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Gibi ensina a criançada a lidar com o dinheiro

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Proteste lança gibi para ensinar crianças a lidar com dinheiro. Dicas divertidas podem ser aplicadas desde a infância e a ideia é que se tornem adultos mais conscientes sobre seus gastos

Ana Carolina e Alfredo fazem questão de orientar as filhas, e os livros são aliados

Ana Carolina e Alfredo fazem questão de orientar as filhas, e os livros são aliados

Marina Rigueira, no Estado de Minas

Cada vez mais cedo, as crianças fazem parte da vida financeira das famílias influenciando no consumo, decidindo por produtos, marcas e locais de compra, além de serem fortemente atingidas pela publicidade direcionada a elas. Pensando nisso, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – Proteste lançou o Gibi Mesada para ensinar os pequenos consumidores a lidar com dinheiro. Cartilhas, revistas de histórias em quadrinhos e livros são instrumentos que podem ajudar os pais na educação dos filhos com noções básicas da vida econômica.

Voltados para o público infantil, os quadrinhos da Proteste apresentam a melhor maneira de planejar os gastos e as táticas que ajudam a “esticar” a mesada. As dicas mostram que o assunto pode ser bem divertido. A proposta da publicação, que tem 16 páginas, é mostrar a diferença entre necessidades e desejos de consumo, a fim de estabelecer limites entre as coisas de que as crianças realmente precisam e aquelas que querem comprar.

De acordo com a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci, quem aprende a controlar a mesada na infância e adolescência tem mais chances de equilibrar as finanças a vida inteira. “A publicação ensina aos pequenos de maneira lúdica. O gibi oferece uma leitura bem dinâmica, com mensagens claras e situações do dia a dia próximas à realidade da criança. Por meio dos diálogos entre os personagens Laurinha e Bruno, são ensinados conceitos e ideias importantes, como consumo consciente, administração do dinheiro, aprendizado sobre o que é caro e barato e reconhecimento do valor do trabalho, mostrando para as crianças que os pais não têm acesso a quantidades ilimitadas de dinheiro.”

A administradora de empresas Ana Carolina Rolla e o marido Alfredo Rolla se preocupam com a educação financeira das filhas Mariana, de 7 anos, e da pequena Manuela, de 2. “As crianças nascem com uma tendência a achar que sempre se ganha e nunca se perde. Além disso, sentimos a necessidade de ensinar a importância de compartilhar, aprendendo o valor da solidariedade”, ressaltam.

De acordo com Ana Carolina, valorizar a educação financeira consciente é ajudar as crianças a aprender o valor das coisas. “Concomitante a esse ensinamento, aprenderão a priorizar gastos, tais como educação, saúde e alimentação. Assim, estarão mais preparadas para enfrentar a cultura de consumo em que vivemos”, explica. O casal conta que, todas as vezes que a família se depara com situações de consumo no cotidiano, tenta traduzi-las para as meninas.

Segundo Ana Carolina, o principal método usado para a educação das meninas é a prática de sempre, ao ganhar um bem, sejam brinquedos, móveis para o quarto ou roupas, sai outro mais antigo para a doação. “Tem ainda o ensinamento da troca. Se querem uma festa de aniversário, por exemplo, deixarão de ganhar algo relevante. Não dá para ter tudo sempre”, salienta.

Ana Gabriela Ribeiro Lima, administradora de empresas, também preza pela educação financeira da filha Maria Eduarda, de 6. “Acredito que introduzir a criança ao mundo das finanças a tornará um adulto com hábitos financeiros mais saudáveis. Muitos jovens chegam ao primeiro emprego sem noções básicas de consumo consciente, o que gera o mau uso do cartão de crédito, entre tantos outros problemas econômicos. É preciso ensinar uma base para a criança, para que ela assimile desde cedo o valor do dinheiro e da conquista.”

Ana Lima conta que leva Maria Eduarda para as compras no supermercado e o combinado é que ela pode escolher apenas um item a cada ida. “Quando ela era mais novinha, não conseguia escolher um só produto e não tinha noção dos preços. Hoje, ela sabe selecionar o que mais deseja, pesquisa o preço nas máquinas que informam o valor dos produtos, pede opinião para saber se também acho caro ou barato e leva só o que ficou combinado”, explica.

