Vitrali Moema

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Larissa Manoela bate marca de 50 mil exemplares de livros vendidos só em 2017

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Leonardo Torres, no Portal Popline

Larissa Manoela é um best-seller, além de sucesso na TV, no cinema e na música. A atriz e cantora já vendeu mais de 50 mil exemplares de livros só em 2017, de acordo com o site PublishNews. Foram 30,7 mil exemplares de seu primeiro livro, “O Diário de Larissa Manoela”, e mais 26,7 mil exemplares do segundo, “O Mundo de Larissa Manoela”. Ambos têm apelo com o público infantojuvenil e são apostas da editora HarperCollins para o segmento.

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Vendido por R$ 29,90, “O Mundo de Larissa Manoela” saiu neste ano e, desde então, figura na lista dos mais vendidos do ranking geral semanalmente. Tem perdido apenas para “Batalha Espiritual”, do Padre Reginaldo Manzotti. Para promover, Larissa criou uma agenda típica de turnê, com sessões de autógrafos em várias cidades, atraindo milhares de fãs e vendendo milhares de exemplares em uma tarde.

Atualmente, ela se encontra nos Estados Unidos de férias. Ela deu uma pausa na agenda antes de começar a gravar sua próxima novela no SBT. Ela é contratada da casa.

Com formato de ficção científica, Assassin’s Creed não se compara aos livros

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Publicado na Isto É via Estadão

Pode até ser que o filme não fosse bom, mas em O Mundo de Warcraft, o diretor Duncan Jones esforçou-se para criar, no cinema, a linguagem do game. Justin Kurzel não vai por esse caminho em Assassin’s Creed. Do game, ele pega o conceito da ficção científica, que concilia com uma aventura na Espanha da Inquisição, e do cruel Torquemada. Cal/Michael Fassbender viaja na máquina do tempo criada pela cientista Marion Cotillard. Ela é uma sonhadora. Quer erradicar a violência no mundo e o pai, Jeremy Irons, se aproveita disso.

No invento de Marion – a máquina chamada Animus -, Cal vai em busca de um ancestral, Aguilar. O que ele não sabe é que Aguilar foi o último homem a colocar as mãos na lendária Maçã do Éden. Marion acredita que, com o artefato, poderá criar um admirável mundo novo de paz. Cal é assassino condenado à morte.

Vive atormentado porque seu pai matou a mãe em nome do Credo dos Assassinos, ou assim crê. Odeia o pai, a sociedade secreta. A viagem no tempo, em que seu DNA bate com o do ancestral, vai lhe fazer descobrir o significado do Credo. E resolver o enigma da própria identidade.

Mas isso é metade da equação – Marion, a dra. Sophia Rikkin, trabalha para uma empresa bilionária a serviço dos Templários e, ao longo do tempo, as duas sociedades têm lutado pela Maçã. Os Assassinos defendem o livre arbítrio. Os Templários não creem na humanidade e querem dominá-la pela força. Esse é o contexto e a narrativa salta da Espanha do século 15 à de 2016, passando pela Califórnia de 1986. Kurzel coloca na boca da templária Charlotte Rampling sua explicação para a ‘direitização’ do mundo. O homem abriu mão da liberdade. Só quer consumir, ter segurança, ser guiado. A saga – no cinema – está recém começando. Termina em aberto, à espera de que o sucesso viabilize o investimento no 2, no 3…

Há o game. E existem os livros. Ao longo de oito volumes, de Renegados a Bandeira Negra, Oliver Bowden cria relatos fascinantes que atravessam o tempo, da Florença renascentista ao Caribe dos flibusteiros, para contar o embate do Credo com os Templários. Bowden já foi definido como um importante historiador escondido por trás de pseudônimo. As novas edições resolvem o mistério e dão o crédito a Anton Gill. Os livros são cheios de detalhes e bem escritos, por quem conhece História. Renegados poderia ser um dos grandes filmes de aventuras do italiano Riccardo Freda nos anos 1960, mas Kurzel e o ator e produtor Fassbender, que já estiveram juntos em Macbeth, trabalham para outra geração, a do game. Um novo volume – The Last Descendants, de Matthew J. Kirby – introduz o Animus, mas ainda não é o filme. Cal credita aos Assassinos a morte da mãe, mas descobre a verdade e liberta-se. Dra. Sophia também credita a morte da mãe dela ao Credo. Permanece nas sombras – entregue ao lado escuro (da Força?).

