Vitrali Moema

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Americana recebe certificado de ensino médio aos 97 anos

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Margaret Bekema precisou deixar a escola ainda jovem para cuidar da família

americana

Publicado em O Globo

Imagine esperar 79 anos por um certificado de ensino médio. Foi este o tempo aguardado pela americana Margaret Bekema, de 97 anos. Quando ainda era jovem, ela foi forçada a deixar os estudos para cuidar da família. Agora, ela recebeu um diploma honorário, que a deixou muito emocionada, fazendo com que sua história repercutisse pelo mundo inteiro.

Margaret vive em Grand Rapids, no estado americano de Michigan, e precisou abandonar os estudos na Catholic Central High School, quando estava no 1º ano do ensino médio. Sua mãe tinha câncer e precisava de ajuda para cuidar dos três irmãos mais novos de Margaret.

Ela conta que adorava o colegial, e deixar a escola aos 17 anos “partiu seu coração”. Na época, ela precisou assumir tarefas domésticas, como cozinhar, lavar e passar as roupas de toda a família.

– Vocês não têm ideia de como foi difícil. Amava o ensino médio e tinha muitos amigos – contou ela ao “Michigan Live”. – Estou muito agradecida por receber o certificado.

Na última quinta-feira, ela finalmente vestiu um capelo para receber seu certificado diante de toda a família. Entregue pelas mãos do diretor da escola, o documento reconhece que ela cumpriu seu objetivo de se formar ao longo da vida.

– Depois de todos esses anos praticando todos os valores fundamentais que ensinamos em nossa escola, temos o orgulho de dar a Margaret um diploma honorário oficial – disse o diretor, Greg Deja, ao “USA Today”.

Americana de 87 anos se forma na faculdade sete décadas depois de largar estudos

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Após criar cinco filhas, Jean Kops se matriculou no curso de Artes da University of Nebraska-Lincoln

americana

Publicado em O Globo

O último sábado foi uma data especial para Jean Kops. Aos 87 anos, ela finalmente pode receber seu diploma de graduação em Artes pela na University of Nebraska-Lincoln, nos Estados Unidos. Um feito que ela aguardou por 70 anos.

Kops entrou na faculdade em 1945, mas saiu dois anos depois para se casar com Lyle Kops e começar uma família perto de Bassett, sua cidade natal em Nebraska.

– Estava um pouco cansada – disse ela ao site da universidade, explicando sua decisão de desistir. – Não havia muitas opções para as mulheres. Estava matriculada na faculdade de educação. E acho que nunca quis ser professora.

Jean contou que ela e o marido tiveram cinco filhas e uma boa vida, mas sempre comentavam sobre a volta à faculdade.Quando Lyle morreu após uma doença em 2011, Jean começou a pensar que talvez fosse bom momento para realizar esse antigo desejo.

E assim foi. Encorajada pela família, ela se matriculou em disciplinas on-line e, depois, começou a frequentar as turmas presenciais. Nessa fase, ela precisou se mudar para Lincoln para frequentar o curso.

Mesmo com dificuldade em algumas matérias, ela fez questão de ir até o fim. Jean disse que, há cerca de um ano, podia enxergar o fim da linha. Então, decidiu assumir uma carga relativamente pesada de três disciplinas neste verão. O resultado de toda essa experiência, segundo ela, é motivador:

– É uma mistura de sentimentos – disse. – É um alívio, mas me senti um pouco triste também em saber que não terei mais aulas.

Agora, ao contrário dos colegas de turma, ela não sofrerá a pressão de descobrir o que fazer após a faculdade ou sair enviando currículos. Jean pretende viajar, ver a família e voltar a ler por lazer, já que não sobrava muito tempo em meio à rotina acadêmica.

Outra certeza é que seu diploma será pendurado em um lugar de destaque na parede de casa:

– Isso é o que provavelmente vou fazer: sentar e olhar para o meu diploma.

Americana recria castelo de Harry Potter em Lego

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Publicado no SRZD

Uma americana de Seatle resolveu reconstruir o castelo de uma das sagas mais conhecidas e aclamadas de todos os tempos: Harry Potter. Para conseguir recriar em mínimos detalhes, Alice Finch utilizou 400 mil peças.

Finch começou a gostar da saga após brincar com seus filhos, então decidiu recriar fielmente o Castelo de Hogwarts, local no qual se passa a história dos filmes e dos livros.