A mãe conta que a pequena recebe uma “semanada” aos domingos. “Ela que administra o próprio dinheiro. Compra o lanche no balé e gasta com figurinhas para os seus álbuns. Ela tem boas noções de troco e também do valor do dinheiro. Nunca gasta tudo e guarda o que sobrou ao fim da semana no cofrinho. Sempre que viajamos, ela leva as economias para os passeios”, conta. Ana também preza por mostrar à filha que, para comprar um novo tênis, por exemplo, é preciso doar o que já tem no guarda-roupa para outra criança, antes da nova compra.

No ano, brasileiros devem gastar R$ 8,8 bilhões com livros e publicações

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Classe B deve ser responsável por metade dos gastos até o fim do ano.
Estimativa é que cada morador do sudeste gaste R$ 63,28 com publicações.

Publicado por G1

Os brasileiros devem gastar R$ 8,8 bilhões em livros e publicações impressas até o fim deste ano, um aumento de 7% em comparação com 2012, segundo dados do Pyxis Consumo, ferramenta de dimensionamento de mercado do Ibope Inteligência.

A maior demanda de consumo vem da classe B, que corresponde a 25% dos domicílios do país e deve responder por metade dos gastos nacionais (R$ 4,38 bilhões). A classe C aparece na sequência com um consumo estimado em R$ 2,26 bilhões, o que representa 26% do total que será consumido no Brasil.

Regiões
O sudeste será responsável pela maior parte do consumo (55% ou R$ 4,8 bilhões), seguido por nordeste e sul, com 16% (R$ 1,4 bilhão) cada.

Considerando o gasto por habitante, a estimativa é que cada morador do sudeste gaste R$ 63,28 com livros e publicações impressas. No sul, o valor é de R$ 59,33 e no nordeste, R$ 35,68. O centro-oeste, com consumo estimado em apenas 8% do total do país, deve ter um gasto per capita de R$ 56,66. O nordeste é a região com expectativa de menor gasto por pessoa, de R$ 35,68 e o norte tem o segundo menor, R$ 38,52.

Na análise por classe e por região, a classe B do Sudeste é a que apresenta o maior potencial de consumo desses produtos, com gasto estimado em R$ 2,5 bilhões. A classe C, também do Sudeste, é a segunda que mais comprará livros e publicações impressas, chegando ao valor de R$ 1,16 bilhão.

Professoras da rede pública gastam salário com equipamentos para aula

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Marcelle Souza, no UOL

Verônica Batista gastou R$ 1.300 com projetor (Acervo Pessoal)

Verônica Batista gastou R$ 1.300 com projetor (Acervo Pessoal)

Se a escola pública oferece poucos recursos, a professora Verônica Eliane de Souza Batista, 42, não hesita em tirar dinheiro do bolso para tornar as aulas de biologia e química mais atrativas para os alunos. Sua lista de investimentos tem desde material em áudio sobre o corpo humano até um projetor multimídia e um microfone.

O mini-projetor com controle remoto custou cerca de R$ 1.300 e teve que ser parcelado em cinco vezes. Com o microfone e o amplificador, foram gastos outros R$ 340 –o piso salarial nacional de um professor é de R$ 1.567.

“No ano passado, um grupo de alunos preparou uma apresentação para um trabalho, mas não conseguiu mostrar para a turma porque o responsável pela montagem do projetor da escola ainda não tinha chegado. Fiquei bem chateada e decidi comprar o meu”, conta.

Verônica garante que valeu a pena. “Acho que faz muita diferença, gosto de tentar sempre melhorar a minha aula, mudar um pouco a rotina. Comprei o equipamento faz uns dois meses e percebo que consigo prender mais a atenção dos alunos”, diz ela, que dá aulas na zona leste de São Paulo.

O equipamento de som previne as inflamações de garganta, os antibióticos e as faltas – antes mais frequentes por causa da rouquidão constante.

Mês de salário
Assim como Verônica, a professora de sociologia Valéria Tenório, 29, também cansou de disputar o único projetor da escola pública em que leciona e decidiu gastar R$ 1.800 – que corresponde a aproximadamente um mês de salário – para comprar um projetor.

