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Uma biblioteca chinesa (e quase infinita) perfeita para os amantes de livros

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Uma arquitetura impressionante / Feng Shao

Publicado no Idealista

Na galeria de hoje levamos-te ao mundo encantado da Biblioteca Zhongshuge, localizada na cidade chinesa de Chongqing, onde a simetria e os espelhos multiplicam os espaços e conseguem criar uma biblioteca quase infinita.

A livraria também tem uma sala dedicada às crianças, com o objetivo de despertar o amor pela leitura nos mais novos.

A Biblioteca Zhongshuge

O espaço perfeito para os amantes de livros

A sala dedicada às crianças

Os espelhos criam uma sensação de amplitude

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Na Romênia, você pode viajar de graça se estiver lendo livros durante a viagem

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Fernando, no Fique Sabendo

Hoje, a tecnologia é quase tudo na vida da maioria dos seres humanos. Vivemos sobre o que acontece ao redor do nosso telefone e não levamos em conta que muitas respostas só podem ser encontradas em livros.

Pensando nisso, um jovem chamado Victor Miron, um cidadão romeno, teve a brilhante ideia de promover uma campanha impressionante em uma cidade romena. Como mencionado, Victor acredita que muitas outras campanhas que promovem a leitura devem ser anunciadas.

Uma excelente maneira é recompensar os leitores, mas você se perguntará de que maneira. A sugestão de Victor é que todos aqueles que viajam em um transporte público e estão lendo um livro, não precisam pagar sua passagem.

Uma ideia brilhante que o jovem apresentou ao prefeito da cidade, Cluj Napoca, que publicou no Facebook e não demorou muito para dar a volta ao mundo recebendo muitas respostas positivas.

É evidente que a leitura enriquece os seres humanos, nos enche de imaginação e nos faz refletir, disseram as autoridades.

Esta não é a primeira campanha proposta pelo jovem Victor Miron, ele também criou um projeto chamado “Bookface“, onde os usuários do Facebook que têm um livro em seu perfil, podem obter grandes descontos em diferentes tipos de lojas, como livrarias, salões Beleza e muito mais.

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A Hora do Vampiro: Filme será fiel ao livro de Stephen King

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Filipe Salomão, no Combo Infinito

A Hora do Vampiro é uma obra do escritor Stephen King de 1975. Certamente umas de suas obras mais amadas pelos fãs do escritor. Curiosidade, também é o livro preferido do próprio Stephen King.

Sobretudo, temos apenas boas notícias, uma vez que a obra será adaptada aos cinemas por James Wan. O diretor certamente é lembrado por Jogos Mortais, porém ele também dirigiu Invocação do Mal, Aquaman entre outros.

A outra boa notícia é que ele prometeu deixar a obra fiel ao que está no livro, afinal, isso se torna um terror para muitos fãs quando se trata de adaptações. Assim, quem confirmou a adaptação foi Gary Dauberman, o roteirista responsável pelo filme:

Gostaria de ser o mais fiel possível à história original, sem que isto complique a adaptação da obra. Estou muito entusiasmado por fazer parte deste projeto. É muito divertido brincar com vampiros e fazer algo realmente assustador com eles.”

Ambientado na cidade de Jerusalem’s Lot, na Nova Inglaterra, o romance conta a história de três forasteiros. Ben Mears, um escritor que viveu alguns anos na cidade quando criança e está disposto a acertar contas com o próprio passado; Mark Petrie, um menino obcecado por monstros e filmes de terror; e o Senhor Barlow, uma figura misteriosa que decide abrir uma loja na cidade.

Stephen King é um monstro

Stephen King é um monstro da literatura e cada vez mais está presente nas telinhas a nossa volta, seja filmes ou seriados. São mais de 70 livros publicados e dezenas de adaptações para o cinema e a TV.

Em seguida, veja alguns de seus livros mais famosos:

Carrie, a Estranha
Salem/A Hora do Vampiro
O Iluminado
O Cemitério
It – A Coisa
Jogo Perigoso
À Espera de um Milagre
Sob a Redoma

E o cara não para de escrever, segundo ele próprio, ele escreve todos os dias e têm uma meta de lançar dois livros por ano. Por fim, uma outra curiosidade, King disse que lê 80 livros por ano!

Fiquem com a gente para saber mais novidades sobre filmes, livros, games e tudo mais.

Fonte: IGN Portugal

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Sucesso de Julia Quinn consagra nova tendência da literatura para mulheres

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FINAIS FELIZES - Julia Quinn: série adaptada por Shonda Rhimes para a Netflix (Claudia Morillo/VEJA)

A onda do momento são os romances de época em que destemidas heroínas lutam pelo amor

Raquel Carneiro, na Veja

Aos 13 anos, a americana Julie Pottinger levou uma bronca do pai: ele não gostava da literatura apreciada pela filha, que devorava romances açucarados, alguns com cenas de paixão ardente estampadas na capa. O motivo não era puritanismo, mas sim a qualidade do texto — a família prezava a formação intelectual. Para contornar o mau humor paterno, Julie disse que o interesse pelo gênero decorreria, na verdade, de sua meta de escrever ela própria um romance naqueles moldes. Resultado: foi desafiada pelo pai a fazê-lo. A adolescente teceu, então, sua primeira novela — nunca publicada, mas valorizada por Julie hoje como um primeiro passo para tomar gosto pela escrita. Anos depois, ela mudaria seu nome para Julia Quinn (Julia para soar mais adulta e Quinn para, na ordem alfabética das estantes das livrarias, ficar perto da autora romântica Amanda Quick). Conquistou seu primeiro contrato com uma editora ao mesmo tempo que era aceita no curso de medicina em Yale. “Decidi dar um tempo na faculdade para me dedicar ao livro, mas logo bateu o desespero: ‘E se não der certo essa história de ser escritora?’. Voltei para Yale, mas fiquei só dois meses”, contou Julia a VEJA.