Confira o resultado:

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Brasileiro fará parte da 1ª turma de universidade cursada em seis países

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Guilherme Nazareth, de 19 anos, vai fazer parte da primeira turma da Minerva, a universidade que aboliu as salas de aula (Foto: Divulgação/Universidade Minerva)

Guilherme Nazareth, de 19 anos, vai fazer parte da primeira turma da Minerva, a universidade que aboliu as salas de aula (Foto: Divulgação/Universidade Minerva)

Universidade Minerva tem modelo inovador que aboliu as aulas tradicionais.
Guilherme Nazareth, de 19 anos, trocou a UFRGS pela iniciativa americana.

Ana Carolina Moreno, no G1
O gaúcho Guilherme Nazareth de Souza, de 19 anos, embarca na próxima quarta-feira (27) para São Francisco, nos Estados Unidos, para integrar a primeira turma da Universidade Minerva. O projeto, que pretende revolucionar o modelo de ensino superior praticado no mundo, inicia o primeiro semestre letivo em 8 de setembro com 32 alunos de 13 países, como China, Suécia, Trinidad e Tobago, Palestina e Estados Unidos. As aulas do primeiro ano acontecerão na Califórnia, seguido de um ano dedicado só a estágios. No ano letivo seguinte, os alunos viverão em Buenos Aires (Argentina) e Berlim (Alemanha). Depois, vão morar em outras quatro cidades em vários países, antes de conseguirem o diploma de graduação.

Guilherme, de Porto Alegre, é o único brasileiro a integrar a turma inaugural da instituição, que é reconhecida como uma universidade pelo governo americano, mas pretende ser completamente diferente de outras instituições do país e do mundo: tanto as aulas quanto as salas de aula foram abolidas pelos professores que desenharam o curso, a maioria com décadas de experiência nas mais conceituadas universidades americanas. Além disso, o campus é composto apenas dos dormitórios dos estudantes e a cada semestre eles mudarão de país para estudar dentro de realidades distintas.

“A Minerva só oferece seminários [formato de aula participativa, baseado mais na interação dos alunos do que na explicação do professor], e as salas têm até 19 alunos”, explica o jovem. “Os alunos são obrigados a trabalhar antes, a estudar antes e ir para o seminário com o conhecimento.”

O verbo “ir” é usado pelo brasileiro apenas por força do hábito, já que as atividades letivas acontecem nos quartos de cada estudante, e todos interagem com a “classe” pelo computador, conectados com a webcam e microfones. Para garantir que todos os alunos estejam acompanhando o curso, os professores optam por estimular a participação de todos no seminário e aplicar provas de surpresa. “Na Minerva você não só tem provas ao final do semestre, mas os alunos podem ser testados a cada momento, e o professor pode programar uma questão na própria aula.”

Os alunos podem definir seu currículo dentro de cinco grandes áreas: ciências da computação, ciências sociais, artes e humanidades, ciências naturais e negócios. No primeiro ano, porém, todos os estudantes passarão por um ciclo básico destinado a ensinar os jovens a pensar de forma crítica, a se expressar e a desenvolver técnicas de liderança.

Como aluno da turma inaugural, Guilherme terá bolsa integral da anuidade do curso (de US$ 10 mil, cerca de R$ 22 mil), além de não precisar pagar pelo dormitório (com custo de US$ 12 mil, ou cerca de R$ 28 mil) nem no primeiro ano nem no segundo, caso decida estagiar em São Francisco. Os gastos com comida são estimados em US$ 6 mil dólares (cerca de R$ 13 mil). Mesmo sem saber se conseguiria bolsa, Guilherme explica que o valor da Minerva também foi um atrativo. “As melhores universidades dos Estados Unidos têm cursos que podem chegar a 60 mil dólares”, disse ele.

Na Universidade Minerva, as salas de aula foram abolidas (Foto: Reprodução/Universidade Minerva)

Na Universidade Minerva, as salas de aula foram
abolidas (Foto: Reprodução/Universidade Minerva)

Selecionado dentro do próprio quarto
Até o processo seletivo, que tradicionalmente é padronizado nos Estados Unidos, tem inovações. Guilherme passou por todas as etapas dentro do próprio quarto. “Ele é completamente diferente, foi criado para ser acessível aos [candidatos] internacionais, não pede SAT [Scholastic Assessment Test, ou Teste de Avaliação Escolar]. O compromisso da Minerva é aplicar teste de QI nos seus candidatos para que ele mostre o resultado cognitivo”, explicou o jovem.

