Diário da Maísa

Posts tagged Concurso

Concurso Cultural Literário (172)

7

A Gigantesca Barba do Malbarbadomal

Stephen Collins (autoria), Eduardo Soares (tradução)

UM BESTSELLER DO THE NEW YORK TIMES

Na ilha de Aqui tudo é meticulosamente organizado e certinho. As ruas são asseadas, a grama é bem aparada e os homens são rigorosamente barbeados.

Dave não foge à regra. Tem um emprego que lhe permite pôr em prática todo o seu senso de organização, bem como distrair a mente de pensamentos indesejáveis, e encontra paz numa rotina totalmente ordeira.

Num dia fatídico, porém, Dave se vê como a raiz de um gigantesco problema: uma barba que irrompe de seus poros e desafia a lógica e a ciência. Logo ela se tornará uma questão de segurança pública e irá abalar as estruturas de Aqui, figurativa e literalmente. Uma fábula arrojada, que faz lembrar Roald Dahl e convida a refletir sobre algumas das questões humanas deste século.

***

Em parceria com a Nemo, vamos sortear 2 exemplares do lançamento “A gigantesca barba do mal”.

Para concorrer, mencione na área de comentários o nome de um amigo que usa barba. Se participar via Facebook, mencione o nome dele. Você e ele vão ganhar um exemplar desta obra inteligente e engraçada.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos neste concurso cultural:

O resultado será divulgado dia 29/11 neste post.

Boa sorte. 🙂

 

Atenção para os ganhadores: Danilo Kossoski e Alisson do Nascimento. Parabéns! Entraremos em contato via e-mail.

Fracasso nos estudos: 5 erros que garantem a sua reprovação num concurso público

0

Sono

Publicado no Amo Direito

A vida de quem vai prestar um concurso público não é fácil. Falta tempo e sobra ansiedade para os estudos, e é preciso ter força para não desmoronar diante de eventuais (e prováveis) reprovações.

Segundo Nestor Távora, professor da LFG Concursos, passar na seleção para a carreira pública pode ser rápido, ou demorar muito.

“Costumamos dizer que, em média, o caminho até a aprovação pode levar de 6 meses a 6 anos”, afirma. “Nada dentro desse período nos surpreende”.

Além de doses cavalares de paciência e determinação, o candidato também precisa eliminar hábitos que comprometem suas chances de sucesso. Veja a seguir 5 deles:

1. Não prestar atenção suficiente às regras do jogo
Ler o edital uma ou duas vezes não basta: é preciso analisar o documento com o mesmo afinco com que você se debruçaria sobre um contrato. Ignorar um mero parágrafo do texto pode eliminar até os candidatos mais preparados. Estudar o edital com afinco — ainda que as apostilas de estudo pareçam muito mais interessantes e importantes do que as dezenas de páginas do documento — é fundamental para garantir a sua aprovação.

Outro ponto de atenção é o perfil da banca avaliadora, diz o professor Nestor Távora, da LFG Concursos. Há uma diversidade enorme nesse sentido. Certas bancas cobram estritamente o texto da lei, enquanto outras exigem doutrinas e autores específicos, ao passo que algumas preferem o ponto de vista de determinados tribunais.

Quem não conhece as especificidades do comitê avaliador tem muita dificuldade para orientar seus estudos e, consequentemente, fazer uma boa prova. Veja dicas para enfrentar o Cespe/UnB, a banca mais temida pelos concurseiros.

2. Estudar sem critério nem agenda
De acordo com Domingos Cereja, professor da Academia do Concurso, outro erro grave está em não organizar a sua preparação. Não funciona estudar apenas direito constitucional por uma semana, só matemática na outra, e só português na seguinte, por exemplo.

“Se você fizer assim, ficará muito tempo sem ver um determinado assunto, e precisará retomá-lo do zero lá na frente”, diz o especialista. O ideal é distribuir homogeneamente as disciplinas ao longo da semana, de preferência com duas matérias bem diferentes por dia — até para deixar as sessões menos cansativas.