Hoje, aos 49 anos e 37 livros depois, ela não tem arrependimentos. Autora de romances femininos ambientados em cenários históricos, Julia contabiliza mais de 10 milhões de cópias vendidas no mundo, sendo 1,15 milhão só no Brasil — sim, seu principal mercado fora de países de língua inglesa é aqui. Seu novo livro, Um Cavalheiro a Bordo (Arqueiro), chega às livrarias nesta semana. A saga, ambientada no século XVIII, é derivada de outra trama da autora, a bem-sucedida Os Bridgertons, sobre uma família aristocrática formada por oito irmãos (quatro homens e quatro mulheres) conduzidos por uma sábia matriarca. A trama foi eleita por Shonda Rhimes para integrar seu portfólio na Netflix — no acordo de 150 milhões de dólares entre a produtora de Grey’s Anatomy e a plataforma de streaming estão oito seriados de estilos variados. “Um representante da Shonda ligou para perguntar se os direitos dos meus livros ainda estavam disponíveis. Eu respondi aos berros: ‘Sim!’ .Sou uma grande fã, fiquei chocada”, afirma Julia. Com pretensão de ser uma nova Downton Abbey, a série deverá estrear em 2020. Até agora, só um nome do elenco foi divulgado: ninguém menos do que Julie Andrews, na pele de Lady Whistledown, uma cronista social de língua afiada. Um pontapé inicial e tanto.

O sucesso de Julia Quinn ilumina as novas tendências de um segmento editorial tradicionalíssimo. Com a ascensão feminina no mundo do trabalho e sua afirmação na cultura pop, a literatura para mulheres tomou um banho de loja: moças ingênuas e sonhadoras deram lugar a heroínas emancipadas e mulheres, vá lá, “de carne e osso” (leia o quadro na pág. 90). Nas listas de best-sellers figuram distopias sobre mulheres em luta contra a opressão, como O Conto da Aia, de Margaret Atwood, e dramas psicológicos com anti-heroínas às voltas com a depressão, como a protagonista de Sharp Objects, de Gillian Flynn. Mesmo na era do feminismo, no entanto, há indícios de que certas coisas mudam na forma, mas continuam iguais na essência. As fantasias sexuais da personagem de Cinquenta Tons de Cinza, de E.L. James, são dosadas para não ferir suscetibilidades. Da mesma forma, as histórias açucaradas sobrevivem nos livros de Julia Quinn. Só que agora as moças casadoiras têm sede de autonomia e a ambientação de época garante que a atmosfera romântica se revele crível para a leitora de hoje.

Leve, bem-humorado e com uma sensualidade liberada a conta-gotas, o estilo de Julia chegou a ser comparado pelas fãs ao da incomparável Jane Austen (1775-1817). O exagero é reconhecido — ainda bem — pela própria. “Jane fez um retrato profundo da época em que viveu. Eu simplesmente viajo ao passado e imagino protagonistas fortes.” Viagem parecida tem sido feita por outras autoras do filão, como Lisa Kleypas, de Os Hathaways, e Diana Gabaldon, de Outlander. Quem percebeu o potencial do gênero no Brasil foi a editora Arqueiro, selo da Sextante que abraçou os romances femininos de época para surfar em números expressivos — a exploração do gênero já rendeu mais de 2 milhões de livros vendidos. No topo do filão, Julia reina absoluta. “No catálogo da editora, ela já figura junto de autores como Dan Brown e Nicholas Sparks”, conta Nana Vaz de Castro, executiva da Sextante.

A fórmula do sucesso é facilmente identificável: casal se conhece, se repele, participa de bailes pomposos, se apaixona e se casa. Mas o que acontece entre a primeira página e o final feliz de um romance enlatado é o que faz uma autora distanciar-se das outras na lista dos best-sellers. Julia ganha pontos por seus personagens carismáticos. Os homens são ríspidos, mas elegantes — todos, no frigir dos ovos, exibem excelente trato com as damas. As mulheres revelam-se afiadas, ainda que às vezes sejam desajeitadas, e buscam um amor verdadeiro — que raramente acontece à primeira vista, mas nunca deixará de se consumar antes da última página.

Para Julia, famílias felizes não são entediantes (diferentemente do que escreveu Tolstoi no célebre início de Anna Karenina). Ao contrário: são sua fonte de renda. “Os leitores gostam de mães que não traumatizam os filhos e de homens que não maltratam as mulheres”, diz a autora, que conheceu o marido há trinta anos. “A única coisa que me irrita quando criticam meus romances é dizerem que crio expectativas muito altas nas mulheres em relação aos homens. Ora, imaginar uma relação longa e monogâmica entre duas pessoas que se respeitam seria um exagero?” Sua função social, por assim dizer, seria justamente alertar sobre relacionamentos abusivos. “Muitas leitoras perceberam que estavam em namoros ruins”, diz. Exaltar heróis masculinos com conduta de bad boys está fora de sua cartilha. “Não entendo o apelo de alguém que trata a mulher como lixo. Um romance precisa de homens bons.” E bonitões, claro.

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Drácula | Netflix e BBC divulgam primeiras imagens da minissérie

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Renan Lelis, na Poltrona Nerd

A Netflix e BBC divulgaram as primeiras imagens de Claes Bang (Millennium: A Garota na Teia de Aranha) em Drácula, minissérie criada por Steven Moffat e Mark Gatiss (Sherlock).

Os três episódios de 90 minutos reintroduzirão o mundo a Drácula, em 1897, na Transilvânia, onde o conde que bebe sangue está traçando seus planos contra a Londres Vitoriana.

Drácula tem previsão de estreia para o final do ano.

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