Os testes de lógica, matemática e inglês são feitos pelos candidatos no seu próprio computador, com a webcam conectada aos selecionadores, que observam o comportamento e o raciocínio dos estudantes. A exigência de uma papelada de documentos também é menor: além do histórico escolar, eles pedem comprovações de atividades extra-curriculares, como participação em trabalho voluntário ou olimpíadas do conhecimento, e avaliam o perfil de liderança e empreendedorismo dos potenciais alunos.

A última etapa, segundo ele, é a mais difícil: uma entrevista via webcam com os selecionadores, onde, além de responder às perguntas, os candidatos precisam escrever uma redação em um site de compartilhamento de arquivos onde os professores acompanham seu processo criativo.

Ao contrário de muitos estudantes brasileiros interessados em estudar nos Estados Unidos, Guilherme não faz o perfil típico de exatas nem participou de olimpíadas. A matemática que o atrai é a aplicada à economia, curso que ele decidiu seguir ao concluir o ensino médio no Colégio Anchieta, em Porto Alegre, e ingressar na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Logo no início, porém, ele diz ter se desencantado com o curso. “Eu estava acostumado com a ideia de fazer a faculdade na federal. Entrei em março do ano passado [2013] e me senti bem pouco exigido, então decidi logo no primeiro mês que iria aplicar para universidades no exterior”, contou ele.

Formação multinacional
As primeiras tentativas de conseguir uma vaga de graduação fora do país não deram certo, segundo Guilherme, porque o jovem manteve a matrícula na instituição federal gaúcha, o que, segundo ele, não é bem visto pelas instituições atrás de novos alunos. “Decidi trancar o curso para não perder o semestre. Foi uma coisa que prejudicou muito minha aplicação”, explicou.

Meses depois, em outubro do ano passado, ele descobriu a Minerva e decidiu participar do processo seletivo. Depois de meses, foi um dos dois brasileiros que ganharam uma vaga –o outro acabou decidindo não fazer a matrícula, segundo a assessoria de imprensa da universidade.

Guilherme acredita que a liderança que ele exerceu no grêmio estudantil do seu colégio foi um dos fatores, além das notas altas na escola, que garantiram sua vaga. “Espero muito trabalho, já estou sendo acostumado com a ideia de que vai ser um currículo muito rigoroso, como eu gostaria”, diz.

Enquanto não embarca para os Estados Unidos, Guilherme aguarda com ansiedade os próximos anos vivendo em São Francisco e nas capitais argentina e alemã. Os demais destinos do terceiro e quarto anos ainda não estão definidos, mas as cidades onde a Minerva tem buscado locais para acolher os jovens são Hong Kong, Mumbai, Londres e Nova York.

Daqui a cinco anos, o gaúcho diz que espera receber o diploma depois de ter adquirido um conhecimento impossível de encontrar em outra universidade. “Eu sairia endividado, tendo que trabalhar direto, não teria tempo de conhecer o mundo. Na Minerva vou fazer isso ao mesmo tempo em que vou estudar. Vou poder conhecer problemas de outras partes do mundo, e também descobrir as soluções que deram para eles.”

Escritora erótica Sylvia Day estará na Bienal do livro de São Paulo

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Publicado no UOL

A autora de livros eróticos Sylvia Day chama a atenção da plateia com seu decote, durante papo na Bienal do Livro do Rio

A autora de livros eróticos Sylvia Day chama a atenção da plateia com seu decote, durante papo na Bienal do Livro do Rio

A escritora americana Sylvia Day confirmou nesta segunda (28) sua presença na 23ª Bienal de São Paulo, que acontece entre 22 e 31 de agosto, no Anhembi, zona norte de São Paulo.

No dia 30 de agosto, a partir de 15h, a  autora da série erótica “Crossfire” autografa seus principais lançamentos no estande da editora Universo dos Livros.

Com mais 500 mil livros vendidos no país, a escritora, que se dedica há uma década ao gênero erótico, ficou famosa após o sucesso da série “Cinquenta Tons”, de E.L. James.

Entre seus títulos estão “Toda Sua”, “Profundamente Sua” e “Para Sempre Sua”.

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