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HBO anuncia oficialmente House of the Dragons, spin-off de Game of Thrones

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House of the Dragons (Fonte: Reprodução)

 

Rodrigo Yao, no Observatório de Séries

Uma prequel de Game of Thrones acabou de morrer. Mas outro spin-off recebeu o presente da vida pela HBO nesta terça-feira (29). House of the Dragons está chegando ao canal!

O spin-off foi oficializado na apresentação de investidores da HBO Max, que trouxe novidades da WarnerMedia. Saltando além do piloto, a história de George R.R. Martin e do co-criador e showrunner Ryan Condal, recebeu um sólido pedido direto para virar série.

Embora a narrativa do projeto não tenha sido especificada, ele será baseado no livro de Martin, Fogo & Sangue, que conta a história da Casa Targaryen em Westeros. Assim, House of the Dragons certamente será rico nos detalhes sobre os ancestrais de Daenerys Targaryen, os senhores dos dragões.

Segundo o Deadline, a guerra civil de Westeros conhecida como Dança dos Dragões, que é mencionada na série da HBO e melhor explorada (embora não completamente) na saga literária As Crônicas de Gelo e Fogo parece constituir uma grande parte da história desta prequel. O show remonta 300 anos para se centrar no início do fim da dinastia que, outrora toda poderosa, dominou os Sete Reinos.

Este projeto é um dos quatro spin-offs restantes de GoT em andamento para a HBO e seus senhores corporativos na AT&T. Com o lançamento da HBO Max no próximo outono, o projeto House of the Dragons vem da primeira parte da série de livros pré-GoT, publicada em novembro de 2018. Explorando ainda mais o reinado da antiga Casa, espera-se o segundo livro de Fire & Blood saia no próximo ano, mais ou menos, segundo o Deadline.

De fato, o que é bem a tempo para uma segunda temporada, não é mesmo? E sim, sabemos que Martin não é o cara mais rápido com prazos. E não, não queremos ver esse livro sair antes de Os Ventos do Inverno.

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Menina de 12 anos lê 231 livros em menos de um ano em ‘desafio literário’

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A gaúcha Kamila Rabello mostrou todo o desafio no seu Instagram

Felipe Goldenberg, no Terra

Ela tem apenas 12 anos, mas já leu mais livros que a maior parte dos brasileiros em menos de um ano. A gaúcha Kamila Wagner Rabello se desafiou a ler 231 livros em até 365 dias — a média nacional é de 2 livros por ano, segundo o Instituto Pró-Livro. Estudante da 6ª série do Ensino Fundamental, ela lançou a meta em janeiro deste ano e a cumpriu na última segunda-feira, 28, véspera do Dia Nacional do Livro.

Ao mesmo tempo, ela compartilhava em seu Instagram os bastidores do que chamava de “Desafio Literário”. A moradora de Tramandaí, no litoral do Rio Grande do Sul, mostrava quais os livros lidos, fazia comentários sobre eles e selecionava alguns dos melhores trechos. Atualmente, ela tem mais de 6 mil seguidores no seu perfil da rede social, que é controlado pelos pais.

“No fim do ano passado, meu pai me mostrou uma reportagem sobre um menino do Amapá que leu 230 livros em um ano. Ele [o pai] perguntou: ‘o que tu acha de bater o recorde dele?’, e eu aceitei”, explica Kamila. Na época, o também estudante Kauê Capiberibe, de 11 anos, foi homenageado pela sua escola onde estudava, na capital Macapá, pela alta quantidade de leituras.

Kamila se descreve como fã de fantasia, suspense e terror. Leitora assídua desde criança, recebia em casa incentivo dos pais, um corretor de imóveis e uma atendente de farmácia. “Deixávamos ela com lápis e caneta na mão para ficar rabiscando. Quando ela foi alfabetizada, aos 7 anos, demos de presente um gibi da Turma da Mônica. Ela lia um gibi por semana”, conta o pai, Augusto César Rabello. Já a mãe, Daiana Wagner, lembra que sempre teve o hábito de “contar histórias para ela”.

Eles afirmam que já perderam a conta da quantidade de livros guardados em casa. Augusto, porém, estima que eles tenham cerca de 300 títulos. A maior parte deles foi comprada em promoções de lojas virtuais; outros foram presentes dos próprios seguidores de Kamila. A ideia é repassar todas as obras para os irmãos mais novos, de sete e três anos de idade, que já começaram a vasculhar os gibis da irmã mais velha. “Depois, a Kamila vai definir o que fazer com os livros. Se ela quiser doar, vamos ajudar”, conta o pai.