Exagerar na carga horária de estudo, ainda mais se você estiver começando, também não funciona. “É como uma sessão de musculação: se você já levanta um peso de 15 kg na primeira vez, vai acabar se lesionando”, diz Cereja. “É melhor intensificar os seus esforços aos poucos”.

3. Não se exercitar
Ler apostilas não é suficiente para a preparação, diz o professor Cereja, porque a única forma de assimilar um conteúdo é colocá-lo à prova. “Quando você faz exercícios e simulados, dá espaço para que as suas dúvidas apareçam”, explica. A dica é buscar provas de anos anteriores e resolvê-las com tempo cronometrado e, claro, sem consulta. Quanto mais verossímeis forem as suas simulações do exame, mais chances você tem de se dar bem na hora H.

O treino deve ser complementado por fichamentos de leitura. Ao elaborar um resumo da matéria com suas próprias palavras, diz Távora, o estudante começa a se apropriar do conteúdo. Além de ganhar fluência e segurança na disciplina, ele ainda economizará tempo, porque poderá estudar seus próprios fichamentos no lugar dos livros completos.

O ideal é escrever esses apanhados da matéria à mão. Segundo pesquisadores das universidades de Princeton e da Califórnia, quem registra informações com papel e caneta tem mais facilidade para compreendê-las e memorizá-las do quem as digita.

4. Usar materiais pouco confiáveis
Muitas vezes, nem um cronograma perfeito e nem as melhores técnicas de estudo garantem a aprovação de um candidato. O que pode haver de errado? A qualidade dos livros e apostilas usados na preparação, responde o professor Távora.

Segundo ele, muitos candidatos não contam com orientação e acabam se apoiando em fontes de qualidade duvidosa para seus estudos. Em alguns casos, o material está apenas desatualizado — o que é especialmente grave para as disciplinas de Direito. “As leis e interpretações estão sempre mudando, e muitos concursos cobram essas inovações”, explica ele.

Sites e fóruns de discussão na internet podem ser excelentes aliados, mas é preciso usá-los com cuidado. Assim como livros, professores e cursos preparatórios, os recursos online também têm qualidade variável. Para piorar, muitos grupos na internet só servem para disseminar boatos e assustar candidatos. “Tenha rigor ao escolher suas referências”, recomenda Távora.

5. Ser otimista (ou pessimista) demais
A inteligência emocional é, de longe, um dos recursos mais importantes para lidar com a frustração, persistir nos estudos e se concentrar na hora da prova. Veja 6 táticas para manter a serenidade antes e durante o exame.

Em alguns casos, a insegurança e o medo da reprovação paralisam o estudante: a certeza do fracasso tira o foco e torna os estudos menos produtivos. Em outros, é o excesso de confiança que atrapalha, ao impedir que o candidato perceba as lacunas de conhecimento que ainda precisa preencher.

A melhor atitude é abandonar o pessimismo e o otimismo, e simplesmente olhar para a situação da forma mais realista possível. “Com paciência, convicção e muito trabalho duro, você é capaz de passar sim”, resume Cereja.

Por Claudia Gasparini
Fonte: Exame

Menina que nasceu sem mãos vence concurso de caligrafia nos EUA

0

Anaya Ellick

Publicado no UOL

Uma estudante de sete anos que nasceu sem as duas mãos venceu um concurso nacional de caligrafia nos Estados Unidos.

Natural da cidade de Chesapeake, no Estado americano da Virgínia, Anaya Ellick não usa próteses. Para escrever, apoia o lápis entre os braços.

Tracy Cox, diretora da escola onde Anaya estuda, descreveu a menina como uma “inspiração”. “Ela não deixa que nada atrapalhe seus objetivos”, disse Cox.

“Anaya é uma menina perseverante e tem a melhor caligrafia da classe”, acrescentou.

Ao derrotar outros 50 concorrentes, Anaya levou para casa o prêmio na categoria ‘necessidades especiais’ do National Handwriting Contest (Concurso Nacional de Caligrafia, em tradução livre).

