: “Fulguras, ó Brasil, forão da América, (…) Teus risonhos, lindos campos têm mais fores”. Sim, “forão da América”. Enquanto as palavras corretas são florão e flores. Outros erros também foram encontrados, como a palavra desafa (em vez de desafia), fâmula (em lugar de flâmula) e flho (em lugar de filho). Foram impressos 55 mil exemplares com essas falhas, ao custo de R$ 280 mil. O caso ocorreu em abril de 2014. A fabricante foi avisada para alterar os livros.

9. Homofobia
Em setembro de 2013, uma escola de Fortaleza, no Ceará, recebeu livros com conteúdo homofóbico. Em um exemplo de física sobre prótons e elétrons, a publicação sugere que dois meninos não se atraem, assim como duas meninas também não poderiam se atrair. A ilustração causou mal estar entre os alunos e levou a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais a se pronunciar sobre o caso.

10. Variação popular
Em 2011, um livro didático distribuído a alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) pelo Programa Nacional do Livro Didático chamou a atenção e teve grande repercussão na imprensa. No capítulo “Escrever é diferente de falar”, a frase “Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” consta como correta. Não era um erro. O próprio livro explicava que essa frase só é correta na variação popular da língua portuguesa. Mas o debate provocou até um esclarecimento da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), responsável pelo livro.

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