“Eu uso para preparar aulas mais dinâmicas, trabalhar com imagens e vídeos. Sociologia não tem exercício na lousa, é mais verbal, mais teórica. Então, a aula não vai ser convidativa se eu ficar falando por 50 minutos em uma sala com mais de 45 alunos”, afirma a professora da zona leste da capital.

As professoras dizem que existem projetores nas escolas em que trabalham, mas que os equipamentos são disputados e, às vezes, é preciso enfrentar problemas como tomadas que não funcionam e demora na hora de instalar a aparelho na sala de aula.

“Muitas vezes, você tenta falar e o aluno não presta atenção. Eu não acho que é culpa dele, nem todo mundo tem a obrigação de gostar de tudo. Mas se você se interessa em dar aula, o aluno valoriza”, diz Valéria.

Falta de condições de trabalho
Para a professora Andrea Caldas, do setor de Educação da UFPR (Universidade Federal do Paraná), a atitude das duas professoras é um mérito, mas melhorar as condições de trabalho da categoria deveria ser uma prioridade dos governos.

A professora de sociologia Valéria Tenório gastou um mês de salário para comprar um projetor

A professora de sociologia Valéria Tenório gastou um mês de salário para comprar um projetor

“Isso revela o quanto os professores se sentem sozinhos no seu trabalho. É uma ação isolada, emergencial, uma improvisação, enquanto quem tinha que prover essas ferramentas de trabalho é o Estado”, afirma.

A especialista acrescenta que Estados e municípios precisam planejar a adoção de novas tecnologias para que ações como a das professoras não sejam dispersas e desarticuladas. Para Caldas, os equipamentos são acessórios e, em primeiro lugar, é preciso investir na formação dos professores. “O professor pode tornar a aula mais interessante se ele souber exatamente o que fazer com a ferramenta.”

Sempre mais
A professora Verônica promete não parar no projetor e no microfone, agora está estudando comprar um microscópio para as aulas de biologia.

“Dar aula é um trabalho em que temos que comprar desde a caneta que a gente escreve, só temos o giz a lousa”, diz. “E, mesmo depois de 18 anos, eu sinto que preciso sempre me adaptar, porque a tecnologia está na mão dos alunos”, afirma.

30 links que socorrem o cidadão

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Roberta Fraga, no Livros e Afins

Sou de uma época analógica. Estudei Direito e com a internet ainda muito rudimentar (o que dava o que falar era apenas o bate-papo) não havia o acesso e velocidade que se têm hoje sobre temas jurídicos, controvérsias, jurisprudências.

Na minha época, repositório era biblioteca, novidade eram as inúmeras revistas dos tribunais, network era participar de seminários, palestras e júris e rede social era o bom e velho bate-papo pessoal também conhecido como “pedir audiência”.

Enfim, outros tempos, outros recursos: “time is money”. Verdade inegável, doa a quem doer. Em nome destes novos tempos, vou deixar aqui uma lista que pode socorrer estudantes e profissionais do Direito. Por outro lado, dada a agitação do momento, esta lista de sugestões acaba sendo também uma lista que você cidadão pode e deve acessar. Conhecer os seus direitos e como funcionam as suas casas legislativas e judiciais (em quaisquer esferas de governo – federal, estadual, municipal, ou distrital) acaba sendo a sua maior arma de controle do andamento dos processos legislativos e dos gastos com recursos públicos.

Em tempos de engajamento e um profundo despertar da juventude, tenha ela 68 ou 18 anos de idade, vale a pena se voltar para livros, textos relacionados com o seu país, para além de gritar palavras de ordem, você também conhecer a mecânica das coisas e saber pontos fracos e fortes do jogo político, enquanto teoria e legislação.

Sempre, em quaisquer circunstâncias, “a resposta está nos livros” e isso não digo eu, diz o personagem do desenho que a minha filha de 5 anos está ali assistindo. Está mais na hora de assimilarmos!

Lá vai.