A categoria premia estudantes com algum tipo de deficiência física ou cognitiva.

Em entrevista à rede de TV americana ABC, Kathleen Wright, responsável pelo concurso, disse que a caligrafia de Anaya era comparável à de “alguém com mãos”.

Segundo os organizadores, cada vencedor vai embolsar US$ 1 mil (R$ 3,5 mil).

Concurso Cultural Literário (151)

7

1334-20160308120342

Quem é o Estado Islâmico?
Compreendendo o novo terrorismo

Éric Fottorino (Organização)

Pela violência de seus atentados em solo francês e por sua expansão territorial no Iraque e na Síria, o Estado Islâmico não apenas aterroriza como também intriga. Quais são os objetivos dessa organização que afirma querer restabelecer o califado do século VIII a que toma emprestadas a bandeira preta, a perseguição sanguinolenta aos infiéis e a prática da decapitação? Quem são os pais e os padrinhos desse monstro apocalíptico que cultua a morte mais do que o islã, cujo espírito deturpa? Como o EI – ou Daesh – reabre as feridas deixadas pelas guerras norte-americanas no Oriente Médio? Como se aproveita da fratura ideológica entre xiitas e sunitas? Que estratégias adotar para combatê-lo? Através das análises de especialistas em Oriente Médio e islã, de textos de historiadores, escritores, e filósofos reunidos pelo semanário Le 1 e de um dossiê contendo informações essenciais para compreender a natureza do Daesh e sua história, este livro oferece uma visão rica e esclarecida desse estranho e amedrontador grupo que irrompeu na cena mundial, suplantando a Al-Qaeda como nova potência do terrorismo internacional.

***

Em parceria com a Autêntica, vamos sortear 3 exemplares de “Quem é o Estado Islâmico?“, livro organizado por Éric Fottorino.

Para concorrer, responda na área de comentários:

De que forma o conhecimento contribui na luta contra a intolerância?

Se participar via Facebook, por favor deixe seu e-mail de contato.

Para ficar sempre por dentro das novidades e promoções, sugerimos que curta as páginas dos envolvidos neste concurso cultural:

O resultado será divulgado dia 10/5 neste post.

Participe e divulgue!

 

E os sorteados são… Pedro Weiser, Ricardo Hiar e Jéssica D. Rabelo. Parabéns! Entraremos em contato via-email. 🙂

Confira os 6 erros mais frequentes que minam as chances de aprovação em concursos

0

amo-direito-post-estudante

Publicado no Amo Direito

Confira os equívocos mais frequentes cometidos por quem está em busca de oportunidade na carreira pública, de acordo com dois grandes especialistas consultados.

A aprovação em um concurso público requer muito mais do que horas a fio estudando. A disposição para encarar livros e apostilas pode ser o requisito número um para quem deseja seguir a carreira pública, mas não é só isso.

De acordo com especialistas consultados, quando o concurseiro não leva em conta alguns aspectos importantes, o nome na lista de aprovados pode se tornar um horizonte distante.

Confira os principais erros cometidos na fase de preparação para as provas, na opinião de dois especialistas em concursos públicos, que minam as chances de aprovação:

1 – Prestar pouca atenção ao edital
“Saiu o edital!” Para um concurseiro de olho em uma oportunidade profissional no setor público, esta é uma das frases mais esperadas. No entanto, nem sempre a comemoração é seguida por uma leitura minuciosa do documento divulgado.

Na opinião de Francisco Fontenelle, diretor pedagógico da rede LFG, este é um dos principais equívocos cometidos. “É fundamental conhecer o edital nas minúcias do conteúdo programático”, diz.

Quem deixa de prestar atenção ao edital perde informações preciosas a respeito do programa das matérias, formas de avaliação e peso de cada disciplina na prova, critério de correção, data, horário, local e tempo das provas, quantidade de vagas disponíveis, remuneração e requisitos para a posse.