Assassin’s Creed é um filme grande, não um grande filme. Eventualmente, diverte. Os livros são muito melhores.

Concurso Cultural Literário (82)

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Veja um trecho

Perdido no deserto de Edena, Stel tem apenas um objetivo: encontrar sua amada Atana. Mas ele acaba capturado por um grupo de seguidores da terrível Paterna e é enviado para um destino desconhecido. Sua única certeza é a de que “A Deusa”, sua Atana, morrerá se nada for feito. Este quarto volume da saga de O Mundo de Edena mostra-se em alguns momentos terrível e opressor. Talvez uma vontade do autor de falar sobre o desejo por poder e a loucura que ele traz… Mas, em uma trama cheia de surpresas, como sempre acontece nas HQs de Moebius, o leitor encontrará reviravoltas até a última página.

Vamos sortear 3 exemplares de “O Mundo de Edena 4: Stel“, megalançamento da Nemo.

Para participar, envie para concurso@livrosepessoas.com a resposta à pergunta abaixo:

Qual é o nome de batismo de Moebius?

Atenção: respostas na área de comentários serão apagadas.

O resultado será divulgado no dia 14/8 neste post.

Boa sorte! 🙂

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Parabéns aos ganhadores: Igor Pinto, Thiago de Carvalho e Tallita Rios.

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas.

Concurso Cultural Literário (21)

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Neste livro, o célebre frasista e escritor Dirceu Ferreira, colaborador do antológico Pasquim, reúne suas mais divertidas e engraçadas frases sobre o cotidiano brasileiro. Com humor sutil e por vezes ácido, é um brilhante cronista da realidade nacional, já que, ao retratar cenas do dia a dia em suas frases hilariantes e contundentes, consegue promover, ao mesmo tempo, uma reflexão e uma risada. Suas centenas de máximas são acompanhadas de ilustrações do cartunista Nani. Além das frases e das charges, há no livro alguns fac-símiles de cartas e bilhetes de figuras importantes do cenário cultural brasileiro que influenciaram Dirceu e ao mesmo tempo foram influenciadas por seu trabalho, como Carlos Drummond de Andrade, Ziraldo, Henfil, Zuenir Ventura e até mesmo o jogador de futebol Tostão, que assina o prefácio da obra.

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Dirceu era admirado por Millôr, Jaguar e Henfil, que se inspirou nele para criar o personagem Ubaldo, o paranoico. Seus trocadilhos não são meros jogos de palavras.
Zuenir Ventura

Dirceu faz mais de cem frases por dia. Como qualquer ser humano normal. Todas engraçadas, eis a diferença.
Ziraldo

Relaxe e aproveite o mundo imaginário e engraçado de Dirceu. Você vai adorar!
Tostão

O humor de Dirceu faz pensar fazendo rir.
Zuenir Ventura

As frases do Dirceu são humoradas e inteligentemente percucientes, bem afiadas e, como diz Ariano Suassuna, “com memória de cachorro vingativo”.
Mário Sérgio Cortella

Chegando mais um Concurso Cultural Literário!

Para participar é só responder: Qual é a sua máxima favorita no cotidiano? Quem responder concorrerá a 3 exemplares de Máximas do Dirceu. A resposta deve ser de até 2 linhas.

Se for participar pelo Facebook, por gentileza colocar um email de contato.

O resultado será divulgado no dia 25/10, às 17h30 nesse post e também em nosso perfil do twitter: @livrosepessoas.

Boa sorte!

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Parabéns: Beatriz Santos, Mario Marcio Felix e Luciana Estevam.

Por gentileza enviar seus dados completos para livrosepessoas@gmail.com em até 48 horas.

Editor de ‘Harry Potter’ quer publicar livro de escritor ‘mascarado’ brasileiro

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O editor britânico que descobriu Harry Potter, dando à então escritora desconhecida J.K. Rowling a chance de finalmente publicar a primeira obra da saga que vendeu 400 milhões de cópias em todo o mundo, quer publicar o livro de um escritor brasileiro anônimo que vem divulgando partes de sua obra pela internet.

Fernanda Nidecker, na BBC Brasil

ilustração do livro de Dark Writer | Divulgação

Leitores contribuem ativamente criando ilustrações para o livro do autor mascarado

Barry Cunningham, antigo editor da Bloomsbury, disse à BBC Brasil que quer ser o “mentor” do autor misterioso, que não revela seu nome, idade ou gênero ao seu público virtual e carrega apenas o pseudônimo de Dark Writer.