30 links que podem ajudar nas pesquisas jurídicas

  1. Presidência da República – texto da Constituição Federal;
  2. Senado Federal – Constituição Federal-busca por emendas, datas e diversos outros filtros;
  3. Legislação – códigos;
  4. Rede de informação legislativa e jurídica;
  5. Direitonet – é um portal jurídico para advogados, estudantes de Direito, profissionais da área jurídica e todos os interessados em Direito com uma lista de 840 termos jurídicos;
  6. Portal da justiça federal;
  7. Instituto Brasileiro de Direto Constitucional;
  8. Universo jurídico – disponibiliza informações dos tribunais e textos jurídicos;
  9. Jus Navigandi – sítio com doutrinas, peças, artigos;
  10. Dicionário Jurídico Virtual – dicionário jurídico de expressões latinas, acessível no Portal Direito Virtual destinado a profissionais da área jurídica, estudantes de direito e funcionários do poder público;
  11. Glossário Jurídico – sítio do Supremo Tribunal Federal – verbetes da área jurídica seguidos de sua definição, inclusive alguns verbetes apresentam exemplos de utilização;
  12. Glossário Jurídico – Portal Internacional – STF – Glossário jurídico em três idiomas. Elaborado em português, inglês e espanhol, o glossário busca apresentar à comunidade internacional, de maneira sistematizada e simplificada, institutos jurídicos brasileiros, com destaque para o vocabulário mais utilizado nas notícias sobre a atuação do STF;
  13. Mundo dos filósofos – dicionário de expressões jurídicas latinas;
  14. A & C : Revista de Direito Administrativo & Constitucional;
  15. Revista de Direito Constitucional e Internacional;
  16. Revista da Academia Brasileira de Direito Constitucional;
  17. Revista Jurídica Consulex;
  18. Revista CEJ;
  19. Revista Diálogo Jurídico;
  20. Revista Âmbito Jurídico;
  21. Revista do IAB – Instituto dos Advogados Brasileiros;
  22. Revista da Seção Judiciária do Distrito Federal;
  23. Cadernos de Direito Constitucional e Ciência Política;
  24. Artigos jurídicos – Superior Tribunal de Justiça;
  25. Cortes Constitucionais internacionais– lista por países;
  26. Universidade Federal de Santa Catarina – Relação de normas brasileiras de documentação;
  27. Sítio da ABNT – para você redigir seus trabalhos, artigos e pesquisas em formato padrão;
  28. Lista de discussão em Direito Constitucional;
  29. BuscaLegis – Universidade Federal de Santa Catarina -Centro de Ciências Jurídicas – Laboratório de Informática Jurídica;
  30. Sítio para auxiliar com referências bibliográficas;

Instituições importantes

  1. Sítio do Transparência Brasil;
  2. Ministério Público da União;
  3. Palácio do Planalto;
  4. Câmara dos Deputados Federal;
  5. Senado Federal;
  6. Supremo Tribunal Federal;
  7. Superior Tribunal de Justiça;
  8. Tribunal Superior do Trabalho;
  9. Tribunal Superior Eleitoral;
  10. Superior Tribunal Militar.

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3 mil tablets serão entregues a professores de escolas públicas do DF

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Governo gastou R$ 840 mil na compra dos equipamentos; entrega será nesta terça

Publicado por Estadão

O governo do Distrito Federal distribuirá 3 mil tablets para professores do ensino médio de escolas públicas. Foram gastos R$ 840 mil na compra dos equipamentos, recurso vindo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), repassados à Secretaria de Educação.

Atualmente, a Secretaria de Educação tem cerca de 5 mil professores atuando no ensino médio e conta com 86 escolas públicas. Ao todo, são 83 mil alunos cursando esta fase de ensino.

Os equipamentos serão distribuídos para professores nesta terça-feira, dia 21, a professores dos Centros de Ensino Médio do DF. A entrega será feita pelo governador Agnelo Queiroz (PT) e o secretário de Educação, Denilson Bento da Costa.

Segundo Costa, os professores que receberem os equipamentos farão obrigatoriamente um curso para aprender a usar os tablets. “Estamos preparando uma formação para que eles se apropriem de todas as tecnologias disponíveis no tablet e para que possam realmente utilizá-lo como uma ferramenta pedagógica em sala de aula”.

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