De 231 lidos, o livro mais marcante até agora foi O Pequeno Príncipe, escrito pelo francês Antoine de Saint-Exupéry. “Tem uma parte em que eles vêm para a Terra e começam a conversar com uma raposa, que fala que os homens estão sempre caçando, que vivem sozinhos”, lembra. “Uma lição que aprendi é que as pessoas sempre precisam de mais amigos, estar mais juntas umas das outras”.

Além da leitura, Kamila também cultiva o hábito da escrita: ela mantém um blog de crônicas na internet. A inspiração vem das próprias leituras: “misturo algumas partes da minha história com coisas que já li antes. Consigo escrever um texto em 10 ou 15 minutos”. Engana-se, entretanto, que ela ser seguir carreira de escritora. O objetivo dela é ser psicóloga e “seguir o exemplo de Augusto Cury, que trabalha com psicologia e também escreve”.

O segredo para manter ler e escrever tanto? A dica de Kamila é desativar as notificações do celular (as de redes sociais principalmente) e procurar um ambiente sem distrações, como computador e televisão. “Eu fico com meu celular junto comigo para anotar alguns pontos do livro, mas desativo tudo para ficar concentrada”. Fica a dica!

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Os cinco livros que mudaram minha vida

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Marília Cardoso, no Tramp

Sou uma leitora voraz. Adoro ler, principalmente livros que me ensinem algo. Nada contra romances e aventuras, mas o que eu gosto mesmo é de terminar um livro cheia de novos insights para o meu trabalho e para a vida como um todo.

Nesse sentido, um livro que me marcou muito foi Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, de Yuval Noah Harari, um historiador brilhante que conta a história da humanidade desde os tempos da pedra, mostrando a idiossincrasias do comportamento humano. Ao longo das páginas, somos constantemente surpreendidos por reflexões que fazem total sentido, mas que nunca paramos para pensar porque as coisas são como são.

Outro livro capaz de nos fazer pensar muito é Modernidade Líquida, de Zygmunt Bauman, um sociólogo polonês que define o mundo pós-modernidade como líquido. Segundo ele, hoje as coisas são tão rápidas e efêmeras, que não há tempo suficiente para se solidificar. Isso se estende também às relações, onde ao menor sinal de “defeito”, pessoas são descartadas tal qual como objetos defeituosos.

Na linha de psicologia, uma das minhas paixões, gostei muito de Mindset: A nova psicologia do sucesso, de Carol Dweck. A psicóloga conclui que há dois tipos de pessoas: as de mindset fixo e as de mindset de crescimento. Quem tem um pensamento fixo, costuma ser rígido e dar pouco valor ao esforço. Já as pessoas com mentalidade voltada ao crescimento tendem a transformar adversidades presentes em sucessos futuros, crescendo com as próprias superações.

Como trabalho com inovação, um livro obrigatório na minha estante é Organizações Exponenciais, de Salim Ismail. O autor desvenda os segredos das empresas de crescimento exponencial, demonstrando quais são os requisitos necessários para quem deseja escalar uma empresa. Além de uma leitura deliciosa e envolvente, muitos cases super interessantes são apresentados.

Para terminar, um dos meus gêneros favoritos: biografia. A que eu me apaixonei mais recentemente foi a de Elon Musk. O empresário obstinado a levar o homem para Marte dá uma série de lições sobre perseverança e foco, mostrando que é preciso muita dedicação e empenho para se chegar onde se deseja. Independentemente de gostar dele ou não, o livro compensa principalmente pelos aprendizados que ficam nas entrelinhas.

São tantos livros inspiradores que fica difícil escolher os cinco melhores. Termino essa reflexão morrendo de medo de estar sendo injusta com tantos outros que me ensinaram tanto. O bom é que haverá sempre uma ótima companhia na cabeceira da minha cama, me aguardando para horas e horas de grandes descobertas.

por Marília Cardoso, fundadora da InformaMídia, agência de comunicação, e sócia-fundadora da PALAS, consultoria de inovação e gestão

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Profissionais apaixonados por leitura dão sugestões de livros para comprar no Dia Nacional do Livro

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Publicado na Exame

Hoje, 29 de outubro, comemora-se o Dia Nacional do Livro. Sabe-se que a leitura é um componente indispensável no processo de desenvolvimento intelectual, pois tem o poder de tornar as pessoas críticas e reflexivas. Contudo, para que tenha efeito, precisa ser um processo contínuo que se confunda até mesmo com o próprio fato de estar no mundo. Abrangendo não apenas a leitura da palavra, mas, todo e qualquer tipo de leitura que induza o indivíduo a compreender o mundo que o cerca. Ela é o melhor caminho para expandir o conhecimento tanto no campo do autoconhecimento, quanto do conhecimento de mundo.