2 – Não atentar ao estilo da banca examinadora
Diversas instituições aplicam provas de concurso público e cada banca tem seu estilo de avaliação. Conhecê-lo é primordial para sair na frente dos outros candidatos. “A Fundação Cespe cobra muita jurisprudência, já a Fundação Carlos Chagas se atém à letra da lei”, explica Fontenelle, dando exemplos relacionados aos concursos na área de direito e a tendência das bancas.

“É importante conhecer a banca para saber qual o posicionamento adotado em relação a alguns temas”, concorda Marco Antônio Araújo Júnior, vice-presidente acadêmico do Complexo Educacional Damásio de Jesus. De acordo com o especialista, quando a banca examinadora não é divulgada, a análise pode ser feita pelas questões das provas anteriores.

3 – Estudar sem método ou planejamento
Na opinião de Araújo, a falta de método e de um plano de estudos é o principal erro cometido pelos concurseiros. “Se o candidato não faz um plano de estudo, ele tende a estudar errado”, diz. Segundo ele, o planejamento inclui o que estudar, como estudar e a distribuição de tempo para cada disciplina ou bloco de matérias.

“O que estudar vai variar de acordo com o edital”, explica. A maneira de estudar o conteúdo é muito importante. “É a forma de estudar, tem o momento do conteúdo e tem a hora da aplicação prática, de resolver as questões”, explica.

Ou seja, é preciso haver um equilíbrio entre a leitura de livros e apostilas e resolução de testes e questões sobre o tema estudado. “Não adianta estudar só pelas apostilas, o candidato também deve verificar os livros, escolher a melhor doutrina e depois partir para a etapa prática e resolver as questões”, diz Fontenelle.

Intercalar matérias também uma recomendação de Araújo. ” O concurseiro não deve ficar 15 dias estudando apenas uma disciplina porque ele pode cair na linha de continuidade e não percebe que o seu rendimento diminuiu”, explica.

4 – Não fazer simulados
Quem deixa de participar de simulados perde a oportunidade de ir se acostumando com o ambiente de uma prova de concurso público. “É treinamento. Quanto mais treinar, mais domínio terá da questão prática”, lembra Fontenelle. O especialita destaca que nem todos têm facilidade em passar 4 ou 5 horas resolvendo uma prova, e o simulado é uma ferramenta importante nesse sentido.

“É o momento de perceber qual é a resistência do candidato, como ele aplica o que ele estudou em uma situação próxima da real do dia da prova”, diz Araújo.

Resolver as questões em casa é bem diferente do que estar em uma sala de aula com outros candidatos que têm o mesmo objetivo que você, destaca o especialista. “Tem o barulho na sala, o som de um sapat tocando a madeira do chão, tudo aquilo dentro de um simulado são condições que podem acontecer no dia da prova”, explica.

5 – Esquecer-se de fazer pausas durante o período de estudo
Nem o mais treinado concurseiro consegue manter a concentração e o rendimento nos estudos durante horas e horas, sem fazer nenhuma pausa. “Tem que parar um pouco, do contrário não vai reter o conteúdo”, sugere Fontenelle.

Segundo ele, ao notar que não está assimilando o conteúdo lido é hora de fazer uma pausa e retomar os estudos após alguns minutos. “Estudar pouco é ruim, mas estudar demais também é ruim”, diz Araújo. Na opinião do especialista, o tempo destinado a cada matéria deve estar contido no plano de estudos.

6 – Deixar de ter momentos de lazer e de atividade física
Nem só de livros e apostilas deve viver um concurseiro. Intercalar momentos de lazer, descanso e atividade física é essencial para manter o equilíbrio físico, mental e emocional. “ A atividade física é recomendável sob todos os aspectos, pois ajuda a melhorar o rendimento e o candidato fica melhor fisicamente para encarar a prova”, diz Araújo.

Quem está pegando pesado nos estudos precisa, na opinião dos dois especialistas, de uma válvula de escape para o estresse. “É preciso ter momentos para ‘zerar o balde’”, lembra Araújo.

Fonte: exame abril

Go to Top