Em seus perfis no Facebook e no Twitter e no site DarkWriterProject, o escritor aparece com uma máscara que ganhou do designer de joias japonês Joji Kojima, que confeccionou máscaras para a cantora Lady Gaga.

“Eu li o primeiro capítulo em inglês pelo Twitter e vi logo que ele tinha talento, mas que precisava aprimorar a estrutura da narrativa”, diz Cunningham, que mantém contatos frequentes com Dark para discutir sobre os avanços do livro de estreia do autor, que deve ter vinte capítulos.

O editor o compara a um “trovador moderno” que tem mostrado que os livros não têm apenas de viver em prateleiras empoeiradas, mas podem florescer no espaço virtual.

“Dark Writer é um dos precursores e um dos melhores escritores até agora a abrir caminho para que suas histórias cresçam online com uma interação direta com seu público”, afirma Cunningham, que hoje comanda a editora Chicken House, que publica a série Túneis, sucesso no Brasil entre o público infanto juvenil.

Dark Writer | Divulgação

Autor ganhou máscara de Joji Kojima, designer de Lady Gaga

Em entrevista à BBC Brasil, Dark Writer explicou que a escolha pelo anonimato foi motivada por uma mistura de timidez e a vontade de brincar com a imaginação das pessoas.

“Fiquei com vontade de ver como reagiriam ao ler algo de alguém que não sabem se é jovem, velho, homem ou mulher”, diz.

“Acho que os leitores muitas vezes se preocupam demais com quem escreveu o livro, em vez de simplesmente mergulhar na história.”

Criaturas medonhas

No livro, Dark Writer conta a história de Mary, uma jovem britânica de 16 anos que durante um ano muito conturbado para todo planeta parte de férias com os pais.

Após vários contratempos que retardam a viagem de verão, entre os quais a queda de um meteorito que levou a torre do Big Ben ao chão, uma forte luz surge na estrada e vira a vida da garota de cabeça para baixo.

Quando abre os olhos, Mary está em um ambiente completamente diferente e não vê seus pais. Ela carrega um estranho medalhão de prata no pescoço e tem de enfrentar criaturas medonhas.

A inspiração para a trama vem da infância, quando Dark gostava de criar mundos alternativos e escrevia pequenos contos usando amigos da escola como personagens.

O primeiro capítulo foi postado em 2010 no Orkut, onde o autor começou a atrair leitores enviando pedidos de amizade com a pergunta “Quer participar da criação de um livro?”

Em 2011 migrou para o Twitter e para o Facebook, onde continuou conquistando adeptos com convites enviados por perfis dos personagens da trama.

A personagem Mary e os demônios | Divulgação

Livro conta a história da jovem Mary, que vive atormentada por criaturas medonhas

Dark chegou a publicar nove capítulos no Twitter e lembra que a grande virada veio quando uma fã brasileira traduziu o primeiro capítulo para o inglês, popularizando a história entre leitores de vários países.

Entre os novos seguidores que adquiriu nas redes sociais – hoje são mais de nove mil -, estava Barry Cunningham.

“Começamos a trocar mensagens em que ele me dava conselhos, até que veio o convite para um café em Londres. Cheguei em janeiro deste ano já de mudança”, conta.

Leitores participativos

Dark considera imprescindível estar na Grã-Bretanha para buscar inspiração para caracterizar melhor seus personagens e retratar de forma mais fiel o cenário onde passa a história.

Para isso, ele conta com o apoio dos leitores, que participam ativamente da criação do livro fazendo ilustrações que são postadas no site DarkWriterProject e nas redes sociais.

autor mascarado e leitores | Divulgação

Dark Writer distribuiu cópias do primeiro capítulo em Londres

O autor mascarado acabou virando ele próprio um integrante da trama, sendo retratado nas ilustrações ao lado dos personagens.

E foi também com doações de seu público virtual que Dark conseguiu imprimir 200 cópias do primeiro capítulo em inglês que foram distribuídas nas ruas de Londres e de Oxford durante o verão.

Por orientação de Cunningham, Dark Writer retirou do ar o que tinha postado até agora, mas ainda é possível baixar o primeiro capítulo em inglês e em português no site Darkwriterproject.com.

Para descobrir o desfecho da história de Mary, o público terá de esperar até o final do ano que vem, quando o livro chegará às livrarias, e também deverá ter fim o mistério que ronda a identidade do autor mascarado.

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