Quem possui o hábito da leitura, torna-se mais analítico e contextual, aumentando a capacidade criativa e raciocínio lógico. O mestre e cirurgião doutor bucomaxilofacial, Fábio Sato, tem o hábito diário da leitura e acredita que isso fez com que ele se tornasse mais comunicativo e adquirisse cada vez mais conhecimento. “Eu costumo estar sempre lendo algo técnico por conta da minha especialidade, mas gosto muito de livros que contem a história nacional”, afirma o mestre.

O autor Laurentino Gomes é o preferido do Dr. Fábio Sato, que indica o 1808 para todos os brasileiros entenderem a chegada da Família Real no Brasil. “Grande parte do povo brasileiro só sabe o que aprendeu na escola, mas ler 1808 é um grande aprendizado sobre a história do nosso país e, ainda acredito, que faz muito sentido para entender os dias atuais”, explica o doutor.

Pedro Hermano, especialista em marketing digital, também é apaixonado pela leitura e prefere os livros mais técnicos, pois ajudam na profissão. Um dos livros que ele indica para quem quer começar na área de usabilidade web é o “Não Me Faça Pensar”, dos autores Steve Krug e Daniel Croce. Essa área é uma das principais dentro de qualquer estratégia online e um dos principais diferenciais hoje nas empresas.

Outro livro que o especialista gosta muito de ler e acha fundamental quem trabalha na área conhecer é o “Growth Hacker Marketing”, escrito por Ryan Holiday. “Um growth hacker utiliza dados para analisar e entender o comportamento de seus clientes para impulsionar o crescimento”, completa Pedro.

É possível perceber que o poder da leitura é transformador e esclarecedor, pois quem tem esse costume, consegue interpretar os conteúdos de uma melhor forma. Alberto Manguel afirma em seu livro “Uma História da Leitura, que todos lemos a nós e ao mundo à nossa volta para vislumbrar o que somos e onde estamos. Lemos para compreender, ou para começar a compreender. Não podemos deixar de ler. Ler, quase como respirar, é a nossa função essencial”.

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Winter is Coming: tempestade de neve em 1967 influenciou escrita de George R. R. Martin em Game of Thrones

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George R.R. Martin (Foto: Matt Sayles/ Invision/AP)

O autor ainda comentou sobre os próximos lançamentos da série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo

Publicado na Rolling Stone

Em entrevista ao site norte-americano NPR no último sábado, 19, George R.R. Martin revelou como experiência na universidade afetou a escrita dele no arco do “o inverno está chegando” nos livros de Game of Thrones.

O autor estudou na Universidade de Northwestern, em Illinois. Enquanto era calouro, Martin enfentou uma tempestade: “Acho que isso foi no início dos anos 1967, e teve uma incrível tempestade de neve, e a neve era tão espessa que eu me perdi no campus que andava todos os dias”.

Martin ainda diz que “saíamos do dormitório e estávamos em uma vala com paredes de neve e gelo acima das nossas cabeças”. Para o autor, aquele parecia um “mundo transformado”.

A experiência influenciou o autor. “Eu acho que isso entrou na minha memória de alguma forma e pode ter tido alguma influência quando comecei a escrever sobre o Muro em Westeros e os homens da Patrulha da Noite”.

Na entrevista, George R.R. Martin ainda comentou sobre os próximos lançamentos da série de livros As Crônicas de Gelo e Fogo. O sexto e sétimo volume da saga são intitulados de The Winds of Winter e A Dream of Spring, respectivamente.

“É muito importante para mim terminar As Crônicas de Gelo e Fogo. Eu quero terminar. Ainda tenho mais dois livros para fazer e quero terminar com força. Isso para as pessoas olharem e dizerem ‘você sabe, essa coisa toda é um trabalho importante, não um trabalho incompleto ou incompleto’. Eu sei que algumas das pessoas mais cínicas por aí não acreditam nisso, mas é verdade”, disse George R.R. Martin.

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